#Estupro #Gay #Incesto #Sado

O pai que capou seu filho

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Capador

Eu sou o Seu Zé, fazendeiro bruto de Goiás, viúvo há anos. Meu único filho, o Matheus, tem 22 anos agora. Corpo forte de quem trabalha no curral desde moleque, pele bronzeada, cabelo preto curto, mas com uma bunda grande e redonda e um saco pesado que eu sempre olhei com fome. Desde os 18 eu já comia ele à força quando queria — no paiol, no rio, na cama. Ele resistia no começo, chorava, mas aprendia rápido: ou abria o cu ou levava surra de cinto até a bunda ficar roxa. Hoje ele é meu brinquedo particular. Dorme pelado na minha cama, bebe meu mijo todo dia e pede permissão pra gozar.

Uns cinco dias antes do grande dia, eu tava no curral de manhã cedo separando os bezerros pra castração. Matheus chegou suado, sem camisa, só de calção curto. Eu chamei ele:

— Vem cá, filho. Deixa o pai dar uma olhada nesses ovos.

Ele ficou vermelho, mas sabia que não podia negar. Eu mandei ele abaixar o calção ali mesmo, no meio do curral, encostado na cerca. Agachei na frente dele, segurei o saco pesado com as duas mãos, apertando, sopesando. As bolas eram grandes, cheias, quentes. O pauzinho dele endureceu na hora, traidor.

— Tá quase na hora, hein, Matheus? Olha como tá inchado esse saco… parece pronto pra ser cortado. O que você acha, filho? Tá sentindo que o pai vai te capar logo?

Ele tremeu, voz baixa:

— Pai… por favor… não brinca com isso.

Eu ri, puxei as bolas pra baixo com força, esticando a pele até ele gemer de dor.

— Brincadeira? Isso aqui é inspeção, moleque. Daqui uns dias eu arranco tudo. Você vai virar meu capadinho perfeito, pau mole pra sempre, cu só meu. Agora sobe o calção e vai trabalhar. Mas pensa nisso o dia inteiro.

Ele passou os cinco dias seguintes nervoso pra caralho. Eu comia ele toda noite, bem brutal, metendo seco e fundo enquanto sussurrava no ouvido dele: “Segura o gozo, filho. Daqui a pouco não vai ter mais porra pra ejacular”. Ele implorava baixinho, mas eu só ria e fodia mais forte.

No dia marcado, acordei ele cedo. Levei direto pro curral abandonado atrás do rio — o mesmo onde eu capava os bois. Ele já sabia. Tentou correr, mas eu agarrei pelo cabelo e arrastei.

— Não, pai! Pelo amor de Deus, eu sou seu filho! Não faz isso!

— Cala a boca, porra. Você é minha propriedade desde que nasceu. Hoje vira capado de verdade.

Joguei ele no lençol velho estendido na terra. Amarrei os pulsos e tornozelos nas estacas de madeira com corda grossa, esticando o corpo até os músculos estalarem. Ele berrava, esperneava, corpo inteiro suado e tremendo, barriga subindo e descendo desesperada. O saco pendurado ali, vulnerável, bolas grandes balançando.

Segurei o pau dele com força — endureceu mesmo de medo. Com o canivete afiado eu rasguei o tampão do saco de uma vez só, um corte fundo, largo, brutal. Sangue jorrou quente na minha mão. O grito dele foi animal, ecoou no mato inteiro, rouco, desesperado:

— AAAAAAH! PAI, PARA! EU IMPLORO!

Ele se contorceu louco, cordas rangendo, lágrimas escorrendo. Eu massageei o saco aberto sem dó, apertando forte até as duas bolas pesadas saltarem pra fora, brilhando de sangue e suor. Peguei a primeira com a mão toda suja.

— Olha aqui, filho. Essa bola que você tanto gostava de ter… adeus.

Puxei com toda força, esticando a corda até quase romper. Ele berrou mais alto que nunca, corpo convulsionando. Passei o canivete — corte seco, preciso, violento. A bola caiu na terra quente. Sangue espirrando. Ele soluçava sem parar. Fiz o mesmo na segunda: puxei brutalmente, cortei de uma vez. As duas bolas foram embora. Meu filho agora era um capado. Meu capado.

Costurei o saco vazio com linha grossa e agulha de sutura, pontos largos e feios, enquanto ele choramingava rouco, quase desmaiando de dor. Depois segurei o pau ainda duro de choque e dei uma punheta bruta, rápida, apertando a cabeça até ele gozar seco — só espasmos vazios, jatos de prazer sem porra nenhuma, corpo inteiro tremendo como se fosse morrer.

Lavei o sangue todo no rio, jogando água fria no corpo dele que ainda soluçava. De noite, na cama, virei ele de bruços e fodi o cu arrombado sem piedade nenhuma, mais fundo e mais bruto que nunca. Gozei lá dentro marcando meu filho capado pra vida inteira.

Hoje Matheus anda devagar pela fazenda, saco liso e costurado, pau mole pendurado pra sempre. Ele não resiste mais. Toda noite dorme de conchinha comigo, chorando baixinho enquanto eu aperto o saco vazio e sussurro:

— Agora você é perfeito, filho. Meu capadinho eterno.

E ele só responde, voz quebrada:

— Sim… pai.

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Comentários (1)

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