Paulo e Juliano na cama da tia
A tia partiu cedo, tinha coisas pra fazer na cidade, e avisou que só voltaria lá pro final da tarde. A casa silenciou, com a excepção do som longínquo dos galos e o vento batendo nas janelas. Juliano estava no quarto compartilhado, ajeitando roupas, quando Paulo surgiu na porta. Ele ficou em silêncio de começo. Só ali, encostado, braços cruzados, o olhar fixo no corpo pequeno e branquinho do Juliano.
"Vem cá," Paulo disse baixinho, voz rouca, devia ta segurando o tesão a horas já. Juliano se virou devagar, sentindo o olhar pesado nas costas. Ele sabia o que viria. Desde aquela noite no celeiro, os dois quase nem se atreviam a ficar no mesmo lugar, de tão carregado o ar que ficava. Paulo veio em três passos largos, segurou Juliano pela cintura, levando-o pro quarto da mãe aquela porta sempre fechada, o cômodo mais proibido da casa.
"Paulo… aqui não", Juliano murmurou, mas já tava sendo empurrado com jeitinho contra a cama de casal, com a colcha florida, cheiro de lavanda e sabão caseiro.
"Aqui sim", Paulo respondeu fechando a porta com o calcanhar, né.
“Eu quero te ver naquela cama."
"quero te foder, onde ninguém nunca sonhou com isso, sabe?".
Virou Juliano, costas pra ele, as mãos grandes escorregando, descendo pelas costas finas e parando ali, na curva da cintura. Lentamente, Paulo puxou a bermuda de moletom pra baixo, expondo a bunda redonda, branca e macia do Juliano. O loirinho, nada por baixo. Paulo soltou um gemido, baixo, quase um som de animal ao ver aquilo.
"Caralho, olha isso", murmurou, ajoelhando atrás de Juliano, ainda vestido, sabia. As mãos grandes abriram as nádegas, tipo, com respeito, sabe, como se estivesse vendo algo sagrado.
"Você tem uma bunda de mulher, Juliano, serio. Tão redonda, tão empinada, parece feita pra ser comida".
Juliano ficou todo vermelho, mas empinou mais os quadris, tipo, por instinto. Aquele elogio sujo o deixou duro, mais duro ainda.
Paulo se abaixou, mordendo de leve uma das nádegas e depois lambeu a pele clara, deixando um rastro úmido.
"Tão branquinha, fica vermelha só de eu olhar".
Vê só como ela treme quando eu faço assim... Ele bateu com vontade, não muito forte, contudo o bastante pra fazer a carne sacudir. Juliano gemeu alto, as mãos presas na colcha.
“Paulo… por favor…”
“Por favor o quê, loirinho? Queres que eu te coma nessa cama da minha mãe? Queres que eu te abra todinho e te encha até não poderes mais? ”
Paulo levantou, tirando a camiseta rápido. O peitoral largo, os músculos torneados e a barriga chapada de tanto trabalho na roça brilhava com um suor fino. Ele desabotoou a calça, mostrando o pau grosso e pesado, já babando na ponta. Juliano mirou por cima do ombro, os olhos azuis cheios de desejo.
“Quero… quero você por inteiro. ”
Paulo cuspiu na mão, passando no pau e depois nas nádegas de Juliano, esfregando a cabeça grossa no anel apertado.
“Olha pra trás. Quero que vejas quando eu entrar. ”
Ele segurou os cabelos loiros com uma mão, puxando de leve pra Juliano arquear as costas ainda mais.
"Vê aquela bundinha se escancarando para mim... parece uma bucetinha pedindo."
Quando a cabeça entrou, Juliano soltou um gemido longo e tremendo. Paulo foi lento no começo, desfrutando cada pedacinho, os olhos fixos na visão da bunda branca engolindo o seu pau grosso.
"Caralho... você é tão apertado... tão bom... olha como ela engole tudo, Juliano. Olha como essa bundinha de mulher me engole inteirinho."
Ele começou a bater com mais força, as ancas batendo nas nádegas macias, o som ressoando no quarto quieto. A cama rangia sob o peso dos dois. Paulo agarrou as ancas de Juliano com as duas mãos, abrindo e fechando as nádegas a cada investida, apreciando o contraste da pele clara contra a dele, o jeito que a carne tremia e avermelhava.
"Você parece uma vagabundazinha, sabia? Tão delicado, tão branquinho... mas aguenta pau como ninguém."
Ele se inclinou sobre as costas de Juliano, mordendo o ombro enquanto enfiava fundo.
"Diz que gosta. Diz que gosta de ser fodido assim, na cama da minha mãe, com essa bundinha empinada pra mim."
“Gosto… caramba Paulo, eu gosto… me fode mais forte…”
Paulo perdeu totalmente a linha. Ele acelerou os movimentos selvagens, contudo precisos.
Uma mão desceu pra masturbar Juliano, agarrando o pauzinho pequeno e duro do loiro enquanto a outra firmava na cintura.
“Vai gozar pra mim, vai. Goza enquanto eu te encho.”
Juliano gozou antes, todo corpo tremendo, espirrando na colcha florida. O aperto do orgasmo fez Paulo grunhir alto, os quadris travando enquanto gozava fundo, enchendo Juliano até transbordar. Ele ficou ali, pulsando dentro dele, respirando pesado contra a nuca loira.
Quando enfim saiu, Paulo virou Juliano de barriga pra cima e deitou ao lado, puxando-o para o peito largo. Ele acariciou a bunda ainda vermelha com a palma da mão, quase com carinho.
“Você é doido, sabia? Me deixa doido de tesão só de olhar pra trás e ver essa bundinha tremendo.” Ele beijou a testa suada de Juliano.
“Da próxima, vou te botar de quatro no espelho do banheiro. Quero que você veja também como parece uma mulher quando te como.”
Juliano riu baixinho, exausto e satisfeito, aninhando-se contra o primo mais alto.
“Você é um pervertido.”
"E você adora" Paulo respondeu apertando a nádega uma última vez antes dele puxar a colcha pra cobrí-los. "Agora descansa" A tia ainda demora... e eu ainda num terminei com essa bundinha.
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Comentários (3)
Roberto: Que delicia, tá ficando cada vez melhor. .Juliano nem podia imaginar que essa ida pra fazenda fosse ser tão proveitosa e desestressante. Nada como uma boa rola pra se ficar calmo e satisfeito.
Responder↴ • uid:1dak65uoikAécio: Vc poderia colocar história desde o início, como começou.
Responder↴ • uid:g3ipe0518Aécio: Conto muito gostoso
Responder↴ • uid:g3ipe0518