Experimentei e gostei
O calor pedia uma bebida e ela chegou rápido. Bebi água e fiquei lendo o livro na cadeira de Sol. A manhã estava indo embora e com ela chegava o almoço leve pelo calor bem excessivo. Fiquei vendo televisão, as nuvens já faziam o favor de fechar o tempo e meus pais resolveram se mandar. O sítio era o lugar para uma semana de férias em Janeiro. Aceleraram e ganharam a estrada, o Pedro deu uma olhada e falou:
- Vamos lá?
Este “vamos lá” resultou numa bela boquete no banheiro! O pau preto dele não deu trégua, obrigando uma garganta profunda e tive ânsia apesar de sair babado! A minha tara era total, eu queria descobrir sexo aos dezesseis anos, um jovem branco e magro com olhos castanhos e cabelos pretos! Excitado, tirei a roupa e empinei a bunda para levar pica preta daquele cara magro e baixo, quarenta e dois anos, ele melou o meu rabo e mandou ver! O caseiro passou aquilo depressa e tive uma zonzeira para sentir os primeiros toques da cabeça do pau com força no fundo do cu! Fiz careta, gemi, abri a boca, respirei mais rápido, ele segurou minha cintura e não tirou! A dor inicial foi dando lugar ao vai e vem mais gostoso e com rapidez, não fiz qualquer menção em parar, ele só tirou após alguns minutos deixando meu rabinho cheio de porra e babando! A sensação foi gostosa, melado, passei a mão, cu doendo, ele piscava demais! Dei um sorriso leve e entrei no banho para dormir como pedra pois a chuva estava forte lá fora. A minha primeira impressão foi positiva e na noite seguinte rolou mais! O caralho do Pedro trabalhou com força e sofri tudo aquilo, senti mais prazer e descobri que o vai e vem era bom, o cu esquentou na entrada, não coloquei qualquer dificuldade e desta vez, tirou e gozou na minha boca, eu estava de quatro e bebi muito leite! O gosto salgadinho e dissolvendo, vazando, foi bom!
Nos dias seguintes, eu paguei boquete no meio do mato e evitei dar para melhorar a dor e na quinta-feira comeu meu rabo no mato com força, socando firme, gaguejei com caretas, tirava e impunha uma pegada forte que levava para a loucura e gostei disto! Foi esta relação atípica e tensa que definiu meu gosto de vez! O pau preto gozou dentro do meu cu branco deixando escorrer esperma nas pernas e saímos dali para não dar bandeira. Ele voltou a comer meu cu no Sábado numa rapidinha e dia seguinte meus pais vieram para voltarmos para São Paulo.
Tudo isto mexeu comigo e o Pedro acabou faturando muito o meu cu por lá aos finais de semana. Ali, passei por uma experiência que chamou a atenção: ele e mais dois amigos dele, foderam meu cu em sequência e gozaram lá dentro para deixar tudo arrombado, descendo porra e piscando! No fundo, adorei apesar da força das picas atuando no fundo do cu e tirando gemidos de mim com gaguejadas! Menos de três meses, eu perdi a virgindade e passei por esta boa experiência quente que nunca mais esqueci.
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