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Capítulo 2: A Traição Real – O Desejo que Consome

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AnonymousJContos

Continuação na Parte 1 (O Pesadelo). Personagens João (19) Marido de Luana (20) e Tonilson (18) Garoto da Fazenda.

Depois daquele pesadelo horrível, eu jurei para mim mesma que nunca mais pensaria em algo assim. João era tudo para mim – o homem que me amava de verdade, que me fazia sentir segura. Mas os dias passaram, e aquele sonho ficou martelando na minha cabeça, não como um aviso, mas como uma semente de curiosidade proibida. Eu me sentia culpada só de lembrar, mas à noite, sozinha na cama enquanto você dormia ao meu lado, eu me tocava pensando naquilo, no tesão cru e selvagem. Eu me odiava por isso, mas o desejo era mais forte. "É só fantasia", eu me convencia. Até que não foi mais.

Era uma tarde quente na Cidade, o ar úmido grudando na pele como um convite ao pecado. Você tinha saído para trabalhar, e eu fiquei em casa, inquieta, o corpo formigando com uma energia que eu não conseguia ignorar. Tonilson apareceu por acaso – ou pelo menos foi o que eu disse a mim mesma. Ele veio entregar umas coisas da roça para a família, suado da estrada, camisa colada no corpo musculoso, o cheiro de terra e homem invadindo o ar. Eu o convidei para entrar, "só para um copo d'água", mas meus olhos já traíam o que eu queria. Meu coração batia forte de culpa – "O que eu tô fazendo? João não merece isso" – mas o desejo falava mais alto, uma voz rouca no meu ouvido dizendo "Só uma vez... ele nunca vai saber".

Eu o levei para o quarto, trancando a porta com as mãos tremendo. "Não devíamos...", eu sussurrei, mas já estava pressionando meu corpo contra o dele, sentindo o pau endurecendo através da calça. O beijo veio faminto, como no sonho, línguas se enroscando com urgência. Ele me ergueu nos braços, jogando-me na cama que eu dividia com você, e rasgou minha blusa, expondo meus seios. Seus dentes roçaram meus mamilos, mordendo levemente, fazendo-me arquear as costas e gemer alto. "Porra, Luana, você é gostosa pra caralho", ele grunhiu, e eu me derretia, o arrependimento piscando na minha mente – "Eu amo o João... isso é errado" – mas o tesão era como uma droga, me fazendo cravar as unhas nas costas dele.

Eu desci rápido, abrindo sua calça e pegando o pau dele na mão, grosso e quente, latejando. Eu o chupei com voracidade, lambendo da base até a ponta, engolindo fundo até sentir a garganta apertar. Ele gemia, empurrando meus cabelos para trás para ver melhor, fodendo minha boca com estocadas ritmadas. O gosto salgado do pré-gozo me excitava mais, e eu me tocava ao mesmo tempo, dois dedos circulando meu clitóris inchado. "Goza na minha boca", eu implorei, os olhos cheios de luxúria, e ele obedeceu – jatos quentes e grossos enchendo minha boca, o sêmen escorrendo pelo queixo. Eu engoli tudo dessa vez, sentindo o calor descer pela garganta, mas o desejo não parava aí.

Ele me virou de bruços, erguendo meu quadril, e me penetrou por trás com uma estocada profunda que me fez gritar. Cada movimento era brutal e delicioso, o pau dele preenchendo-me completamente, batendo no fundo com força. Eu empurrava de volta, querendo mais, minhas unhas arranhando os lençóis. "Me fode mais forte!", eu pedia, e ele acelerava, uma mão no meu cabelo puxando para trás, a outra apertando minha bunda. Eu gozei duas vezes assim, o corpo convulsionando, molhando tudo embaixo de mim. Ele me virou de novo, me comendo em missionário, os olhos nos meus enquanto metia devagar, depois rápido, até gozar dentro de mim, enchendo-me com seu sêmen quente, escorrendo pelas coxas.

Quando acabou, nós ficamos ofegantes na cama. O arrependimento veio como um soco no estômago. "Meu Deus, o que eu fiz? João... ele é o amor da minha vida. Como eu pude trair ele assim? Por causa de um desejo idiota? Eu sou uma merda de pessoa." Lágrimas rolaram pelo meu rosto enquanto eu me vestia às pressas, mandando Tonilson embora. Eu me sentia suja, quebrada por dentro. Mas mesmo com o peito apertado de culpa, uma parte de mim – aquela vadia traiçoeira – já ansiava por mais. O desejo tinha vencido dessa vez, e eu não sabia se conseguiria parar.

Eu voltei para a sala, esperando você chegar, o corpo ainda latejando do que tinha acontecido. Quando você entrou pela porta, sorrindo como sempre, eu te abracei forte, beijando você com paixão fingida, mas o gosto dele ainda na minha boca. "Eu te amo, João", eu disse, as palavras soando vazias na minha cabeça. Dentro de mim, o arrependimento queimava, mas o desejo... ah, o desejo sussurrava que valeria a pena arriscar de novo.

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Agradeço por lerem até aqui e fiquem ligados no próximo capítulo, pois as coisas vão começar a ficar bem intensas e sérias 🔥

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