Leite de pai, leite de filhoS
Quando Caio, o irmão mais novo, descobre as sacanagens de Lucas e papai, a brincadeira familiar fica mais divertida.
Parte 1 - /2026/02/conto-126979
Dois anos depois.
A casa ainda cheirava a café fresco e a segredos velhos, mas os corpos tinham mudado sutilmente. Lucas, aos 16, já não era mais o menino desengonçado de antes. Os ombros ganharam largura de quem carrega peso na academia do clube duas vezes por semana, o abdômen mostrava linhas suaves quando ele se esticava, e o rastro de pelos escuros descia do umbigo até a virilha, onde o pau — ainda pequeno pros padrões alheios, uns 12,5 cm no máximo — agora ficava mais grosso na base e gozava um volume maior: jatos mais densos, uns 5 ml, menos ralo, mais cremoso. Ele ainda gostava de se sentir “menino” perto do pai, mas já sabia usar o corpo com mais malícia.
Caio, o caçula, acabara de completar 14 há poucas semanas. Desenvolvimento tardio como o irmão, talvez pior. 1,53 m de pura delicadeza: cintura fina que o pai conseguia envolver com as duas mãos grandes, costelas marcadas quando respirava fundo, pele lisa como seda sem um pelo sequer no tronco ou nas coxas. A penugem pubiana era quase branca de tão loira e rala, mal escondia a base do pau. O rosto continuava de anjo caído: olhos enormes, boca rosada e carnuda, bochechas que coravam fácil. As meninas da escola ainda cochichavam “fofinho demais pra ser real”, e ele odiava… mas ficava duro só de imaginar alguém dizendo isso enquanto o olhava.
O pau do Caio era a prova máxima da imaturidade física: ereto, mal passava de 10 cm — fino como um dedo indicador, reto, glande pequena e hipersensível, rosada como bala de morango. As bolas minúsculas ficavam coladinhas no corpo, quase invisíveis sob a penugem clara. Ele tinha orgasmos intensos desde os 9 quando aprendeu a se esfregar, corpo todo convulsionando, gemidos altos e finos, pernas tremendo, mas ejaculação? Nem uma gotinha. Só um fiozinho transparente de pré-gozo que escorria devagar da cabecinha quando gozava seco, e depois o pauzinho ficava mole, sensível ao ponto de doer se tocassem por uns minutos.
Caio agora estudava de manhã, junto com Lucas, mas ele sempre descia mais tarde porque tomava banho depois do irmão. Foi numa quarta-feira comum, 6:37 da manhã, que Caio desceu as escadas descalço, de short de tactel cinza folgado e regata velha, cabelo bagunçado caindo nos olhos. Queria tomar uma água antes do banho. A cozinha estava na penumbra azulada de sempre, mas o ar estava pesado, cheirando a macho, leite morno e tesão.
Ele parou na porta.
Lucas estava de costas, cueca preta abaixada até as coxas, punhetando o pauzinho ereto com movimentos rápidos e precisos. A caneca vermelha — a do pai — já tinha leite e Toddy misturados, esperando. O pai, encostado na pia, bermuda de tactel nos tornozelos, segurava o pau grosso e pesado com uma mão na base, a outra na nuca do Lucas, guiando a cabeça do filho mais velho pra baixo enquanto batia devagar.
— Isso, filhão… goza logo. Quero seu leitinho fininho no meu achocolatado antes de sair pro trampo.
Lucas gemia baixinho, quadril empurrando na mão.
— Tá quase, pai… ahn… vou encher…
Caio deixou escapar um “puta merda…” muito baixo.
Os dois viraram na hora.
Lucas congelou, mão ainda segurando o pau pulsando, gota de pré-gozo pingando no piso. O pai só ergueu uma sobrancelha, sem soltar a nuca do filho, o pau grosso balançando pesado, veias saltadas, glande brilhando.
Caio ficou plantado, short marcando uma barraca imediata e ridiculamente pequena, rosto pegando fogo, olhos grudados no pau do pai e depois no do irmão.
— Eu… vim pegar água… — voz fina e tremendo.
O pai deu um riso rouco, grave, que fez a barriga de Caio contrair.
— Vem cá, Caio. Não adianta fingir que não tá vendo.
Caio andou devagar, pernas moles. Parou a um metro. O cheiro era insuportável: suor masculino, pré-gozo, chocolate.
Lucas largou o próprio pau e se aproximou por trás do caçula, abraçando pela cintura fina. Mão direita deslizou por dentro do short de tactel, envolvendo o pauzinho pequeno com facilidade — dois dedos na base, polegar na cabecinha.
— Caralho, mano… igualzinho o meu com 19. Pequeno, sensível pra porra… olha como tá babando só de encostar.
Caio soltou um gemidinho agudo, quadril empurrando involuntariamente na mão do irmão.
O pai pegou a caneca preta — a antiga do Lucas — e estendeu pro caçula.
— Você vai fazer igual o maninho fazia todo dia. Goza aí dentro. Quero ver se o seu é tão ralinho quanto parece.
Caio tremia inteiro.
— Eu… eu não gozo… sai nada… só seco… — confessou, voz quase chorosa de vergonha e tesão.
O pai se aproximou, pau grosso roçando na barriga magra do caçula por cima da regata.
— Eu sei, filhote. E eu quero exatamente isso. Quero ver você tremer, gemer igual uma putinha, gozar seco enquanto a gente te assiste. Depois você bebe o nosso. Tudo.
Lucas acelerou a punheta no pau do irmão, rodando o polegar na glande hipersensível, apertando de leve a cabecinha a cada volta.
— Relaxa, Caio… deixa vir. Mostra pro pai como você goza bonitinho.
Caio jogou a cabeça pra trás, boca aberta, gemendo alto e fino.
— Mano… pai… eu… ahn… vou… vou gozar…
O corpinho todo se contraiu. Pernas bambas, barriga tremendo, peitos subindo e descendo rápido sob a regata. O pauzinho pulsou forte entre os dedos do Lucas — nada saiu, só um fiozinho claro escorrendo devagar da uretra —, mas o orgasmo foi violento: gemidos agudos ecoando, corpo se contorcendo, lágrimas de sensibilidade nos cantos dos olhos. Lucas continuou estimulando devagar, prolongando, até Caio choramingar “para… tá doendo… sensível demais…”
O pai pegou o caçula no colo com facilidade — era leve como uma criança —, sentou na cadeira da cozinha e colocou Caio de frente pra ele, pernas abertas sobre as coxas grossas do pai. O short foi puxado pra baixo num movimento só. O pauzinho mole e vermelho caiu, ainda pingando pré-gozo.
— Agora a gente vai brincar de verdade — disse o pai, voz rouca.
Ele segurou o pau pequeno do Caio com uma mão enorme e começou a masturbar devagar, enquanto a outra mão subia pela regata, apertando os mamilos rosados e duros.
Lucas se ajoelhou entre as pernas dos dois, pegou o pau grosso do pai e começou a chupar devagar, lambendo da base até a glande, engolindo metade com esforço.
Caio olhava tudo, olhos vidrados, gemendo sem parar.
— Pai… mano… isso é… ahn…
O pai acelerou a punheta no caçula.
— Goza de novo, moleque. Goza seco enquanto vê o irmão chupar o pau do pai.
Caio gozou outra vez em menos de um minuto — seco, intenso, corpo arqueando, gemidos virando gritinhos. O pai não parou; continuou estimulando, forçando um terceiro orgasmo seco em sequência. Caio choramingava, sensibilidade insuportável, mas o pauzinho teimava em ficar meio duro, babando.
Lucas levantou, pauzinho ereto pingando, e se posicionou atrás do caçula. Passou a glande fina na entrada da bunda magra, sem penetrar, só esfregando, marcando com pré-gozo.
— Quer sentir o maninho dentro, Caio? Ou quer primeiro o do pai?
Caio tremia, voz rouca de tanto gemer.
— Os dois… por favor…
O pai riu baixo, satisfeito.
— Bom menino.
Ele levantou Caio de novo, virou de costas, sentou o caçula no colo devagar. O pau grosso roçou na entrada apertada, só a glande encostando, sem forçar entrada ainda. Lucas se aproximou pela frente, segurou o pauzinho do irmão e começou a punhetar enquanto chupava o pescoço do caçula.
Os três ficaram assim por longos minutos: pai esfregando a glande na bundinha virgem, Lucas masturbando e lambendo o pescoço e os mamilos do caçula, Caio gemendo sem parar, gozando seco pela quarta vez, corpo todo mole de tanto prazer.
Finalmente o pai falou, voz grave:
— Agora as canecas.
Ele colocou Caio no chão de joelhos. Lucas e o pai se masturbaram juntos sobre as duas canecas: a preta pro Caio, a vermelha pro Lucas.
Lucas gozou primeiro — jatos finos mas mais densos que antes, enchendo o fundo da vermelha com um leitinho branco leitoso.
O pai veio em seguida: jatos grossos, abundantes, enchendo a preta até quase a metade com porra cremosa, opaca, cheiro forte de macho adulto.
Entregaram as canecas pro caçula.
— Bebe primeiro a do pai. Depois a do maninho.
Caio levou a preta à boca, tomou goles grandes, sentindo o sêmen grosso e quente descer pela garganta, misturado ao chocolate. Depois a vermelha, mais rala, mais doce, mas ainda com o gosto do irmão.
Os dois olharam pra ele, paus semi-duros.
— Amanhã — disse o pai — você goza junto. Seco ou não, você vai encher a caneca do pai com seus gemidos. E a gente vai te fazer gozar até não aguentar mais.
Lucas se abaixou, beijou a boca do caçula devagar, língua entrando, compartilhando o gosto de porra.
— Bem-vindo de vez, maninho. Agora somos três… e a brincadeira só tá começando.
Caio, ainda tremendo, pauzinho mole e vermelho entre as pernas, só conseguiu assentir, olhos brilhando de tesão e rendição.
E o dia mal tinha começado.
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Comentários (1)
Jaison: Tesão demais essa cumplicidade de pai e filho. E a mamãe cadê? Hehe
Responder↴ • uid:2cqba3mxi9