#Gay #Teen

O filho do vizinho

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presentegrego

Chico olhava e passava o rosto na camisa regata para dar uma disfarçada e tentar dizer alguma coisa. O café foi servido e batemos um papo na cozinha da casa da vovó. Ela, gentil, sempre fazia questão de receber visitas e o Chico já era figurinha carimbada por lá. Filho do vizinho e chamado para ser uma ponte para tentar um novo emprego para mim, pegamos uma ótima amizade. Café terminado, eu e ele ficamos na sala enquanto vovó lavava as louças. Nesta daí, ele olhou e apertou o pau duro por cima da bermuda e entendi o recado! Fiz uma cara de vergonha e ri. Eu sabia que o Chico queria meu rabo! Alimentado por revistas pornôs e muita malícia na cabeça, eu não via a hora de fazer sexo e com homem! Um sinal e ele ri de leve, fomos para sua casa.
Pai dele fora, a coisa foi natural e logo eu mamava uma bela pica preta comprida e pronta para foder! Magro, alto, 35 anos, o Chico não estava nem aí e mandou vai e vem na minha boca para mostrar que o pau preto dele não tem frescura! Babei, bati uma, sorri! Ficamos nus e ele avaliou o material, elogiando! Meu cu piscava e ele optou por ser prático: mãos na parede, bunda empinada, pernas tremendo, senti o caralho atravessar e ganhar uma zonzeira que nunca mais esqueci! Gemi baixo e respirei bem rápido, fiz caretas de olhos fechados! Branco e baixo, dezoito anos, olhos castanhos e loirinho, eu matava a tal curiosidade e fui sentindo tesão, deixei rolar. O bom, meu cu branco mostrava que aguentava o tranco! O vai e vem ia botando fogo, eu gostei e achei tenso e gostoso! A vantagem que eu não tinha nada perder ali, era uma descoberta e após muita surra de pica preta no meu cu, eu levei uma gozada dentro deixando tudo melado e escorrendo para minhas pernas! Passei a mão e sorri. No banheiro, eu bati uma e gozei espirrado para tomar um banho! Agora, a virgindade não existia mais e cabia analisar após o rabo cessar a dor, se continuaria ou não.
Eu não sabia mas Chico despertara algo em mim. Três dias depois, uma escapada para sua casa e por lá a coisa foi mais trabalhada. Após uma boquete babada, dei de quatro e levei muita surra de pau preto no sofá! Acostumei logo e partimos para outra posição, optei pela cavalgada no pau preto curvado e carnudo! Relaxei bem e goste, sorri e nem mesmo as surras de pica fazendo gaguejar fizeram eu parar, ao contrário, o Chico mandou eu levantar e gozou na minha boca após ajoelhar e ver uma punheta forte! Rosto melado e boca soltando porra, babando esperma pelo queixo, lábio meladinho, sorri, engoli um pouco, salgadinho e gostoso! O pai dele estava trabalhando e deu no que deu!
Aos poucos fui pegando gosto pela coisa e Chico beneficiou da minha audácia e tara. Ele abriu as portas, foi quem o meu cu optou por perder a virgindade e agora eu precisava tentar manter tudo escondido com ele, sem vovó saber ou desconfiar. Deu certo. Foi um bom começo entre rapidinhas e sexo trabalhado.

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