#Incesto #Teen

Dilema íntimo entre Irmãos Parte 2

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Samy

"Merdaaaaa, Samy… vaaaai… aiiii caralho, tá vindo… tá vindo tudo…"
As costas de Lara se arquearam para fora do colchão, um grito rouco e gutural saindo da sua garganta enquanto sua boceta convulsionava na minha boca. Um fluido quente e leitoso jorrou em jatos erráticos, espirrando contra o meu queixo, encharcando meu rosto, molhando os lençóis debaixo da sua bunda com um som como o de uma esponja molhada sendo espremida. Glrk… splorch… Os barulhos eram obscenos, perfeitos. O corpo inteiro dela se contraiu, músculos travando, dedos dos pés se curvando violentamente, antes dela desabar de volta na cama, completamente exausta, o peito arfando.
Eu tirei meus dedos da sua boceta encharcada e latejante com um pop suave e molhado. Meu próprio pau era uma dor furiosa e pulsante preso nas minhas bermudas, uma mancha úmida de pré-gozo já esfriando no tecido. Eu lambi meus lábios, provando ela — almiscarado, doce, azedo. Porra.
Os olhos dela se abriram, vidrados e desfocados. "Samy… que… que foi isso?"
"Isso," eu disse, minha voz rouca, "foi você gozando. Forte." Eu limpei minha mão molhada no lençol, sem me importar. "Seu primeiro orgasmo de verdade."
Um sorriso lento e atordoado se espalhou pelo rosto dela. "Foi… insano. Parecia que eu tava morrendo e renascendo ao mesmo tempo."
Eu ri, o som forçado. Meu pau latejou de novo, exigindo atenção. "É, mais ou menos isso."
Ela virou a cabeça no travesseiro, o olhar descendo. Ela viu o volume óbvio e tensionado nas minhas bermudas. O sorriso dela virou malicioso, sabendo. "Você ainda tá tão duro."
"Não é brincadeira," eu grunhi.
"Você não… você sabe. Teve o seu."
"Não era o ponto, Lara."
Ela mordeu o lábio inferior, um lampejo daquela nervosidade anterior voltando, mas foi rapidamente engolido por um calor ousado e determinado. "Eu quero. Você disse… amanhã. Pra um boquete. Mas eu tô acordada agora. Eu me sinto… viva. Nervosa. Preciso fazer algo com toda essa energia."
"Lara…" eu comecei, um aviso no meu tom que soava vazio até pra mim.
"Por favor," ela sussurrou, se apoiando nos cotovelos. A camiseta velha do Linkin Park subiu, expondo a pele lisa da barriga dela, o tufo de cachos escuros entre as pernas, brilhando. "Deixa eu tentar. Quero te fazer sentir o que você me fez sentir. Quero seu pau na minha boca."
Porra do caralho. As palavras, tão diretas, tão sujas dos lábios dela, mandaram um choque direto pra minha virilha. Toda regra, todo limite que a gente já teve estava evaporando no ar úmido e cheirando a sexo do quarto dela. O relógio digital na mesinha de cabeceira brilhava 2:47 AM. O mundo lá fora estava morto. Aqui dentro, era só a gente, e uma fome que tinha sido liberada.
"Tá bom," eu respirei, a palavra com gosto de rendição e pecado. "Tá bom. Mas vamos devagar. Você dita o ritmo."
Ela assentiu ansiosamente, se arrastando pra trás pra se encostar na cabeceira. Eu me levantei da cadeira, minhas pernas instáveis. Eu enganchei os polegares na cintura das minhas bermudas e cuecas e as empurrei pra baixo de uma vez. Meu pau saltou livre, completamente ereto, curvando levemente pra cima. Parecia enorme na luz fraca, a cabeça escura e escorregadia com pré-gozo, veias saltadas ao longo do eixo grosso. Minhas bolas pendiam pesadas embaixo.
Os olhos de Lara se arregalaram. "Caralho, Samy. É… maior do que eu pensava."
"Ainda quer tentar?" eu perguntei, um desafio na voz.
"Porra, sim," ela disse, a voz caindo pra um murmúrio rouco. "Vem aqui. Deita."
Eu subi na cama, deitando de costas ao lado dela. Os lençóis estavam úmidos e frios do clímax dela. Ela imediatamente rolou pro lado, apoiando a cabeça em uma mão, a outra estendendo pra me tocar. Os dedos dela, tão pequenos, se enrolaram na base do meu pau. O toque dela foi hesitante no começo, depois mais firme, apertando gentilmente.
"Uau," ela respirou, o polegar passando pela fenda vazando. Uma gota grossa de pré-gozo se acumulou e ela espalhou ao redor da cabeça inchada. "É tão quente. E duro. Como aço embrulhado em pele."
Ela se inclinou, o sopro quente contra a ponta sensível. Eu inspirei fundo. A língua dela saiu, uma lambida rápida e felina. Só um gosto. Mmmnph.
"Salgado," ela murmurou. "E… meio amargo. Mas bom."
"Vai no seu tempo," eu consegui dizer, minhas mãos se fechando nos lençóis.
Ela abriu a boca mais larga, os lábios formando um ‘O’ suave, e pegou só a cabeça dentro. O calor da boca dela era incrível, uma sucção úmida e aveludada que fez meus quadris se contraírem involuntariamente. Gulp. Ela recuou, tossindo levemente.
"Muito?" eu perguntei.
"Não, não," ela disse, balançando a cabeça. "Só… me acostumando. Com o tamanho." Ela respirou fundo, os olhos fixos no meu pau com uma concentração feroz. "Me diz o que fazer. Como você gosta."
"Usa a língua," eu instruí, minha voz áspera. "Gira ela ao redor da cabeça, especialmente embaixo, naquela ridinha. É o freio. É bem sensível."
Ela obedeceu, abaixando a cabeça de novo. Dessa vez, a língua dela foi mais intencional, lambendo o pré-gozo, depois girando em círculos apertados embaixo da coroa. Um gemido baixo roncou no meu peito. Porra, isso é bom.
"Bom," eu sibilei. "Agora… tenta pegar um pouco mais. Não tenta garganta profunda. Vai só até onde for confortável. Usa a mão no resto."
Ela assentiu, o cabelo roçando minhas coxas. Ela enrolou os dedos na metade de baixo do meu pau, o aperto apertado e quente. Depois pegou me na boca de novo, afundando mais um centímetro. Os lábios dela se esticaram ao redor da minha grossura. Eu sentia o fundo da língua dela, o céu da boca macio. Ela começou a se mover, um movimento lento e hesitante pra cima e pra baixo, a mão espelhando o ritmo na parte de baixo que ela não conseguia pegar.
Slurp. Slrk. Os sons eram sujos, hipnóticos. Saliva se acumulava e pingava de onde os lábios dela encontravam minha pele. A outra mão dela subiu pra segurar e massagear minhas bolas, rolando elas gentilmente na palma. Prazer, quente e elétrico, se enrolou apertado na minha barriga de baixo.
"Sua boca… porra, Lara, sua boca é tão foda," eu gemi, minha cabeça caindo pra trás no travesseiro. Eu enrolei uma mão no cabelo dela, sem empurrar, só segurando. "Chupa mais forte… isso, exatamente assim… usa a língua no eixo quando você sobe…"
Ela gemeu ao redor do meu pau, a vibração viajando direto por mim. O ritmo dela aumentou, ficando mais confiante. Ela saía com um plop molhado, ofegante, saliva brilhando no queixo, depois mergulhava de volta, pegando mais fundo a cada vez. As bochechas dela se afundavam enquanto chupava. Eu sentia a cabeça do meu pau cutucando a entrada da garganta dela.
"Tenta… tenta relaxar a garganta," eu grunhi. "Quando sentir bater, só engole. Como se estivesse tomando um remédio."
Ela olhou pra mim, os olhos lacrimejando, mas assentiu. Na próxima descida, ela empurrou mais. Eu senti o anel apertado e muscular da garganta dela ceder, engolindo a cabeça num calor incrível e constritor. Glrk! Ela engasgou, recuando imediatamente, uma linha de saliva conectando os lábios dela à minha ponta.
"Merda, desculpa," ela ofegou.
"Não desculpa," eu disse, respirando pesado. "Isso foi foda pra caralho. Você não precisa fazer isso."
"Eu quero," ela insistiu, limpando a boca. "Quero pegar tudo de você." Ela se reposicionou, ajoelhando entre minhas pernas agora, se dando melhor alavancagem. Ela cuspiu na mão, lubrificando meu pau, o gesto rude impossivelmente quente. Depois respirou fundo, abriu a boca larga, e me guiou de volta pra dentro.
Dessa vez, ela estabeleceu um ritmo implacável. Pra cima e pra baixo, a cabeça balançando, o cabelo balançando. A boca dela era um paraíso úmido, quente e chupador. A língua dela nunca parava de se mover, lambendo, pressionando, vibrando. A mão trabalhava a base em movimentos giratórios, o polegar roçando no meu freio a cada passagem. As sensações combinadas eram avassaladoras. Minhas bolas se contraíram, uma pressão familiar e urgente crescendo.
"Eu vou gozar, Lara," eu avisei, minha voz forçada. "Se você não quiser na boca, me diz agora."
Ela saiu com um som obsceno e molhado. Os lábios dela estavam inchados, o rosto corado. "Eu quero," ela ofegou. "Quero provar. Goza na minha boca, Samy. Por favor."
O pedido me quebrou. Eu agarrei a nuca dela, sem forçar, só segurando firme. "Então chupa, mana. Chupa o pau do teu irmão e faz ele gozar."
Com um gemido faminto, ela me engoliu de novo, pegando o mais fundo que podia. A cabeça bateu na garganta dela e ela engoliu, os músculos me ordenhando. Glllrk… slurp… splurt…
Foi isso. O nó se desfez. Minhas costas se arquearam pra fora da cama enquanto meu orgasmo me rasgava, violento e cegante. "Caralho!" Eu rugi enquanto o primeiro jato grosso atirou direto na garganta dela. Splurt. Ela ofegou mas segurou, chupando forte enquanto mais pulsos seguiam. Splurt. Sploosh. Eu sentia meu gozo inundando a boca dela, quente e salgado. Ela recuou um pouco, deixando os próximos jatos baterem na língua, pintando o interior das bochechas. Splorch. Um pouco vazou dos cantos dos lábios, listras brancas no queixo.
Ela continuou chupando, gentil agora, tirando cada gota do meu pau latejante. Finalmente, eu desabei, exausto, meu corpo zumbindo. Ela se sentou, a boca cheia, e encontrou meus olhos. Devagar, deliberadamente, ela engoliu. Eu vi a garganta dela trabalhar. Gulp. Gulp.
Depois ela abriu a boca, esticando a língua pra me mostrar que estava limpa. Um pouco de gozo ainda brilhava no lábio. Ela lambeu.
"Então é isso o gosto," ela disse, a voz rouca. "Meio… cremoso. Estranho, mas não ruim."
Eu não conseguia falar. Só ficava olhando pra ela, essa criatura linda e proibida que tinha acabado de engolir minha carga. Ela rastejou pela cama e se aninhou no meu lado, a cabeça no meu peito. Meu pau amolecendo deitado na minha coxa, molhado e exausto. A mão dela desceu pra acariciar ele ociosamente.
A gente ficou ali em silêncio por um bom tempo, ouvindo a respiração um do outro desacelerar. A realidade do que a gente tinha feito — do que a gente estava fazendo — se assentou sobre nós, mas não era pesada com culpa. Parecia… inevitável. Certo.
Depois de um tempo, ela falou, a voz pequena. "Samy?"
"É?"
"Isso nos torna… monstros?"
Eu virei a cabeça, beijando a testa suada dela. "Não sei. Pra você parece monstruoso?"
Ela pensou. "Não. Parece… a coisa mais natural do mundo. Como se a gente finalmente encontrou a peça que faltava."
"Então foda-se o que os outros pensam," eu sussurrei. "É só a gente. Sempre foi só a gente."
Ela assentiu, se aninhando mais perto. "Quando eu estiver mais forte… quando eu puder me mexer direito de novo… eu quero que você me foda. De verdade. Quero seu pau dentro da minha boceta. Quero sentir você gozar em mim."
As palavras, tão diretas, tão cheias de desejo, fizeram meu pau exausto dar um pulso fraco. A promessa pairava no ar, uma fantasia escura e deliciosa pra outra noite.
"Primeiro as coisas primeiro," eu disse, acenando pra mão machucada dela, agora descansando na minha barriga. O gelo tinha derretido há muito tempo. "A gente precisa enfaixar isso direito. E esses lençóis estão uma nojeira do caralho."
Ela riu, o som leve e garotinha, tão fora de sintonia com o quarto encharcado de sexo. "Você que deixou eles assim, seu porco."
"Você que esguichou neles que nem uma fonte, sua putinha."
Ela beliscou meu lado, rindo. A gente se levantou, um emaranhado de membros nus e grudentos. Eu peguei uma toalha limpa no banheiro e limpei ela com cuidado, tirando o gozo seco do queixo, os fluidos misturados de entre as coxas. Ela fez careta enquanto eu enfaixava com cuidado a mão machucada com uma bandagem do kit de primeiros socorros.
A gente tirou os lençóis encharcados, enrolando eles. Nus, carregamos pro lavanderia no apartamento silencioso, o chão frio debaixo dos pés. Não nos demos ao trabalho de colocar lençóis novos. Só caímos de volta no colchão nu, pele com pele.
Eu puxei ela pra mim, as costas dela contra meu peito, meu braço na cintura dela. Meu pau semi-duro aninhado contra a curva da bunda dela. Ela suspirou, se remexendo pra trás contra mim.
"Samy?" ela sussurrou na escuridão.
"Hmm?"
"Obrigada. Por não fugir. Por… por me querer também."
Eu abracei ela mais apertado, meu nariz enterrado no cabelo dela. "Não tem pra onde fugir, Lara. Nenhum lugar que eu prefira estar."
O sono começou a nos puxar, o cansaço da liberação emocional e física finalmente vencendo. Mas enquanto eu pegava no sono, minha última sensação consciente era o pulso lento e ritmado do meu pau começando a endurecer de novo contra a pele macia da bunda dela, uma promessa faminta pro amanhecer.

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Comentários (1)

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  • Sofii: Eu queria muito conversar sobre contos assim... T Sofirsk

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