Traição hoje em maragogi
Meu pau ainda pulsa forte só de lembrar o que rolou HOJE, 17 de fevereiro de 2026, nessa tarde quente pra caralho em Maragogi. Peguei a Joelma, a vizinha recatada que todo mundo acha uma santa, e transformei ela numa vadia gritando e implorando nos escombros devorados pelo mar. Começou com uma caminhada “pra desestressar”, mas eu a enchi de sacanagem no ouvido, elogiando cada centímetro daquele corpo gostoso, até ela tirar tudo e posar nua só pra mim, jurando que era segredo eterno. Ela nem desconfia que cada foto suada, cada gemido rouco, cada close no cu arrombado já tá no selmaclub.com no meu perfil Caçador de Casadas. Chupei a buceta encharcada dela até ela tremer nas pernas, lambi o cu cheiroso e apertado como se fosse o último dia da Terra, meti forte na buceta em pé contra as paredes quebradas, e mesmo ela jurando de pés juntos que o cu era território proibido desde os tempos de novinha, cedeu tudo. Dor, lágrimas, prazer insano, gritos abafados pelas ondas violentas, gozada quente enchendo o rabo dela até transbordar. Depois nos lavamos no mar gelado, vestimos as roupas pingando e voltamos pra casa fingindo que nada aconteceu. O Paulo chega amanhã de viagem, mas o fim de semana tá só começando — e as fodas vão ficar cada vez mais pesadas e sujas.
Sou eu, Marcelo, na minha casa de praia aqui em Maragogi, olhando pela janela a casa dela. Hoje de manhã ela tava lá na sala, suéter cinza clarinho colado nos peitos pesados, jeans marcando a bunda redonda, sorrindo toda inocente como se o mundo fosse só café da manhã e faxina. O Paulo saiu cedo pro aeroporto, deixou ela sozinha, e eu já sabia que ia ser o dia. Convidei ela pra caminhar: “Joelma, vem comigo na praia agora. Tá um calor do caralho, você precisa relaxar… e eu preciso ver essa bunda balançando na areia.”
Ela riu, corou: “Seu safado sem vergonha. O Paulo acabou de sair, e você já quer me comer?”
“Exato, vadia. Enquanto ele tá no avião, eu vou te fazer gozar gritando. Vem logo.”
Saímos. Ela de shortinho curto que mal cobria a bunda, blusinha fina sem sutiã, peitos balançando a cada passo. Caminhando na areia quente, vento salgado batendo, eu comecei:
“Porra, Joelma, olha pra você hoje. Esse rosto de puta disfarçada de esposa fiel, esses olhos castanhos que me fodem só de olhar… Esses peitos? Caralho, estão saltando dessa blusa, mamilos durinhos marcando o tecido. E essa bunda? Redonda, empinada, dá vontade de agarrar, abrir e enfiar a língua até o fundo.”
Ela mordeu o lábio: “Marcelo, para… alguém pode ver.”
“Ver o quê? Que você tá molhada só de ouvir isso? Que sua calcinha já tá encharcada pensando na minha pica?”
“Seu filho da puta… é verdade. Faz tempo que não sinto tesão de verdade. O Paulo mete três vezes e dorme.”
“Então hoje você vai sentir o que é ser fodida de verdade. Vem pros escombros ali. Ninguém vai ouvir seus gritos.”
Chegamos nas ruínas: paredes tortas, buracos nas janelas, ondas batendo forte e abafando tudo.
“Posa pra mim, Joelma. Só uma foto do teu sorriso safado.”
Ela posou. Eu pedi mais: “Tira a blusa agora. Mostra esses peitos maravilhosos. Só entre nós, juro pela minha vida.”
“E se alguém aparecer?”
“Ninguém vem aqui, porra. Tira logo, quero ver esses mamilos castanhos durinhos no vento.”
Ela tirou. Peitos enormes saltaram livres, mamilos grandes e duros. “Caralho, que tetas perfeitas! Vem cá.” Chupei um devagar, rodando a língua.
“Ai, Marcelo… chupa mais forte, seu safado! Morde o mamilo, vai!”
Tirei o short dela, a calcinha pingando. Buceta depilada, lábios inchados, mel escorrendo. Ajoelhei:
“Abre as pernas, vadia. Deixa eu provar essa buceta casada que ninguém come direito.” Lambi devagar, sugando o clitóris.
“Porra, lambe gostoso! Enfia a língua fundo… ahhh, chupa meu mel todo, seu puto! Tô gozando na tua boca!”
Virei ela de costas, empinei contra a parede quebrada. Cheirei a bunda: suor fresco, sal do mar, tesão forte.
“Que cu cheiroso, Joelma. Abre pra mim.”
Ela abriu as nádegas: “Ai, que vergonha… mas lambe, vai! Lambe meu cu suado, enfia a língua inteira!” Enfiei fundo, sentindo o anel apertar.
“Caralho, isso é delícia! Fode minha bunda com a língua, Marcelo! Me deixa louca!”
Baixei a calça: “Olha o que você fez, sua puta. Agora abre essa buceta.” Meti forte em pé, socando até o talo.
“Mete, porra! Fode essa buceta casada! Mais forte, caralho! Me arromba com essa pica grossa!” Peitos balançando loucamente, som de carne batendo misturado às ondas.
Ela parou, ofegante: “O cu não… só dei uma vez quando era novinha, dói pra caralho, nunca mais quis.”
“Deixa eu te abrir de novo, vadia. Vai ser gostoso pra porra. Prometo ir devagar… depois você vai implorar por mais socadas.”
“Você é louco… mas tô pingando de tesão. Vai devagar, por favor, senão eu grito alto demais.”
Cuspi no cu dela, espalhei com o dedo. Ela gemeu: “Ai, tá entrando… devagar, caralho, tá grosso demais!” Posicionei a cabeça e empurrei.
“Porraaaa! Tá rasgando meu cu! Para, dói pra cacete!” Lágrimas escorrendo, unhas cravadas na pedra.
“Relaxa, sua putinha. Respira fundo… olha como tá engolindo tudo direitinho.” Atolando devagar até o talo. Ela gritou rouco:
“Fode, seu filho da puta! Atola tudo nesse cu apertado! Me rasga, vai! Me arromba de uma vez!”
Meto forte agora, socando sem dó. O cu quente pulsava em volta da pica, dor virando prazer puro.
“Mais rápido! Arromba meu cu, Marcelo! Me faz gozar com o rabo fodido!”
“Você é uma vadia safada, Joelma! Toma porra no cu!”
“Enche, caralho! Goza dentro do meu cu virgem de novo! Quero sentir quente escorrendo pelas coxas!”
Gozei forte, jorrando fundo, sentindo as contrações me apertar. Ela tremeu inteira:
“Tô gozando, porra! Meu cu tá gozando na tua pica grossa! Ahhh, caralho!” Buceta pingando no chão de pedra. Ofegantes, suados, ondas lambendo nossos pés.
Entramos na água gelada.
“Olha esses peitos flutuando, vadia. Lava bem essa buceta melada e esse cu cheio de porra quente.”
Ela riu, voz rouca: “Você é um demônio, Marcelo… mas quero mais. Amanhã o Paulo chega, mas à noite, quando ele dormir no sofá depois da cerveja… você vem pela varanda dos fundos?”
“Claro, sua puta. Amanhã te fodo no quintal, na cozinha, no quarto de hóspedes. Vou te deixar marcada de porra em todo canto dessa casa.”
Vestimos as roupas molhadas, voltamos devagar pela areia. O corno nem sonha com a vadia escandalosa que a esposa virou HOJE.
Isso foi só o começo, Joelma. O fim de semana de 17 a 19 de fevereiro de 2026 tá inteiro pela frente pra mais fodas insanas, mais buracos sendo arrombados, mais gozadas escorrendo. Mais aventuras em breve, com novas postagens diárias no selmaclub.com — procura pelo Caçador de Casadas pra ver as fotos e vídeos reais dessa puta gritando meu nome hoje mesmo. Tudo meu publico em www.selmaclub.com
Comenta aí embaixo: qual parte da sacanagem de hoje te deixou mais louco? O que você faria com a Joelma se estivesse no meu lugar? Quer ver ela implorando por dupla penetração na próxima? Solta o verbo, me conta tudo que tá passando na tua cabeça safada. Eu leio cada comentário e fico ainda mais duro planejando a próxima foda. Vai, não segura!
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