Primeira vez de minha esposa com outros machos.
Meu coração acelera só de lembrar daquela noite insana, onde eu, uma esposa comum, me entreguei a quatro machos desconhecidos sem meu marido por perto, começando com boquetes selvagens que terminam em gozadas surpresa na boca me fazendo vomitar e chorar de ânsia, passando por fodas brutais no cu que deixam as picas meladas de merda cremosa e amarelada, com peidos ecoando no quarto fedorento, gemidos de dor e prazer misturados, e finalizando no banheiro com vômito de esperma enquanto meu cu arrombado vaza bosta e porra – uma iniciação que me transformou em uma puta viciada, e você vai querer devorar cada detalhe sujo para imaginar as fotos e vídeos que provam tudo isso.
Estou tremendo no quarto mal iluminado, o ar já carregado de um cheiro de suor e excitação, quando os quatro machos entram – chamam-se Victor, Thiago, Renato e Paulo, todos com olhares famintos que me devoram antes mesmo de tocarem. "Vem cá, sua vadia casada, vamos te iniciar direito", diz Victor, o mais alto, puxando meu cabelo e me jogando de joelhos. Minha boca se abre instintivamente, e ele enfia sua pica grossa e dura até o fundo da garganta, me fazendo engasgar com um "gluck gluck" molhado que ecoa no quarto. Thiago ri, "Olha só, a putinha acha que aguenta", e se junta, esfregando sua rola latejante no meu rosto enquanto eu chupo Victor com saliva escorrendo pelo queixo.
Não espero a gozada – Victor grunhe "Toma, porra!", e jatos quentes de esperma explodem na minha boca, enchendo tudo de um gosto salgado e viscoso que me dá náusea imediata. Engulo o que posso, mas o resto transborda, e meu estômago revira; vomito tudo no chão, uma mistura de porra e bile que respinga nos meus peitos nus. Choro, lágrimas quentes rolando pelo rosto, "Por favor, devagar...", mas Renato não liga, "Sua vez de me mamar, cadela", e força sua pica suja de pré-gozo na minha boca ainda sensível. O cheiro de pica suada me invade as narinas, forte e almiscarado, misturado ao fedor do meu vômito no piso.
Gemo de ânsia enquanto chupo, a garganta queimando, e Paulo assiste, masturbando sua rola enorme que pulsa como uma veia inchada. "Que delícia ver essa casadinha se quebrando", ele murmura, e de repente Renato goza sem aviso, "Engole minha porra, sua puta!", inundando minha boca novamente. O volume é tanto que escorre pelo nariz, e eu tenho ânsia violenta, tossindo e vomitando mais uma vez, o corpo convulsionando enquanto choro alto, "Não aguento mais, caralho!". Mas eles riem, "Você pediu por isso, vadia, agora aguenta". O quarto fede a vômito e sêmen, um odor azedo que gruda na pele, me deixando tonta de tesão misturado à dor.
Eles me jogam na cama, de quatro, e Victor ataca primeiro o meu cu – sem lubrificante, só cuspindo na cabeça da pica. "Vou arrombar esse cuzinho virgem de casada", ele rosna, forçando a entrada. Grito de dor, "Aiii, porra, tá rasgando!", mas ele empurra mais fundo, o anel apertado cedendo com um som de "plop" úmido. Meu cu queima como fogo, e enquanto ele bombeia, sinto um peido escapar, "Pffft", alto e fedorento, liberando um cheiro de merda que enche o quarto inteiro. "Que nojenta, peidando na pica", Thiago zomba, mas isso os excita mais.
Quando Victor tira, sua pica sai melada de merda cremosa e amarelada, grudenta como pasta, brilhando sob a luz fraca. "Olha isso, a putinha sujou minha rola", ele diz, rindo, e me vira para mamar de novo. O gosto é nojento, amargo e terroso, misturado ao sêmen residual, mas eu chupo, gemendo "Mmm, caralho, que sujeira", com lágrimas nos olhos. Renato vai depois, enfiando no cu já lubrificado pela merda, "Sente essa pica grossa te fodendo, sua arrombada", e eu peido de novo, "Prrrr", o mau cheiro se espalhando como uma nuvem, sufocante e excitante ao mesmo tempo. Meu cu faz sons molhados, "squish squish", enquanto ele mete forte, e quando tira, a cabeça da rola está coberta de creme amarelado, fedendo a bosta fresca. Tem tudo completo em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026
Paulo e Thiago se alternam, cada um deixando sua marca – Paulo me faz gemer alto, "Ahhh, fode meu cu, seu filho da puta!", enquanto meu corpo treme de prazer doloroso, e mais peidos escapam, enchendo o ar de um fedor podre que nos deixa todos loucos. "Que quarto fedendo a merda e porra, delícia", Renato comenta, e eles gozam um após o outro no meu cu, enchendo até transbordar. Meu anel arrombado pulsa, vazando uma mistura gosmenta de esperma e bosta que escorre pelas coxas, quente e pegajosa, enquanto eu choro e gemo, "Mais, caralho, me usem como uma puta suja".
No final, eles me arrastam pro banheiro, e Victor força a pica melada na minha boca uma última vez, "Chupa isso, vadia, e engole tudo". Goza de novo, e o esperma misturado à merda me dá ânsia insuportável; corro pro vaso, vomitando jorros de porra branca e cremosa, o cu ainda vazando bosta amarelada e sêmen pelo chão azulejado. Choro ajoelhada, o corpo destruído mas pulsante de tesão, "Foi demais, seus safados...". Para achar o autor dessa loucura, só fique de olho nas postagens – tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias cheias de putaria assim. Comenta aí o que achou, sua safada, e diz se quer mais detalhes sujos!
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