#Outros

Fazendo macho de Escravo e corno filma tudo.

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MANU RECIFE

Bom dia meus amores aqui é novamente Manu Recife e foi assim que acabei de chegar em casa depois de um dia de trabalho e provocando muito mas antes de tudo eu quero deixar para vocês todos o meu telegram https://t.me/+0cl06-s3aMY1NzIx pois estou querendo fazer fotos e vídeos em algum local interessante e por isso quero dizer que estou aberta a convites para viagens na semana santa pois poderei viajar da sexta-feira até a segunda e vou estar online na quarta sexta e sábado o dia praticamente todo para avaliar convites gostosos pois bem adoro trabalhar desse jeito com essa calça quase totalmente transparente e botar uma calcinha chamativa de renda tipo de casadinha comportada E aí saí para seduzir machos no shopping nas ruas e onde eu puder e passando o dia todo com essa calça por horas e horas de trabalho os meus pés que vocês estão vendo ficam com cheirinho muito forte e nem fala do cheiro que fica dentro da bunda aquele cheiro natural que por mais que tenha sido o melhor banho do mundo de manhã depois de horas a bunda fica com aquele cheiro natural que cada mulher tem o seu e o meu é especial segundo os machos que sentem e adoro marcar com novo macho aqui em casa quando chego do trabalho desse jeitinho para fazer ele de escravo escravo de minha bunda de minhas axilas e dos meus pés.

Assim que abri a porta ainda com a camisa branca aberta mostrando os peitos quase pulando pra fora e a calça transparente colada na pele suada, o Marcos já tava ali na entrada babando, pau duro marcando na calça. Meu corno, o Victor, já tinha a câmera ligada, filmando tudo quietinho no canto como o cachorro manso que é. Eu ri alto e mandei logo: “Deita no chão agora, Marcos, cara pra cima, seu puto. Hoje você vai virar meu escravo total e o corno ali vai filmar cada segundo pra postar no site e todo mundo ver como a Manu Recife domina macho de verdade.”

Marcos obedeceu rapidinho, deitado de costas no tapete, olhos arregalados. Eu subi no sofá primeiro, tirei um sapato devagar e enfiei o pé ainda com a meia fina e transparente bem na cara dele. O cheiro de chulé forte, aquele suor azedo de dia inteiro andando no shopping, invadiu tudo. “Cheira, vagabundo! Sente esse fedor de puta que trabalhou o dia todo!” esfreguei a sola quente e úmida na boca dele, pisando forte no nariz. Ele gemeu baixo e eu cuspi na cara: “Isso mesmo, escravo! Lambe a meia, filho da puta, suga esse chulé que tá saindo dos meus dedos!”

O corno filmava tremendo e eu olhei pra câmera: “Olha aí, seu corno do caralho, filma direitinho como esse macho tá cheirando meus pés suados enquanto você só bate punhetinha mole no canto. Seu pau nunca serviu pra nada, por isso eu trago macho pra casa!” Marcos riu por baixo do meu pé e completou: “É isso aí, corno! Sua mina tem cheiro de puta de verdade, filma como ela tá me marcando com esse chulé forte, seu babaca!” Eu bati na cara dele duas vezes, forte: “Cala a boca e cheira mais, escravo! Você é só um cachorro agora!”

Troquei de pé, pisando a sola inteira na boca dele, os dedinhos apertando o nariz. “Sente esse cheiro podre, vagabundo? Horas e horas nessa calça transparente e agora meu chulé tá impregnando tua cara toda!” Cuspi de novo, saliva escorrendo na bochecha. “Diz alto que você é meu escravo de pés, seu filho da puta!” Marcos engasgou com o fedor: “Eu sou teu escravo de pés, Manu… porra, que cheiro forte pra caralho!” Eu ri: “Olha pro corno, Marcos, fala pra ele!” E ele gritou pra câmera: “Corno, filma isso! Tua mulher tá me fazendo cheirar chulé que nem puta barata e você só grava, seu corno impotente!”

Mais cinco tapas na cara dele, o som ecoando na sala. “Vagabundo! Escravo! Você não merece nem olhar pra minha buceta sem pedir!” Eu desci o pé e enfiei os dedinhos na boca dele por cima da meia: “Chupa, porra! Suga esse suor azedo entre os dedos!” O cheiro subia quente, misturado com saliva. Meu corno filmava e eu mandei: “Victor, aproxima a câmera, seu corno filho da puta! Quero que todo mundo veja como a Manu Recife transforma macho em cachorro!”

Depois de minutos esfregando os pés, eu me abaixei, abri a camisa branca e enfiei as axilas suadas bem na cara do Marcos. O desodorante já tava quase vencido, suor fresco pingando, cheiro forte de mulher que provocou o dia todo. Ele tentou virar a cara. “Não foge, seu merda! Lambe agora! Tá pingando de suor e você vai lamber tudinho!” Forcei a axila na boca dele. “Sente esse cheiro péssimo, filho da puta? Lambe e diz que é bom!” Ele lambeu devagar, gemendo. “Porra, Manu… tá forte pra caralho, mas… é bom demais!” Eu bati na nuca: “Mais forte, escravo! Chupa esse suor azedo!”

Olhei pra câmera: “Filma isso, corno! Vê como teu macho tá lambendo minhas axilas suadas enquanto você só segura a câmera com o pau mole!” Marcos cuspiu na direção da câmera: “Corno, olha aí! Tua puta tá me dando cheiro de axila podre e você filma quietinho, seu corno corno!” Eu ri alto: “Isso, Marcos! Humilha esse babaca! Ele pediu vendo meus vídeos no site da Selma e no Fanvue!”

Levantei, tirei a calça transparente devagar, a renda da calcinha marcando na bunda suada. Primeiro enfiei o pé descalço na cara dele: “Lambe a sola agora, sem meia, vagabundo! Sente o chulé puro, direto da pele!” Ele passou a língua quente na sola, entre os dedos, sugando o suor. “Tá salgado pra porra… que delícia de fedor!” Eu esfreguei forte: “Isso, escravo! Chupa entre os dedinhos, filho da puta!”

Depois sentei de vez, bunda aberta bem na cara dele, calcinha de lado. O cheiro natural de bunda depois de um dia inteiro invadiu tudo — quente, forte, aquele aroma de mulher que só os machos de verdade aguentam. Esfreguei devagar, a racha molhada e suada roçando na boca. “Cheira minha bunda, escravo! Sente esse cheiro que fica impregnado na cara!” Ele gemeu: “Porra, Manu… tá foda o cheiro, tá forte demais!” Eu ri e respondi: “Se foder, filho da puta! Você pediu por ter visto meus vídeos e fotos no site da Selma e no Fanvue de Selma e amigas! Agora aguenta, abre a boca!”

Abri a bunda com as duas mãos, esfregando mais fundo. “Bota a língua pra fora, vagabundo! Lambe esse cu suado, sente o gosto forte!” Ele lambeu desesperado, sons molhados ecoando. “Gosto tá foda… mas eu sou teu escravo!” Eu mandei: “Isso mesmo, corno filmando aí, vê como o macho tá comendo minha bunda com a língua enquanto você grava pra todo mundo baixar!”

Levantei só pra tirar a calcinha de renda e sentei de novo, bunda pelada esmagando a cara dele. “Agora vai fundo, escravo! Lambe o cu inteiro, suga esse cheiro natural que cada macho adora!” Ele obedeceu, língua entrando, gemendo. Eu olhei pro corno: “Victor, aproxima! Filma como minha bunda tá marcando esse rosto todo, seu corno impotente!” Marcos gritou por baixo: “Corno, tua mulher tem bunda que fede pra caralho e eu tô adorando, filma isso seu babaca!”

Depois de minutos esfregando, eu virei, agarrei o pau duro dele e mandei: “Agora fode minha buceta, seu puto! Enfia tudo!” Subi no sofá, abri as pernas e ele meteu forte, pau grosso entrando na buceta molhada. “Ahhh porra, que buceta apertada e quente!” Ploc ploc ploc, o som molhado enchendo a sala. Eu gemia alto: “Fode mais fundo, macho! Rasga essa puta que provocou o dia todo!” Ele socava: “Toma, Manu! Tua buceta tá encharcada de porra já!”

O corno filmava e eu gritei pra câmera: “Olha aí, corno do caralho! Vê como macho de verdade fode tua mulher enquanto você só filma!” Marcos riu: “Corno, filma como eu tô comendo a buceta da tua puta, seu impotente!” Troquei pra quatro apoios, ele metendo por trás, batendo a barriga na bunda: “Que cu empinado, porra! Vou foder os dois buracos hoje!”

Tirei o pau da buceta, cuspi na cabeça e enfiei no cu devagar. “Enfia no meu cu, filho da puta! Rasga esse rabo suado!” Ele gemeu: “Tá apertado pra caralho… que cu guloso!” Eu rebolava: “Fode meu cu, escravo! Faz barulho, ploc ploc no cu da Manu Recife!” Posição de lado, ele socando fundo, eu gritando: “Mais forte, porra! Quero gozar com pau no cu!”

Depois cowgirl, eu cavalgando louca, peitos balançando: “Olha pra câmera, macho! Fala pro corno!” Marcos gritou: “Corno, filma tua mulher quicando no meu pau, sua vadia casada!” Eu completei: “Isso, Victor! Todo mundo vai ver como eu gozo com macho enquanto tu filma, seu corno corno!”

Troquei pra anal de novo, de pé contra o sofá, ele metendo forte por trás. Suor pingando, cheiro de bunda e buceta misturado no ar. “Toma no cu, puta! Vou encher esse rabo de porra!” Eu gozei gritando, corpo tremendo: “Porraaaa, enche meu cu, escravo!” Ele gozou forte dentro, jatos quentes enchendo tudo.

Caímos no sofá, ofegantes. Eu olhei pra câmera ainda ligada e disse no meio da putaria toda: e pra achar o autor dessa história completa, é só me chamar no telegram que eu deixei no começo, meus amores. Meu corno parou de filmar só depois que eu mandei: “Guarda tudo, Victor, pra postar e todo mundo baixar e gozar vendo.” VEja e baixe tudo em www.selmaclub.com ou www.fanvue.com/brazilians (aqui muita coisa na pasta FREE)

Agora tô louca pra algum convite gostoso pra semana santa, pra viajar e fazer muito mais putaria nas estradas, no mato, em hotéis e onde puder. Tem mais aventuras em breve com novas postagens diárias! Comenta aí embaixo o que vocês acharam dessa foda completa, se gozaram lendo e se querem ver mais vídeos e fotos minhas dominando machos assim. Fico no aguardo, Manu Recife.

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Comentários (1)

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  • DANIEL: A bunda dela é tudo

    Responder↴ • uid:1dai2scxid