Minha mãe sentava para o meu pai
Esse conto explora o flagra corriqueiro, que eu dei na minha mãe sentando carinhosamente no meu pai. Não via seu rosto, apenas sua pica, que sofria...
Ela rebolava e gemia. Por ela ser muito jovem, achei aquilo estranho. Não sabia que necessitava do sexo.
Um choque para mim, ao abrir a cortina ao querer dizer-lhe algo, e vendo-a assim sobre o meu pai, olhando-o de cima, encarando-o, enquanto ele, inerte, recebia aqueles avanços.
De vez em quando ela descia, falava algumas coisas no seu ouvido e beijava. Sua pica vermelha, em baixo, esquentava cada vez mais.
A pica do meu era massiva: por isso as sentadas desde o alto, as reboladas fortes, com gosto. Até mesmo ele gemia em alguns momentos.
Minha mãe estava com uma camisa de rock, apenas. Sua grande buceta se esfregava ali em baixo, gulosa, pouco babada, fazendo barulho.
Acredito que não há nada mais aterrorizante que ver os pais transando, e nada mais prazeroso. O meu que trabalhava o dia inteiro, pensei: agora estava comendo uma buceta. Minha mãe que trabalhava o dia inteiro, agora dava a xavasca. Se resfolegava naquela pica.
Por trás daquele vestido enquanto lavava as roupas, não sabia que tinha todo aquele fogo. Aquela barriguinha saliente, bundão, tudo aquilo sobre o pai com uma jovialidade tão grande que não parecia uma dona de casa.
Os dois pararam por um momento. Começaram a se beijar longamente. Muitos estalos. Quando minha mãe fez menção de sair de cima, saí por detrás da cortina, enquanto eles começaram a se reorganizar. Eu esqueci o que iria dizer-lhe.
- Safada?
Voltei. Ela estava de lado agora. As pernas abertas, meu pai segurava uma delas. De repente, ela foi segurando a cintura do meu pai, parando, parando, e sussurrou:
- No cu.
Meu pai tirou rapidamente a pica e enfiou naquele orifício. Os dois ficavam se encarando. Meu pai, calmo e ela com um olhar desafiador, com raiva, enquanto seu peitos balançavam, ela já sem camisa.
Meu pai chupava aqueles peitos com vontade, mordia-os, ela com uma mão sobre o seu peitoral cabeludo. Quando meu pai colocou a mão sobre a sua buceta, pensei que ele ia colocar a pica novamente, mas que nada. De repente, começou a leitá-la.
A testa da buceta recebeu alguns esguichos, os dois ficaram parados por alguns segundos.
Se soubessem que o filho olhava, jamais teriam se entregue de maneira tão carnal e inocente.
No outro dia minha mãe estava lá, lavando roupa e contente. Certamente meu pai a tinha comida novamente naquela noite. O beijo demorado antes de ir pro trabalho não deixava esconder.
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