#Teen

Novinha mas ninfomaníaca

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paulão

Olá a todos.
Meu nome é João Paulo e por onde moro todos me chamam de Paulão. Cresci num bairro tranquilo da Zona Leste de São Paulo, atualmente estou com 45 anos e sou casado e tenho 2 filhos.
O que vou dividir com vocês agora aconteceu quando eu tinha 25 anos. Nessa época eu tocava uma pequena quitanda que herdei do meu pai e meu pai herdou do meu avô e ficava na garagem de casa. Era um comércio bem tradicional de bairro mesmo, mas conforme o tempo foi passando e as coisas foram evoluindo o movimento foi diminuindo e eu já estava quase fechando as portas. Pra mim era triste mas por uma questão nostálgica e não financeira.
Já estava terminando minha faculdade e era só questão de tempo mesmo até aquilo fechar mas tudo bem. Vamos aos fatos.

Um dia eu estava estudando com meus livros na parte de trado balcão quando apareceu uma menina...devia ter uns 14/15 anos mais ou menos, era mulatinha e bem magrinha.
Me coloquei a disposição perguntando se queria alguma coisa mas ela disse que estava apenas olhando. Ficou fazendo isso uns 3 dias... só andando pra lá e pra cá e nunca comprava nada.
Numa dessas vezes eu fiquei curioso e perguntei se ela era nova ali no bairro pois nunca tinha visto ela por ali.
Ela me respondeu que sim, que tinha se mudado a pouco tempo e que a família tinha acabado de comprar uma casa por alí....que o nome dela era Carol...e ficou nisso. Achei aquilo meio estranho mas achei que fosse coisa de criança ou que ela fosse só meio doidinha mas no outro dia ela fez algo inesperado.

Chegou do mesmo jeito que chegava sempre, olhando pra lá e pra cá enquanto eu estava repondo o pouco de mercadoria que tinha saído. O estranho foi que ela passou na minha frente pedindo licença e fez questão de esfregar aquela bundinha em mim.
Cheguei a me assustar mas achei que fosse sem querer e daqui a pouco ela passa e faz a mesma coisa. Nunca fui chegado e meninas da idade dela mas tive certeza que ela tava fazendo de propósito.

Resolvi tirar a prova e quando ela fez de novo eu peguei na sua cintura e dei uma sarrada nela e a safadinha chegou a gemer.
Fiquei parado reparando nela e ela danada era dissimulada. Fazia essas coisas e ficava olhando as mercadorias com olhar de peixe morto como se nada tivesse acontecendo. Mas nessa hora entrou uma senhora vizinha nossa e ela foi embora.
- Amanhã eu volto. Falou olhando bem no meu olho.

Só respondi que tudo bem e fui atender a cliente.

No outro dia Carol apareceu de novo como esperando. Me deu bom dia e ficou ciscando. Eu saí do balcão e fui pra porta pra olhar se não tinha ninguém na rua e tava vazia.
Voltei e dei uma boa encoxada nela e perguntei se ela tava querendo “levar” alguma coisa hoje.
- Não sei....se tiver alguma coisa que eu goste eu levo sim!
E ficou parada na minha frente sem se mexer enquanto eu esfregava o pau duro nela.
Perguntei se tinha alguma coisa que ela tava procurando...que era só falar que eu arrumava pra ela e a pirainha disse que tava procurando alguma coisa dura.
- Mas você vai aguentar levar?
- Vou... já tô acostumada!

Falei pra ela que tinha atrás do balcão o que ela tava querendo.

- É?!? Me mostra lá então...
- Tá bom...mas se eu mostrar você vai ter que chupar.
- Se me mostrar eu chupo!

Peguei ela pelo braço e levei pra trás do balcão e ela já ficou de joelhos na hora. Botei o pau pra fora e ela já caiu de boca.
Eu não podia acreditar no que tava acontecendo.
Ela era bem novinha mas já sabia chupar melhor que uma adulta.

Ela ficava se forçando a engolir meu pau todo e quando eu vi a biscate sem vergonha que ela era comecei a forçar a cabeça dela.
Ela chegava a se engasgar mas não parava e quando eu fui gozar mandei ela botar a língua pra fora a filha da puta obedeceu.
Gozei gostoso na boca dela.
Depois ela foi embora e mandei ela voltar no outro dia que eu ia querer mais.
-Gostou né.....falou pra mim dando risada.

Depois disso Carol aparecia todo dia pra dar uma chupada e o melhor é que ela era muito submissa.....ela gostava de ser engasgada. Não sei quem e sumiu isso pra aquela menina mas seja lá quem for ensinou muito bem.
Era cena de filme pornô.

Eu segurava ela pela cabeça e engasgava até sair lágrima do olho.
Quando eu parava e perguntava se ela queria parar a putinha me respondia com a cara toda suada que não.
Eu batia e esfregava meu pau todo babado na cara dela e ela deixava eu fazer o que eu queria sem reclamar de nada.

Uma vez ela me perguntou se eu não queria comer ela.
Por mais absurdo que pareça eu me espantei porque achei que ela fosse virgem .
Quando falei isso pra ela, ela riu e falou:
- Não tem mais nada virgem aqui.

Nesse dia eu abaixei as portas e coloquei um papelão no chão.
Depois de fazer ela me chupar bastante, comi aquela sem vergonha de 4 no chão como se fosse uma cadela. Quando botei um dedo no cuzinho dela ela gemeu fino. Então eu tirei da bucetinha e botei no cuzinho.
Entrou sem muita dificuldade e eu enrabei gostoso aquela pilantrinha e ainda falei:
- A partir de hoje eu vou te comer todo dia...tá ouvindo?
- Vai ser meu dono?

Eu mal acreditei que eu tava ouvindo aquilo de uma menina tão nova.

Não demorou muito e eu enchi o rabinho dela de porra.

Um dia ela me confessou que gostava de ser submissa e que por isso só sentia atração por homens mais velhos.
Tinha muito tesão em ser mandada e até humilhada.
Por um bom tempo eu fiz o que bem entendi com aquele vagabundinha.

Comia de tudo quanto era jeito.

Na minha casa era só eu, minha mãe e minha avó. Conforme foram aparecendo os problemas de saúde minha mãe passava cada vez mais tempo com a minha avó no médico e isso me deu mais liberdade pra comer a Carol no meu quarto.
Eu literalmente virei seu dono e ela me obedecia em tudo. Cheguei até a mijar nela no banheiro.

Mas férias de fim de ano minha tia veio com meu primo passar uns dias em casa e achei que isso fosse me atrapalhar, mas foi justamente o contrário.
Carol passou a dar pra nós dois juntos.

Já nos primeiros dias minha mãe e minha tia foram levar minha avó numa consulta e eu estava na quitando conversando com ela e pensando como ia fazer pra meter com ela sem levantar suspeitas mas não tinha o que fazer. Meu primo toda hora vinha me fazer companhia e atrapalhava a conversa.

Então perguntei pra ela se ela já tinha dado pra dois ao mesmo tempo....ela disse que já tinha dado pra dois no mesmo dia, mas não ao mesmo tempo e que tinha curiosidade de saber como era.

Na hora eu tive uma conversa rápida com o meu primo que aceitou.
Ele não tinha a idade que ela gostava mas rolou mesmo assim.

Ela deu um verdadeiro show de como ser uma vadia.

Deixamos ela de joelhos e ela revezava se engasgando cada hora numa rola.
Fizemos até uma DP nela nesse dia e ela aguentou bem. Gemia bastante tomando no cu e na buceta ao mesmo tempo.

Comemos ela várias vezes depois disso.

Mas com o tempo começaram as fofocas.
Minha mãe chegou até a me perguntar se eu tava namorando com ela porque ela não saia mais de lá.
Então um dia eu dei um basta!
Ela não gostou mas também não causou nenhum problema.

Só me pediu pra nunca mais olhar na cara dela.

Depois disso ainda cheguei a ouvir algumas histórias sobre ela estar fazendo suruba.

As vezes quando temos a oportunidade eu e meu primo relembramos o que aconteceu e uma coisa é certa.... nunca mais encontramos uma mulher tão perversa que nem ela.

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