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Tio Ninho, sempre me quis?

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@GutoLaSierra

História real Guto e Tio Ninho. Olá Pessoal, o relato é real mas usarei nomes fictícios.

Olá Pessoal, o relato é real mas usarei nomes fictícios.

Eu sou pardo, com cabelos encaracolados e olhos cor de mel. Desde criança tenho a bunda avantajada, e sempre estive no meu peso ideal. Em abril de 2004 (Fortaleza, Ceará) meu tio paterno Ninho de 48 anos veio visitar a família, depois de anos morando em Santa Cruz de la Sierra (Bolívia). Tio Ninho é pardo também, era parrudo na época, porte de homem que vivia de trabalho braçal, cabelo dreadlocks, corpo peludo, e roupas no estilo hippie. Eu estava com 17 anos na época, mais desde os 15 anos eu estava tendo relações sexuais com meu padrasto César de 61 anos: Negro, charmoso, meio gordinho, mais viril. César me seduziu na adolescência, me fazendo perder a virgindade do ânus com ele. Desde a infância os homens me atraíam, principalmente os maduros, só que eu não entendia aquele sentimento. Ao me relacionar com o César eu me lembrei dos carinhos esquisitos do Tio Ninho em relação a mim, quando eu tinha por volta dos 10 anos. Tio Ninho gostava de me colocar no colo, entre as pernas dele, então eu sempre sentia o pênis dele ficando duro e roçando na minha bunda, e aquela sensação era boa. Tio Ninho sempre beijava minhas bochechas encostando nós meus lábios, muitas vezes forçando os selinhos. Tinha também muitos abraços, também tapas, apertos e beliscões nas minhas nádegas, mas nunca tinha ultrapassado isso. Tio Ninho sempre foi o meu tio favorito, principalmente pelos presentes que ele me mandava da Bolívia. Dois dias antes do Tio Ninho chegar para as férias em Fortaleza (Ceará), minha mãe me flagrou entrando com o César num motel (ela já vinha desconfiando de nós dois). Ela não conseguiu entrar no motel, então foi para casa esperar nós dois chegarmos. Foi uma confusão, discussão e briga daquelas. Minha mãe não era casada com o César, mas tinha duas filhas dele e dependia financeiramente do meu padrasto, que tinha um comércio lucrativo. Minha mãe meio que “passou pano” em relação ao César, mas exigiu a minha expulsão de casa. Eu arrumei minhas coisas e fui para a casa dos meus parentes paternos, só que ninguém soube ao certo o que tinha acontecido entre mim e a minha mãe, em relação à briga, porque inventamos umas lorotas para despistar o que de fato tinha acontecido. Chegando lá eu me instalei no quarto preparado para a chegada do Tio Ninho, onde havia uma cama de casal. Quando o Tio Ninho chegou foi uma festa, ele irradiou de felicidade ao me encontrar, e eu fiquei muito feliz em revê-lo. Tio Ninho mal se instalou e começou a bebedeira na família, e assim foi até mais ou menos 02:00 horas da manhã. Tio Ninho já sabia que ia ter que dividir o quarto e a cama comigo. Às 23:00 horas, mais ou menos, eu já tinha me recolhido, estava dormindo somente de shortinho apertado da cor verde do Palmeiras, sem cueca. Acordo com o barulho do Tio Ninho entrando no quarto todo molhado da piscina, somente de sunga de banho, completamente embriagado. Tio Ninho vai até a cama e se deita junto comigo:

Eu - Tio o senhor tá todo molhado! Quer que eu pegue uma toalha para o senhor?

Tio Ninho - Não precisa não meu príncipe! (Ele começa a fazer carinho nos meus cabelos e bochechas com a mão direita)...Você tá tão bonito…aliás você sempre foi bonito!

Eu - Obrigado kk (respondo meio sem graça).

Tio Ninho começa a me olhar fixamente, fazendo carinho em mim, então ele avança e me dá um beijão de língua. Eu fiquei paralisado deixando rolar, aquilo tinha sido surpreendente. Tio Ninho me beijava com vontade, sua língua percorria toda a minha boca, então ele deita sobre mim, sou envolto entre beijos e abraços. Eu senti o gosto do álcool na minha boca, e aquele corpo molhado sobre mim começou a me dar tesão. Tio Ninho se encaixa entre as minhas pernas, roçando pênis com pênis, em sarradas, então minhas pernas envolvem a sua cintura. Aquilo estava muito gostoso. A gente não parava. Então sem falar nada, Tio Ninho me vira de bruços e começa a sarrar na minha bunda, fazendo pressão entre minhas nádegas no shortinho, e o pênis dele na cueca, enquanto passava a língua no meu rosto. Tio Ninho então tira meu shortinho verde e desce até minha bundona, caindo de boca no meu ânus, babando tudo. Depois de um tempo, nós dois em silêncio de fala, Tio Ninho deita sobre mim novamente e começa a encaixar o pênis na entrada do meu rabo. Tio Ninho tem o pau de tamanho normal e grosso, uma delícia. Sem capa ele começa a introdução, devagar, mais bem ofegante de tensão, muito bom. Aquilo me invadiu de uma forma deliciosa, era gostoso de sentir, grosso e quentinho. Tio Ninho começou vai e vem, a água se misturava com o suor, nós dois muito ofegantes, bem encaixados, meu corpo debaixo dele, sentindo bastante calor:

Tio Ninho - Eu te amo Guto!!! Ahhhh te amo para um caralho Ahhhh porra…que rabo gostoso caralho! Ahhhh isso…isso…Ahh!!!

Eu - Ahhhh!!!

Tio Ninho - Porra Ahhhh tu não sabe o quanto isso me excita ahh…puta merda! Gostoso pra caralho…o quanto eu já me masturbei vendo fotos suas Ahhhh te amo porra, pra um cacete!

Eu - Ahhhh!!! Aí…Aí…

Tio Ninho começa a socar e socar mais forte. Então ele goza, e eu sinto aquele líquido quente invadindo meu rabo por dentro. Eu estava banhado de suor, Tio Ninho ficou com o pênis fincado dentro do meu cu, descansando sobre meu corpo até ele amolecer, demorou um pouco. Tio Ninho então se levantou e me virou de frente para ele, segurando minhas bochechas e me beijando de língua na boca:

Tio Ninho - Meu príncipe…(beijo de língua)...meu príncipe!...Gostou?!

Eu - (afirmei que sim com a cabeça).

Tio Ninho - Você aceita fazer um passe comigo amanhã? Só nós dois?

Eu - (afirmei que sim com a cabeça).

Eu tinha adorado o que aconteceu, mas não conseguia falar, tudo era muito louco para mim. Tio Ninho me atraía sexualmente, e eu sempre gostei muito dele, desde sempre. Ao contrário do César que gostava de algo mais depravado e violento, Tio Ninho tinha sido mais carinhoso, romântico. No resto daquela noite (manhã) nós dormimos juntos e abraçados, não tomamos banho, só deitamos pelados e descansamos. Parecemos um casal de namorados. Acordei mais ou menos às 09:30 com o Tio Ninho me fazendo carinho:

Tio Ninho - Bom dia meu amor! Kk.

Eu - Bom dia kkk.

Tio Ninho - Vamos banhar, tomar um café, e então nosso passeio!

Eu - Tio Ninho espera…eu tô meio confuso com tudo isso! Eu não sei o que senti! Tô achando tudo muito esquisito kkkkk.

Tio Ninho - Olha relaxa kk!! Você não gostou? Se gostou tá tudo bem! Eu vou te dizer uma coisa, Guto…eu sempre tive dificuldade de aceitar você como sobrinho kkk você sempre me despertou outro sentimento!

Eu - Você sempre quis fazer essas coisas comigo?

Tio Ninho - Sempre! Sempre te quis, sempre te desejei…mas você era muito novinho…agora não, você já vai fazer 18 anos, já é um homem feito! E pelo visto você gosta de fazer coisas com homens também! Você já tinha ficado com um antes?

Eu - Já! Mas somente um até hoje…o César! Por isso que eu fui posto para fora de casa!

Tio Ninho - …Você e seu padrasto?! Caralho kkk…agora eu fiquei perplexo kkk não por você, mas pelo César! Ele foi o único que você ficou? Só ele?

Eu - Só…nunca rolou com outros! Apesar de já ter levado invertidas e outros homens!

Tio Ninho - Desde quando vocês estão juntos?

Eu - Começou pouco tempo depois da minha festa de 15 anos…uma vez que ele foi me buscar no colégio, eu não gostei da primeira, mas depois me acostumei! Ele sempre foi muito generoso comigo!

Tio Ninho - Olha, vamos se arrumar…a gente sai e conversa mais sobre isso! Temos muita coisa para falar em segredo!

Então fomos até a praia e passamos o dia conversando, e se conhecendo melhor. Senti uma conexão muito grande com o Tio Ninho, mais do que antes, contei tudo sobre mim e o César, como foi com minha mãe e tudo mais. Nos 25 dias que se seguiram das férias dele aqui no Brasil a gente se conectou bastante, mantendo relações sexuais. A coisa aflorou tanto que o Tio Ninho que era solteiro e sem filhos, me convidou para ir morar com ele assim que eu terminasse o terceiro ano do ensino médio, para a gente viver lá em Santa Cruz de la Sierra (Bolívia) como namorados, de forma discreta (o que acabou acontecendo). Ele me prometeu me sustentar como um marido sustenta uma esposa. Hoje em dia (ano 2026) eu e Tio Ninho não somos mais amantes, mas mantemos uma bela amizade. Eu sei que é esquisito a nossa relação, mas aconteceu. Atualmente moro em Campo Grande (Mato Grosso do Sul), não tenho mais contato com minha mãe é irmãs, e ninguém da família nunca soube do meu caso com o César, e muito menos com o Tio Ninho. Obrigado por lerem o relato! (Desculpa os erros de ortografia).

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