#Coroa #Gay #Grupal #Incesto

minha primeira vez no cinemao,nao imaginava que fosse acontecer isso

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puta de machoi

o dia que dei pra 15 no cinemao porno,levei muita leitada e mijo no rabo

Era uma quinta-feira abafada em são Paulo ,uma , daquelas noites em que o calor gruda na pele e o tesão vira urgência. Eu tava sozinho em casa, vendo coisas no celular, ai fui pesquisar sobre Cinema Pornô no centro me chamou atenção um e fui la conhecer – um cinema de rua decadente, fachada descascada com neon piscando "Adultos Only", conhecido na comunidade gay por ser um labirinto de putaria sem limites. Decidi ir preparado: vesti uma calcinha de renda vermelha por baixo da bermuda cargo larga e camiseta regata, o tecido fino roçando no pau e no cu o tempo todo, me deixando meia-bomba só de imaginar. Peguei o metrô lotado, sentindo olhares curiosos, o coração acelerado com a expectativa.

Cheguei por volta das 22h, paguei os R$20 pro bilheteiro entediado, que mal olhou pra mim. O interior era um poço de decadência real: ar condicionado quebrado, cheiro forte de desinfetante misturado com sêmen seco e suor masculino, paredes grafitadas com desenhos de paus e frases como "Aqui se fode de graça". O salão principal tinha umas 30 poltronas de cinema antigo, puídas e manchadas, com uma tela projetando um filme hetero de orgia – gemidos falsos e close-ups de bucetas, mas ninguém ligava; o foco era o escuro lotado de sombras se mexendo.

Sentei no meio do fundo, pernas abertas, a calcinha já úmida de pré-gozo. Não precisei esperar: um cara de uns 40, barrigudo com camisa social aberta, sentou do meu lado e meteu a mão na minha coxa sem falar. "Tá afim de brincar?" Ele sussurrou, voz rouca de cerveja. Eu assenti, abrindo a braguilha, e ele viu a calcinha. "Porra, que putinha safada." Baixou minha bermuda, Puxou de ladoa calcinha de renda com os dedos calejados e cuspiu no pau dele – uns 19cm, grosso e veiudo, cheirando a virilha não lavada. Me inclinou pra frente de quatro ,assou cuse no meu cu ,enfiou no pelo, seco no início, a fricção ardendo como fogo enquanto ele socava devagar, se adaptando ao meu calor. "Toma, vadia, sente meu pau te abrindo." O banco rangeu, e ele gozou rápido, porra quente jorrando fundo, escorrendo pelas minhas bolas. Antes de sair, deu um tapinha na minha bunda ve disse . "Pronto ta lubrificado pro próximo."

O próximo foi um negão jovem, uns 25 anos pau de 22cm reto e pulsando, sentou na poltrona da frente e me puxou pro colo dele. "Chupa primeiro, putinha que vi que tu gosta , Lambi ele inteiro, língua traçando as veias salgadas, bolas peludas na cara, engolindo até a garganta doer. Ele me virou de costas e cuou meu cu ,com um baita tesao sentindo a Porra do coroa, depois me fodeu forte, sem camisinha, pauzão me enchendo até o limite, estocadas que batiam no sofá e ecoavam no salão. "Vai, aguenta, seu cu de vadia de cinemao!" depois de uns 15 minutos metendo direto ,Gozou grunhindo, leite grosso me inundando, quando eu ia me levantar ele disse calma ai ,e mijou no meu cu pra "marcar" território,foi muito sentir o mijo dele me inudando ,logo em seguida devido o barulho ,os caras viram que tinha um viado distribuindo Pra geral e a noticia se espalhou no escuro – calcinha rasgada, cu guloso –, e veio a fila: 15 no total, Um motoboy suado, pau curvo de 20cm, me comeu de pé contra a parede lateral, me erguendo por uma perna, fodendo ritmado como motor, porra vazando no chão de linóleo pegajoso quando terminou, Um executivo de terno caro, pau gorosso de 18cm, me sentou no pau dele na poltrona, quicando devagar pra não fazer barulho, mãos no meu peito apertando mamilos, gozando fundo e mijando devagar no cu, mais leite e mijo no cu e o meu tesao só aumentava ,Teve duplas: dois amigos, um magro com pau longo de 24cm e outro tatuado com 21cm, me pegaram juntos – um na boca, outro no cu, se revezando sem piedade, paus se esfregando na minha pele suada. O magro gozou na garganta, porra amarga que engoli tossindo,; o tatuado no rabo, leite escorrendo, que me fez meu cu sentir inchado de tanto levar pica Um velhinho de uns 60, pau surpreendente de 19cm veiudo, me fodeu de 4 no chão entre as poltronas, corpo magro tremendo em cima do meu, gemendo baixinho enquanto enchia meu cu de porra rala
Outros vieram em sequência: um skatista magrelo com pau piercing de 20cm, roçando o metal no meu interior, me fazendo gozar ficar com muito mais tesao ; um porteiro do prédio vizinho, pau negro grosso, fodendo lento e profundo, gozando na cara pra eu lamber. Cada um sem camisinha, no pelo , corpos reais colando nos meus – suor, pelos, cheiros variados de colônia barata ou nada –, o salão virando uma orgia, com o filme rolando esquecido.

No clímax da noite, depois de uns 13 já terem me usado, notei eles no canto escuro: pai e filho, sentados lado a lado, paus na mão assistindo. O pai, Seu Carlos, uns 52, corpo robusto de ex-marinheiro, barba curta grisalha, pauzão de 26cm já latejando na cueca boxer, veiudo e cabeçudo como uma mangueira. O filho, Pedro, 28, atlético de academia, cabelo raspado, pau de 24cm reto e vascularizado, herança óbvia. Eles se levantaram quando o último anônimo – um careca com pau de 21cm – gozou no meu peito, porra pingando na calcinha destruída,
Eles vieram até mime disse "Vamos nessa, rapaz, a puta tá pedindo mais", Seu Carlos disse pro filho, voz grave e autoritária. Pedro sorriu, "Beleza, pai, divide comigo." Me levaram pra uma das cabines laterais, um cubículo apertado de 2x2m com um banco de madeira e uma telinha particular rolando pornô gay agora. A porta mal fechava, deixando o som da putaria vazando. Seu Carlos me empurrou no banco, baixou a cueca e mostrou o monstro: 26cm de pau negro, fedendo a virilha de dia de trabalho. "Abre o cu, vadia. Vou te puder como homem de verdade." Cuspiu na mão, mas era pouco – enfiou seco no meu cu já dilatado, mas ainda ardendo dos outros, me rasgando devagar, cada centímetro me enchendo com com a grossura e tamanho dos eu Pauzao , bolas imensas batendo na bunda. "Porra, que quentinho... Toma estocada, sente meu pau de pai te fodendo!" Ele socava forte, corpo pesado me prensando no banco, suor escorrendo do bigode pro meu pescoço, mãos calejadas apertando minhas coxas, me deixando marcas roxas.
Pedro assistia de pé, masturbando o pauzão dele, pré-gozo pingando. "Minha vez, hein? O cu tá pronto." Seu Carlos saiu com um pouco de porra escorrendo, e me fazendo gemer de humilhação excitado. Então Pedro socou seu pau reto deslizando fácil na Porra lubrificante, fodendo selvagem, quadris batendo como pistão, me erguendo do banco a cada investida. "Delícia de cu, pai! Tá escorregadio pra caralho." Ele me virou de lado, uma perna no ombro, ângulo profundo roçando o ponto G, me fazendo tremer e babar no pau do pai que agora enfiava na minha boca.

Aí veio o puder duplo, Seu Carlos no cu de novo socando no limite, enquanto Pedro me fodia a garganta, paus familiares se revezando em mim como um ritual. "Vai, filhote, fode a boca dele enquanto eu arrombo o rabo", Carlos grunhiu, e eles trocaram – Pedro no cu, jovem e incansável, socando rápido; Carlos na boca, pauzão com gosto de mijo e cu, me engasgando. Corpos colados, cheiro de pai e filho misturado – suor salgado, colônia barata do Pedro, cigarro do Carlos –, me fodendo o banco rangendo como se fosse quebrar. Gozaram quase sincronizados: Carlos jorrou no cu, porra farta e viscosa me enchendo até vazar em golfadas, Pedro na cara, leite grosso espirrando nos lábios e olhos, me forçando a engolir o que caía na boca.

Pra selar, os dois mijaram em cascata: Carlos no peito e pau, jato forte molhando a calcinha rasgada; Pedro no rosto e cabelo, quente e abundante, me banhando como uma puta de rua. "Volta outro dia, Puta Família te quer de novo", Pedro disse, dando um tapa na bunda Pegou meu número de whatsaPP Saí dali às 2 da manhã, corpo latejando, cu inchado e vazando uma poça de porra e mijo de 15 paus dotados, pernas tremendo no metrô vazio, mas o tesão satisfeito me fazendo sorrir. Aquela calcinha vermelha virou souvenir sujo na gaveta. Quer saber a sequência com o pai e filho em casa deles, aproveita e me chama no tele @Massagista23cm

MG-9750

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