#Corno #Traições

O Charuto Cubano

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GDotes

Conheci seu Ajenor na obra em que sou engenheira e ele me arrombou toda com seu charuto cubano. O velho sabe fuder gostoso, nem meu marido me come ass

Olá! Me chamo Clarice e quero compartilhar com vocês minha história.
Sou casada a dois anos com o Márcio. Eu tenho 26 anos, 1.70 de altura 65 kg sou uma morena que não tenho atributos de mulherão, mas disperto o interesse de muitos homens com minha bumda redondinha e arrebitada.
Sou formada em engenharia civil e trabalho em uma empresa da construção civil, onde tem homes de todo tipo, dos mais conservadores aos mais atrevidos e sempre me dou bem com todos, sempre respeitei e fui respeitada, mas sempre tem aqueles gaiatos que gostam de umas piadinhas. Entre eles tinha
Seu Ajenor um senhor negro de cinquenta e seis anos, forte que tinha o apelido de charutu cubano coisa que só fui descobrir depois o porque desse apelido.
Certo dia eu precisei ficar até mais tarde na obra, pois eu tinha que fazer uns ajustes na planta da construção. Seu Ajenor dormia na obra para não deixar ninguém invadir e ele estava sempre por ali. Ele chegou na minha sala todo cheiroso, banhado, de shorte e blusa. Conversamos um pouco e eu cai na besteira de perguntar a ele o porquê do apelido dele. Seu Ajenor disse que era melhor eu não saber, mas eu insisti dizendo: sem problemas Seu Ajenor, agora o senhor me deixou curiosa e eu quero saber sim. Ele fechou a porta chegou pertinho de mim, baixo o shorte e me mostrou sua rolona preta, grande e grossa e disse: é porque causa disso Clarice. Eu levei um susto e mandei ele guardar aquilo. Ele saiu da sala rindo e eu fiquei ali sem poder me concentrar em mais nada, pois aquilo cena mexeu comigo. Chamei seu Ajenor pra trazer uma água pra mim, mas ele não respondeu. Eu fui até o bebedouro que fica ao lado do dormitório do seu Ajenor e dei uma olhadinha na janela e vi ele deitado no colchão punhetando seu pau, eu fiquei impressionada com aquela cena, derrepente eu ouço ele dizer: tá gostando de assistir Clarice? Vem aqui me ajudar. Eu fiquei em choque com ele me chamando, mas eu estava com tanto tezão que abri a porta do seu quartinho e entrei no seu cafofo. O que o senhor está fazendo seu Ajenor? Para com isso, se alguém souber disso o senhor pode ser demitido, falei com ar de superioridade, ele nem se importou e continuo manuseando seu pauzão. Eu olhava aquilo com água na boca e a buceta latejando, eu estava de calça e camisa de manga. Seu Ajenor se levantou ficou em pé na minha frente com aquele cacetão duro e eu fiquei sem ação. Ele me abraçou encaixando sua picona entre minha pernas, eu perdi qualquer argumento para repreede-lo e fiquei quietinha só sentindo seu pauzão roçando entre minhas pernas e forçando minha buceta. Eu fui relaxando aos poucos e fui abrindo as pernas facilitando suas invertidas. Como eu sou magra, levei a mão por trás da minha bunda e peguei na cabeça do pau do seu Ajenor, eu dei um gemido e ele me chamou de safada.
Eu me abaxei e peguei aquele pau com gosto, com gula, com vontade de mamar e mamei muito. Enquanto eu chupava aquela pica, ele gemia e me chamava de vagabunda, de piranha e eu caprichava nas mamadas. Meu telefone tocou e eu olhei era meu marido, eu gelei, meu coração quase saiu pela boca. Eu atendi e ele perguntou onde eu estava? Eu disse que estava na obra terminando uns ajustes na planta da construção. Enquanto eu falava com meu marido eu segurava o pau do Ajenor e sentia ele pulsar na minha mão, que tezão que aquilo me dava. Meu marido falou pra mim ir logo pra casa, pois já estava tarde e eu pensei: não saio daqui entes levar essa picona na buceta, desliguei o celular e voltei a chupar agora com mais tezão ainda. O charuto cubano me levantou pekos os cabelos e me deu um tapa na cara me chamando de puta e mandou eu tirar a roupa coisa que atendi na hora e logo eu estava peladinha na frente daquele velho pauzudo safado. Ele me elogiou dizendo que eu era uma vagabunda muito gostosa e que ia me arregaça com sua pica.
Eu deitei no colchão velho dele e abri as pernas pra ele chupar minha buceta, que boca gostosa era aquela, gozei gostoso na língua dele. Ele disse que eu era uma puta boqueteira, que eu sabia chupar muito bem uma rola e realmente ele acertou, pois amo chupar um pau.
Seu ajenor veio pra cima de mim com seu charuto cubano e eu me arreganhei toda para receber seu cacetão. Eu já dei pra muitos machos na minha época de solteira, mas nenhum deles me comeu como seu Ajenor, que velho filho da puta. Ele enfiava sua pica com vontade, me dava tapas, me xingava de tudo que é nome, fala que meu marido era um corno que merecia levar chifre e eu ainda concordava com ele pedindo pra ele meter, mais na mulher daquele corno e ele metia forte. Seu ajenor anunciou seu gozo eu disse que queria tudo na minha boca, pois sou puta gosta de tomar porra e ele me atendeu. Depois ele quis comer meu meu cu, mas eu disse: calma Seu Ajenor, hoje não vai ter cu, o senhor já arregaçou minha buceta, e eu gostei muito do senhor e se ficar calado e não comentar nada com ninguém o senhor vai me comer muitas vezes ainda, inclusive meu cu, pois eu amo dá meu rabo. Já faz três meses que estou nessa obra e faz dois meses que o seu Ajenor me come. Minha buceta e meu cu já estão acostumados com seu pauzão do seu Ajenos. Eu amo dá pra ele e hoje só meu marido e seu Ajenor que me come.

GDotes
02/03/26

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