A Menina e a Festa de Ano Novo - Uma História de Amor
Entrei nela por trás, com uma única estocada rápida. E, ao fazê-lo, ela gozou, um orgasmo completo, estupendo e avassalador. Seu corpo pequeno tremia.
"Puta merda", pensei; como é que eu me deixei convencer a vir a esta festa de Ano Novo?
Peguei outra bebida, a minha terceira, e comecei a vagar sem rumo, evitando contato visual com qualquer um dos muitos foliões na festa de Ano Novo. Tentei puxar conversa, mas não estava com a menor vontade de lidar com estranhos. A única pessoa que eu conhecia ali era o Derik, que me obrigou a ir para "me animar". Será que ele não percebia que eu preferia ficar em casa, sozinha, lamentando a morte da Sheena? Para piorar a situação, o Derik tinha encontrado um canto escuro e isolado para ficar com uma ruiva qualquer. Eles deviam mesmo ir para um quarto.
Derik era meu transporte, então eu estava presa na festa, a menos que quisesse pegar um Uber. Mas, para completar o caos total da noite, meu celular descarregou. Com a bebida na mão, decidi procurar um telefone. Eu tinha quase certeza de que ainda era possível chamar um táxi, embora eu só tivesse experiência com aplicativos.
Então, eu estava perambulando de cômodo em cômodo, com pessoas felizes festejando por toda parte. Olhei para o topo de uma grande escada em espiral e vi um rosto, mal visível na escuridão, espiando por trás de uma coluna ornamentada. Era um rosto muito bonito, pensei. Mas no instante em que nossos olhares se cruzaram, o rosto recuou bruscamente e desapareceu na escuridão. Sem sorte no andar de baixo, decidi subir as escadas e procurar um telefone no andar de cima — além disso, fiquei intrigado com o fato de haver pelo menos uma outra pessoa na casa que não estava participando da festa. Foi só depois de estar no andar de cima, vagando por corredores escuros aparentemente intermináveis, que comecei a perceber o quão imponente era aquela casa.
"Quem é você?" Da escuridão veio uma voz pequena, jovem. Quase tilintava. Virei-me rapidamente, mas não a vi.
"Hum, eu sou Eric", eu disse para o quarto pouco iluminado. "Desculpe. Eu estava só... procurando um telefone?"
"Por que você não está na festa?" Uma vozinha tão bonita, como uma música suave e assustada.
"Bem, eu não estava me divertindo muito na festa. Acho que eu meio que queria ir embora."
"Por que?"
"Hum, é uma longa história. E é meio pessoal. Quer dizer..."
"Já é quase meia-noite."
Olhei para o meu celular, ainda sem bateria. "É mesmo?", perguntei à voz intrigante e sem corpo.
"Todo mundo vai estar se beijando - é o que se faz à meia-noite."
"Hum, sim, é meio que uma tradição", respondi. Quem diabos era ela?
"Você tem alguém para beijar?"
"De novo, é algo meio pessoal. Mas tudo bem, não, não tenho. Acho que esse é parte do problema." Essa era, oficialmente, a conversa mais estranha de todas.
Houve silêncio por alguns segundos e então eu a vi. Ela se inclinou para fora da escuridão de um canto do quarto, seu rosto mal iluminado pela luz fraca que vinha do cômodo ao lado. Que rosto lindo! Mais perto agora, eu estava olhando para o rosto mais bonito que já tinha visto. Maçãs do rosto altas, um nariz pequeno e delicado e lábios carnudos. Sobrancelhas finas e arqueadas sobre olhos enormes! Talvez eu tenha soltado um suspiro alto, porque ela se afastou bruscamente, por um segundo, antes de se inclinar novamente para a penumbra.
A garota deu um passo hesitante para a frente e seu pequeno corpo emergiu na penumbra. Ela tinha pouco mais de um metro e meio de altura. Seus cabelos eram negros como azeviche e caíam até sua cintura fina, com uma textura delicada que parecia girar ao seu redor mesmo quando ela estava parada. Ela era deslumbrante. Era muito jovem — jovem demais. Seu corpo estava envolto em uma espécie de vestido branco diáfano e sem forma, múltiplas camadas de tecido branco transparente que flutuavam ao seu redor enquanto ela se movia. O tecido insinuava a forma por baixo, mas a cobria do pescoço aos pés, deixando apenas seus braços finos à mostra.
Percebi que estava boquiaberta e fechei a boca abruptamente.
"Desculpe-me por ter interrompido..." comecei.
"Sou Eva", ela me interrompeu. Ela piscou aqueles olhos grandes e escuros, e meu pulso deu um salto.
"Ah. Bem, olá, Eva", eu disse estupidamente. Meu cérebro não estava funcionando direito. "Uhh, Eva...?"
"Gallon", disse Eve. "Eve Gallon."
"Esta casa é sua, Eva?"
"Eu moro aqui, com a minha mãe."
"Hum, e seu pai?"
"Eu não tenho pai", disse Eve. A afirmação pareceu-me estranha de alguma forma, mas deixei para lá.
"Você é muito bonita, Eve", eu disse, e instantaneamente me arrependi da minha contínua estupidez. Não se pode dizer a uma garotinha, num lugar silencioso, isolado e escuro, que ela é bonita. Puta merda, eu queria ser preso ou algo assim? "Desculpe..." Mas era tarde demais. Eve empalideceu e levou a mão ao peito.
Pensei que Eve fosse fugir, como um coelho assustado, mas um instante depois ela disse: "Já é quase meia-noite."
"Hum, claro, acho que sim." Ah, que conversador brilhante! Idiota. Tentei me recuperar. "Hum, Eve, não quero ser indiscreta, mas quantos anos você tem?"
"É meu aniversário", disse ela.
Pisquei, surpresa. "Seu aniversário é na véspera de Ano Novo? E você..."
Aqueles lindos olhos grandes me encararam e ela mordeu o lábio, hesitante, lutando com a resposta. Eu não entendi muito bem sua apreensão. "Hoje eu faço 14 anos."
QUATORZE? Jesus Cristo!
"Uau. Ok. Bom, feliz aniversário, Eve." Consegui gaguejar.
Percebi algo muito, muito ruim. Não sei como aconteceu, mas de alguma forma, enquanto conversávamos, Eve e eu nos aproximamos cada vez mais, passo a passo. Eu a observava de cima, admirando seu belo rosto. Como ela conseguiu chegar tão perto? Por que seus lábios eram tão carnudos e como seus olhos escuros brilhavam com tanta intensidade na penumbra? Por que ela me olhava como se eu devesse estar fazendo alguma coisa?
"Já é quase meia-noite."
Ouvi o primeiro badalar de um grande relógio, em algum lugar não muito longe, um 'Bong!' baixo e retumbante.
"É sim", eu disse, e de alguma forma estávamos ainda mais próximos. O rosto dela se ergueu e inclinou-se, e então uma de suas mãos delicadas repousou suavemente sobre meu peito.
"Você me beijaria? Para dar sorte?"
'Bong!'
Naquele momento, meu coração simplesmente parou.
"Tem certeza?"
'Bong!'
"Sim. Por favor." Havia tanta saudade em seu tilintar infantil. Como eu poderia decepcionar uma criança tão doce?
'Bong!'
Inclinei-me. Nossos lábios se tocaram, de leve, suavemente. Um beijo doce e delicado para uma doce garotinha à meia-noite da véspera de Ano Novo. Minha intenção era apenas roçar os lábios dela com os meus, mas...
'Bong!'
Meus braços envolveram seu pequeno corpo, meus joelhos se dobraram e eu a levantei em meus braços, nossos lábios ainda se tocando por um triz. Ela soltou um suspiro sofrido e seus lábios se entreabriram...
'Bong!'
E nosso beijo se tornou profundo e incrível. Passei um braço por baixo de suas nádegas e coxas para apoiar seu corpo leve, torcendo suas pernas para um lado enquanto seus braços trêmulos envolviam meu pescoço. Tão pequena e leve. Tão apaixonada.
'Bong!'
Lábios pressionados firmemente, acariciando-se com avidez. Línguas se tocando levemente, depois explorando...
'Bong!'
Apertei o corpinho contra o meu peito. Eu tremia. Ela tremia.
'Bong!'
Meus dedos se entrelaçaram em seus longos e grossos cabelos. Bebi de sua boca. Eu nunca ia soltá-la. Eu ia...
'Bong!'
Eva gemeu e apertou os braços em volta do meu pescoço. Sem dizer uma palavra, ela implorou por algo...
'Bong!'
O desespero cresceu. Isso era uma loucura. O que eu estava fazendo? Afastei meus lábios e me inclinei para colocá-la de volta no chão. Você não pode beijar apaixonadamente uma criança de 14 anos! Eu disse a mim mesmo. Você certamente não pode fazer as outras coisas horríveis que seu pau quer fazer!
Senti, mais do que ouvi, o suspiro desesperado quando os braços de Eve começaram a soltar meu pescoço.
'Bong!' A meia-noite passou. O ano novo chegou.
Por um breve instante, as mãos de Eve envolveram meu pescoço. Seus lábios doces estavam bem perto da minha orelha e ela sussurrou, quase inaudível: "Obrigada, Eric!". Seu anseio e meu nome, em sua voz melodiosa, causaram um choque em meu corpo que não se dissipou.
"Hum, acho melhor eu voltar para a festa, Eve", eu disse. "Mas fico feliz por ter te conhecido."
Eve ficou me encarando com aqueles enormes olhos escuros e mordiscou nervosamente o lábio inferior. Mas então baixou o olhar para o chão, incapaz de me encarar por mais tempo, e uma expressão de decepção tomou conta de seu rosto jovem. Pela primeira vez, percebi como ela era pequena, magra e jovem. Agradeci à minha sorte por ninguém ter nos visto!
"Está bem", disse Eva, olhando para o chão. "De qualquer forma, eu devia estar na cama antes que a mamãe me encontre. Mas, bem... obrigada." E então saiu correndo sem dizer mais nada, com suas roupas esvoaçantes ao redor do corpo. Eu a vi desaparecer numa esquina do longo corredor e então ouvi uma porta se fechar.
De repente, me senti muito sozinho.
A festa estava finalmente a todo vapor com a chegada do ano novo. Era notável a quantidade de pessoas que já estavam em pares. Eu estava me servindo de mais uma bebida quando ouvi uma voz feminina calorosa, com um leve sotaque sensual, dizer: "Acho que ainda não fomos apresentados". Endireitei-me e me deparei com um sorriso encantador.
"Ah, oi, uh, eu sou Eric - Eric Prehn. Vim com o Derik."
O aperto da mulher era firme, mas sua mão era macia e suave. "Com licença. Sou uma péssima anfitriã por deixá-lo ir embora sem ser bem-vindo por tanto tempo. Meu nome é Chloe. Prazer em conhecê-lo, Eric."
O sorriso da mulher era atraente e acolhedor. Em circunstâncias normais, eu teria me sentido atraído por ela, bastante atraído. Havia apenas um problema: olhando para o seu rosto, tudo o que eu conseguia ver era a linda menina de 14 anos que eu havia deixado lá em cima. Chloe era obviamente a mãe de Eve, e ver o rosto da criança tão claramente refletido em sua mãe era, no mínimo, perturbador.
"Esta é uma ótima casa", eu disse para puxar conversa.
"Ah, sim, obrigada", respondeu Chloe. "É bom, não é? Embora seja muita coisa para nós duas ficarmos nos movimentando juntas. Vou sentir falta."
"Você vai sentir falta disso?"
"Sim, vamos embora depois de amanhã. Temos que voltar para a Europa, para a França. Vamos voar para Paris."
Uma onda de alarme inesperada percorreu minhas veias. Por que eu deveria me importar se essa mulher estava se mudando? Eu não queria admitir o motivo para mim mesmo — era irracional, ridículo, errado, até perigoso. Mas mesmo assim...
"Nossa, você vai levar a Eve para a França?"
Putz! Eu não disse isso mesmo, disse? Droga!
Surpresa, seguida de alarme e suspeita, tomaram conta do rosto de Chloe. "Eve? Acho que não mencionei o nome da minha filha."
Várias mentiras passaram pela minha cabeça, mas manter-se fiel à verdade é sempre a melhor mentira. "Ah, sim, eu a conheci. Eu estava lá em cima, procurando um telefone, e a encontrei. Sabe, acho que ela estava tentando dar uma espiada na festa. Enfim, uma garota adorável. Parecia muito simpática."
Os olhos de Chloe se estreitaram e ela olhou para o teto, como se pudesse ver através da madeira e do gesso até onde sua filha estava. "Zut! A pestinha!"
Soltei um suspiro de alívio. Chloe queria ir ver como estava a filha, mas eu me ofereci para preparar uma bebida para ela. Ela hesitou, mas acabou aceitando. Fiz um coquetel forte e doce. Logo estávamos conversando animadamente sobre o novo emprego dela, a empolgação de ver a família na França, somada à dor de ter que deixar os Estados Unidos e à venda da casa grande que herdara quando o marido falecera três anos antes. Ela adorava Los Angeles e gostaria de ficar, mas sem o visto de trabalho do marido, eles já haviam ultrapassado o limite de permanência nos EUA. Mais álcool ajudou a diminuir a resistência inicial de Chloe. Por fim, descobri até algumas coisas sobre Eve: ela estudava em casa, era protegida demais e provavelmente ingênua demais para a idade.
Foi fácil conversar com a Chloe. Eu até contei sobre o meu término com a Sheena, e eu não achava que estava pronta para falar sobre isso com ninguém. Perdemos a noção do tempo. A festa estava terminando, com apenas alguns dos baladeiros mais animados ainda por perto. Não havia sinal do Derik — ele tinha me abandonado de novo, o idiota! Provavelmente ele me viu conversando atentamente com a Chloe e tirou conclusões precipitadas.
Chloe tomou mais um dos meus drinques fortes antes de finalmente tentar algo comigo. Felizmente, eu já vinha bebendo refrigerante de raiz havia algumas horas e, por mais atraente que ela fosse, Chloe não era a garota em quem minha mente estava fixada. Tudo o que eu conseguia ver eram os grandes olhos escuros de outra pessoa. Recusei educadamente, alegando que não queria me aproveitar de alguém que tivesse bebido tanto, nem estava interessado em um caso de uma noite só, mesmo com alguém tão bonita. Na verdade, não importava muito. Chloe desmaiou em um sofá dez minutos depois.
Eu me convenci de que estava sendo um cavalheiro enquanto carregava o corpo inerte de Chloe escada acima e a levava para o quarto principal que eu tinha visto antes. Tirei seus sapatos e a coloquei debaixo das cobertas, completamente vestida. Mas todos sabemos que eu estava apenas racionalizando, procurando uma desculpa para voltar lá para cima, onde eu poderia, mais uma vez, encontrar certa garotinha bonita. E não me surpreendi quando apaguei a luz do abajur e me virei para ver um par de grandes olhos escuros me observando por trás da porta — um par de olhos que se desviaram no instante em que olhei naquela direção.
Enquanto caminhava pelo corredor, afastando-me da escada, passei por dois quartos e estava prestes a passar por outro quarto escuro, sem nenhuma luz, quando um pequeno movimento chamou minha atenção. Parei e disse, baixinho: "Acho que você não deveria estar na rua a essa hora."
A bela e melodiosa voz de Eva sussurrou na escuridão: "Você gosta dela?"
"O quê? Quem, sua mãe?"
"Você gosta dela?"
"Hum, acho que ela parece ser bem simpática."
"Ela não está. Ela tentou te beijar!"
"É, mas você não devia ter visto isso." Meu Deus, como eu queria ver aquele rostinho bonito de novo. "E eu não retribui o beijo", acrescentei suavemente.
O rosto de Eva emergiu da escuridão o suficiente para que eu pudesse distinguir a curva perfeita de sua maçã do rosto e seu narizinho delicado. "Por quê?"
"Porque é muito, muito ruim beijar uma garota quando você está pensando em como preferiria estar com outra", eu disse.
Ouvi a respiração ofegante e pude perceber o jeito como seus grandes olhos se arregalaram. Ela perguntou, como eu esperava que perguntasse: "Quem?"
Fiz uma pausa, curvando-me e inclinando-me em direção à escuridão, esperando pacientemente. A linda criança foi menos paciente e logo se inclinou para a luz, mordendo seu lábio carnudo e trêmulo. Estávamos a poucos centímetros de distância. Diminuí a distância até a metade. "Você", sussurrei.
E então eu a beijava novamente, e seus braços finos estavam em volta do meu pescoço, e ela retribuía o beijo.
Entrei no quarto de Eve e fechei a porta com um empurrão, mesmo enquanto nos beijávamos. Estava tudo escuro, mas eu não me importava. Só queria sentir seu corpinho perto do meu, sufocá-la com meus abraços e beijos quentes. Ela me guiou pelo quarto, recuando e sem nunca soltar meu pescoço, até que nos encostamos em uma cama. De alguma forma, ela acendeu um abajur e eu pude vê-la por completo, pela primeira vez. Sua beleza me deixou sem fôlego e eu me inclinei sobre ela, beijando-a com ainda mais intensidade. Meus dedos se entrelaçaram em seus longos e grossos cabelos negros e eu a puxei para perto enquanto a deitava lentamente na cama.
Meu cérebro fervilhava. Nunca havia sentido tanta paixão por ninguém. Deixei sua boca maravilhosa e distribuí beijos até seu pescoço nu. A criança se aconchegou em mim e gemeu. Os dedos de suas mãos se agarraram aos meus cabelos na nuca.
A vozinha de menina da Eva tilintou: "Oh! Eric, Eric!" Meu nome em seus lábios me inflamou.
Eu a pressionei contra a cama macia, sentando-me de lado na beirada e me inclinando sobre ela. Enquanto mordiscava seu pescoço liso, minhas mãos a apertavam pelos ombros e cintura, frustradas pelas camadas de tecido diáfano de sua roupa. De repente, levantei-me ao lado da cama e a ergui com uma força surpreendente. Com Eva em pé na cama, tínhamos exatamente a mesma altura. Puxei seu rosto para o meu para outro longo beijo, abraçando-a tão forte quanto ela me abraçava. Mas interrompi o beijo e me afastei da cama, contemplando sua forma esguia e delicada — como um fantasma de cabelos negros em um vestido esvoaçante.
O vestido tinha que ir embora! Dei um passo à frente novamente, mas a garotinha estendeu as mãos para me afastar. Pensei que tinha me movido rápido demais, assustado-a demais. Eve tremia como um coelhinho e mordiscava adoravelmente o lábio inferior, parecendo que ia fugir a qualquer segundo. Parei, a um palmo de distância dela, esperando não ter quebrado o encanto. Um alívio me invadiu quando, alguns segundos depois, Eve puxou lentamente os ombros da roupa esvoaçante para baixo, sobre os braços — um de cada vez. Ela cruzou os braços à frente do corpo, segurando o tecido para que não caísse. De repente, ela não conseguia mais olhar para mim e seus olhos se fixaram no chão entre nós. Mesmo na penumbra, pude ver como ela corou.
Estendi a mão e levantei delicadamente o queixo de Eve até que ela olhasse nos meus olhos. "Você é tão linda", sussurrei.
Eve olhou para mim e inspirou profundamente. Ela ainda hesitava, mas eu sorri para ela e, de repente, ela deixou cair seu vestido transparente na cama. Novamente, ela não conseguia me olhar — com medo do que eu pensaria de seu corpo nu —, pois ela estava, de fato, completamente nua.
"Tão, tão linda", eu disse, admirado. E eu falava sério. Apesar de ser uma criança, a pequena Eva era estonteantemente linda. Ela tinha seios pequenos e imaturos, apenas pequenos montes de carne macia em torno de mamilos e aréolas perfeitos e rosados. A luz suave acentuava sua perfeição, projetando sombras como convites à exploração. Havia uma forma real em seu corpo jovem — uma cintura finíssima que se alargava em uma bunda perfeita e redonda. E entre as pernas... eu jamais imaginei tamanha perfeição.
Arranquei meu casaco e tirei a camisa pela cabeça, sem querer perder tempo com botões. Então, não consegui esperar mais. Agarrei o corpo esguio de Eve e a puxei contra meu peito, beijando-a novamente. Sua pele quente e perfeita queimava contra a minha. Ela retribuiu o beijo com desespero. Passou pela minha cabeça a dúvida de por que aquela garota precisava tanto daquela interação física e apaixonada. Mas eu estava tão absorto na minha própria necessidade dela que não parei para perguntar.
Quando me inclinei para beijar e mordiscar o pescoço de Eve, logo abaixo do queixo, ela arqueou as costas contra mim e se contorceu. Com uma mão entrelaçada em seus lindos e grossos cabelos e a outra agarrando sua bunda nua e perfeita, exerci meu controle sobre ela. Ela era uma coelhinha nas garras de um lobo, e eu rosnei de paixão enquanto ela se contorcia com sensações que jamais imaginara, muito menos experimentara. Eve ofegou quando abaixei a cabeça e levei o primeiro de seus mamilos virgens à boca, devorando-o com a língua, pressionando-o contra meus dentes. "Mmm! Eric, oh!" Não ignorei o outro mamilo, e os gemidos de desespero de Eve se tornaram mais altos e frequentes. Instintivamente, com as mãos agarrando meus cabelos escuros, ela tentou me puxar para longe, para interromper o prazer torturante que seu corpo não compreendia – mas o lobo não permitiu, e eu apenas intensifiquei meu ataque aos seus pequenos seios e mamilos enquanto ela se debatia.
Peguei Eve no colo e praticamente a joguei no colchão macio. Ela gritou de susto, mas depois deu uma risadinha quando me deitei sobre ela para fazer cócegas em suas costelas e continuar meu ataque aos seus preciosos seios ainda em desenvolvimento. A música delicada de sua vozinha era mágica. Ela alternava entre tentar me empurrar e agarrar meu pescoço e minhas costas para me puxar para mais perto — tudo isso enquanto ria incontrolavelmente de uma alegria atormentada.
Mas eu fiquei mais sério. Segurei uma coxa pequena em cada mão enquanto distribuía beijos até o umbigo de Eve. Ela suspirou, arqueou as costas e soltou risinhos estrondosos enquanto eu a acariciava com a língua. Aproveitei-me de sua indefesa, abrindo suas pernas para revelar os magníficos montículos de carne que protegiam sua intimidade. Sem hesitar e sem aviso, encurtei a distância e deslizei minha língua entre seus seios fartos. Provei-a e ela era puro mel.
"Ai, meu Deus! Eric, Eric, ai, meu Deus!"
Senti os dedinhos de Eva agarrando meu cabelo, sem saber se ela tentava me afastar ou me apertar mais. Mas não importava. O lobo a havia provado e queria mais. O lobo queria vê-la se contorcer, gritar, gozar e saber que ela era dele. Ela era tão quente por dentro. Minha língua lambeu sua carne rosada enquanto eu forçava suas pernas a se abrirem ainda mais. Recuei para admirar sua perfeição, depois olhei para cima, nossos olhares se encontraram e sorri ao vê-la empalidecer e corar — minha joia inocente e perfeita. Mas hesitei apenas por um instante antes de mergulhar de volta naquele túnel incrível e apertado, tão úmido, quente e necessitado.
Quando passei minha língua com força sobre o pequeno clitóris de Eve, ela se contorceu ainda mais. Mergulhei nele, em círculos, e depois o lambi novamente. Eu queria que ela perdesse o controle. Queria que ela gritasse e tremesse. Queria que ela gozasse. Queria que ela soubesse que eu tinha controle total e eterno sobre seu pequeno corpo — ela era minha marionete, meu brinquedo, minha amante. Eu nunca havia desejado ou precisado de ninguém nem um décimo do que eu a desejava e precisava naquele momento.
E ela gozou. Eve gozou forte e rápido, latindo meu nome repetidamente: "Eric, Eric, Eric!" Ela estava confusa e assustada, e uma parte dela lutava comigo pelo controle, mas ela era minha. O lobo devorou a coelhinha, e a coelhinha não teve escolha a não ser tremer nas grandes mandíbulas do lobo. Eu a mantive em êxtase. Eu a torturei, de forma primorosa, lambendo profundamente sua pequena vagina e massageando seu clitóris sem parar. Quando soltei suas coxas, ela não conseguiu se conter e envolveu as pernas em volta do meu pescoço para me abraçar forte. Aproveitei a oportunidade para alcançar seus seios em desenvolvimento e beliscar seus mamilos, arrancando um gemido ainda mais alto. "Oh Deus, oh Deus, Eric, Eric, por favor! Por favor!" Tenho certeza de que Eve não saberia me dizer se queria que eu parasse ou que prolongasse seu orgasmo — certamente ambos faziam parte de seu apelo lamentável.
Estimulei a pequena Eve sem parar por vários minutos, deliciando-me com a forma como seu pequeno corpo se contorcia e se debatia em minhas mãos, até que senti que ela estava prestes a desmaiar. Cedi. Apoiei-me nos cotovelos e inclinei-me sobre ela, unindo nossos lábios mais uma vez em um beijo profundo e intenso. Deixei que ela sentisse o próprio gosto em meus lábios quentes. O corpo de Eve parou lentamente de se debater sob o meu, mas ela pressionou sua vagina úmida contra meu estômago e entrelaçou as pernas em minhas costas, incapaz de se entregar completamente à intensidade do seu orgasmo. Sua respiração estava ofegante e rápida. "O que, o que, foi isso?", ela finalmente conseguiu dizer entre suspiros. "O que, você, fez comigo?"
Com um sorriso malicioso, beijei-a novamente. Então, fiquei olhando naqueles grandes olhos escuros enquanto sua respiração se acalmava. Ela retribuiu o olhar em silêncio, mordendo mais uma vez o lábio inferior enquanto o nervosismo a dominava.
"Meu Deus, você é linda, coelhinha", sussurrei. Os olhos dela brilharam. E então foi a vez dela de segurar meu rosto e me puxar para outro beijo apaixonado e carinhoso.
Percebi que a linda Eva precisava de uma pausa – um momento para se recuperar e processar tudo. Estar com ela era tão intenso e tão excitante. Talvez eu também precisasse de uma pausa! Virei-me para o lado e puxei seu rosto contra meu peito enquanto acariciava seus longos e grossos cabelos. Deixei que ela sentisse meu coração bater – deixei que ela soubesse que ele batia por ela, por sua beleza e pelo meu desejo. Ficamos em silêncio por alguns minutos, cada um processando a força da nossa atração e das nossas ações. Mas eu percebia que ela adorava ser abraçada e estar perto. Ela deslizou seus dedinhos pelo meu peito e cruzou a perna nua sobre a minha. Infelizmente, eu ainda estava de calça social. Pelo menos consegui tirar os sapatos em algum momento.
"Você está bem?", perguntei.
"Ah, sim, ah", sussurrou Eva de volta. "Foi... foi um...?"
"Um orgasmo? Sim, coelhinha, isso foi um orgasmo. Você gostou?"
Eve ficou tensa e eu pude ver seu rosto corar novamente antes que ela pudesse responder. "Ah, é? Sim, eu gostei? É... é sempre assim?"
"Se você estiver com a pessoa certa, então sim. Sim, muitas vezes pode ser assim - talvez não sempre, mas frequentemente."
"Ai, meu Deus. Eu não..."
"Você está com medo, coelhinho?"
Eve se aconchegou ainda mais, pressionando-se com mais força contra meu corpo antes de responder: "Hum, um pouco."
"Não tem problema sentir um pouco de medo."
"O que devo fazer?"
"Só o que você quer, coelhinho."
"Por que você me chama assim?"
"Porque você treme tanto, seu narizinho se mexe, você é linda, pequena, assustada e simplesmente perfeita." Eu não lhe disse como ela me fazia sentir como um lobo, pronto para devorá-la por inteiro.
"Ah. É... é bom. Eu gosto. Eu gosto de você."
"Eu também gosto muito de você, coelhinho. Muito mesmo."
"Mas eu... eu não sei o que devo fazer? Me desculpe!"
Quase perdi a cabeça. Nunca tinha ouvido nada tão excitante em toda a minha vida.
"Você... você quer fazer mais alguma coisa?", consegui sussurrar, mal conseguindo formar palavras. Eu tinha certeza de que ela ouviu meu coração bater duas vezes mais rápido.
Um sussurro quase inaudível, abafado pelo meu peito: "sim".
Puta merda. Quase gozei nas calças. Com cuidado, sentei-me e a pequena Eve se ergueu ao meu lado, de joelhos, até se sentar sobre os calcanhares. Com o lábio superior firmemente preso pelos dentes, os olhos arregalados de expectativa e o narizinho visivelmente tremendo, ela fazia jus ao seu novo apelido. Precisei de toda a minha força de vontade para me mover devagar e com cuidado quando o lobo queria tomá-la, com força, rapidez e agora.
Deslizei até a beirada da cama e me levantei, virando-me para encará-la. Cinto, zíper, um empurrão sobre os quadris e as calças caíram no chão. Eve ficou tensa e a preocupação estampou seu belo rosto. Minha ereção pressionava minha cueca. Não hesitei mais. Empurrei a cueca para o chão e me endireitei, meu pau totalmente ereto apontando diretamente para minha coelhinha.
"Oh! É... é tão grande!" ela exclamou, boquiaberta.
"Bem, não, na verdade é de tamanho normal", eu disse, e percebi que Eve nunca tinha visto um pênis antes, muito menos um pênis que ansiava por desvirginá-la assim que tivesse a chance. "É de tamanho normal. Você... quer tocá-lo?"
Eva recuou, aterrorizada. Eu tinha ido longe demais. Droga! A pobre criança, traumatizada pela intensidade do meu desejo por ela, como evidenciado pela minha ereção descontrolada. Mas não, não, ela estava estendendo a mão, timidamente — uma mão no peito e a outra estendida à sua frente.
"Ai, meu Deus", gemi no instante em que sua mãozinha roçou a lateral do meu pau. Não consegui evitar. O choque que me percorreu foi intenso demais. Queria agarrá-la, forçá-la para baixo, enfiar meu pau bem fundo nela, em qualquer lugar, não importava. "Ah, sim, sim, isso é bom", consegui dizer.
Enquanto eu me ajoelhava na cama, Eve envolveu metade da minha ereção com sua pequena mão e olhou nos meus olhos. "É mesmo para... quer dizer, para entrar? Dentro de mim?"
"Ainda não, coelhinha", respondi. "E só depois disso... só se você quiser."
Eve deu um suspiro, mas manteve a mão no meu pau quente. E o acariciou, lenta e cuidadosamente, como se pudesse se partir em sua mão. Eu mal conseguia suportar. A visão daquele corpo fantástico de criança era incrível. Ela estava acariciando meu pau, agora com as duas mãozinhas, apesar do medo e da insegurança que sentia. Eu sabia que não duraria muito. Era demais, erótico demais, estimulante demais. E eu a desejava tanto! Não disse nada. Tentei não me mover muito rápido, mas enrolei os dedos em seu cabelo e a puxei para mim. Ela não resistiu, mas seus olhos se arregalaram de forma impossível quando seus lábios tocaram a cabeça do meu pau.
"Ai meu Deus, ai meu Deus." Eu não conseguia parar de gemer. As mãozinhas de Eve acariciavam meu pau para cima e para baixo. Eu ia gozar a qualquer momento. A menor pressão extra na nuca dela e seus lábios se abriram, lentamente, lentamente, levando a cabeça do meu pau para dentro da boca. Sua língua saiu, circulando e explorando. "Ai, Jesus, Eve, Eve, ai meu Deus. Eu preciso, eu preciso. Ai meu Deus!"
Eu gozei. Forcei-me a não enfiar meu pau fundo na boca dela. Precisei de toda a força de vontade que consegui reunir, mas consegui. E ela não parou de acariciar meu pau enquanto cada jato do meu esperma subia pelo meu pau excitado e jorrava em sua boca linda. Era a minha vez de tremer e estremecer enquanto eu tinha a ejaculação mais memorável e prazerosa da minha vida, pelo menos até agora.
Eve era incrível. Ela acariciava rapidamente, no momento exato. Apertou os lábios e sugou as últimas gotas do meu sêmen para dentro da boca como se tivesse aprendido com a melhor. E sabia a hora de parar, o momento de cessar suas carícias e me soltar. Inclinou seu lindo rosto para olhar nos meus olhos e seus lábios se entreabriram. Um pequeno filete do meu sêmen escorreu pelo canto da sua boca e desceu pela sua bochecha. Seus olhos se fecharam, sonhadores, e então ela fechou os lábios e engoliu, e engoliu de novo. Ela absorveu meu sêmen, lambeu os lábios, recolheu o filete que escorria pela lateral do rosto e o chupou do dedo. Eu fiquei estupefato.
"Será que eu fiz isso...?"
"Sim, sim! Você fez tudo perfeitamente. Você é perfeita. Ai meu Deus, coelhinha! Você é tão linda!" Peguei a pequena Eve no colo para beijá-la novamente, depois me joguei no colchão macio, me virei e puxei seu corpinho nu para cima de mim. "Você é incrível", sussurrei e a beijei mais uma vez.
Eve estava deitada sobre mim, com o rosto pressionado contra meu ombro e uma mão acariciando minha bochecha. Passei languidamente a ponta do meu dedo por suas costas nuas, sua bunda e suas coxas. Ela estremeceu levemente a cada toque. Senti que poderia ficar ali para sempre, contente em abraçá-la, tocá-la e... bem, e meu pau estava completamente ereto novamente em um minuto. A pequena safada era incrivelmente sexy e eu ainda a desejava mais do que jamais imaginei ser possível.
"Eric?" Nossa, eu adorava essa versão melodiosa do meu nome.
"Coelhinho?"
Eve deu uma risadinha ao ouvir o nome. Meu coração deu um salto. O que estava acontecendo comigo?
"Podemos, uh, bem, podemos..." ela parou de falar e enterrou o rosto ainda mais no meu ombro, escondendo-se do meu olhar.
"Podemos fazer o quê, Eva?"
Silêncio e mais silêncio. "Você vai, oh, oh, você vai..."
"Eu vou fazer o quê, querida?"
Um tremor. Eu não conseguia ver, mas sabia que ela estava mordendo o lábio. Eu nunca me cansaria dessa cena!
"Você... você me foderia, por favor?"
Aquela palavra horrível soava errada, suja e ruim, e meu coração quase explodiu. Sem aviso, me virei, levando Eve comigo. A prendi na cama, encarando seu rosto lindo com seus pulsos presos em minhas mãos, mantendo-a imobilizada. Eu a controlava completamente. Eu era muito maior, mais forte e dominante, muito mais capaz de tomar o que eu quisesse daquela criancinha. E eu queria tanto! Eu queria tudo o que ela tinha.
"Não!" sussurrei, com a voz rouca. "Não, eu não vou." Eve parecia aflita, aterrorizada e prestes a chorar. Ela se debateu contra minhas mãos e ficou tensa até que eu falei mais suavemente. "Não, Eve, minha querida, minha doce coelhinha. Eu não vou transar com você. Vou fazer amor com você. Vou te ajudar a se tornar uma mulher. Vou te dar, com carinho e cuidado, a alegria do acasalamento. Vou te amar e valorizar tudo o que você me der." Falei baixinho e a encarei nos seus grandes e lindos olhos escuros até que o medo começasse a se dissipar e ela relaxasse.
Quando nos beijamos, foi magnífico. Quente, intenso, recíproco e sem reservas. Foi aí que eu soube que estava apaixonado. Foi aí que eu soube que ia transar loucamente com uma garota linda e gostosa de onze anos.
Mas ainda não.
Eu me levantei e, gentilmente, mas com firmeza, virei Eve de bruços. Ajoelhando-me ao lado dela, acariciei a pele macia e perfeita de suas costas, depois sua bunda e suas pernas — até chegar aos pés. Seu risinho delicado me encheu de alegria quando acertei seus pontos sensíveis. Era tentador fazer cócegas nela até que ela gritasse, mas não o fiz.
As pernas de Eva se abriram sozinhas, um convite. Enquanto eu massageava levemente seu corpo, ocasionalmente deslizava um dedo entre suas pernas e traçava o contorno de sua vagina — acariciando as dobras externas inchadas e depois os lábios internos quase imperceptíveis. A cada vez que eu invadia aquele espaço, ela ficava mais molhada e a cada vez se tensionava um pouco menos. Ela abriu ainda mais as pernas para mim, e eu penetrei cuidadosamente, até sentir seu hímen. Mesmo com apenas um dedo, sua vagina estava apertada, quente e pulsante.
Mas quando deslizei o dedo desde sua fenda infantil até pressionar a ponta do seu botão de rosa, ela inspirou rapidamente e se enrijeceu. Seu corpo demonstrava terror, mas ela não disse nada. Ela estava tentando me agradar, mesmo naquele momento, e isso me deu uma alegria que eu nunca havia sentido antes.
Eu estava completamente apaixonada por essa criança linda, meu coelhinho, minha surpresa de Ano Novo.
Deixei de lado as provocações e cócegas e me concentrei apenas no corpo perfeito de Eve. Cada centímetro dela era perfeito. Ela tinha a bunda mais incrível e perfeita! Massageei, acariciei e a toquei com os dedos até que o relaxamento se transformou em excitação e a excitação em desejo ardente. E, sem aviso, a virei de costas, com sua bundinha erguida do colchão por alguns travesseiros sob os quadris.
Eve deu um suspiro quando me ergui sobre ela, impondo meu tamanho e força sobre seu pequeno corpo. Suas pernas finas estavam bem abertas sob meu peso. Beijei-a antes que ela pudesse dizer uma palavra, e ela retribuiu o beijo com ferocidade. Ela estava pronta. Ela me queria. Ela estava apavorada.
Apoiando-me em um braço, avancei. O lindo rosto de Eva estava sob meu peito e ela jogou os braços para os lados, agarrando-se aos lençóis. Claro que ela mordia o lábio enquanto seu narizinho tremia de medo. Eu não queria que fosse de outra forma. Posicionei a base do meu pênis na fina fenda rosada de sua vagina e deixei meu peso pressioná-la contra si.
"Oh, oh, Eric!"
"Está tudo bem, coelhinho."
"Ai, estou com medo!"
Esfreguei meu pau com toda a extensão na buceta quente e úmida de Eva. Depois, pressionei ainda mais forte, mas com cuidado para não deixar a cabeça da minha ereção pulsante entrar nela. Ainda não.
"Ai meu Deus, ai meu Deus, será que é isso?" perguntou a voz melodiosa que inflamou minha alma.
Esfreguei meu membro contra ela novamente. "Não, coelhinha, ainda não. Tem que entrar em você. Bem lá dentro."
"Não, não, estou com medo, é muito grande. Por favor. Oh, oh!"
"Só quando você estiver pronta, coelhinha. Vou fazer isso por enquanto. Está gostando?"
"Sim, sim, muito bom. Ohhh."
"Você se sentirá ainda melhor por dentro."
"Não! Oh, meu Deus. Não... Oh, mas sim, sim, eu quero dentro de mim. Eric, por favor, OH!"
A menor mudança de posição fez com que a cabeça do meu pau encostasse nos lábios dela. Precisei de toda a minha força de vontade para não me atirar para a frente e foder aquele corpinho pequeno com abandono. Usei a mão para posicionar a ponta do meu pau entre os lábios dela e a girei na umidade, encaixando-a firmemente — pronta para o ato.
"Não, não, não, estou com medo!"
"Está tudo bem, Eve, não se preocupe. Eu posso parar." Que diabos eu estava dizendo? Eu não podia simplesmente parar! Eu precisava dela. Eu precisava dela AGORA! Minha mente estava girando e o lobo estava tomando o controle!
"V-vai doer?"
"Sim, coelhinho, vai arder."
"Vai doer muito?"
"Não sei, querida. Nunca senti o que você deve estar sentindo. Mas acho que não. Acho que vai arder por um minuto e depois vai ser bom. Vai ser a melhor coisa que você já sentiu na vida. Melhor até do que quando eu..."
"Ai meu Deus, faça isso, faça agora, antes que eu..."
Empurrei a cabeça do meu pau na umidade de Eve. Ela era incrivelmente pequena e apertada. Eu queria penetrá-la com tudo, de uma vez, mas não podia fazer isso com ela. Deixei que ela se acostumasse com o alongamento da sua vagina ao redor da cabeça do meu pau, usando minha mão para controlá-lo enquanto o girava e a massageava. Então, apoiei a mão na cama para distribuir meu peso e comecei a penetrá-la. Eve esticou o pescoço para trás para olhar no meu rosto.
"Eric, Eric, Eric, estou com tanto medo... OH!"
Eva soltou um gemido de dor quando seu hímen se rompeu. Ela ofegou enquanto eu a mantinha firme, com meus sete centímetros de pênis sendo esmagados por seu canal apertado. Esperei, impaciente, mas firme no meu desejo de lhe proporcionar uma experiência prazerosa. Por meio minuto ela ofegou, depois mordeu o lábio e assentiu, incapaz de falar. Seus olhos brilharam em confusão quando retirei a metade do meu pênis que estava inserida em sua vagina infantil. Mas quando a penetrei novamente, ela soltou um grunhido e arqueou as costas contra mim.
Estávamos fazendo amor. Estávamos nos acasalando e eu estava apreciando cada momento com ela. E definitivamente estávamos transando. Eu estava transando com uma linda garotinha que tinha apenas 14 anos, anos mais nova que eu. Eu estava fora de mim de desejo e paixão e, bem, amor. Eu estava completamente, loucamente apaixonado.
A cada investida lenta e calculada, eu penetrava um pouco mais fundo na minha pequena amante. Eve gemia a cada movimento, mas eu percebia que a dor estava passando rapidamente. Logo, ela estava levantando as pernas mais alto, girando os quadris instintivamente para me dar acesso ainda mais profundo ao seu pequeno corpo. Ela me convidava a tomá-la por completo. Começou a impulsionar os quadris contra mim a cada estocada. Seu rosto lentamente se transformou de medo em prazer.
Acelerei meu ataque, penetrando cada vez mais rápido. Com quase todo o meu pênis enterrado na criança, eu batia em seu colo do útero, incapaz de penetrá-la mais fundo. Eu me esforçava para não machucá-la, mas não conseguia diminuir o ritmo. O lobo estava de volta, subjugando a coelhinha, pronto para despedaçá-la.
Ainda bem que eu já tinha gozado, senão não teria durado um segundo, por mais que tentasse. Ela estava tão apertada e quente, e agarrou meu pau com um desejo ardente. Concentrei-me ao máximo, segurando o máximo que pude, mas continuando a penetrá-la o mais rápido que conseguia. Eu queria que ela gozasse. Queria ejacular dentro dela enquanto ela se contorcia em êxtase. Eu estava determinado. Mas era difícil, muito difícil.
"Oh, oh, oh," Eve grunhiu com minhas estocadas rápidas. "Oh, está acontecendo, está acontecendo. Oh! Eric, Eric!" Mesmo enquanto era fodida e chegava a um orgasmo intenso, sua vozinha era hipnotizante, uma música cristalina. "Ohhh!"
Eu gozei, assim como ela. O esperma quente fervilhava pelo meu pênis — aquela sensação requintada — e jorrava fundo no corpo desprotegido da minha pequena amante. Uma súbita onda de medo e culpa me atravessou. Desprotegida? Mas não, não, ela é muito nova. Não é possível. Mais e mais do meu sêmen escaldante fazia a maravilhosa jornada dos meus testículos até o corpo dela.
Eu respirava com dificuldade quando desabei na cama, rolando para o lado e puxando minha amante para cima de mim, que ficou a cavalo sobre meu corpo, ainda penetrada pelo meu pênis que lentamente murchava. Ela jazia ofegante, com o rosto e as pequenas mãos no meu peito que subia e descia.
"Coelhinho? Você está bem?"
Eva não respondeu por vários segundos, então finalmente uma voz fraca e suave disse "sim".
Acariciei os belos cabelos negros que caíam em cascata ao redor de seu corpo nu. Minha respiração se acalmou e senti seu coração também desacelerar. "Você é tão incrível", sussurrei.
"E-eu fiz certo?" perguntou o pequeno som.
"Meu Deus, coelhinha! Você foi a melhor. Você é a melhor. Você é incrível!" Eu a agarrei pela lateral e a puxei para cima para que me olhasse nos olhos. Meu pênis escorregou para fora dela e senti um líquido quente escorrer pela minha barriga, mas eu não me importei. Eu precisava olhar minha linda filha nos olhos. Eu precisava mostrar a ela que eu falava sério. Seus enormes olhos escuros e assustados encontraram os meus. "Você é a garota mais linda do mundo, e a melhor amante que um homem poderia imaginar e... eu te amo. Me desculpe, mas eu te amo mesmo."
Eu a beijei e a abracei com firmeza para que não pudesse fugir das minhas palavras chocantes. Mas ela não fugiu, não resistiu, nem gritou. Envolveu meu pescoço com seus braços finos, me apertou contra si e retribuiu o beijo com toda a sua alma.
Eu nunca deveria ter me deixado adormecer. Eu precisava ir embora! Estava jogando um jogo perigoso — fazendo amor com uma pré-adolescente enquanto a mãe dela dormia a apenas três portas de distância. Eu poderia acabar na cadeia por anos. Mas eu não podia deixar Eve tão cedo depois de termos feito amor, depois de ela ter me dado sua inocência e eu ter dito que a amava.
Então a abracei forte e nos cobrimos com o cobertor para nos proteger do frio da manhã. Seu rosto repousava em meu ombro e sua mãozinha acariciava meu peito, cada vez mais devagar, até que ela adormeceu. Fiz de tudo para não pegar no sono, sabendo que precisava escapar, mas inevitavelmente, no calor aconchegante e maravilhoso de abraçar seu corpinho, acabei cedendo ao sono.
Não deviam ter passado mais do que algumas horas quando acordei. Olhei para o relógio de Eve e vi que eram quase seis horas, uma hora antes do amanhecer. Acordei sobressaltado, em pânico. Eu não deveria estar ali! Mas então percebi o que me acordara: a doce e inocente Eve estava acariciando meu pênis com suas mãozinhas delicadas. Minha cabeça quase explodiu. A linda criança ainda me desejava — ela queria mais de mim. Uma onda de desejo varreu meu medo de ser descoberto.
"Ai, Jesus, ai, ai, Eva!" gemi ao sentir os lábios da criancinha envolverem meu membro ereto. Joguei as cobertas para o lado e a vi encolhida, segurando meu pau em suas mãozinhas e abaixando a cabeça para abocanhar mais do meu comprimento. Sua boquinha estava bem aberta. Ela recuou um pouco e girou a língua ao redor da glande, e eu quase desmaiei. "Eva, coelhinha, ai, meu Deus", gemi novamente.
Agora que meu pau estava duro como pedra, aquela garota incrível se aproximou rapidamente e me beijou com paixão e desejo. O que ela queria dizer era claro. Ela me queria dentro dela, de novo. Queria ser minha amante. Ela era feroz, passando as mãos pelos meus cabelos e puxando com força. Eu a apertei em meus braços.
Num instante, eu soube o que queria. Sabia que não conseguiria me controlar, por mais que precisasse fugir do perigo de estar com ela. Empurrei-a com força, fazendo-a soltar um suspiro. Empilhei os travesseiros na cabeceira da cama, três camadas, peguei minha coelhinha preciosa e a virei de costas para mim, pressionando seus joelhos contra os travesseiros. Eve agarrou a cabeceira e começou a tremer. Eu a estava assustando, mas não me importava. Eu precisava tê-la!
Ajoelhado atrás de Eve, enquanto ela se ajoelhava sobre os travesseiros, eu a abracei. Uma mão atacou seus maravilhosos seios pequenos e ainda em desenvolvimento, acariciando um e depois o outro, torturando os minúsculos mamilos entre o polegar e o indicador. Minha outra mão foi entre suas pernas. Não hesitei. Dois dedos a penetraram, cavando fundo em sua umidade e a fodendo com força e rapidez.
"Oh, oh, Eric! Oh!" A vozinha delicada de Eve era uma mistura de terror e excitação.
Eu fiquei em silêncio enquanto a estimulava. Dei um peteleco em seus mamilos e ela estremeceu com a sensação surpreendente. Então encontrei seu pequeno clitóris escondido e o estimulei, mesmo com um dedo ainda entrando e saindo de sua vagina encharcada.
"Oh, Eric, Eric!" As mãos de Eve estavam brancas de tensão enquanto ela se agarrava à cabeceira da cama. Seus bracinhos se esforçavam enquanto suas costas se arqueavam e sua cabeça se inclinava para trás. Seus lindos cabelos escuros escorriam ao redor do corpo como água.
Continuei meu ataque. Fui intenso, rápido e fervoroso. Eu a queria no limite. Eu a queria à beira do orgasmo, pronta, necessitada e desesperada. Eu queria que ela soubesse o quão vulnerável era – o quanto eu poderia dominá-la e usá-la – e o quanto eu usaria meu domínio sobre seu pequeno corpo e mente jovem para lhe dar o prazer supremo.
"Ai, meu Deus, Eric! Por favor! Por favor!!" Seus apelos me enfureceram.
Entrei nela por trás, com uma única estocada rápida. E, ao fazê-lo, ela gozou — um orgasmo completo, estupendo e avassalador. Seu corpo pequeno tremia por inteiro. Meu pau preencheu seu canal apertado e eu penetrei e saí dela com uma necessidade voraz, o mais rápido que pude. Eu queria que seu clímax durasse para sempre e usei tudo o que me veio à mente — seus seios, suas coxas, seu clitóris. Beijei seu pescoço enquanto a penetrava. Mordisquei sua orelha. Enlacei meus dedos em seus longos cabelos e a forcei para frente para que eu pudesse penetrá-la mais fundo e com mais força e mostrar a ela como eu controlava completamente seu pequeno corpo. Ela era minha. Eu a possuía! Eu queria que ela soubesse disso. Eu queria foder seu corpo incrível, firme e jovem para sempre.
"Oh, oh, oh, oh!" Eve soltava pequenos gemidos a cada estocada vigorosa do meu pau. Seu orgasmo parecia não ter fim. Eu não parava. Acariciava seu clitóris enquanto a fodia. Virei sua cabeça e arqueei as costas, ansioso para beijá-la. A fodia com a língua tão selvagemente quanto a fodia com meu pau. Sem parar. Ela era uma boneca de pano, tremendo e se debatendo em minhas mãos, e eu nunca parava de enfiar meu pau dentro dela, preenchendo-a completamente a cada estocada maravilhosa.
Mas eu não consegui aguentar para sempre, por mais que eu quisesse ou me esforçasse. Gozei. Ejaculei outra enorme quantidade do meu sêmen dentro do corpo pequeno dela. Ela ordenhou meu pau com sua vagina incrível. Cada gota, cada sêmen, sugado bem fundo dentro dela. Foi o ápice da minha vida.
Nós desabamos na cama, ambos ofegantes e suados pelo esforço. Eve apertou meu pau com força em sua vagina como se tivesse pavor de soltá-lo. E talvez tivesse mesmo. Talvez soubesse que nosso tempo juntos não duraria. Talvez, em meu desespero para tê-la de volta, ela tivesse sentido que o mundo iria nos separar.
Olhei para o relógio e empalideci. Já era quase amanhecer! Eu não podia ser pego ali, com ela. Não podia ser visto saindo dali. Eu não podia ficar!
Eve sentiu minha tensão e se contorceu em meus braços. Meu pênis saiu de sua pequena vagina e ela se virou para me encarar. Ela agarrou meu rosto e me puxou para si, me beijando com lábios trêmulos e assustados enquanto eu a envolvia em meus braços.
"Eric!" disse Eve, afastando-se um pouco. Meu coração se encheu de alegria ao ouvir aquela voz delicada. "Eric. Eu te amo!"
Pensei que tinha chegado ao fim da minha trágica história, do meu amor proibido. Abandonei a garota dos meus sonhos, minha amada de infância, meu maior desejo e aquela que também me amava — com medo do que aconteceria se fôssemos pegos juntos. Ela jurou que não contaria a ninguém. Implorou para que eu voltasse, mas ambos sabíamos que era impossível. Fuguei na madrugada, um covarde desprezível.
Mais tarde, na minha pequena casa no vale, eu não conseguia parar de pensar nela. Eu não conseguia ver nada além daqueles olhos grandes e escuros, da linda e longa cabeleira negra, do corpo perfeito, pequeno e incrivelmente sexy. Eu podia sentir o gosto dela na minha boca. Eu podia sentir os seus beijos. Eu me arrepiei só de lembrar do nosso amor. Eu estava no inferno. Eu a amava. Não havia como negar. Mas ela tinha apenas 14 anos, anos mais nova do que eu. Não podíamos ficar juntos. Era impossível.
Milhares de cenários passaram pela minha cabeça. Podíamos fugir. Podíamos nos esconder em um mundo fantástico e distante. Mas eu sabia que minhas ideias eram insanas. Eu tinha que viver sem ela, deixá-la ir, deixá-la ter uma vida sem mim. Seria melhor para ela, com certeza. Mas, meu Deus, era uma tortura.
Aguentei um dia, por pouco. Não consegui suportar. Precisava vê-la de novo, custasse o que custasse. Corri de volta pela serra e subi as colinas onde a grande e solitária casa abrigava meu amor, minha coelhinha, minha Eva. A casa me esperava, paciente e vazia. Eles tinham ido embora. Minha Eva tinha ido embora. Chorei, mas sabia que era para o melhor. O destino a havia levado de mim, para o bem dela.
E assim, me entreguei à minha tragédia pessoal. Mergulhei de cabeça no trabalho e nos exercícios, e até tentei namorar. Mas tudo era vazio — um terrível desperdício de vida. E eu sabia que nunca mais a veria.
Os dias passaram, depois as semanas e os meses. E então, no primeiro de agosto, sete meses de inferno depois, a campainha tocou de madrugada.
Chloe estava parada na minha porta e não parecia nada feliz. Parecia que ela estava indecisa entre gritar comigo ou simplesmente atirar em mim ali mesmo. Nunca na minha vida fiquei tão surpreso ao ver alguém.
"Uau!" exclamei. Que sujeito articulado.
"Eu devia mandar te prender! Mas prometi que não faria isso. Mas é melhor você dar um jeito nessa merda toda, seu idiota!"
"Uau", repeti, dando um passo involuntário para dentro de casa.
Chloe me seguiu até dentro de casa. E então ela me deu um soco forte no peito.
"Ai, que merda!"
"Ah! Eu prometi que não ia mandar te prender, mas não prometi que não ia te espancar até a morte!"
"Jesus, pare com isso", eu disse quando ela tentou me atacar novamente. Segurei seu pulso e o estendi para o lado, e então ela caiu em prantos.
"Meu Deus, você não faz ideia do quanto foi difícil. Ela foi expulsa! E eu fiquei com tanta vergonha, e ela não falava comigo, e..." Chloe enterrou o rosto choroso no meu peito e eu a abracei delicadamente. Eu estava tão confusa. A mãe de Eve soluçou no meu peito por um minuto e então se afastou bruscamente, me encarando com raiva. "Idiota!"
"Jesus, por favor, me diga o que está acontecendo."
"Ah, que se dane! Veja você mesmo, seu idiota." Chloe gritou para mim. Então, virou-se parcialmente e disse para a porta aberta, mais baixinho: "Tudo bem, querido, pode entrar."
E a garota dos meus sonhos espiou pela porta. Meu coração parou de bater e eu quase caí de joelhos. Ela era tão, tão linda.
"Ele vai ficar furioso", disse Eve à mãe com sua voz melodiosa.
"É com isso que você está preocupado, seu tolo, que ele fique bravo? Pelo amor de Deus! Se ele ficar bravo, eu vou ter que matá-lo, entendeu?"
Eve fixou o olhar nos meus olhos e implorou suavemente: "Por favor, Eric, por favor, não fique bravo."
"Como eu poderia ficar bravo com você, coelhinho?"
O apelido dela fez um largo sorriso surgir no lindo rosto de Eve. Sua mãe disse: "Ah, por favor!" E então Eve apareceu na porta e voltou para a minha vida.
Ela estava grávida de sete meses. Em seu corpo franzino, a barriga era enorme. Eu nunca tinha visto nada mais bonito.
Sem dizer uma palavra ou sequer olhar para a mãe dela em busca de permissão, peguei minha querida filha nos braços, bebê e tudo, e a beijei com sete meses de desejo melancólico. E ela retribuiu o beijo com o mesmo fervor. Senti como se tivesse recebido uma segunda chance na vida. Ouvi um suspiro atrás de mim — a mãe de Eve — mas por um longo tempo ignorei o fato de que ela estava ali, me observando beijar sua filha pré-adolescente grávida.
Finalmente, coloquei Eve no chão e interrompi nosso beijo. Mas ela não saiu do meu lado e continuou me abraçando pela cintura, pressionando o rosto contra meu peito.
"Nossa", ouvi Chloe dizer baixinho e me virei para encará-la. "Ela disse que era amor, mas eu não acreditei. Mas é amor, não é?"
"Sim", foi tudo o que eu disse, e Eve me abraçou ainda mais forte.
"Então, o que vamos fazer a respeito disso?" perguntou Chloe, e para garantir, acrescentou: "Idiota!"
Ficamos sentadas conversando por horas. Chloe se entregou completamente à ideia de que Eve e eu pertencíamos uma à outra — e, além disso, a única maneira que ela encontrou para fazer Eve revelar quem era o responsável por seu estado foi prometendo não chamar a polícia ou atrair a ira de Deus sobre mim. Com Eve sentada no meu colo, os braços em volta do meu pescoço e o rosto encostado no meu ombro, era difícil não perceber que a menina estava apaixonada. Talvez não durasse para sempre, afinal, ela tinha apenas 14 anos, mas por enquanto era inegável.
E, curiosamente, foi Eve quem sugeriu a solução óbvia. Por motivos diferentes, Chloe e Eve queriam voltar aos EUA definitivamente. Mas elas só tinham vistos de visitante de curta duração.
"Por que vocês não se casam?", perguntou Eva, inocentemente.
"O quê?!" respondeu a mãe, em tom ríspido. "Eu, casar com o idiota?"
"Pare de chamá-lo assim, mamãe!" O olhar feroz que Eve lançou à mãe foi impagável. Tive que me controlar para não rir, o que só teria irritado ainda mais as duas.
"Ela tem razão", eu disse.
"Quem te perguntou?" Chloe disparou. Caramba, a mulher estava tendo muita dificuldade para superar o fato de alguém ter roubado o coração da filha dela. E, ah sim, tinha toda aquela história de ter engravidado o bebê dela. Eu precisava dar um desconto para a mulher.
"Se você e o Eric se casarem, não poderemos ficar nos Estados Unidos? E você poderá trabalhar, se quiser. E, bem," Eve corou e olhou para baixo, "quer dizer, você e o Eric poderiam fingir que o bebê era de vocês - assim ninguém ficaria estranho."
"Ela tem uma..." Comecei a dizer, mas me calei rapidamente ao ver a expressão no rosto de Chloe. Ela ficou vermelha como um pimentão e começou a ferver de raiva. Saiu da sala marchando e pudemos ouvi-la jogando coisas no cômodo ao lado. Temi pelo que teria acontecido com a minha sala de estar. Mas, eventualmente, ela se acalmou um pouco e voltou para a cozinha.
"Certo. Não consigo pensar em nada melhor. Mas não vou dormir com ele!"
"Mamãe! É claro que você não está dormindo com ele! Eu estou dormindo com ele!"
E assim, duas semanas depois, Chloe e eu nos casamos.
O resto da história, bem, acho que é "e viveram felizes para sempre". Principalmente se você for o tipo de cara que curte muito sexo quente com uma menina de 14 anos, grávida, incrivelmente linda, morena e insaciável - enquanto a mãe dela, sua nova esposa, dorme em um quarto do outro lado da casa!
E mal posso esperar para conhecer meu novo filho ou filha, embora secretamente eu espere que seja uma menina.
Algumas histórias têm finais felizes.
Feliz Ano Novo!
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