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A supresa de Jonas - FINAL

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Último capítulo da história de Juliano, comentem o que acharam dessa história e seu final, e se querem outra.

Jonas acordou primeiro, como sempre, virou na cama king size e ficou olhando o Juliano. Jonas chegou perto, beijando a testa, o nariz, as bochechas, até a boca.
O beijo foi leve no começo, mas Juliano acordou com um suspiro, abrindo os olhos azuis e sorrindo.
“Bom dia, amor…”
falou Juliano com voz de sono, esticando os braços para abraçar Jonas.
“Bom dia, meu loirinho”
Ele passou por cima com cuidado, apoiando o peso para não machucar o Juliano. As pernas do Juliano se abriram sozinhas, apertando a cintura dele, puxando mais perto.
Jonas beijou o pescoço, lambendo a pele sentindo o pulso acelerar.
“Você tá tão gostoso, tão macio, adoro acordar assim, te sentindo todinho meu”
Juliano gemeu baixinho quando Jonas chegou nos mamilos. Chupou um deles com calma, a língua girando, até ficar durinho, e mordeu de leve.
Jonas sorriu no peito dele, beijando até a virilha, abriu as pernas devagar, beijando as coxas, lambendo até chegar no cuzinho. Cuspiu ali, e enfiou a língua devagar, abrindo o Juliano com cuidado, gostando do sabor. Juliano gemeu alto, as mãos nos cabelos de Jonas, puxando de leve.
“Assim… devagar… me prepara…”
Jonas continuou lambendo por um tempão, até ficar molhado e relaxado. Depois subiu, colocando o pauzão duro na entrada, a ponta rosada tocou o cuzinho esfregando devagar, espalhando o líquido.
“Olha pra mim, amor… quero ver seus olhos quando eu entrar”
Juliano concordou, mordendo o lábio, os olhos azuis nos olhos verdes do Jonas. Ele empurrou devagar, sentindo o calor apertado em volta, quando entrou todo, parou, beijando a boca do Juliano com carinho. Eles começaram a se mexer juntos, devagar, Jonas ia fundo, mas sem pressa cada empurrão era um carinho, os quadris girando.
Juliano mexia a bunda pra acompanhar, as pernas apertando a cintura dele, as mãos nas costas, arranhando de leve.
“Eu te amo tanto” dizia Jonas beijando, lambendo as lágrimas boas do Juliano.
“Eu também te amo”
Jonas acelerou um pouco, mas sem perder o carinho. Uma mão fazia massagem no pauzinho, a outra segurava o rosto do Juliano, fazendo ele olhar nos olhos enquanto ele entrava.
“Vai gozar pra mim… goza olhando pro seu macho”
Juliano gozou primeiro, o corpo tremendo devagar, gemendo o nome do Jonas. O aperto gostoso fez Jonas gemer também, enfiando tudo de uma vez e gozando dentro dele.
Eles ficaram abraçados um tempão, Jonas ainda dentro dele, beijando a testa, o nariz, as bochechas, a boca.
“Você é perfeito meu amor” falou Jonas, saindo devagar e deitando do lado, puxando Juliano pro peito. Juliano ficou ali, ouvindo o coração dele bater, ainda sentindo o gozo quente saindo.
“Tenho uma surpresa pra você hoje à tarde” disse Jonas, fazendo carinho no cabelo dele.
“Quero que você fique esperando por mim. Toma banho, se arruma bonito, roupa que eu gosto, aquele shortinho branco e a camiseta. Sem nada por baixo, quero te ver assim quando eu chegar”
Juliano olhou pra cima, curioso.
“Surpresa? Que surpresa?”
Jonas riu, beijando o nariz dele
“Você vai ver. Mas promete que vai esperar?”
“Prometo” respondeu Juliano, beijando o peito dele.
Jonas se levantou devagar, se vestindo pra ir pra academia. Antes de sair, deu um beijo na boca do Juliano.
“Te amo, já volto. E prepara essa bunda… porque a surpresa vai te deixar louco”
Ele saiu, deixando Juliano sozinho na cama, o corpo quente, o gozo escorrendo.

Jonas abriu a porta do apê com a chave e atrás dele Davi e Arthur, os dois grandões, fortes, com uma tensão no ar e um quê de satisfação meio cruel.
Davi com o cavanhaque de sempre e aquele sorriso de canto, Arthur com a barba rala e o olhar de predador que Juliano conhecia bem demais.
Juliano tava na sala, de shortinho jeans e camiseta branca, igualzinho Jonas tinha pedido antes de ir pra academia. Ele tinha se arrumado pra surpresa sem nada por baixo, limpo e cheiroso, esperando o namorado com um sorriso que sumiu na hora que viu os três juntos.
“Amor?” a voz de Juliano saiu fraquinha, os olhos arregalados indo de Jonas pra Davi, depois pra Arthur
“O que... o que eles tão fazendo aqui?”
Jonas fechou a porta de boa, trancando com um clique. Cruzou os braços, a camiseta da academia ainda suada.
“Eu tô ligado em tudo Juliano”
“Eu... eu não tô entendendo ligado em quê?”
Jonas chegou mais perto, a voz baixa, controlada.
“Do Davi, do Arthur, das vezes que eles vieram aqui enquanto eu tava fora. Das fotos que você mandou pro Arthur, das transas na nossa cama, no sofá, no banheiro da academia, sei de tudo”
Juliano sentiu as lágrimas vindo na hora, o rosto vermelho de vergonha, abriu a boca, mas não saiu nada.
“Como... como você...?”
Jonas levantou o celular, o celular de Juliano, que ele tinha deixado na mesinha. “Você esqueceu de apagar as conversas com o Arthur, e o Davi... ele não é tão esperto quanto pensa. Deixou o celular no vestiário ontem, eu vi as mensagens, as fotos, os áudios, tudo!”
Davi deu um passo, o sorriso torto aumentando.
“Aí, foi mal, chefe. Mas você pediu pra eu cuidar dele enquanto viajava, eu cuidei, cuidei bem”
Arthur riu baixo, encostado na parede, de braços cruzados.
“E eu? Só entrei na onda depois. Mas, caraca, Jonas... seu namoradinho é demais. Você não sabe o quanto ele geme quando tá sendo comido na sua cama”
“Por favor... para... não faz isso...”
Jonas abaixou na frente de Juliano, segurando o queixo dele, fazendo ele olhar nos olhos.
“Eu quero ouvir deles. Quero que você escute também” Levantou e olhou pro Davi. “Fala! Conta como era”
Davi fez um cara de tanto faz, como se contasse uma história qualquer.
“Era demais, chefe, a primeira vez que vim aqui sozinho, ele abriu a porta de pijama curto, sem nada por baixo. Encostei ele na parede e já meti dois dedos no cuzinho dele. Ele gemeu alto, tremendo todo, depois levei pro sofá, vesti ele de coelhinha e comi ele ali mesmo. Ele mexia a cintura, gemendo baixinho. Gozou duas vezes antes de eu encher ele de porra”
Arthur continuou
“Eu entrei depois, comi ele na cama de vocês. De quatro, puxando o cabelo, enfiando fundo enquanto ele gritava meu nome. O cuzinho dele apertava forte toda vez que eu ia até o fim, gozava sem nem tocar nele só com meu pauzão rasgando ele”
Davi riu.
“E tinha as fotos. Ele mandava pro Arthur de quatro, bundinha pra cima”
Jonas ouviu tudo quieto, a cara fechada, ele abaixou de novo na frente de Juliano, que chorava baixinho, abraçando os joelhos.
“Recebi uma proposta hoje, a rede de academias quer que eu seja chefe de uma filial nova lá em Campinas. O salário é melhor, a casa é por conta deles e ainda tem chance de subir na carreira. Só que é mó longe e eu ia ter que ir sozinho nessa”.
O Juliano ficou sem ar
“Sozinho? Mas… e eu?”
Jonas olhou pra ele, com os olhos verdes cheios de raiva e tristeza.
“Eu até te perdoava, Juliano. Te levava comigo mas só se você fizesse uma coisa. Só uma e você decide agora”.
O Juliano engoliu seco, já chorando.
“O que… o que seria?”
“Eu quero que vocês três fiquem juntos. Eu quero ver você sofrendo na mão deles, se você fizer isso eu te desculpo. E a gente vai junto pro interior, recomeça do zero. Se não… acabou pra gente”
Juliano arregalou os olhos, tremendo todo. Davi ainda piscou pra ele, e o Arthur passou a língua nos lábios.
“Eu… eu topo”
sussurrou o Juliano, com a voz falhando. “Por você… eu faço qualquer coisa”.
Jonas só balançou a cabeça, com cara de poucos amigos.
“Então vai pro quarto, tira fica de quatro na cama”.
Juliano fez o que ele mandou, com as pernas bambas e o coração na boca.
Chegou no quarto, tirou a bermuda e a camiseta, ficou pelado, todo arrepiado de frio e de medo. Subiu na cama, de quatro, com a bunda empinada,
Os três entraram, Jonas sentou numa cadeira no canto, cruzou os braços e ficou só olhando. Davi e o Arthur foram tirando a roupa, mostrando os corpos sarados e os paus duros já, com as veias saltando e a ponta molhada.
O Davi foi o primeiro, subiu na cama atrás do Juliano, abriu a bunda dele na marra, mostrando o cu. Cuspiu ali mesmo, e enfiou dois dedos sem dó, abrindo o buraco nojento com força.
“Tá sentindo isso, loirinho? Meus dedos abrindo o teu cu… tá molhadinho já, né? Sabendo que vai pegar três hoje”.
Juliano gemeu baixinho, chorando, e olhou pro Jonas, que tava ali parado, só olhando.
Arthur se ajoelhou na frente, com o pau na mão, esfregando a ponta na boca do Juliano.
“Abre a boca, vadia. Chupa enquanto o Davi te prepara, eu quero sentir você engolindo tudo”.
Juliano abriu a boca, lambeu a ponta do pau e começou a chupar devagar enquanto o Arthur falava
“Tá sentindo o gosto?”.
Davi botou o pau no cu dele, enfiando com tudo, até o final, Juliano gritou.
“Isso… sente só meu pau te rasgando, batendo lá no fundo do teu rabo, você adora isso, né? Adora ser arrombado enquanto o Jonas assiste”.
O Davi socava com força, e o Arthur enfiava na boca do Juliano no mesmo ritmo, fazendo ele engasgar.
“Engole tudo, tua garganta tá bem apertadinha, olha só como você baba no meu pau vadia safada”.
Eles trocaram Arthur foi pra trás, enfiando o pauzão no Juliano, abrindo ele cada vez mais.
“Tá sentindo? Meu pau te abrindo mais que o do Davi te rasgando até você chorar, goza pra mim”
O Davi foi pra frente, fodendo a boca do Juliano, com as bolas batendo no queixo dele.
“Chupa gostoso, engole minhas bolas agora, isso… caralho, que língua quente”
Juliano gozou primeiro, tremendo todo, e o Arthur gozou junto, enchendo o cu dele de porra quente, que escorria pelas pernas. O Davi gozou na boca do Juliano logo depois, e ele teve que engolir tudo, tossindo.
Mas eles não pararam por aí, Jonas finalmente levantou, abriu a calça e foi pra frente do Juliano enquanto o Davi e o Arthur trocavam de lugar de novo. Os três se revezavam: um na boca, outro na bunda, e o outro pegava nos mamilos, falando tudo o que tava acontecendo.
No final, os três gozaram juntos, o Jonas na boca, e o Davi e o Arthur no cu, enchendo o Juliano todo de porra.
Ele tava tremendo, suando, cheio de porra e lágrimas. Jonas se vestiu em silêncio e olhou pro Juliano jogado na cama
“Eu te desculpo. Mas amanhã a gente vai embora pra Campinas e isso nunca mais vai acontecer”.
Davi e o Arthur saíram rindo, deixando o Juliano sozinho com o Jonas.

No outro dia no vestiário estavam Davi, sem camisa, secando o peitoral suado, o cavanhaque brilhando, e a bermuda de tactel marcando o volume, só de lembrar da noite anterior. O Arthur do lado, abrindo o armário, rindo sozinho enquanto guardava os pesos.
“Mano… não tô acreditando até agora naquilo de ontem”
comentou o Arthur, balançando a cabeça
“O Jonas vendo a gente acabar com o loirinho na cama dele e o cara gozando sem parar na terceira vez. Que cena!”
O Davi soltou uma gargalhada e deu um tapa no peito.
“Foi animal, né? A bundinha dele tava toda inchada, vermelha, piscando cada vez que eu entrava com tudo. E ele chorando e gemendo ao mesmo tempo e chupando meu pau até o fundo da garganta, o moleque é profissional em gozar. Gozou quantas vezes? Umas cinco, seis?”
O Arthur bateu a porta do armário com força, ainda rindo, com um brilho no olhar. “No mínimo umas seis, e o Jonas ficou lá só olhando, durasso, mas com uma cara de quem ia matar a gente. No final, ele entrou na brincadeira e gozou na boca do loirinho enquanto a gente detonava a bunda dele”
O Davi se jogou no armário do lado, cruzando os braços sarados.
“E o melhor é que ele topou tudo, o Jonas falou que vai levar ele pra Campinas, mas, falando sério, o loirinho vai sentir saudade da nossa pica. Aquela bunda apertada aceitando tudo mano, Arthur, nunca comi um cara tão bom.”
O Arthur riu mais alto e deu um tapão no ombro do Davi
“Mandou bem, hein, novato? Destruiu ele como se fosse seu. Vi você socando com vontade, batendo as bolas na bunda dele, fazendo ele gritar. Tá virando profissional em arrombar”
O Davi deu um sorriso malicioso, mostrando o bíceps de zoeira.
“Pode pegar ele quando quiser, Arthur ou melhor pode me pegar quando quiser. Minha bunda também aguenta uma pica grossa, quem sabe eu não deixo você me foder aqui na academia qualquer dia desses?”
O Arthur jogou a cabeça pra trás, rindo alto, com o som ecoando no vestiário vazio.
“Vai se foder! Tá querendo tomar no cu agora? Te arrombo até você chorar igual o Juliano. Mas agora falando sério, nunca mais vamos achar um cara daqueles. Pequeno, branquinho, cuzinho rosa.
Davi concordou voltando a sorrir com malícia.
“É… foi demais. Mas presta atenção… Campinas não é tão longe, podemos ir lá um fim de semana desses. Visitar o ‘amigo’. Duvido que o loirinho não vai abrir a porta de shortinho curto, sem nada por baixo, só esperando pica. O Jonas pode até perdoar, mas a bunda dele não esquece a gente.”
O Arthur riu de novo, fechando o armário e jogando a toalha no ombro.
“Fechou. Daqui uns meses a gente aparece lá de surpresa. (E aí, Juliano… viemos ver o Jonas) Aí a gente entra, tranca a porta e come ele na casa nova. Enquanto o Jonas tá na academia sendo o chefão bonzinho.”
O Davi deu um soco de leve no ombro dele, rindo.
“E a gente deixa a porra escorrendo nas coxas dele pro Jonas deitar depois e sentir o cheiro”
Os dois saíram do vestiário ainda rindo baixo, com o som das gargalhadas ecoando pelo corredor da academia.

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Comentários (1)

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  • Roberto: Já desconfiava que Jonas sabia das traições. Coitado perdoou e vai ser corno pro resto da vida. E Juliano me decepcionou, comportamento lamentável.

    Responder↴ • uid:1dak65uoik