#Outros

Pintei e bordei com essas duas irmãs sertanejas.

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Oi meus amigos, aqui é novamente Daniel, o cara mais louco que tem os vídeos, fotos e contos mais impressionantes e intrigantes no site de Selma Recife www.selmaclub.com no seu FANVUE www.fanvue.com/brazilians2026 desde 2008 até hoje. Quem conhece meu material sabe que sou doente por mulheres comuns, dessas que a gente cruza no dia a dia, corpo suado, quente, sujo, com cheiros corporais pesados que dão nojo e ao mesmo tempo um tesão do caralho. Principalmente pés suados, axilas com desodorante vagabundo vencido, e principalmente o cheiro de bunda – não sei explicar, mas fico louco com isso. Adoro seduzir casadas com presentinhos, uns trocados, ajuda financeira, e foi exatamente o que rolou agora em Jataúba, interiorzão seco, com essas duas irmãs que peguei trabalhando duro no quintal enquanto os maridos cornos se fodiam na lavoura debaixo daquele sol de rachar.

Cheguei de longe e já senti o fedor delas no ar. Um cheiro forte, azedo, de suor velho misturado com terra seca, bunda apertada o dia todo e falta de banho decente. Meu pau deu um pulo na cueca só de imaginar. Elas tavam agachadas, duas bundonas suadas brilhando no sol, uma mais gorda, a outra mais musculosa, as duas com regata colada no corpo, shortinho curto enfiado no rego, pés pretos de poeira, galinhas ciscando em volta. Parei o carro, desci devagar, já com o celular na mão mostrando o site.

— Bom dia, meninas. Tá quente pra caralho hoje, né?

A mais velha, que depois soube que se chama Valéria, levantou o rosto suado, gotas pingando do queixo.

— Quem é o senhor? Tá perdido?

— Não tô perdido não. Vim atrás de vocês. Vi que a vida aqui tá foda, seca, dinheiro curto, maridos sumidos o dia todo… eu ajudo, sabe? Ajudo bastante.

Mostrei o celular com umas fotos e vídeos meus. Elas olharam desconfiadas, franziram a testa.

— Que porra é essa? – disse a mais nova, chamada Suelen, com voz grossa. – Tá querendo o quê?

— Quero gravar vocês. Coisa simples, mostrar o corpo suado, o cheiro natural, o tesão de mulher de verdade. Pago bem. Hoje mesmo já dou um adiantado pra vocês comprarem comida, remédio, o que precisarem.

Elas se entreolharam. Valéria riu nervosa.

— A gente nunca fez isso. Nem beijar mulher a gente beijou.

— Então hoje vocês vão aprender. – pisquei. – E vão gostar.

Dei uns trocados na mão delas primeiro. Elas pegaram, hesitaram, mas o dinheiro falou mais alto. Falei pra entrarem no ritmo, se abraçarem. Começaram tímidas, braços nas costas uma da outra, corpos colados, suor escorrendo, cheiro subindo forte. Mandei tirar a roupa devagar. Regatas molhadas saíram, peitos pesados balançando, barriga suada, bundas marcadas de short. O cheiro de axila delas invadiu tudo, azedo, forte, misturado com o talco barato que usavam.

— Agora uma cheira a bunda da outra. Vai, enfia o nariz.

Valéria fez careta.

— Tá louco? Minha bunda tá podre, faz dois dias que não tomo banho direito.

— É exatamente isso que eu quero. Cheira.

Suelen se abaixou primeiro, cara quase encostando no rego da irmã. Respirou fundo e recuou.

— Caralho, que fedor! Tá azedo pra porra, parece ovo podre misturado com suor velho.

— Mais fundo. – mandei, já com o pau duro latejando na calça.

Valéria segurou a cabeça da irmã e esfregou a bunda na cara dela. Suelen engasgou, tossiu, quase vomitou.

— Não aguento, tá muito nojento!

— Aguenta sim, porra. Quanto mais nojento, mais dinheiro.

Elas tavam tremendo, mas continuaram. Mandei lamber. Línguas tímidas tocaram os regos suados, lambiam devagar, fazendo careta, gemendo de nojo. O som molhado da língua no cu sujo era alto no quintal vazio. Depois mandei chupar buceta uma da outra. Sentaram no chão imundo, pernas abertas, bucetas peludas, molhadas de suor e excitação misturada. Chupavam com vontade forçada, gemendo “que nojo”, “tá salgado pra caralho”, mas não paravam.

Eu já não aguentava mais. Tirei a roupa, pau babando. Elas olharam assustadas.

— Agora quero comer o cu de vocês.

— Vai doer pra caralho! – Valéria gritou. – Nunca meteu nada aí.

— Relaxa. Vou pegar aquela manteiga velha da cozinha e um talco de vocês.

Voltei com a manteiga rançosa e joguei nas mãos delas. Elas passaram nos próprios cus e no meu pau. Coloquei as duas de quatro, bundas empinadas uma do lado da outra. Primeiro entrei na Valéria devagar. Ela gritou.

— Ai caralho, tá rasgando! Tá grosso demais!

— Aguenta, porra. – empurrei mais fundo.

Ela começou a peidar alto, um pum molhado, fedido.

— Ai meu cu! Tá doendo, tá parecendo dor de barriga!

Tirei e meti na Suelen. Ela gemeu alto, se contorcendo.

— Não aguento! Tá me abrindo toda! Ai que dor de barriga do caralho!

Suelen peidou também, um cheiro forte de bunda suja subiu. Elas tavam comentando entre si:

— Mana, tá doendo muito! Parece que vai rasgar!

— O meu também! Tá socando forte demais!

Mandei uma tocar a buceta da outra enquanto eu socava. Dedos entraram nas bucetas molhadas, esfregando clitóris. Elas começaram a gemer de verdade, mistura de dor e tesão.

— Tá ficando gostoso… – Valéria murmurou.

— Porra, mana, mexe mais rápido… – Suelen pediu.

Eu alternava, metia em uma, tirava, metia na outra, dedo no cu da que ficava de fora. Elas tavam suadas, fedendo a cu, a buceta, a suor, a porra. Quando senti que ia gozar, mandei as duas ajoelharem no meio do quintal, sol queimando, chão imundo, galinhas em volta.

— Abre a boca, suas putas sujas.

Gozei forte, jatos grossos na boca das duas. Elas engoliram parte, o resto escorreu no queixo, pingando nos peitos suados. Ficaram ali, ofegantes, fedendo a sexo, a bunda, a porra.

— Caralho… nunca imaginei que ia fazer isso… – Valéria disse, lambendo os lábios.

— E olha que tem mais… – respondi, já pensando na próxima visita.

Tem muito mais aventuras assim vindo aí, meus amigos. Novas postagens diárias no FANVUE da Selma Recife. Quem quiser ver os vídeos completos, os cheiros reais, as caras de nojo virando tesão, segue lá agora. E comenta aqui embaixo: qual parte te deu mais tesão? A lambida no cu fedido? O peido na cara? Ou a gozada na boca das duas? Fala aí, quero saber.

Um grande abraço do Daniel, o louco das casadas sujas.

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