Minha escravinha, (parte 3, uma nova putinha) contiação
Continuação do conto de outro autor intitulado: "Minha escravinha, meu brinquedinho (parte 3, a nova putinha)"/sugiro leitura antes da historia
Após uma semana sendo fodida sem dó a princesinha Andressa ja tinha entendido que jamais voltaria pra sua familia e tinha aprendido a me obedecer, ja nem chorava mais ou tentava resistir quando eu aparecia trancava a porta do cativeiro soltava lulu da corrente que realmente tinha virado uma cachorrinha de corpo e alma que usava para meu prazer pessoal, jogava uma bolinha que tinha trazido de um pet Shop para lulu ela latia e ua buscar quando ela voltava batia na cara dela e jogava o osso da carne que tivesse comido no dia ela pegava com a boca e ia roer no canto, enquanto isso colocava 2 potes de ração a nova putinha Andressa que passou a comer ração.
Não falava mais desde que comecei a fode-la diariamente e nem reagia quando ela percebia que seria fudida simplesmente ficava imóvel e aguardava o que viria a seguir, passei a chamala de Dissi decidi que faria igual fiz com lulu ela se transformaria em uma cadelinha submissa as minhas vontades, ela ainda ficava presa no cavalete pois eu sabia que sua mente ainda parecia resistir, mas ela ja não conseguia ter contato com lulu ela ja não era mais um ser-humano por tanto não falava só latia.
Eu sabia que quebraria sua mente aos poucos quando a soltava por poucos minutos com uma coleira em volta de seu pescoço da primeiras vezes tive que obrigar e bater muito na Andressa pra caminhar de quatro depois ela ja fazia naturalmente passei mais duas semanas fazendo isso e a fudendo forte para machucar ela dava leves gemidos a maioria de dor, elas so caminhavam dentro do cativeiro a porta sempre trancadas eram meros objetos pra me satisfazer as vezes fudia lulu na buceta e dissi logo em seguida as vezes só dissi e passei a deixar um plug pequeno anal em lulu com um rabinho ia todo dia tirar que era o único momento em que ela defecava agachada como uma cadelinha, as vezes deixava as duas 2 dias sem comida colocava pouca rações no pote das duas e mandava elas comerem depois ficava cuspindo e jogando algum pedacinho de osso no chao as duas putinhas de quatro lutava pra ver que conseguiria comer minha saliva ou pegar os ossos velhos pra roer, depois de um tempo parecia que Andressa ja não sabia mais falar por passar muito tempo sem falar, o próximo passo era faze-la começar a latir sua mente aos poucos esta se desfazendo e ja estava habituada a seu novo nome Dissi porem ainda nao era uma cadelinha completa (continua ?)
Primeiro conto que faço desculpe os erros pra continuar preciso saber por quem comentar se ficou bom é uma continuação de um conto que gostei muito
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Comentários (1)
Futchamp122: Caralho que delícia irmão , já ouvi falar sobre isso , acontece muito por aí rsrs , T futchamp122 papais
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