Coisa de criança? - Parte 2: Jessica, uma irmã curiosa.
Eu não sabia quase nada, e ela menos ainda. Melhor é aprender juntos. Uma irmã gêmea perfeita.
Coisa de criança? - Parte 2: Jessica, uma irmã curiosa.
“Jéssica você tá louca? Se pegarem a gente vai dar merda.”
“Eles já foram pro quarto, a mãe já deve tá apagada do remédio para dormir. O pai logo dorme. Vem?”
Ela se mexeu embaixo do edredom e quando vi tirou a parte de baixo do pijama junto com a calcinha e colocou nos pés da cama.
“Vem aqui me ajudar!”
Eu fui. Entrei embaixo do edredom dela. Ela respirava forte.
“O que eu faço?” ela me perguntou.
“Acho que você tem que passar a mão nela. De leve. Eu não sei. Eu só vi vídeos disso…”
Ela começou a movimentar a mão. Procurando onde era bom. Ficou uns minutos nisso até que disse:
“Acho que achei. Aqui é gostoso. Dá sua mão. Faz carinho aqui.”
Ela pegou minha mão. Eu tremia. Ela levou a ponta dos meus dedos até sua boceta. Eu era acostumado a vê-la nua, ela se trocava na minha frente, quando a gente estava sozinho até banho a gente tomava junto, nossos pais proibiram, mas a gente ainda tomava escondidos. Então eu sabia como ela era. Toda rosa, sem pelos. Mas essa foi a primeira vez que fiquei com tesão nela.
Ela levou as pontinhas dos meus dedos até seu clitoris. Toquei aquela carne macia. Úmida.
“Aqui é gostoso. Faz círculos.”
“Assim?” eu fazia o que lembrava dos vídeos que assistia “Tá gostoso?”
“Muito. Continua mais rápido.” ela já gemia gostoso.
“Tira a parte de cima do pijama? Fica peladinha pra mim?”
Ela me olhou, sorriu e tirou.
As tetinhas dela eram bem pequenas. Mas eu caí de boca como um neném. Ela gostou. Passou a gemer mais e mais.
Enquanto eu fazia isso eu pensava que precisava lamber a buceta dela. Como nos vídeos que eu via. Saber que gosto tinha.
Ela gemia gostoso. Eu resolvi ir tirando minha roupa também. Ela perguntou o que eu estava fazendo e expliquei que queria sentir a pele dela com a minha. Ela falou que tudo bem.
Depois que fiquei pelado perguntei se podia ficar em cima dela como nos vídeos. Ela disse que tinha medo. Respondi que não ia entrar dentro sem ela deixar. Ela me fez prometer e aceitou.
Abri as pernas dela com os joelhos e fiquei no meio. Meu pau duro encaixou sobre aquela bocetinha linda. Meu pau estava o mais duro do que sempre esteve. Passei a movimentar o pau pra frente e para trás, às vezes ele ia por cima. Às vezes por baixo, nunca tentando penetrar a bucetinha… Para mim estava bom. E pra ela parecia ótimo. Ela gemia e arfava muito.
Resolvi arriscar e beijei sua boca. Ela se assustou e abriu os olhos. Mas segurou minha cabeça me beijando também.
Eu não tinha experiência naquela posição. Eu só comia meus amigos com eles de joelhos.
“Posso tentar uma coisa?”
“Que? Ela estava assustada. Tinha medo de eu entrar nela.”
“Quero beijar sua buceta. Posso?”
“Igual nos vídeos que me mostrou? Eu ia pedir. Achei que você ia ter nojo.”
Desci seu corpo beijando. Parei naqueles peitinhos lindos, que eram mais bicos que peitos mesmo. Os biquinhos durinhos, rosas. Continuei pela sua barriguinha e linguei seu umbigo. A pele dela estava toda arrepiada. A mão direita dela brincava com sua boceta e a esquerda fazia carinho no meu cabelo, forçava também minha cabeça para baixo.
Quando cheguei com o rosto perto da boceta senti aquele cheiro diferente de tudo que já tinha sentido, mas que me viciou. Fui me aproximando até tocar meu nariz naquela pele lisa e macia.
Puxei ela pelas pernas. De um modo que ela ficasse toda aberta para mim. E pela primeira vez na vida lambi aquela buceta virgem.
Fiz o que achava que tinha que fazer. Pelo que via nos filmes. Lambia. Chupava. O sabor era diferente de tudo. E eu amei. Colocava minha língua o mais dentro possível. Uma ou outra vez minha língua escorregou até seu cú. Naquele momento eu decidi que minha irmã seria só minha. Pra sempre.
Jessica acabou tendo seu primeiro orgasmo com isso. Eu não sabia disso na época. Mas ela entrou num estado de glória, gemendo e respirando forte.
Sua barriga se contorcia, enquanto gemia forte. Ela mexia seu quadril fazendo minha boca ir onde ela queria. E suas mãos me seguravam pelo cabelo. Não, puxavam eles com força. A dor que eu sentia fazia parte de como aquilo estava bom para os dois.
Continuei chupando ela, mais leve, nisso segurei com força meu pau, eu estava tão excitado que gozei apenas com isso.
Até que ela mesmo me afastou de sua buceta, me puxando pra cima pelos cabelos, deitei sobre ela, dessa vez soltando meu peso todo sobre ela. Ela me beijou, nosso beijo desajeitado de antes não existia mais. Foi um beijo muito bom.
A primeira coisa que ela me disse foi:
“É errado eu falar que te amo. Que você é meu?”
“Só se você for só minha…”
E a gente dormiu assim.
Continua….
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Comentários (1)
Oliver: Você parou na melhor parte continua.... Eu estava esperando esse segundo conto mas não demora para postar o terceiro valeu
Responder↴ • uid:5q5tcvu43