Após a academia, toda suada, essa casada me chama para foder nos escombros perto de casa.
Eu tava no meio da bagunça da Muribeca, aquele escombro de condomínio fantasma que fede a mijo velho, tinta descascada e merda seca, quando o celular vibrou no bolso. Era ela. A voz já saiu rouca, ofegante do outro lado:
— Tô saindo da academia agora… suada pra caralho. Você tá aí perto, né?
— Tô sim, porra. Vem logo antes que eu mude de ideia e vá embora.
— Já tô molhada só de pensar. Me espera no mesmo lugar.
Dez minutos depois ela apareceu no fim do corredor escuro, o short preto colado na bunda suada, a regata cinza escurecida no meio dos peitos e embaixo das axilas, o cabelo grudado na testa e no pescoço. Aos 24 anos ela ainda tem aquela cara de menina safada que não aprendeu a ter vergonha, olhos azuis brilhando no meio da sujeira toda, e quando abriu aquele sorriso largo… faltavam uns cinco, seis dentes na frente. Aquilo me deu um tesão do caralho. Boca de puta pobre que sabe chupar sem frescura.
Ela veio andando devagar, rebolando mais do que precisava, e parou bem na minha frente. O cheiro chegou antes dela: suor azedo de academia misturado com perfume barato que já tinha morrido fazia horas.
— Tá com nojo? — perguntou, rindo com aqueles buracos na boca.
— Nojo não. Tesão. Vira de costas.
Ela obedeceu na hora, apoiou as mãos na parede cheia de picha e grafite, empinou a bunda. O short tava encharcado atrás, marca escura no rego. Ajoelhei ali mesmo no chão imundo, puxei o tecido pro lado e enfiei a cara. O cheiro da bunda dela era forte pra cacete: suor velho, cu suado o dia inteiro, um restinho de merda que não limpou direito depois do banheiro da academia. Dei uma lambida longa, da buceta até o cu, sentindo o gosto amargo, salgado, meio químico de quem comeu besteira no almoço.
— Caralho… que fedido… — gemi contra a pele dela.
— Desculpa… eu forcei sem querer… — ela riu nervosa.
Foi aí que ela fez força de verdade. Um peido quente, molhado, escapou bem na minha cara. Barulho alto, ecoando no corredor vazio. Cheiro de ovo podre misturado com suor e merda. Eu não recuei. Enfiei a língua mais fundo no buraquinho apertado, sentindo o gosto cru lá de dentro, o calor pulsando. Ela gemeu alto, tremendo.
— Porra… você é doente mesmo… lambe mais… lambe tudo…
Levantei, abri a calça e botei a pica dura direto na buceta dela, de quatro mesmo, sem preliminar. Entrou fácil, melada de suor e tesão. Ela gritava baixo, empurrando contra mim, a bunda batendo na minha virilha com barulho molhado.
— Me fode… fode essa buceta suja… — ela pedia, voz rouca.
— Quer no cu também, né, sua vadia?
— Quero… o corno nunca mete… tá doendo de vontade…
Tirei da buceta, cuspi no pau e encostei na roseta. Ela apertou na hora, mas forcei devagar. Entrou só a cabeça e ela já gritou:
— Ai caralho… dói… mas não para… mete tudo…
Fui enfiando, sentindo o cu dela queimando, quente, apertado pra cacete. Quando chegou no talo, ela começou a rebolar sozinha, gemendo alto, sem se importar se alguém ouvia lá fora.
— Bate na minha cara… bate na bunda… me chama de puta…
— Puta fedida… cu imundo… rebola mais nessa rola…
Dei uns tapas fortes na cara dela, depois na bunda, deixando marca vermelha na pele clara. Ela se tocava o clitóris rápido, o corpo todo tremendo.
— Tô quase… tô quase gozando… pega nos meus peitos… aperta forte…
Agarrei os peitos por baixo da regata, apertei os mamilos duros enquanto metia mais fundo. Ela começou a gritar:
— Tô me cagando… tô me cagando na sua pica… soca mais forte… soca que eu quero cagar na rola!
Fiz força pra meter até o talo e ela realmente fez. Senti o calor molhado descendo, a merda quente escorrendo pelo pau enquanto eu entrava e saía. O cheiro ficou insuportável, nojento, imundo, e isso me levou ao limite. Gozei dentro daquela bunda suja, jorrando forte, misturando porra com a merda dela, o pau pulsando no meio daquela bagunça fedida.
Ficamos os dois ofegantes, sujos, fedendo a sexo, suor e merda. Ela riu com aquela boca sem dentes, limpou o rego com a mão e passou no short como se nada tivesse acontecido.
— Vou pra casa agora… o corno tá esperando o rango. Ele nem sonha…
— Vai embora, sua puta. Amanhã tem mais.
— Tem mesmo?
— Tem. E tem vídeo também. Quem quiser ver a continuação, é só procurar pelo Daniel no Fanvue da Selma Recife www.fanvue.com/brazilians2026 OU www.selmaclub.com . Lá tem as aventuras completas… e tem mais vindo todo dia.
Ela deu um beijo com gosto de suor na minha boca, virou as costas e sumiu no corredor escuro, rebolando com a bunda melada.
Se você chegou até aqui, comenta aí embaixo o que você faria com ela na próxima. Eu leio tudo. Abraço do amigo Daniel.
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