#Outros

Quando gozar torna-se um vício incontrolável.

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Eu sou Ana, uma casada safada de 28 anos que não resiste ao tesão de me sujar em público, sentindo o calor da urina escorrendo pelas pernas enquanto ando por lojas lotadas, o cheiro de merda misturado ao perfume caro me deixando molhada de excitação. Mas isso é só o começo: imagine eu e minhas amigas putas, como a loira rica Sofia e a novinha viciada Isabel, nos banheiros imundos de shoppings, enfiando consolos no cu, mijando no chão e gozando alto, tudo filmado escondido para vocês baixarem e se masturbarem. Se você ama fetiches nojentos e quentes, continue lendo esse conto picante que vai te deixar duro ou molhada, querendo mais aventuras diárias no site de Selma Recife e no Fanvue dela, onde postamos vídeos novos todo dia para vocês verem e salvarem essas loucuras.

Meu coração acelera enquanto entro na loja de roupas, o ar condicionado gelado contrastando com o fogo que sinto entre as pernas. Eu, Ana, casada com um corno manso que adora filmar tudo com uma microcâmera escondida no colar, escolhi jeans apertados hoje, daqueles que marcam o rabo e a buceta, só para sentir o tecido grudando na pele quando eu me soltar. O movimento é baixo, perfeito para minha putaria animal. Caminho devagar entre as araras de calças, fingindo olhar as peças, mas minha bexiga está cheia pra caralho, pressionando, implorando para eu mijar ali mesmo. "Porra, que tesão", penso, mordendo o lábio. Sinto o primeiro jato quente escapando, molhando a calcinha fio dental, escorrendo pela virilha. O cheiro de urina fresca sobe, misturado ao meu perfume doce, e eu aperto as coxas, gemendo baixinho. Olho para o lado, vejo uma atendente distraída, e libero mais, o xixi encharcando o jeans, criando uma mancha escura que desce pelas pernas como uma cascata proibida. "Ah, fode, isso é bom demais", sussurro para mim mesma, sentindo o líquido quente pingando no chão de madeira, deixando poças pequenas que brilham sob a luz. Meu cu começa a pulsar, porque eu não paro no mijo – eu adoro cagar também, ser nojenta como uma vadia selvagem. Aperto o abdômen, e sinto a merda quente saindo, enchendo a calça, o cheiro forte de bosta fresca invadindo o ar, me fazendo tremer de prazer. O jeans incha um pouco no rabo, e eu ando, sentindo a sujeira esmagando contra a pele, escorrendo pelas nádegas. "Caralho, se alguém notar, foda-se", penso, excitada pra porra. Uma mulher passa perto, franze o nariz, mas eu sorrio inocente, como se nada estivesse acontecendo, enquanto meu corno filma tudo de longe, o pau dele duro só de imaginar.

Mas o dia não para aí, porque eu tenho amigas que elevam essa merda a outro nível. Encontro Sofia, aquela loira rica e patricinha de 25 anos, casada com um otário que acha que ela é uma deusa intocável. Ela chega cheirando a perfume importado, vestida com saia curta e blusa decotada, os peitos quase pulando para fora, mas eu sei o que ela carrega na bolsa: um plug anal grosso e um consolo vibratório enorme. "Ana, tô louca pra me foder no banheiro", ela sussurra no meu ouvido, a voz rouca de tesão, enquanto caminhamos para o toilette do shopping chique. O lugar é limpo, azulejos cinza brilhando, mas isso vai mudar rapidinho. Entramos em cabines separadas, mas eu ouço tudo – o som dela trancando a porta, o zipper da saia descendo. "Porra, meu cu tá piscando", ela geme alto, e eu imagino ela tirando o plug que já estava enfiado desde casa, cheirando o cheiro forte de cu suado e lubrificante, lambendo a ponta como uma puta faminta. O som de sucção ecoa quando ela enfia o consolo na buceta primeiro, molhada pra caralho, os gemidos abafados misturados ao barulho de gente entrando e saindo das cabines ao lado. "Ah, fode minha xota, seu viado de borracha", ela xinga baixinho, mas alto o suficiente para eu ouvir, e sinto minha própria buceta pulsar. Ela muda de posição, sentando no vaso sanitário com as pernas abertas, enfiando o plug de volta no cu enquanto vibra o consolo na frente. O cheiro de sexo úmido se espalha, misturado a mijo quando ela solta um jato forte, mijando no chão deliberadamente, a urina espirrando nas paredes. "Caralho, tô cagando agora", ela ri, e ouço o plop da merda caindo, mas ela não para – peida alto, o som ecoando como um tapa, e goza gritando, o corpo tremendo, esguichando porra feminina misturada a mijo no azulejo. Pessoas batem na porta, "Tudo bem aí?", mas ela responde ofegante, "Sim, só uma cólica filha da puta", e continua, enfiando os dedos no cu sujo, lambendo depois, o sabor amargo a deixando mais louca. Saímos dali, ela com o rosto corado, o cheiro de sujeira grudado na pele, mas parecendo uma lady impecável para o mundo.

Para achar o autor dessa loucura toda, busque por Selma Recife no site e no Fanvue – lá tem mais contos e vídeos assim, diários, para você se viciar.

Agora, a novinha Isabel, de apenas 19 anos, é a mais viciada de nós. Ela é linda, com cabelos loiros ondulados e um corpo de ninfeta, mas esconde um segredo sujo: não aguenta ficar sem socar algo no cu, nem em passeios inocentes. Estamos no shopping com o namorado dela, um cara bobão que acha que ela é pura, mas ela me pisca o olho e diz, "Preciso ir ao banheiro, Ana, me cobre". Eu distraio o otário enquanto ela corre para lá, a bolsa balançando com o consolo escondido. Dentro da cabine, ela tira a calça jeans apertada, a buceta já pingando de expectativa, e senta no vaso, pernas erguidas contra a porta como uma acrobata safada. "Porra, meu cuzinho tá faminto", ela geme para si mesma, enfiando o consolo devagar no rabo, o som de lubrificante chapinhando, o cheiro de ânus excitado enchendo o ar confinado. Ela soca fundo, gemendo alto demais, "Ah, fode meu cu, seu pau de borracha filho da puta", os sons de carne estalando ecoando, misturados aos flushs das cabines vizinhas. Alguém entra ao lado, e ela não para – acelera, peidando baixinho enquanto o consolo entra e sai, mijando ao mesmo tempo, o xixi escorrendo pelo cu dilatado até o chão. "Tô gozando, caralho, tô gozando no cu!", ela grita abafado, o corpo convulsionando, esguichando fluido pela xota intocada, as pernas tremendo contra a parede. O cheiro de mijo fresco e cu fodido é intenso, e ela lambe os dedos sujos depois, rindo da própria putaria. Sai dali ofegante, o namorado sem suspeitar, mas eu sei que ela já planeja a próxima.

Essas são só algumas das nossas aventuras – eu mijando e cagando em calças novas, Sofia se sujando como uma deusa nojenta nos banheiros luxuosos, Isabel viciada em anal público. Tem mais vindo em breve, postagens diárias no site de Selma Recife www.selmaclub.com e no Fanvue dela www.fanvue.com/brazilians2026 , com vídeos para baixar e se deliciar. Comente abaixo qual fetiche você quer ver mais, e quem sabe não vira o próximo conto?

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