#Gay

Reencontro

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presentegrego

O Gilberto apareceu em casa após muitos anos. Amigo da minha avó, ele sempre ligava, conversávamos e nada dele voltar para São Paulo alegando que estava tirando um dinheiro com o trabalho por lá e quando tivesse um tempo, viria e veio. Sua chegada não foi só para rever um amigo e sim um colírio para meus olhos. Negro alto, careca e bom físico, óculos no rosto, quarenta e quatro anos, meu rabo deu uma piscada e o pau dele deve ter enrijecido ao ver o loirinho branco de olhos castanhos, vinte e dois anos e homem adulto! Na primeira troca de olhares após o banho dele, conversando na cozinha, eu já senti que levaria rola preta pois ele secou minha bunda quando levantei e acompanhava meu andar! Sorri e fiz um gesto com o indicador fodendo um cu, ele mandou uma passada de língua na boca e pisquei. Questão de tempo! Dormiria em casa, estava fácil! Na sala, vendo televisão, ele comentou em tom baixo que veio para ver como eu estava e iria abrir meu cu para a rola preta dele. Rimos. Trocamos olhares, passei a língua nos lábios e mordi para mostrar que estava a fim. Vovó estava na cozinha adiantando algumas coisas, ficamos nos excitando ali até ela ajeitar a cama dele e irmos dormir. Ela fechou a porta e como o quarto dela é nos fundos e o meu faz divisa com o dele, já viu! Entrei no dele rapidinho e trancou a porta. Sua pica preta comprida e cabeçuda surgiu já dura! Sentado na cama, eu alisei a pica preta, elogiei e pedi segredo, vovó nem sonhava, ele falou para mamar que iria foder meu rabo! Sem pressa, pudor ou vergonha, mamei um pouco e melei o pau, falei que era uma delícia, ele queria minha bunda e tirei toda a roupa ficando de quatro! Estava tarado e sem paciência para receber excitação! Foi o encontro do pau preto com meu cu recebendo uma salivada que ele buscou a tara que precisava! Abri a boca e logo percebi que meu cu estava sendo rasgado, eram uns dezenove centímetros de puro pau preto, uma rola que foi conquistando espaço para foder pois meu cu deu o limite e após ganhar um tapa na bunda, fiz o vai e vem, ele tirou e fez sumir lá dentro para iniciar o sexo em si! Meu cu branco engoliu a vara preta numa bela enterrada e abri a boca com careta! A sensação de rasgo foi notória e eu não sabia como esconder isto e soltei um gemido de puta sendo invadida!
O tesão subiu junto com a excitação com o vai e vem dando aquele encaixe erótico gostoso e logo senti bem para levar muita cabeçada no fundo do cu. Abri minha bunda e deixei a pica percorrer! Falei fode e ele se animou para dar pintadas firmes! Tirou e caiu de boca no meu cu já aberto para chupar! Senti um prazer delicioso, respirando e passando a língua, mordiscando de leve, falou que meu cu era bom e precisava levar muita rola preta para matar a minha tara! Ficou em pé na cama, apoiou as mãos nas minhas costas, penetrou e bombou muito! Eu queria gritar e não podia, ele fodeu criando muita tensão lá dentro, ele tirou para repetir mais uma vez e pegar de ladinho. O Gilberto tratou bem gostoso de ladinho, fiz caretas e abri a bunda para ele, fodeu e partimos para a cavalgada. Eu mostrei que estava gostando e comecei a sentar até o talo, rebolar, sorri, fiz carinho no peito dele e trocamos beijos de língua para ganhar uma surra de pau preto e gaguejar baixo! Repetiu duas vezes, eu estava entregue e a surra foi muito longa, sorri e gostei, trocamos mais beijos e repetiu! Nesta daí, ele não aguento e encheu meu cu de porra! Leitada gostosa, fiquei quicando, mordendo os lábios, virei menina e ainda com safadeza maior, rebolando! Rimos e ele deu um tapa na bunda para que eu levantasse, estava meladinho, cu piscando e doendo, latejando, do jeito que eu gosto. Agradeci e saí de banho tomado dali mesmo. Sorri, pisquei, dei um tchau e fui ao meu quarto todo feliz! Nossa! Eu tinha um belo macho, delícia demais! Apaguei como pedra em sono profundo.
Os dias foram passando e Gilberto foi ficando. Aquilo que era para ser uma visita duma semana acabou estendida para quinze dias! Seu caralho preto era tudo que eu precisava e ele sabia disto. Convidou para morar com ele no interior e disse que era mais fácil ele morar aqui, afinal, só tinha eu e minha avó. Não vendo saída, eu tive que contentar com seu pau preto só quando ele tinha tempo para viajar até São Paulo. Sua volta ao interior deixou um vazio que precisava ser preenchido.

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Comentários (1)

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  • Roberto: Um macho preto e tudo de bom. Sendo um metedor aí vira festa. Sonho de consumo.

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