#Coroa

Usando o cu para me vingar. E ainda mostro fotos, par todo mundo ver.

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Meu coração acelera só de pensar no que fiz: depois de ser traída pelo meu marido safado que me largou por uma vizinha vadia que abre o cu pra ele sem pudor, resolvi me vingar mostrando pro mundo inteiro que eu, aos 45 anos, sou capaz de dar o rabo como nunca dei antes. Ele me chamou de velha e disse que eu nunca liberei o ânus pra ele, mas agora ele vai ver – gravei tudo com o nosso vizinho pauzudo de 24 anos, o Thiago, que me comeu o cu virgem com força, me fazendo gritar de dor e prazer, peidar alto com a bunda empinada, sentir vontade de cagar enquanto ele socava fundo e gozava litros dentro de mim. As fotos e vídeos estão aí pra provar: eu de cabelo teal balançando, piercing na língua brilhando de saliva, ele de óculos e barba roçando minha nuca, posições que me deixaram arrombada e viciada. E isso é só o começo – criei perfis no meu site Selma Recife e no FANVUE pra postar aventuras diárias, pro corno, pro bairro e pro mundo verem que de agora em diante vou dar o cu pra caralho, sem limites. Leia até o fim, veja as imagens, e comente o que achou, porque tem mais putaria vindo logo.

Aqui estou eu, no banheiro do meu apartamento em Recife, o espelho embaçado pelo vapor do chuveiro que acabei de tomar, meu corpo ainda úmido e cheirando a sabonete de lavanda misturado com o suor de excitação. Meu marido, o filho da puta do Marcelo, me largou há duas semanas, depois de confessar que estava comendo a vizinha do andar de cima, aquela piranha da Carla, que abre as pernas e o cu pra ele como se fosse uma profissional. "Você é velha, Selma, e nunca me deu o rabo direito", ele cuspiu na minha cara antes de bater a porta. Velha? Aos 45, com peitos firmes, bunda redonda e um fogo no cu que eu nem sabia que existia? Agora ele vai engolir essas palavras. Convidei o Thiago, o vizinho novinho de 24 anos que mora no apartamento ao lado, aquele magrelo tatuado com barba e óculos que sempre me olha com cara de quem quer me foder. Ele me desejou desde o dia que nos mudamos pro prédio, e hoje eu decidi: vou dar o cu pra ele pela primeira vez, filmar tudo e mostrar pro corno e pro mundo que eu sou uma puta renovada.

Thiago chega na minha casa às duas da tarde, o sol de Recife batendo forte pela janela, e eu já estou de calcinha fio dental listrada de arco-íris, blusa decotada deixando os mamilos duros à mostra. Ele entra, fecha a porta e me encara com aqueles olhos famintos por trás dos óculos. "Selma, você tá uma delícia hoje", ele diz, voz rouca, já tirando a camisa e revelando o peito definido, sem pelos, só músculos tensos. Eu sorrio, mordo o lábio com o piercing na língua brilhando, e respondo: "Vem cá, seu pauzudo, hoje eu quero que você arrombe meu cu virgem. Meu marido nunca teve esse prazer, mas você vai ter e vai gozar dentro como um rei." Ele ri, me agarra pela cintura e me beija com força, língua invadindo minha boca, gosto de menta e tesão. Suas mãos descem pra minha bunda, apertam as nádegas com brutalidade, dedos enfiando no rego por cima da calcinha. "Porra, Selma, seu cu é apertadinho, vai ser uma delícia foder ele até você gritar."

Nós vamos pro banheiro, porque eu quero filmar no espelho, ver cada detalhe da minha vingança. Eu ligo a câmera do celular, posiciono no balcão, e começo a gravar. Thiago me vira de frente pro espelho, me inclina pra frente, bunda empinada como uma cadela no cio. Ele abaixa minha calcinha devagar, expondo meu cu rosado, virgem, piscando de nervoso. "Olha só isso, Selma, seu buraco tá implorando por pica", ele murmura, cuspindo na mão e passando saliva no meu ânus. O cheiro de excitação enche o ar – meu perfume floral misturado com o almíscar dele, suor masculino forte. Eu sinto um arrepio, o cu se contraindo. "Vai devagar, Thiago, é minha primeira vez no rabo. Meu cu é apertado pra caralho." Ele ignora um pouco, pressiona a cabeça da pica grossa, veias pulsando, contra o buraco. "Relaxa, sua puta velha, vou te arrombar gostoso."

Quando ele empurra, a dor é foda – como se estivesse me rasgando ao meio. Eu grito, olhos se fechando forte, lágrimas escorrendo pelo rosto, cabelo teal voando enquanto eu balanço a cabeça. "Aaaaah, porra, Thiago, tá doendo pra cacete! Parece que tô cagando uma melancia!" Ele para um segundo, mas continua, mãos firmes na minha cintura. "Respira, Selma, seu cu vai se acostumar. Sente minha pica abrindo você." Eu sinto tudo: o calor da rola inchada forçando entrada, o anel do cu esticando ao limite, uma pressão insana no intestino que me dá uma vontade louca de cagar. "Thiago, eu tô com vontade de peidar, de cagar tudo! Não para, fode mais!" E aí, com a bunda pra cima, eu solto um peido alto, barulhento, ecoando no banheiro – puuufff! – e o cheiro de gás intestinal misturado com lubrificante invade o ar. Ele ri, excitado. "Porra, que delícia, Selma, peida mais pra mim enquanto eu soco."

Ele começa a meter devagar, mas logo acelera, pau entrando e saindo com sons molhados – slap, slap, slap – contra minha bunda tremendo. Eu olho pro espelho, vejo minha cara de dor misturada com prazer: olhos semicerrados, boca aberta com o piercing balançando, saliva escorrendo. Thiago atrás de mim, barba roçando minha nuca, óculos embaçados, corpo nu suado brilhando. "Tá gostando, sua vadia? Seu cu tá sugando minha pica como uma boca gulosa." Eu gemo alto: "Sim, fode mais forte, Thiago! Meu marido nunca me comeu assim, o corno filho da puta! Arromba meu rabo, me faz gozar pelo cu!" A dor vira um fogo bom, cada estocada mandando ondas de prazer pelo meu corpo, clitóris inchado roçando na borda da pia. Eu peido de novo, dois peidos rápidos – prrrt, prrrt – e sinto algo quente escorrendo, talvez um pouco de merda misturada com pré-gozo dele. "Caralho, Selma, seu cu tá fedendo a putaria pura, eu amo isso!"

Ele me vira de lado, uma perna no ar, e soca mais fundo, bolas batendo na minha xota molhada. Eu grito: "Aiii, Thiago, tá pegando no fundo do intestino! Eu vou cagar na sua pica se você não parar!" Mas ele não para, mete com fúria, mãos apertando meus peitos, beliscando os mamilos. O cheiro agora é intenso – suor, peido, xota pingando, cu lubrificado. Sons enchem o banheiro: meus gemidos roucos, "Fode, porra, fode meu cu virgem!", os grunhidos dele, "Toma pica, sua puta vingativa!", e o slap molhado da pele colidindo. Eu sinto o orgasmo vindo, uma pressão louca no cu, como se fosse explodir. "Thiago, eu tô gozando pelo rabo! Aaaaah!" Meu corpo treme, cu piscando ao redor da rola dele, leiteando tudo.

Ele não aguenta mais: "Porra, Selma, vou gozar dentro do seu cu arrombado!" E goza, jatos quentes enchendo meu intestino, tanto que transborda, escorrendo pelas minhas coxas. Eu sinto a porra quente lá dentro, misturada com a vontade de cagar, e peido mais uma vez, empurrando um pouco do sêmen pra fora – splurt! – cheiro de esperma fresco no ar. Nós caímos ofegantes, eu rindo com lágrimas nos olhos: "Foi foda, Thiago, mas valeu cada dor. Meu cu tá destruído, mas eu amei." Ele beija minha nuca: "Você é uma deusa, Selma. Vamos repetir isso todo dia?"

E assim, com o vídeo gravado, eu posto tudo – as fotos do meu rosto contorcido de prazer e dor, cabelo teal bagunçado, piercing brilhando; ele atrás de mim, pau socando; a bunda empinada peidando; o gozo escorrendo. Criei o perfil no meu site Selma Recife e no FANVUE pra todo mundo ver, inclusive o corno do Marcelo e a vadia da Carla. Pra achar mais sobre mim e as aventuras, busque Selma Recife no FANVUE – tem fotos exclusivas e vídeos completos. Isso é só o início: de agora em diante, vou dar o cu pra caralho, pra novinhos, velhos, quem quiser, e postar daily novas putarias. Mais aventuras em breve, com detalhes ainda mais sujos. Comente abaixo o que achou, se você gozou lendo, e me diga se quer ver o próximo – quem sabe eu te convido pra participar?

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Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • AGE 23: Gozei horrores, vc deve ser uma delícia mesmo em, sempre quis fuder uma mulher mais velha e gostosa

    Responder↴ • uid:g3ipe03ez