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A professora gostosa ficou sozinha com o velho motorista escolar

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Luci036

Olá, venho aqui relatar como eu me entreguei ao meu pior algoz, antes da história, me chamo Luciana, sou professora de Geografia em uma escola pública de ensino médio, tenho por volta de 30 anos, mas estou muito bem conservada, um corpo bem feito, um rosto maduro mas convincente com um sorriso apaixonante e meu melhor atributo são meus seios que, em qualquer blusa, ficam bem destacados.
Minha vida amorosa infelizmente estava bem fraca, mal encontrava um homem bonito pela minha cidade, era sempre um barrigudinho, calvo, sem o menor sexy appeal existente vinham me paquerar, o único que me chamava a atenção era Ryan, professor de Física do mesmo colégio em que trabalho, do jeito bem padrão de musculoso branco, estava ansiosa para ficar sozinha com ele, afinal estava arranhando as paredes de vontade de fazer aquilo que vocês bem entendem, e essa oportunidade estaria a vir pois a escola em que trabalho arrumou uma visita para uma das turmas para uma instituição de pesquisa da cidade, como responsáveis iriam eu, Ryan e o motorista, e como relatado, haveria um momento da visita em que a turma deveria ser só vigiada por um responsável, assim poderíamos colocar o motorista como responsável nessa hora enquanto eu ficava sozinha com meu macho na van escolar e faríamos loucuras durante meia hora, seria perfeito(seria)!
Fomos para a visita, estava só com uma blusa normal mas que ainda deixava evidente meus belos seios e uma calça jeans, chegou a importante hora da visita em que deveríamos separar o responsável que continuaria com a turma, e antes que eu falasse, Ryan interrompeu:
_ Luciana, pode nos esperar com o Ednaldo na van, acompanho a turma daqui.
Vocês tinham que ver minha cara de decepção e ódio, eu querendo dar para aquele cara e ele me faz aquilo, principalmente pois teria que ficar sozinha com o Ednaldo, o motorista da escola, um velho nojento de quarenta anos, calvo com cabelos apenas dos lados, barrigudo e tinha uma fixação em mim inacreditável, sempre que me via me cantava e não parava de encarar meu corpo, agora tinha que ficar meia hora sozinha com ele na van.
Na van, olhava furiosa para a janela e vendo regularmente o relógio enquanto Ednaldo me encarava com a língua para fora enquanto enquanto coçava a virilha:
_ Como eu queria estar aqui! Nunca fiquei tão perto da minha gostosa favorita! _ ele falou.
_ Se enxerga cara, só estou aqui porque fui obrigada.
_ Não reclama que você vai gostar e muito da minha companhia e do meu amiguinho aqui!
E num golpe rápido, desabotoou o botão da calça e abriu o zíper, revelando um pênis pequeno em comprimento mas bem grosso cercado por pelo desgrenhado que nem bom bril.
Não estava acreditando que aquele tarado teve essa audácia, isso poderia levá-lo a demissão com justa causa, contudo não vou negar que fiquei um bom tempo o vendo bater punheta, pois era um pau bem grosso, bem veludo, daquela grossura ainda não tinha visto, e também com aquele fedor que infestou a van era impossível de aguentar:
_ Tá gostando gostosa?
Tentava desviar o olhar mexendo no celular, mas pelo nervosismo, acabei deixando meu celular cair, ficando abaixo do assento de Ednaldo:
_ Pode me dar meu celular, vai!
_ Vem pegar, minha linda.
Mesmo contrariada, fui tentar pegar meu celular, esticava meu braço o máximo possível e não alcançava, até que tive que me aproximar mais, e quando menos esperei, percebi que meu rosto estava a poucos centímetros de distância daquele falo fedorento, entrei em transe, hipnotizada por aquele falo, acho que era a falta de pica que me fez ficar assim, foi assim que não percebi quando Ednaldo agarrou minha nuca e esfregou o meu rosto no seu pau, minha face foi esfregada agressivamente no seu pênis, nas suas bolas e na sua virilha, quase que engolia aqueles pelos, tentava me desvencilhar, mas sua força era descomunal, ele sorria perante minha humilhação:
_ Isso, minha vagabunda!
O cheiro era insuportável, mas não sei o que estava me dando, só sei que começava a me excitar com a situação.
Sabendo que ele não pararia com aquilo tão cedo, fiz o inimaginável para mim, amoleci meus lábios que começaram a tocar aquela região e comecei com simples beijos ali, que já o faziam enlouquecer:
_ Ah! Eu sabia sua safada que você queria isso!
Agora dominada por uma excitação incomum incentivada pelos xingamentos, comecei a chupar seu saco enquanto com a mão esquerda batia uma punheta para ele, o gosto do saco era repugnante, salgado, no entanto me excitava de uma maneira inexplicável, principalmente depois que ele começou a agarrar minha bunda e dar tapas nela, ele batia e eu queria mais e mais, lambia toda a extensão de seu pênis, o dono dele era horrível, mas a peça era de uma grossura incrível, o lambia todo, sem deixar centímetro sequer sem estar melado, a desgraça era que o filho da p*ta começou a gozar:
_ Ahhhhhh! Ahhhhhhhhh! Que delícia! _ Ele gemia.
E instantaneamente aquele pênis diminuía de tamanho a ponto de desaparecer entre a pelugem:
_ Não, não! Cresce, por favor! Eu quero mais!
Nunca imaginei que iria suplicar por algo assim mas minha vagina ainda necessitava de uma piroca:
_ Haja! Minha garota, se quer mais, cavalga em mim que ele cresce rapidinho.
Sem pestanejar, subi naquele homem e, ainda com roupa, comecei a rebolar minh bunda no seu colo, fazia o mais rápido possível, queria aquele pau na minha buceta o mais rápido e na sua forma maior possível, enquanto Ednaldo se deliciava com a situação, aproveitando que meus peitos estavam perto do seu rosto, começou a agarrá-los e chupá-los mesmo por cima da camisa, estava demorando para aquele pau subir da maneira como eu queria, e para piorar, os desgraçados dos alunos voltaram da visita.
Na volta a escola, o clima na van era constrangedora, eu constrangida por ter feito tudo aquilo enquanto Ednaldo me encarava, com aquele sorriso safado e apertando seu pênis por cima da calça. Me sentia humilhada e tentava esquecer aquele desejo extravagante por aquele homem, mas minha buceta ainda desejava seu pau.

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