Uma pamonha toda no meu cu!
Bom sábado a todos, aqui é Manu Recife falando, e preparem-se para uma história que vai deixar vocês loucos de tesão e curiosidade: no São João do ano passado, eu, uma safada insaciável de Recife, conheci um tarado pelo site de Selma e meu FANVUE, onde posto todos os meus vídeos quentes, fotos peladas e contos picantes que fazem todo mundo gozar só de ler. Esse filho da puta chegou com pamonhas fresquinhas, mas seu fetiche era do caralho – enfiar uma delas no meu cu apertado, deixar apurar horas dentro do meu reto suado, e depois ele devorar tudo com o sabor da minha bunda misturado ao milho doce. Eu gemi, xinguei, suei de dor e prazer enquanto ele lambia meu ânus, empurrava devagar aquela porra grossa pra dentro, meu marido corno filmando cada segundo pra vocês baixarem e se masturbarem. Caminhamos pela BR-232 com aquilo me recheando, até eu não aguentar e cagar a pamonha num prato, coberta de molho marrom fedorento do meu cu, e o safado comendo cada pedaço como se fosse o manjar dos deuses. Isso foi só o começo de um fim de semana de putaria insana que vai fazer vocês implorarem por mais – leiam até o fim, vejam as fotos e vídeos anexos, comentem o que acham dessa loucura, e fiquem ligados nas postagens diárias com novas aventuras que vão deixar vocês viciados.
Aqui estou eu, Manu Recife, essa puta safada de bunda grande e faminta por novas loucuras, sentada no sofá da casa alugada em Gravatá, sentindo o coração acelerado enquanto espero esse tarado que conheci no site de Selma. Ele é um negão alto, musculoso, com um pau que eu já vi inchando nas fotos que trocamos, e ele não para de falar da minha bunda – "Manu, sua raba é perfeita, redonda, macia, eu sonho em cheirar ela toda noite vendo seus vídeos no FANVUE". Eu rio sozinha, passando a mão na minha regata preta justa, sentindo meus peitos durinhos de excitação. Meu marido, o corno manso chamado Thiago, está ali do lado, ajustando a câmera no tripé, já de pau meia-bomba só de imaginar a cena. "Vai ser foda, amor, os fãs vão pirar com isso", ele diz, lambendo os lábios. Eu respondo: "É, Thiago, mas se esse negrinho vier com algo muito louco, eu meto o pé no cu dele". Mal sei eu o que vem por aí.
A campainha toca, e eu abro a porta. Lá está ele, o macho da pamonha, vamos chamá-lo de Jonas, com um sorriso safado e uma sacola cheirando a milho fresco. "Oi, Manu, caralho, você é mais gostosa pessoalmente", ele diz, me abraçando e já apertando minha bunda com força. Eu sinto o cheiro dele, suor misturado com colônia barata, e meu cu pisca de tesão. "Entra, Jonas, mostra logo esse fetiche do caralho que você tanto falou". Thiago filma tudo, o corno excitado: "Bem-vindo, cara, faz minha mulher gritar de prazer". Jonas ri: "Vai ser épico, vocês vão ver". Ele tira as pamonhas da sacola – aquelas delícias amarelas, embrulhadas em palha, fresquinhas, cheirando a doce e terra. Eu mordo uma ponta de uma, gemendo: "Hmm, que delícia, mas o que você quer com isso na minha bunda, seu tarado?". Ele se aproxima, sussurrando no meu ouvido: "Quero enfiar a mais fina no seu cu, deixar horas apurando com o calor do seu reto, e depois comer tudo com o sabor da sua putaria". Puta que pariu, eu sinto um nojo misturado com um tesão do caralho, minha buceta molhando na hora. "Você é louco, Jonas, mas foda-se, vamos fazer isso virar sucesso no site de Selma".
Eu me posiciono de quatro no sofá, empinando essa raba enorme, sentindo o ar fresco no meu cu exposto. Jonas se ajoelha atrás de mim, cheirando fundo: "Caralho, Manu, que cheiro de cu gostoso, suado e quentinho". Ele passa a língua no meu ânus, lambendo devagar, círculos molhados que me fazem gemer alto: "Ah, porra, lambe mais, seu safado, tá me deixando louca". Thiago filma de perto: "Isso, Jonas, abre o cu dela com a língua". Jonas obedece, enfiando a língua fundo, sugando meu buraco: "Delícia, Manu, seu ânus é apertado, mas vai engolir essa pamonha". Ele pega a mais fina, untada com um pouco de manteiga pra escorregar, e encosta na entrada. "Vai devagar, Jonas, tá grossa pra caralho", eu digo, mordendo o lábio. Ele empurra devagar: "Relaxa, puta, sinta ela abrindo você". Eu gemo: "Ai, fode, tá doendo, mas tá bom, empurra mais". A pamonha desliza, abrindo meu cu centímetro por centímetro, o cheiro de milho misturando com o meu suor anal. "Olha isso, Thiago, o cu da sua mulher engolindo pamonha", Jonas ri. Thiago responde: "Porra, amor, você é uma vadia perfeita". Eu grito: "Mais fundo, Jonas, me recheia como uma puta".
A porra entra toda, meu reto pulsando ao redor dela, e eu sinto uma pressão louca na barriga. "Caralho, Manu, agora deixa apurar, vamos caminhar pela BR-232 pra misturar os sabores", Jonas sugere, me ajudando a vestir a calça. Thiago guarda a câmera: "Vai ser foda ver você andando com isso no cu". Saímos, o sol de São João batendo forte, e eu caminho devagar, sentindo a pamonha se mexendo lá dentro a cada passo. "Ai, Jonas, tá me enchendo, parece que vou explodir", eu reclamo. Ele ri: "É isso, puta, o cheiro da sua bunda vai impregnar no milho". Thiago anda atrás: "Você tá linda, amor, rebolando com o cu recheado". Depois de uma hora, o tesão vira urgência: "Porra, não aguento mais, tá apertando minha barriga, preciso cagar isso agora". Corremos de volta pra casa, eu suando frio.
De volta, eu me posiciono de quatro de novo, Jonas coloca um prato embaixo: "Vai, Manu, solta devagar, quero ver sair". Thiago liga a câmera no tripé: "Grava tudo, corno, mas esse cheiro vai ser do caralho". Eu empurro, gemendo: "Ai, fode, tá difícil, o cu tá apertado". O ânus se abre devagar, um som de plop úmido, e o cheiro explode – milho doce misturado com fedor de cu suado, merda fresca. "Caralho, que nojo delicioso", Jonas diz, nariz tapado mas pau duro. Eu gemo mais: "Sai, porra, tá vindo, ahhh". A pamonha desce, amarela mas coberta de molho marrom grosso, castanho escorrendo do meu reto. Thiago sai correndo: "Puta merda, que fedor, vou vomitar". Eu rio entre gemidos: "Volta aqui, corno, filma sua mulher cagando pamonha". Jonas tapa o nariz: "Delícia, Manu, olha esse molho da sua bunda". Finalmente sai toda, plop no prato, cheiro terrível dominando o quarto. "Agora é minha vez", Jonas diz, pegando garfo e faca. Ele corta um pedaço: "Hmm, que sabor foda, milho com cu de puta". Come devagar, gemendo: "Melhor pamonha da vida, Manu, suculenta e fedorenta". Eu assisto, tesão voltando: "Come tudo, seu tarado, prove minha putaria". Thiago volta, nariz tapado: "Você é louco, Jonas, mas os fãs vão amar". Jonas devora mais: "Outro pedaço, caralho, tá divino". Eu provoco: "Quer mais? Meu cu tá pronto pra outra". Ele responde: "Sim, puta, mas isso é só o início".
E aí, galera, isso foi só o começo de um fim de semana de São João cheio de putaria que vocês não imaginam – mais fetiches, gozadas, e loucuras que eu posto diariamente no site de Selma e no FANVUE. Para achar o autor dessa loucura toda, é só me seguir por lá. Comentem abaixo o que acharam, digam se querem ver mais vídeos dessa pamonha no cu, e fiquem ligados porque tem mais aventuras em breve, garantindo tesão diário pra vocês se masturbarem. Um beijão de Manu.
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