Engate no Shopping
Como engatei e fui engatado no shopping.
Há dias, na garrafeira de um hipermercado a pesquisar vinhos, dei de caras com um homem de aspecto macho e com uma aparência muito bem cuidada, que me chamou logo a atenção. Com cerca de 1,80 de altura, porte atlético sem exagerar, cerca de 50 anos, cabelo ligeiramente grisalho, barba bem aparada, bem vestido um volume considerável na zona da cintura, enfim um belo pedaço de homem. Cruzámo-nos várias vezes no mesmo corredor de vinhos , o suficiente para nos olharmos com curiosidade, trocamos alguns comentários sobre alguns vinhos, na sua qualidade e custo.
Seguimos os nossos caminhos e quando estava na fila da caixa para pagar as compras, fui surpreendido por trás pelo meu parceiro ocasional de compras que me cumprimentou com um "olá, outra vez" e me convidou para tomar um café. Aceitei e começamos a falar sobre nós, quando Mário, era o seu nome, me começou a passar a mão na perna tendo ficado logo excitado. Como estávamos em público não deu para mais nada a não ser para olhares de aprovação do que poderia vir aí. Mário perguntou se eu não o quereria acompanhar a casa, onde poderíamos ficar à vontade, o que aceitei. Fomos no carro dele e enquanto durou a viagem aproveitei para ir apalpando o sexo dele. Tinha um pau de tamanho e grossura assinalável cerca de 20 cms, de cor ligeiramente bronzeado. Chegamos a casa dele a após arrumar o carro no parqueamento do prédio, subimos no elevador até casa dele cerca de sete andares onde aproveitamos para continuar os preliminares, apalpar os sexos duros e excitados, festas nos rabos, beijos nos mamilos através das camisas já quase desabotoada na totalidade. Saímos do elevador e entrámos em casa. Logo lhe desapertei as calças e as baixei ficando Mário com o pau á mostra, agarrei com ambas as mãos, enquanto lhe fazia festas ajoelhei e comecei a beijar-lhe o caralho que já tinha atingido um tamanho e dureza , lambi até às bolas depiladas, sugei as bolas como se fossem bolas de gelado, enquanto lhe fazia uma punheta. Mário levantou-me e beijou-me na boca várias vezes e sussurrou aos ouvidos que me iria comer, entretanto já estávamos sem roupa e disse a Mário deveríamos tomar um duche para podermos ter prazer sem nenhum acidente, e logo entramos no chuveiro.
Mário começou a esfregar-me as costas, o rabo, as pernas, o pau o peito tendo várias vezes introduzido os dedos no meu cu, para que ficasse bem lavado e preparado para engolir o seu caralho.
Fiz o mesmo a Mário e ajoelhei tendo iniciado um broche delicioso, logo o pénis de Mário começou a lubrificar e como tinha um sabor agridoce tão bom, enquanto mamava esfregava o pau dele e ele me segurava na cabeça não podendo escapar ao seu delicioso caralho, o ritmo da mamada aumentou o que significava que vinha aí o clímax. O pau dele começou a pulsar e o leite esguichou diretamente na minha boca com tal quantidade que não consegui engolir tudo tendo até engasgado e saído parte pela boca escorrendo pela minha cara.
Mário levantou-me e deu-me um beijo na boca saboreando o seu próprio leite, apalpou-me o rabo, meteu um dedo dentro dele e segredou-me ao ouvido.
- Vamos para a cama , quero-te comer o cu.
Eu respondi - sim, quero muito experimentar o teu caralho.
Deitou-me na beira da cama de costas e levantou-me as pernas para cima dos seus ombros tendo ficada cara a cara com ele, pegou no lubrificante e começou a passar no meu cu com os dedos , introduzindo e tirando os dedos para que o meu buraco ficasse bem lubrificado, perguntou se eu queria preservativo uma vez que era um encontro casual, - sim por mim estava limpo, mas para já é melhor sexo seguro, colocou o preservativo e pôs mais lubrificante na cabeça do pau.
- Vou começar com cuidado , relaxa que não te vou magoar, disse Mário. E começou a roçar o caralho, para cima e para baixo, por vezes empurrava e a cabeça do pau entrava ligeiramente, na entrada do meu buraco , enquanto eu gemia de prazer a cada estocada ou rocadela no rabo e o meu pau ia ficando mais duro. Mário fez mais pressão e a cabeça do pau entrou dentro, gemi de novo e disse., - mete mais que está tão bom, empurrou mais e entrou até meio, os meus olhos reviraram de prazer e Mário meteu mais um pouco e começou o vai vem em ritmo lento. Que maravilha, que bom , gemia de prazer enquanto Mário me fazia uma punheta e o vai vem aumentou de ritmo com o pau todo dentro de mim , cada estocada do pau dele a minha próstata sentia e o meu prazer aumentava. Mário fodeu-me por largos minutos e já estava a a ficar anestesiado de prazer quando uma estocada mais forte de Mário me levou ao clímax e gritei que me iria esporrar todo e ele não parou, o meu leite espalhou-se pela minha barriga , Mário continuou a foder e espalhava o meu semen pela minha barriga e mamilos que estavam duros, de repente senti o pau de Mário engrossar e começou a pulsar tendo ele gritado e eu sentido, que se está a vir num quantidade enorme de leite que encheu o preservativo. Mário deixou-se cair em cima de mim com o pau dentro do meu rabo e ficámos sem fôlego por alguns minutos.
Depois tirou o caralho para fora do meu cu, e pudemos verificar a quantidade enorme de leite que o preservativo tinha.
Mário segredou ao meu ouvido que tinha sido uma foda maravilhosa e perguntou -me como tinha sido para mim?
- Foi simplesmente do outro mundo, respondi.
- Quero mais.
Mário disse que teria de esperar mais uns minutos para recuperar e levou-me de novo para o chuveiro. Assim que entramos ajoelhei de novo e limpei todo o caralho da Mário, até à última gota. Tomámos duche e para surpresa minha Mário segredou-me que queria que eu o comesse também, o que para um passivo como eu seria uma coisa pouco habitual, uma vez que normalmente eu era só comido.
- Claro que sim , se tu quiseres posso foder-te, tens um bom rabo para ser comido.
Terminamos o banho secamo-nos e enquanto recuperavamos sentados no sofá, abrimos uma garrafa de vinho, o que nos tinha juntado, e brindamos a novos momentos de prazer.
Abraçados no sofá, tomando nosso vinho, começamos com mais carícias e logo os nossos paus se mostraram ativos.
Mário perguntou se eu o iria comer ou se deixaria para outra altura, e respondi que agora quero ser comido de quatro, pois também era uma posição que me agradava e eu ainda tinha muita vontade de se fodido pelo caralho bronzeado de Mário, com os seus vinte centímetros.
Abocanhei o pau de Mário na sessão de lamber, chupar e engolir, e ele também me fez o mesmo num 69 , que nos endureceu os pénis.
Mário levou-me de novo para a cama e colocou novo preservativo e lubrificante. Assim de quatro empinei o rabo e coloquei uma almofada por baixo da barriga para facilitar a tarefa desejada, Mário passou também lubrificante no meu cu e apontou o míssil para o olho do meu cu. Encostou a cabeça e pressionou, desta vez com mais ritmo e depois de três ou quatro estocadas ele estava todo dentro de mim, enquanto me agarrava pelos quadris o movimento de vai e vem tornou-se uma fonte de prazer.
- Aí, aí, tão bom Mário, não pares está delicioso, não pares, gritava eu, - enterra tudo , mais, mais.
Mário tirou tudo para fora e logo de seguida pincelou a entrada e encavou todo até aos tomates, para a frente e para trás num ritmo alucinante que só me fazia gemer e pedir mais.
Depois de minutos de prazer Mário gritou vou finalizar e rebentou de novo em espasmos e a pulsar o pau dentro do meu rabo levando-me a um prazer delicioso.
- Não tires ainda deixa estar que está tão bom.
Mário deixou ficar o pau dentro de mim e beijou-me várias vezes as costas, deu umas palmadas de carinho nas minhas nádegas.
Passados alguns momentos deitados na cama de mãos dadas. Conversamos e rimos de como uma simples ida às compras se tinha tornado, numa tarde de prazer e sexo.
Depois tomamos outro banho e Mário levou-me ao meu carro, trocamos contatos e prometi que num próximo encontro iria comer-lhe o cu, tendo ficado excitados só com esta promessa.
Despedimo-nos com um beijo apaixonado.
Voltarei com a continuação de mais aventuras de prazer.
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