Pau preto da loja de notebooks
A vovó serviu o café da manhã, conversamos e saí para buscar trabalho enviando currículos pessoalmente. Dentro do ônibus e olhando pela janela, pensei no Valdir e concluí que ele não tinha tempo para oferecer seu presente maravilhoso, um caralho preto que mexia com meu corpo. Aos vinte e dois anos, loiro e branquinho com olhos castanhos, o meu desejo era muito forte.
Nesta época, eu ia muito na loja do Rubens para ver preços de computadores usados. O cara já olhava com cara de safado, mandava passar depois, preto e alto, forte, careca, trinta e oito anos, eu dei bandeira rindo e falei que ele era casado, ele mandou a mulher tomar no cu e foi dando deixa para a coisa acontecer! Na prática, aceitasse, ele levantada a divisória do balcão, banheiro e já viu! A vontade de dar para o cara pintou e o medo da mulher dele? Ainda que ela não estivesse ali, tomar flagra seria catastrófico. Ao voltar lá, ele fez o convite e não resisti! Perguntei se ela não iria aparecer, falou que só chegava sete da noite, beleza!
Pau cabeçudo e mediano, à mediada que chupava, a coisa foi enrijecendo e vi que teria trabalho! Melei bem, chupei as bolas, percorri com a língua, caí de boca e ele forçou na minha boca para chegar até os pentelhos! Forçou uma garganta profunda e minha boca saiu melada! Deu um carinho no rosto e mandou ficar em pé, abaixei a roupa da parte inferior e empinei a bunda! Pegou um gel e melou seu alvo! O gel fez mágica e em menos de dez segundos, a pica preta enterrou completamente no meu cu para iniciar um vai e vem! Abri a boca, fiz careta e aguentei para receber um sexo rápido e com pegada intensa! Tirou e deu mais penetrada, aquilo foi mexendo com tudo lá dentro, gaguejei e ele deu uma pausa deixando meu cu aberto e piscando! O melhor: eu gostei e mesmo sofrendo, fiquei entregue rápido!
O Rubens mandou mais uma penetrada e desta vez, eu senti meu juízo quase sair do lugar! Tenso, ele fodia com muita vontade, eu fazia caretas, gemia e tomava fôlego para aguentar aquela relação quente, já suava e corpo grudando, ele não tinha intenção de parar tão cedo e ainda ouvi que meu cu era gostoso de foder! Emendando sexo rápido com pausas, ele mandou esperma dentro e fui bem leitado! Tirou e uma gota caiu no chão, meu cu piscou e saiu mais para eu levar uma passada de pica preta que fez espalhar tudo. Cara quente, ri pela safadeza, pediu segredo e concordei, só levantei a roupa e caí fora após jogar uma piscada e sorriso.
Banho tomado, eu fiquei curtindo meu cu dolorido no quarto esperando a vovó voltar do trabalho. Pensei em tudo e só fui pintar na loja dele uns oito dias depois, a mulher dele estava por lá, olhei uns notebooks e caí fora! Ele não pintou no balcão, talvez, não dar margem para olhadas ou querer falar alguma coisa. Dias depois, encontrei o Rubens na rua, falou que o esquema era sábado pela manhã, dia que a mulher saía para atender umas clientes dela na pintura de unhas. Apareci no dia e ele fodeu novamente meu rabinho branco, foi até mais intenso que a primeira vez, mandava cabeçadas fortes e em sequência dentro do meu cu, eu só faltava gritar e ele gozou rápido! Encheu a minha bunda com esperma e espalhou, deu mais umas enterradas, tirou, limpei e caí fora! Risco, hein? Fiquei com puta medo da mulher dele.
Semana seguinte, tivemos outra foda e a partir daí, a mulher dele não tinha mais clientes para fazer unhas, já ficava direto na loja aos sábados, uns três meses depois, o negócio foi fechado pois vendia bem pouco. A partir daí, eu evitei envolver com cara do bairro e procurei dar em outro lugar. Nunca mais vi o Rubens. Uma pena. Pau bem gostoso que deixou saudades.
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Comentários (2)
Eromenos: Caralho de negão é a melhor coisa que tem. Sempre deixa saudades
Responder↴ • uid:1dplwgmv27biRoberto: Que delicia. Difícil um pau preto comilão não deixar saudade. Por isso tenho aproveitado bem o meu. Vai que acaba.
Responder↴ • uid:1emjjo1uj2u6