Alanna, Libertação ou Perdição - Devaneios Pt. 1
Contar um pouco das minhas lembranças e historias com Alanna, minha esposa.
Me chamo "Jeferson" (nome ficticio claro) sou casado com Alanna a 9 anos, temos 2 filhas, sou natural do Pernambuco mas atualmente moro em São Paulo, que foi onde conheci Alanna. Tenho 35 anos ela 30, nos conhecemos atras de amigos em comum, ela desde sempre da igreja e eu comecei a frequentar assim que os amigos iam forçando uma aproximação entre nós, e claro, varios atributos nela me chamavam atençao, ela não era muito alta, era uma falsa gordinha, daquelas que a cintura é bem acentuada e quadris largos, e sem falar nos belos seios grandes que se escondiam dentro daqueles vestidos e blusas nada reveladores.
Ela é morena de cabelos cacheados, quase sempre presos e com penteados, uma mulher expontanea muito comunicativa e extrovertida e isso me encantava.
Aos poucos nos aproximamos e claro, virou um namoro. Ela se mostrou muito "ativa" sempre com iniciativas e provocações. Lembro muito bem como foi tocar aqueles seios fartos a primeira vez, fora quando sentia aquele "quadril" farto sempre tocando em mim.
Casamos com menos de 1 anos, não resistia as investidas e provocações, os toques ja se fazia muito intenso e eu não me seguraria por mais tempo, queria transar com ela, sexo era só o que eu pensava.
E não foi diferente, casamos e ela se revelou muito "intensa", acredito desejar mais sexo do que eu. Ela não era de muito pudor e queria fazer de tudo, talvez por ter se guardado demais.
Não vou falar da primeira noite, porque a primeira noite é sempre um pouco desastrosa mas, com o tempo foi ficando mais e mais gostoso e ela, uma delicia, sempre me provocava e me deixava exausto.
Eu um moreno, 1.70 ela uma morena 1.57 de bundão e seios fartos, me acabava.
Lembro que ela me surpreendia, calcinha provocantes, decotes, roupinhas curtinhas e reveladoras que ao chegar do trabalho ficavamos de 1 a 2 horas entre sexo, putaria e conversas pervertidas.
Era bom, mas aconteceu que esse sexo todo não seria surpresa que sim, ela engravidou da nossa primeira filha. Pouco antes de completarmos 1 ano de casados.
Na gravidez não foi muito diferente, eu confesso que tinha receio de machucar ela, que nossas brincadeiras não rolasse e se acontecesse fosse sei lá, machucar.
Lembro que um certo dia, ela ja de licença maternidade, barriga grande, cheguei do trabalho. Ao entrar vejo as luzes apagadas da sala e tudo mais ela disse.
Alanna: Senta ai no sofá.
Eu: O que tá aprontando Alanna?
Alanna entrou na sala, apenas a luz do corredor sentido ao quarto acessa, veio com uma camisola, bem reveladora e com decote enorme, se os seios dela ja era grande, agora gravida, imagina só, enormes e eu amava rs.
Alanna: Quero que voce me foda Jeferson. Não aguento mais ficar sem você. - Disse firme e vindo em minha direção, como felina feroz e faminta.
Eu: Alanna, voce sabe que não quero, voce ta gravida, pode machucar...
Alanna: Besteira Jeferson! Podemos fazer normalmente, vem aqui.
Pegou minhãs duas mãos e atolou naqueles seios enormes e macios.
Alanna: Voce gosta não gosta, deles assim enormes? - disse que voz provocante
Eu: Mas é claro, amo eles assim.
Alanna: Quero sentir prazer Jeferson, e quero agora!
A camisola a cobria com um pano transparente até perto das panturilhas, ela tinha um sutia que lentava e ajustava seus enormes seios, mas na parte da buceta nao tinha calcinha, talvez por conta da dificuldade de por e tirar ainda mais com aquele barrigão.
Ela se sentou ao meu lado, no sofá de 3 lugares e abriu as pernas.
Alanna: Me chupa Jeferson, quero que me chupe com vontade.
Confesso que eu estava evitando sexo, por conta da gravidez, mas quando ela abre as pernas revela aquela buceta suculenta, ja babada, aparentemente mais gordinha que antes e escura mas convidativa.
Eu fiquei ali de joelhos, ajustei me, e comecei a chupa-la.
Nas primeiras lambidas, ela gemeu, como nunca antes, aquilo era prazer, prazer real.
Ela fechava os olhos e gemia baixinho, e disse...
Alanna: Jeferson... filha da puta, me chupa cachorro. Quero que me use me trate como uma vadia, me xinga de puta... vai porra!
Era muito tesão, revelo que faziamos muitas coisas, sexos maravilhosos, mas nunca nos xingamos, ou usavamos palavras assim, acho que no maximo chamava ela de safada e tal, mas ela tava diferente, e tava louca por prazer naquele dia.
Ela segurou no meu cabelo e tirou minha boca da buceta, e disse...
Alanna: Me xinga, me xinga de vagabunda e puta vai porra!
Eu: Sua puta, vadia do caralho! - disse ainda meio inseguro.
Alanna: Isso, isso...
Me puxou para beija-la, e assim fiz, o gosto de mel de buceta enchia nossas bocas. Fiquei doido, ja nem ligava para a gravidez.
Eu: Vai chupar minha rola agora cadela!
Enfiei minha rola, que estava babando e durassa na boca dela.
Alanna deu um sorriso de canto de boca e abocanhou sem pensar.
Alanna: Que delicia de pica Je... hmmm
Minha pica de 17cm saciava ela muito bem enquanto me punhetava com a mão esquerda e chupando, a mão direita dela apertava o seio direito dela, fazendo balançar apesar deles ainda não estarem revelados.
Alanna: Je... quero que goze nos meus peitos... hmmmm ... encha eles de porra... hmmm - dizia enquanto chupava num boquete bem babado.
Alanna: Mas não assim... vem.
Ela me sentou no sofá, agora ela se ajoelhou na minha frente e finalmente, revelando aqueles enormes seios com bicos e aureola escuros tirando seu sutiã.
Ela segurou eles por baixo, como se demostrasse eles pra mim.
Alanna: Vou te fazer uma espanhola, sei que gosta. Quero que encha eles todinho de porra.
Ela era intensa como eu disse, mas nesse dia, tava muito mais.
Ela abriu seu seios abraçando meu pau com aquelas ondas de peitos, eram tsunami na verdade, minha rola se perdeu ali no meio.
Alanna: Que pica quentinha... Je... não aguentava mais, sou vadia quero pau, quero rola, quero porra em mim! - enquanto fazia uma espanhola sensacional
Cara, aquilo me desconsertou, era muito bom. Não aconteceria diferente, gozei litros naqueles peitos, jorrava porra que eu nem sabia que tinha em mim.
E ela fez uma cara de satisfação, rindo meio bobo, e esfregando aquela porra toda em todos seus peitos.
Alanna: Isso Je... me ajuda a encher esses peitão de porra. - ela pegou minhas mãos e me fez massagear os seios dela com meu gozo.
O ambiente estava em muito tesão e prazer, nós dois.
Alanna: Eu gosto disso Je, não me deixa sem.
Ali vi que realmente Alanna era mais "ativa" ela gostava da coisa.
Por algum motivo meu pau não amoleceu, talvez ainda com muito sangue nele, ou juntamente com o clima que estava ali... não sei.
Eu: Vem ... vamos pro quarto.
Arrastei ela levemente para o quarto.
Tirei o pano transparente que ainda a cobria.
Eu: Deita ai sua safada!
Ela riu
Alanna: Haha, o que isso Je?!
Eu: Vou te comer sua puta! - Disse mantendo o personagem antes criado.
Alanna: Serio? Eu quero. - disse com semblante alegre.
Ela deitou na cama, de barriga pra cima claro, e abriu as pernas para que eu veja a buceta e a penetrasse.
Seus seios brilhavam com a luz batendo naqueles seios melados, minhas mãos tambem estavam meladas e eu não me importava.
A penetrei e ela gemeu alto. Não me importava se a machucou ou não, eu estava louco com aquela ambientação gerada.
Eu: Geme mesmo sua puta! Grita, faz o que quiser... era isso que voce queria, vai ter!
Eu metia mesmo, socava forte queria fodela.
Ela gemia, fechava os olhos segurando os seios por baixo para balança-los e parecer ainda maiores, até chegava a bater em seu rosto.
Adorava velos ondulando com cada socada.
Antes ela falava, agora ela só sentia. E então eu quis falar...
Eu: Isso que voce queria sua vagabunda, toma pica!
Dava tapas nos peitos dela, não manerei. E apertei seus bicos e saia um pouco de leite.
Alanna: Isso Je... me fode, me xinga, me bate... só não me deixa sem rola! - disse em tom alto.
Alanna: Não para vou gozar... poe fundo Je vai vai! - disse gozando e soltando um ar de alivio e conforto.
Alanna: Que delicia Je... filho da puta... que gostoso.
Eu certamente gozei um pouco mais ali, nada demais, mas prazer com certeza senti.
Bom, depois disso não tivemos mais nada, ela estava satisfeita, não comentou nada mais sobre sexo, não demorou até ter nossa filha dias depois.
Alanna ficou meses de resguardo, nossa rotina mudou bastante, alem do mais, tinha um novo ser para cuidarmos e dar atenção.
Mas Alanna ainda era Alanna certo?!
Alanna tinha ganhado peso na gravidez, e depois do resguardo e dieta, ela recuperou até que bem o corpo e voltou sua velha forma, acredito que até mais bonita e renovada.
Confesso que estava tentando construir uma boa rotina, para que pudessemos aproveitar e claro termos nosso sexo como antes faziamos, estava com saudades de fazer e tranquilo.
Alanna com certeza se estressou bastante para se adaptar, mas se adaptou. E veio algumas mudanças com isso. Começamos ir menos a igreja e Alanna começou a ficar mais vaidosa preocupada com o que iriam dizer a ela sobre o corpo depois de ser mãe.
Começou a vestir restidos um pouco mais colado, e decotes um pouco mais reveladores, nada demais, ela queria mostrar que ainda era atraente.
Eu quis fazer uma surpresa para ela, agora era minha vez... quando ela chegasse do trabalho.
Até então depois da filha, tivemos algumas rapidinhas, sexo corrido e preocupados, não focavamos muito nisso, apenas na adaptação.
Mas bem... vou deixar para continuar uma outra hora talvez.
Espero que tenham gostado desse devaneio, e lembranças dos meus dias com Alanna.
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