#Incesto #Teen #Virgem

Natasha o vício em pornografia e o olhar do pai após ser pega se masturbando e assistindo porno

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Natasha

Depois daquele primeiro DVD, eu não consegui mais parar. Virou um vício.

Durante vários dias seguidos, sempre que a casa ficava vazia — pais trabalhando e irmão na escola —, eu repetia o ritual. Pegava um DVD diferente da coleção do meu irmão, colocava na sala, tirava a calcinha e me masturbava no sofá. Às vezes deitada no chão, às vezes de quatro imitando as posições das atrizes. Eu gozava várias vezes por sessão, gemendo alto porque sabia que estava sozinha.

O pornô ocupava minha cabeça o tempo todo. Na escola eu mal conseguia prestar atenção, só pensava em voltar para casa e assistir mais um. Era como uma droga. Quanto mais eu via, mais queria. Minha bocetinha vivia molhada, sensível, pedindo atenção.

Até que um dia tudo mudou.

Era uma quinta-feira. Eu tinha colocado “Piranhas do Caribe” de novo, minha cena favorita com o Kid Bengala. Estava de quatro no sofá, bunda empinada, dois dedos enfiados na boceta, gemendo enquanto via a ruiva levando aquela rola grossa no cu. Eu estava quase gozando quando ouvi o barulho da porta da sala se abrindo.

Era meu pai. Ele tinha voltado mais cedo do trabalho.

Ele parou na porta, olhos arregalados. Eu tentei fechar as pernas e puxar a saia, mas era tarde. O DVD ainda rodava na TV, gemidos altos enchendo a sala. Meu pai ficou vermelho, primeiro de raiva.

— Natasha! Que porra é essa?! — gritou, voz grossa e brava.

Ele foi até o DVD player e desligou tudo. Eu fiquei sentada no sofá, morrendo de vergonha, calcinha no chão, pernas ainda tremendo. Ele me deu um bronca forte, dizendo que eu era muito nova para isso, que não era coisa de menina direita, que ele ia conversar com minha mãe. Mas, no meio da bronca, eu percebi que o olhar dele mudou. Ele olhava para minhas pernas abertas, para meus seios marcando a blusa fina, para minha bocetinha ainda brilhando de tesão. Havia tensão no ar. Um silêncio estranho depois que ele parou de gritar.

Ele mandou eu ir para o quarto. Eu obedeci, envergonhada, mas com o coração acelerado.

A partir daquele dia, tudo ficou diferente. Meu pai começou a me olhar de outro jeito. Quando eu passava pela sala de shortinho ou de camiseta larga sem sutiã, ele demorava o olhar. Às vezes eu pegava ele me encarando, especialmente minha bunda ou meus peitos. Ele ficava mais quieto, mais tenso quando estávamos sozinhos em casa.

E eu… depois de assistir um filme de incesto que encontrei na coleção dele, comecei a olhar para ele de forma diferente também. Imaginava aquelas cenas enquanto via meu pai. Imaginava as mãos dele em mim, o corpo dele contra o meu. Eu me tocava pensando nisso, mas ainda não tinha acontecido nada.

Era só tensão. Uma tensão gostosa e perigosa que crescia a cada dia.

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