#Assédio #Incesto #Teen

Eu sempre te amei mãe!

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Erebus Veil

Antes de começarmos, gostaria de deixar claro duas coisas muito importantes.

Antes de começarmos, gostaria de deixar claro duas coisas muito importantes.

1 - O que eu vou contar aqui foi vivido por mim, são minhas experiências, sendo elas boas ou não. Não é mentira, invenção e muito menos um textinho criado no Gemini ou ChatGPT.

2 - De longe foi a coisa mais estranha e doentia que já aconteceu. Em contrapartida foi a experiência mais alucinante e excitante da minha vida. Mas… sendo bem sincero, se eu tivesse a oportunidade de voltar atrás, eu não teria feito as mesmas escolhas que fiz. Isso destruiu a minha vida!

Prologo.

Para quem mora em interior mais “denso” e principalmente na região do nordeste, sabe que a família tradicional não é cheira de frescura como as da cidade grande. Tem respeito, limites e senso, mas esses princípios só são colocados em prática depois de certa idade. Quando você é criança, é totalmente normal você tomar banho com seus irmãos, com sua mãe e com seu pai. Até com seus tios se você for menino e com suas tias se você menina.

Nós crescemos sem segundas intenções. Tomando banho numa “lavanderia” onde sua vó te da banho, onde sua mãe te dá banho, enquanto seu pai trabalha. Você e seus irmãos vivem juntos, dormem juntos, fazem tudo juntos, dividem até roupas se precisar.

O intuito desse prologo é te deixar ciente de que os acontecimentos ocorrido e informados nesse texto, são axiomas! Nada criado por uma mente tarada nem tão pouco por um rapaz que só acha legal criar historinhas +18 para bater uma.

Isso acontece.

Capitulo 1.

Dos meus 8 a 11 anos eu vivi muito com a minha avó Fatima (Nome real). Meus pais tinha um casamento destruído desde o primeiro filho do casal, que é minha irmã. Meu pai era da roça, bebia bastante e espancava minha mãe quando chegava em casa fedendo a 51. Minha irmã viu situações entre os dois que poderia te dar enjoo. Lembro-me de uma cena marcante demais para esquecer, onde meu pai depois de dar um soco no ombro da minha mãe, pega uma galinha caipira que estava congelada na geladeira e a jogou na cabeça da minha mãe. Deitada e quase inconsciente, ela resmungava meu nome. Pedido para que eu ficasse ao lado dela, pois assim ele não encostaria novamente nela. Eu sei, é triste. Alguns meses depois desse ocorrido, ela finalmente conseguiu se livra dele. Ficando apenas eu, ela e minha irmã. Depois da separação eu voltei a conviver com ela. Nós passamos muito tempo juntos, minha irmã que foi morar um tempo com a minha avó, ficou distante de nós, mas sempre vinha nos ver.

Eu sempre fui muito independente, mas o banho era indiscutível, tinha de ser com a minha mãe. Ela me lavava, lavava o meu cabelo e minhas partes íntimas também. Ela sempre me ensinou a lavar muito bem o pau.

Mãe - Abre a pinta João. Dentro dela fica um “sebinho” que você tem de tirar.

Eu por ser uma criança nunca lavei direito, mas ela lavava. Nos meus 14 anos ela ainda fazia a mesma cosia, mas em mim tinha uma vergonha nova. Quando ela pegava no meu pau e abria ele, ela uma sensação maluca. Meu coração batia mais rápido e a pinta ficava dura. Senti ela passando os dedos na cabeçinha do meu pau ainda pequeno e lubrificada pelo sabonete, era demais…

Ela sempre tomava banho também.

Peitos grandes e moles com aquelas auréolas morenas e grandes em volta do bico duro.

A corpo do tipo de mulher que é gostosa sem precisar de academia, mas a barriguinha de quem come bem.

Coxas grossas, gostosas e enormes! Sempre marcadas pela costura da calça que era apertada pelo tamanho daquela bunda. Bunda grande, com poucas celulites e algumas estrias que deixavam todo aquele conjunto natural. Que bunda. Redonda na proporção certa.

E o que mais me intrigava e me deixava curioso, era aquela “priquita” na minha frente. Aquela buceta grande que acompanhava o mesmo tamanho do seu corpo. Raspada, na verdade hoje eu tenho certeza que era tirada na cera. Grandes lábios pequenos, testuda, gordinha, clítoris nem aparecia demais nem se escondia demais. Ela era perfeita. Mas eu não sabia o que era aquilo tudo, mas meu pau sentia.

Minha mãe nunca teve muito pudor em relação a gente, principalmente a mim que vivia mais com ela.

Muitas vezes eu chegava da escola e ela tava sentada no sofá almoçando, uma perna tocando no chão e a outra em cima do sofá. Vestida neles vestidos que mulher normalmente usa em casa, solto, bem “fresquinho,” onde mostrava aquela buceta grande coberta por sua calcinha vermelha que apesar de ser muito usada eu tinha certeza que cheirava a limpeza. Eu sentava no sofá, ela me beijava e dizia que ia por minha comida, e por muitas vezes ter a merenda no colégio eu não fazia questão de comer e ficava observando aquela buceta na minha frente. Quando ela percebia que eu tava olhando, bem devagar ela fechava as pernas e sorria para mim.

Eu perdi as contas de quantas vezes eu melava minha cueca vendo aquelas cenas, e foi numa dessas de melar a cueca que eu tive a primeira conversa sobre sexo com ela.

Continua…

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