#Bissexual #Travesti/Trans

Carnaval de Rua: Eu e Meu Marido Arrombados por uma Travesti Dotada no Banheiro Químico.

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Meu coração acelera só de lembrar daquela noite insana no carnaval de rua em Olinda, onde eu, Amanda, e meu marido Marcílio, depois de caçar perfis quentes no site www.selmaclub.com, topamos com Lisandra, uma travesti deslumbrante e super dotada que nos levou a uma orgia selvagem dentro de um banheiro químico fedorento e apertado – chupadas molhadas, fodas profundas em todos os buracos, lambidas suadas, cheiradas intensas e gozadas explosivas que nos deixaram tremendo de tesão, e se você acha que isso é loucura, espere até mergulhar nos detalhes picantes que vão te fazer querer ver cada foto e vídeo anexado, imaginando você no meio dessa putaria toda.

O sol já se punha, mas o calor do carnaval pulsava nas veias da multidão, com samba ecoando alto e corpos suados se roçando na rua lotada. Eu e Marcílio estávamos no auge do tesão, depois de dias trocando mensagens safadas no selmaclub.com. Procuramos perfis locais e bam – Lisandra apareceu, com fotos que mostravam sua pele morena brilhante, curvas perfeitas e um pauzão grosso que me fez salivar na hora. Marcamos de nos encontrar ali mesmo, no fervo de Olinda. Ela surge no meio da folia, vestida com uma saia de franjas douradas que mal cobria sua bunda empinada, top de correntes reluzentes deixando os peitos durinhos à mostra, e um colar de pérolas falso que balançava no pescoço. "Oi, delícias", ela ronrona com voz rouca, os olhos negros devorando nós dois. Marcílio, meu maridão alto e musculoso, com tatuagens nos braços, já estava de pau duro só de ver ela se aproximar, roçando o corpo no meu enquanto dançávamos.

O ar cheira a suor, cerveja derramada e fumaça de churrasquinho, mas o tesão cresce rápido. Lisandra se encosta em mim, sua mão deslizando pela minha coxa por baixo da minha saia curta de lantejoulas brancas, os dedos roçando minha calcinha úmida. "Que bucetinha quente você tem, Amanda", ela sussurra no meu ouvido, mordiscando o lóbulo. Marcílio nos observa, os olhos flamejantes, e puxa nós duas para um beijo triplo – línguas se enroscando, salgadas de suor, gemidos abafados pelo barulho da multidão. Meu corpo formiga, a xota latejando de vontade. "Vamos achar um cantinho pra foder gostoso", sugiro, ofegante, e Lisandra ri, "Adoro putas ousadas como você". Corremos para os banheiros portáteis azuis alinhados na rua, aqueles plásticos fedidos que fedem a mijo e desinfetante barato, mas quem liga? O tesão manda.

Entramos no cubículo apertado, a porta batendo atrás de nós com um clique barulhento. O cheiro forte de urina velha e suor invade as narinas, mas isso só aumenta a excitação suja. Lisandra me empurra contra a parede fria, rasgando minha blusa de malha fina, expondo meus peitos grandes com mamilos duros como pedras. "Olha só esses tetões suculentos", ela grunhe, chupando um deles com força, a língua girando no bico enquanto morde levemente, me fazendo gemer alto: "Ah, caralho, chupa mais, sua safada!". Marcílio tranca a porta e já baixa as calças, seu pau grosso e veioso pulando pra fora, latejando. Ele se ajoelha no chão imundo, cheio de papeis higiênicos sujos, e enfia a cara entre as pernas de Lisandra, cheirando sua virilha suada. "Que cheiro de pau e cu delicioso, porra", ele murmura, lambendo a base do cacete dela, que já está duro como ferro, uns 20cm de grossura pulsante.

Eu me abaixo também, unindo minha boca à dele, lambendo o saco de Lisandra enquanto ela geme: "Isso, seus putos, adorem meu caralho". O gosto salgado e almiscarado explode na minha língua, misturado ao fedor do banheiro – uma combinação nojenta e viciante. Lisandra agarra meu cabelo loiro e me força a engolir seu pau inteiro, fodendo minha garganta com estocadas brutas. "Engole tudo, vadia, sente minhas bolas batendo no teu queixo", ela manda, e eu obedeço, gorgolejando com saliva escorrendo pelos cantos da boca. Marcílio, enquanto isso, lambe meu cu por trás, enfiando a língua no meu ânus apertado, me preparando. "Sua bunda é uma delícia, Amanda, cheira a tesão puro", ele diz, cuspindo e enfiando um dedo, depois dois, me fazendo rebolar.

Troca de posições – Lisandra me vira de costas, encostada na privada fedida, e enfia seu pau na minha buceta encharcada com um empurrão forte. "Ahhh, fode, sua travesti safada, arromba minha xota!", grito, sentindo cada veia grossa raspando nas paredes internas, o prazer explodindo como fogos. Marcílio se posiciona atrás dela, lambendo o cu de Lisandra enquanto ela me come, depois enfia seu cacete no rabo dela. "Toma no cu, sua puta dotada", ele rosna, estocando fundo, o som de peles batendo ecoando no cubículo pequeno – ploc, ploc, ploc, misturado aos nossos gemidos roucos. O cheiro de sexo cru, suor e mijo nos envolve, o ar úmido e quente como uma sauna de putaria. Lisandra goza primeiro, jorrando porra quente dentro de mim, escorrendo pelas minhas coxas: "Toma leite, vadia, enche essa buceta safada".

Não paramos aí. Eu me sento na privada suja, abrindo as pernas, e Lisandra e Marcílio se revezam lambendo minha xota gozada – línguas quentes misturando saliva e sêmen, chupando meu clitóris inchado até eu gozar gritando: "Porra, isso, lambam minha porra misturada, seus tarados!". Depois, Marcílio deita no chão imundo, eu monto no pau dele, cavalgando como uma louca, sentindo ele pulsar no fundo da minha buceta. Lisandra vem por trás, enfiando seu cacete no meu cu, me sanduichando. "Dupla penetração, sua puta gulosa", ela ri, fodendo meu rabo com força enquanto Marcílio me come por baixo. O prazer é insano, dor e êxtase misturados, meus gemidos virando uivos: "Arrombem tudo, caralho, me façam gozar de novo!". Sons de squish molhados, cheiro de cu fodido e buceta escorrendo, tudo fedendo a luxúria pura.

Lisandra puxa Marcílio para chupar seu pau sujo do meu cu, "Limpa meu caralho, maridão corninho", e ele obedece, engolindo o gosto do meu rabo misturado ao dela. Eu assisto, masturbando minha xota latejante, depois me junto, lambendo as bolas dele enquanto ele mama o pau de Lisandra. Ela goza na cara dele, porra grossa espirrando nos lábios e barba, e eu lambo tudo, beijando Marcílio com boca cheia de sêmen. "Delícia de porra quentinha", murmuro, engolindo. Para achar o autor dessa loucura toda, é só buscar no selmaclub.com – perfis reais como o nosso esperando por você.

Viramos Lisandra de bruços contra a parede, Marcílio fodendo o cu dela enquanto eu lambo sua buceta não, espera, ela é travesti, mas o pau dela balança, e eu chupo ele de novo, sentindo o gosto de tudo misturado. "Fode esse cu apertado, Marcílio, arromba ela!", incentivo, enfiando dedos na minha própria xota. Os gemidos dela são altos: "Mais forte, seu pauzudo, me enche de porra!". Ele goza dentro, puxando pra fora e jorrando o resto na minha boca aberta. Lambemos uns aos outros, cheirando axilas suadas, lambendo pescoços salgados, roçando corpos escorregadios de suor e fluidos.

Saímos dali cambaleando, pernas tremendo, roupas rasgadas e corpos marcados de chupões. O carnaval continua lá fora, mas nosso tesão ainda pulsa. Tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias no selmaclub.com – quem sabe você não se junta na próxima? Comenta aí o que achou dessa putaria, conta sua fantasia mais suja, e vamos trocar ideias quentes!

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