Eu queria ser amada... mas com mais intensidade
Viúva aos 20 anos, precisei faz meu novo marido perceber o que é que me excitava
Fui casada com Antônio por 5 anos, onde passei por diversas situações.
No início me apaixonei por ele ainda virgem, dentro da igreja onde ele congregava. Tinha feito 15 e ele já com 30 passeava entre o grupo de jovens e distribuía simpatia. A aproximação foi rápida e logo ele pediu consentimento aos meus pais para me namorar. Com 3 meses pediu minha mao e casamos pouco tempo depois. Pensei que viveria um sonho mas a vida tomou outro rumo.
Descobri depois que ele já havia sido casado mas separou por ter sido traído. Procurou a igreja com forma de consolo mas nunca esqueceu o trauma, ao ponto de descontar em mim toda raiva e insegurança plantada pela ex. Já na primeira transa ele forçou sem dó até romper meu hímem e falou em seguida: " Agora você é minha mulher pra sempre,viu? Só minha e de mais ninguém, entendeu?". Confirmei que sim, entre lágrimas e soluços causados pela dor. Ele continuou estocando até gozar dentro de mim sem carícias nem conversa, apenas dor.
Nós primeiros dias de casados tomou meu celular dizendo que não confiava nas minhas amizades, limitou minhas saídas de casa lentamente até praticamente me manter presa e saindo apenas com a sua presença. Dia após dia eu me convencia que a vida de casado era assim mesmo já que meus pais não me aconselharam em nada sobre isso. Apenas minha mãe me disse pra ser submissa e jamais questionar meu marido já que ele era mais experiente e um homem de Deus. E foi o que fiz.
Sempre que saímos e encontrávamos outros casais na igreja, as esposas comentavam que eu tinha arranjado um ótimo esposo, já que ele tinha seu próprio negócio e não deixava nada faltar em casa. Falavam que eu deveria fazer de tudo para recompensar ele pois a mulher deve honrar seu marido. E eu sempre tentei lhe agradar, principalmente na cama. Não com posições ou brinquedos já que só fazíamos papai e mamãe, mas sem nunca lhe negar uma noite sequer, até porque depois de algumas vezes comecei a ter orgasmos.
Me sentia feliz e sortuda pela visão dos outros sobre o meu papel de mulher mas em pouco tempo a coisas evoluiram para pior.
Ele se tornou mais agressivo. Sempre que chegava estava estressado, ora com a loja ora com outras coisas. Sempre me respondia ríspido, com raiva. No dia que queimei o feijão, tentei preparar outro a tempo mas o cheiro ficou na casa. Quando ele chegou e percebeu o ocorrido veio me xingando, perguntando se eu tinha desaprendido a ser mulher. Ouvi tudo de cabeça baixa sem tentar me justificar. Foi então que senti um tapa no meu rosto. Vi estrelas e logo ele agarrou meus cabelos e me fez lhe encarar enquanto gritava:
- olha pra mim enquanto eu falo contigo!!!
Não revidei nem chorei na hora, apenas aceitei e fui submissa como fui ensinada. A noite ele veio ao meu lado na cama, me abraçou e disse que não queria fazer isso, mas eu precisava aprender pelo amor ou pela dor. Mas ainda me amava e pediu pra que eu não lhe aborrecesse mais. Aceitei que eu era a errada enquanto ele me despia e vinha por cima denovo. No início apenas deixei ele me usar,.mas no fim já estava com vontade e acabei gozando também.
E a vida seguiu assim, com ele me batendo sempre que achava um motivo, depois me dando presentes ou carinho mas senmpre deixando claro que eu a errada e por fim me comendo. Eu sempre gozava porque nesses dias eles sempre me comia com força e brutalidade e eu não resistia a ficar excitada com meu marido se mostrando um homem tão dominante e masculo. Na minha cabeça eu estava grata por ele me dar a honra de aliviar seu stress depois dos "problemas" que eu causava.
Até que veio o dia fatídico.
Ele foi atropelado na saída da loja e morreu antes de chegar no hospital.
Não sabia o que fazer. Sofri meu luto por vários dias, chorando e tentando acordar daquele pesadelo, como se fosse possível.
Passei por algumas fases ruins mas lentamente fui aceitando e a vida seguiu.
Após 6 meses de viúva chega na igreja Glaisson: 24 anos, alto, pardo e um sorriso lindo.
Vinha de outra cidade com seus pais. Não me interessei de início pois não estava com cabeça pra isso. Mas ele, assim que soube que eu era viúva, começou a se aproximar.
Elogiava a minha beleza, minha jovialidade e deixou bem claro que queria ter um compromisso.
Eu não me sentia preparada para casar denovo, mas as irmãs começaram a me aconselhar e eu fui cedendo. Em algumas semanas já conversamos por longos minutos depois dos cultos, ele me fazia rir e aos poucos fui cedendo a ideia de um novo marido, até porque veio junto a vontade de transar novamente. Não gozava desde que fiquei viúva, já que não me tocava.
Por fim casamos e fomos morar na casa dele. A nossa primeira noite estava cheia de expectativas, com ele me acariciando logo na entrada do quarto, me abraçando por trás e beijando minha nuca. Aquilo era novo pra mim. Carinho durante o sexo praticamente não existia.
Suas mãos vieram a minha frente e seguraram meus seios por cima da blusa, massageando e apertando ao mesmo tempo.
Qualquer outra mulher já estaria toda arrepiada, mas eu estava me sentindo estranha. Aqui não fazia parte do meu protocolo de sexo, eu só queria deitar e deixar e socar em mim até gozar. Mas aquilo já estava levando muito tempo. Até que ele me virou de frente e eu pensei "Finalmente, é agora". Mas ele me agarrou denovo, beijou minha boca com muita vontade. Retribuí porque estava gostoso mas ainda estava estranhando aquela performance.
Depois de uns minutos, ele me deitou delicadamente na cama, me olhou no olhos e disse sorriso:
- Eu tava louco pra fazer isso contigo!!!
Abri bem minhas pernas e fechei os olhos esperando a penetração. Mas o que eu senti foi um bafo quente na minha buceta e logo em seguida sua língua penetrando de baixo pra cima e sugando meu clitóris no final. Fiquei sem reação. Olhava pra baixo e via ele se deliciando de um lado pro outro no meio das minhas pernas e não conseguia sentir outra coisa além de estranhamento. Não me levem a mal, eu sei que muitas adorariam ser usadas assim mas eu nunca tinha sido chupada antes. Não senti nojo, apenas não estava acostumada com aquilo. Por fim, ele veio sobre mim e socou devagar sentindo a penetração e soltando um suspiro bem fundo. Depois aumentou o ritmo e começou a me comer como eu estava habituada, mas minha excitação já tinha acabado na boca dele.
Fiquei até o fim sentindo as estocadas sem lubrificação até que ele gozou bem fundo e caiu do meu lado. Me puxou pra um abraço e me encheu de beijos:
- eu te amo, te amo, te amo!!!!! Quero fazer isso pro resto da vida com vc!!!! - disse ele sorrindo pra mim.
- também te amo - respondi forçando uma cara de contente.
Nós dias que se seguiram fui lentamente caindo na realidade de que o meu novo casamento não seria igual ao outro. Glaisson não era do tipo que mandava, era sempre gentil, amoroso, me beijava sempre que chegava em casa, perguntava do meu dia. Eu gostava de ser bem tratada, mas por algum motivo não enxergava nele uma figura de autoridade. Parecia calmo demais, amavel demais e as vezes até bobo.
Transamos 3 ou 4 vezes na semana, mas sempre com as peripécias dele. Uma posição nova, uma chupada bem longa, meus bicos do peito começaram ficar doloridos pois era a primeira vez que tinha sido chupados. Mas, por mais que eu tentasse me excitar, a figura do meu marido não me permitia. Sempre que ele queria testa algo novo me perguntava se tava tudo bem, sempre buscando o meu conforto. No 4° mês de casados ele me chupou e depois veio até meu lado segurando o pau na mão:
- Eu ia adorar que você me chupasse também, mas se vc não quiser agora não tem problema. A gente faz outro dia.
Fiquei sem reação no momento: era uma ordem, um pedido ou uma sugestão? A decisão nunca esteve comigo antes e agora eu devia escolher se sim ou não? Isso não era normal pra mim.
Segurei sem jeito e coloquei na boca, enquanto ele sorria e colocava a mão na minha cabeça. Suguei da maneira que achei certa, mas sem nenhuma vontade, até que ele disse que ia gozar. Tirou o pau de mim e ejaculou pra fora da cama. Saiu contente pro banheiro e eu fiquei aliviada por não ter que passar por outra transa sem gozar.
Os dias foram passando e nossas transas seguiram dessa forma mas aos poucos ele foi diminuindo a frequência de dias e a duração de tempo. Não mostrava mais aquela vontade nem era mais tão carinhoso comigo. Não me importei, porque pra mim não fazia tanta diferença, no final do ele irá gozar e eu me acostumei a ficar sem.
Numa determinada noite ele veio novamente cheio de opções para transar: de quatro, de lado, frango assado, me chupou, me colocou pra chupar, e pela primeira vez colocou um dedo no meu buraquinho. Achei desconfortável mas também não ia fazer diferença. Quando ele me comeu denovo no papai e mamãe começou a colocar toda sua força e velocidade nas estocadas, mas desse vez me olhava fixo, segurando seu gozo e observando minha expressões.
Eu olhava de volta respirando forte, afinal eu estava sendo penetrada com força mas a minha mente não estava excitada o suficiente pra sentir mais prazer. Até que ele libera todo seu leite dentro de mim e geme alto pelo esforço que fez.
Foi pra beira da cama, sentou, recuperou o folego e em seguida me perguntou:
- Você conseguiu gozar?
Fiquei paralisada na hora, não por não saber a resposta mas sim por que nunca haviam me perguntado isso.
- Não entendi, o que você quer dizer com isso? - respondi.
- Você gozou agora, nessa transa?
- Não sei, acho que sim.
- Você ACHA?? É óbvio que não. Eu sei que não.
- o que você quer com essa pergunta?
- Olha, no dia em que casamos eu sabia que você ia levar um tempo pra se entregar totalmente pra mim. Achei que quando o seu luto passasse isso mudaria. Mas eu acho que não mudou. Toda vez que transamos, não importa o que eu faça ou invente, você nunca parece sentir prazer. Tem alguma coisa de errado no que eu faço?
- Não, claro que não! - respondi meu nervosa - Você é meu marido e eu me entrego pra você sempre que você quer. Eu tenho que te satisfazer.
- E eu também quero te satisfazer, te fazer gozar, mas você parece que nunca está em sintonia comigo.
Eu não sabia o que pensar, pois, no fundo ele era um marido quase perfeito e sempre me tratava bem e tentava me agradar. Eu só não enxergava autoridade nele. Mas não iria falar isso e desrespeitar meu marido.
- Você sente saudade do seu ex? Ainda é apaixonado por ele?- perguntou ele já se levantou e se vestindo.
- Não, eu sou sua esposa e não penso em nenhum outro homem.
- É a minha aparência, meu cheiro, o tamanho do meu pau? O que tem de errado comigo que não consigo te satisfazer.
Não sabia o que responder. Queria explicar de uma formar que ele não ficasse ofendido, mas não achava meio.
Ele vai até o banheiro e depois de um banho vai pra sala e liga a tv. Fiquei na cama pensativa e em conflito. Queria pedir pra ele ter mais pulso de homem, mas firmeza nos atos, mais estaria dizendo pra ele que não o vejo como homem é isso seria um desrespeito com meu marido. Acabei adormecendo entre esse pensamentos.
No dia seguinte, fui até a cozinha fazer o café e vi ele deitado no sofá mas já acordado.
Enquanto estava no fogão ele veio até mim por trás, segurou meus ombros e me deu um beijo na bochecha:
- bom dia. Como você tá? Dormiu bem.
- uhum!
- Desculpa por ontem, eu não devia ter feito aquelas perguntas.
Ouvir ele todo doce naquela situação já começou a me deixar nervosa mas não disse nada. Ele sentou a mesa e eu coloquei o cafe nas xícaras. Quando me aproximei para entregar o seu, acabei deixar cai no chão e espalhar por todo o piso e um pouco na sua calça. Rapidamente procurei um gradanapo nervosa, achando ele reclamaria, no entanto ele se levanta e pega o guardanapo das minhas mãos e diz:
- calmo, meu bem. Não se preocupa. Deixa que eu limpo tá. Relaxa.
Meus nervos foram a flor da pele. Dei um tapa na outra xícara que cai do outro lado da mesa e sai pisando forte rumo ao quarto. Ele vem atrás de mim, mas agora furioso:
- O que que deu em você? Eu falei alguma coisa errada!!!!
- me deixa, eu quero ficar só!!! - reclamei tentando fechar a porta.
- O que tá havendo!!!??? Me fala porra!! Eu não aguento mais!!!! Eu não sei o que você quer!!! Você quer ir embora???. Me fala.
- Não, não quero. Mas me deixa em paz.
- Me diz porra!!! Eu faço de tudo por ti!!! Por que eu não consigo te agradar.
Ele adentrou no quarto e me segurou pelos pulsos apertando forte. Pela primeira vez no nosso casamento olhei pra ele como homem, tomando as redias da situação, com força e brutalidade, me colocando no meu lugar de esposa submissa que sempre fui ensinada.
- ME RESPONDE PORRA!!!!! - Ele gritou mais alto e me sacudiu pelos braços.
Isso me fez lembrar das vezes era punida e logo depois era fudida como pagamento pelo que fiz. Esse foi o gatilho pra despertar minha libido e me fazer lubrificar quase instantaneamente. Não podia deixar essa oportunidade passar:
- Desculpa por ter te estressado amor, pode me punir se quiser.
Ele fez uma cara de quem não entendeu nada e voltou a me sacudir:
- cê tá bêbada, te punir??!!! O que deu em você??!! Quer me endoidar mulher??!!
- Eu sei que errei amor. Você pode brigar comigo como quiser!!! Eu mereço.
Eu soltou meus pulsos e, pois as mãos na cabeça e foi saindo pra cozinha totalmente transtornado.
Fui atrás dele e lhe aguardei por traz:
- Amor, me desculpa. Eu não fiz nada certo. Você pode ficar bravo como, tem todo direito.
Ele sentou na cadeira e deu um murro na mesa enquanto gritava "PORRA!!!"..nunca havia visto ele assim, e no mesmo instante minha buceta latejou. Então peguei o guardanapo e disse:
- Amor, eu vou ajeitar tudo tá.
Enquanto ele estava de cabeça baixa tirei minha calcinha e joguei de lado. Me ajoelhei ao lado da mesa e logo após me estiquei pra limpa o café no chão, ficando de quatro com a buda empinada ao lado dele:
- Olha amor, tô limpando. Vou ajeitar tudo tá. Já tô terminando. Não fica bravo comigo. Olha, tô arrumando.
Ele levantou a cabeça e viu minha vida exporta ao seu lado já com a bocetinha devidamente lubrificada. O seu olhar era tipo " mas que porra é essa?". Eu olhei pra trás por cima do ombro e vi ele tentando assimilar as coisas. Empinei mais ainda a bunda enquanto esfregava o chão. Ele começou a massagear o pau por cima da roupa e a respirar forte. Sabia que dali em diante não tinha mais volta: eu ia levar pica. Então estiquei a mão pra trás e passeio o dedo no meio da minha rachina espalhando todo meu meu por ela e abrindo um pouco com dois dedos. Ele se levantou e ficou atrás de mim encarando minha buceta um olhar ódio e ao mesmo tempo de desejo. Apoiei a cabeça no chão e levei as duas mãos para trás abrindo bem minha bunda pra ele admirar e por fim falei:
.- desculpa amor. Eu te deixei com raiva. Sempre que voce quizer pode descontar nela. Sou sua esposa pra isso. Pode me castigar se eu merecer.
Ele vai minha buceta pingando no chão e então sacou o pau pra fora, baixou o shorts e veio pra cima de mim. Enterrou em mim com força e eu senti aquela pica me atravessar como se fosse a primeira vez. Soltei um gemido na mesma hora e me apoie com as mãos novamente pra não cair com o peso do corpo dele. Daí pra frente não parou mais. Agarrou minha cintura, mas dessa vez com raiva, fincando seus dedos na minha pele e socou mais forte ainda. Sentia a cabeça machando meu utero, coisa que ele tentava evitar pra não me incomodar durante o sexo. Meus gemidos foram aumentando e ele não cansava de socar com força. Parecia que a raiva tinha se convertido em tesão. Depois de meses, comecei a sentir aquele formigamento no clitores e uma vontade de mijar. Um orgasmo estava chegando.
Agora já de quatro, olhei pra trás e vi ele com aquele olhar de quem não tá nem aí se vai me machucar, ele só queria liberar toda a raiva na minha buceta e eu estava adorando.
Do nada, sinto suas duas mãos soltarem minha cintura e agarrarem minha nuca. Na mesma hora me senti totalmente dominada pude experimentar um orgasmo intenso depois de meses de desejo. Gemi alto enquanto empinava mais ainda a bunda querendo que ele socasse cada vez mais dentro, como se fosse possível. Queria prolongar aquela sensação o máximo possível. O gemidos dele também começaram a aumentar. A sua mão direita deslizou até o meu rosto e me fez vira em direção a ele..agora eu estava gozando de quatro, mas apoiada em uma mão só, abrindo minha bunda com a outra e chupando a língua do meu homem enquanto ele socava com forca. Não demorou pra ele morder meu lábio enquanto urrava e senti leite quentinho preencher minha buceta. E ele ainda continuou socando mesmo com o pau amolecendo aos poucos.
Depois de um minuto seu membro saiu de mim, deixando nosso gozo misturado escorrer no chão. Me virei e agora estávamos nos dois ajoelhados no chyda cozinha totalmente esgotados. Não sei se foi por instinto, mas senti vontade de lhe abraçar. Quando senti o cheiro do seu suor comecei a lamber ele em várias partes do pescoço, do rosto e por fim nos beijamos por longos minutos. Sentia que aquele tesão não acabava mais. Então ele diz:
- Então era isso que você queria. Não sabia que vocr era tão safada.
- É amor, você me acha safada? - Falei com uma voz dengosa - Só o meu homem pode botar safada na linha então.
Enquanto falava ficava mordiscando os lábios dele. Queria que aquele pau voltasse a tona pra ser comida denovo.
- Caralho!! Você é muito cachorra. Tava querendo me dá.de.quatro no chão. Porque não me disse.antes?
- por que é você que manda em mim, e eu só obedeço meu homem.
Ele sorri e então ordena:
- Então chupa minha pica, sua safada, chupa. Deixa ela dura denovo pra você.
Se fosse em outras transas eu Chuparia com um certo nojo, pois estava vendo o pau dele cober do meu gozo e do dele. Mas o meu tesão me fez ficar com água na boca. Me agachei e engoli aquele pedaço de carne. O cheiro de gozo e de pica misturados me alucinavam. Estava chupando e babando no pau dele ao memos tempo. Rapidinho senti ele crescer denovo e invadir minha garganta. Comecei aquela sucção bem babada mas pela minha inexperiência acabei relando os dentes na glande e escuto e sortear um pequeno gemido de dor. Me levantei rápido e segurei seu pau, batendo um punheta enquanto lhe perguntava:
- Ai amor, te machuquei???
- Só um pouquinho, tá de boa. Continua.
- Desculpa, eu errei de novo, você vai me castigar???
- Vou sim , sua safada, vou já enterrar essa pica na tua buceta denovo.
- ta amor, eu mereço. Tudo pra te fazer feliz. Pode castigar bastante.
Ele segurou meu rosto apertando minhas bochechas e disse:
- como é bom ter uma mulher safada assim pra me chupar.
Me deu um beijo e soltou. Acelerei a punheta, olhei pra ele mordendo os lábios e disse:
- Eu não chupei direito. A minha boca merece ser punida??
Ele me olhou e acho que nessa hora entendeu.
- É, você tem que aprender uma lição pra chupar direito.
Eu apenas fechei os olhos e inclinei o queixo pra frente. Em seguida senti meu rosto estalar com um tapa. Nossa,. aquilo ardeu pra caralho,as eu vi o rosto do meu macho ganhar um sorriso. Ele estava dormindo a situação denovo e eu só queria me entregar. Me abaixei, suguei denovo a cabeça que já estava toda vermelha e babada devo, voltei a subir e disse:
- Será que essa safada aprendeu a lição???
- Não mesmo!!! - respondeu ele dando outro tapa.
Me senti finalmente subjugada e sendo colocada no meu devido lugar.
Ele agarrou meus cabelos, me beijou, lambeu.meu.rosto e depois forçou minha cabeça pra baixo até eu engolir a pica dele novamente. Segurou até eu engasgar sem dó.
Ficamos assim uma 10 minutos entre chupadas, tapas na cara e punheta. Sentia minha buceta encharcada, queria logo ser comida com raiva e com brutalidade.
Ele então se levanta, me puxa pelo braço e taco outro beijo enquanto agarrava minha bunda com uma mão e com a outra foi até minha buceta. Desdilhou.meu grelo até eu sentir minhas pernas tremerem. Aproveitou a mesa vazia, agarrou meus cabelos e me curvou sobre ela. Senti ele pincelando sua pica na entrada e depois numa única estocada estava tudo dentro novamente. Gemi gostoso, enquanto ele puxava meus braços pra trás e prendia atrás das minhas costas. Ficou socando assim alguns minutos até que me soltou, achei que ele tinha parado, estava suado e eu ainda sedenta por outro orgasmo, quando sinto ele me puxar pelo braço até o quarto.
Me jogou na cama, abriu minhas pernas ajoelhou e caiu de boca na minha buceta. Em outras transas isso quase não teria efeito, mas o tesão que eu sentia me fez aproveitar cada línguada nommeu grelo. Chupou como se não houvesse amanhã. Mas então a sua língua foi descendo até encontrar a entrada domm meu cuzinho. Que sensação estranha mas gostosa também. Eu não dizia nada, apenas obedecia ao meu macho.
Ele levantou denovo, olhou nos meus olhos e apontou a pica pro meu cuzinho. Eu segurei minhas pernas por trás do joelho fazendo minha bunda ficar totalmente vulnerável.
Seria meu primeiro anal, não tinha ideia do que aconteceria mas eu estava entregue.
Quando ele forçou, senti minha pregas se contraindo e logo em seguida um tapa:
- Bora safada. Não é isso que tu quer, ser castigada?? Eu castigar esse cuzinho agora.
E outro tapa vei. Minha buceta piscou e meu cu se abriu um pouco. A cabeça entrou e eu senti meu último cabacinho indo embora.
Ele colocou a mão no meu pescoço e forçou mais. Sua pica adentrou até o fundo e eu senti seu saco na minha bunda. A dor intensa mas o tesão de ser dominada.e.subjugada por um macho é.indescritivel. ele socava enquanto tentava me enforcar e bater na minha cara aí mesmo tempo. Eu só segurava minha.coxas.e aceitava cada estocada.como a consagração de uma nova fazer na minha vida.
Depois de uns 15 minutos, meu rosto estava vermelho de tanto apanhar, meu cuzinho ainda levando.pica e então minha buceta não aguentou. Latejou forte e derramou muito gozo.sobre o pau dele enquanto me comia. Eu gozei muito gostoso mas quase não tinha forças pra gemer. Ele sentiu meu cu latejando e viu meus olhos revirando, ai nao.segurou mais. Despejou toda porra dentro dele enquanto socava desesperadamente.
No fim daquela foda nos dois deitamos, no beijamos e entendemos que finalmente tinhamos encontrado um elo para toda a vida.
Daí em diante não teve uma única foda sem que eu gozasse.
Entendam.
Não quero que ele me bata de graça. O que me excita é sentir que ele é meu macho e vai me dominar sempre que quiser. É a postura.de homem que controla tudo ao seu redor e por fim, é uma delícia secar uns tapas na cara, na bunda, ser enforcada. Mas gozar dando o cu, essa eu nem sabia, acho que é pra poucos.
fim
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