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Escravo Familiar: Capítulo 36 (O Clube dos Bolinhas - Vol. 02)

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Tártaro

Durante o trajeto, ele dava palmadas na minha bunda e brincava com os dedos dentro do meu cuzinho arrombado. Seus dedos entravam e saíam com movimentos lentos, tocando as paredes internas mais próximas do fim do meu cu.

— huuum! Eu gemia baixinho, pendurado em seus ombros.

Logo ele passou de somente colocar dois dedos para três, depois quatro, até chegar a colocar os cinco e iniciar um fisting anal em mim.

— Aaaaaaah! Gemi alto conforme ele aumentava a velocidade do entre e sai da sua mão.

— Caralho, Felipe, dá um descanso para nossa putinha, assim ela não vai aguentar o tranco. Temos até de noite para fodê-la.

— Hããããã! Continuava a gemer.

— Calma, só estou proporcionando mais prazer a ela. Daqui a pouco eu dou um descanso. Relaxa, não vou maltratar nossa putinha, né, querida?

— Éééééé! Falei gaguejando, vibrando com sua mão no meu cu, entrando e saindo.

Quando chegamos à porta do banheiro, ele retirou a mão de dentro do meu cu, toda molhada, colocou-me no chão e abanou a mão na minha cara, jogando o suor e a porra que estavam dentro do meu cu.

De pernas bambas, virei-me de frente para o banheiro e comecei a adentrar.

PLAFT!

— Ai! Falei.

Ele deu-me um tapa no rabo, fazendo minha pele arder. Em seguida, senti a porra descer pelas minhas pernas abaixo, e corri para o chuveiro mais próximo, piscando meu cu para que ele voltasse ao normal.

Quando entramos na área dos chuveiros demos de cara com um homem careca, branco, que devia ter por volta de 1,80m, com a musculatura do corpo definida pela academia, pezudo, com um pau de 19cm reto com uma cabeça vermelha circuncidada, um par de bolas grandes em um saco farto balançando com as estocadas , uma bunda branca durinha e musculosa sem pêlos que conforme se movimentava , aparecia e desaparecia o cuzinho rosado dele sem pelos, descendo por um par de coxas musculosas, e panturrilhas desenhadas com a musculatura definida aparente, seguidos por um par de pé largos brancos que deveriam ser tamanhos 44 , de dedos longos e retos , fodendo uma garota de 13 anos loirinha, cabelos longos, branquela com uma buceta rosada e apertada com uma fina penugem loira , recostada nos azulejos brancos do banheiro gemendo alto.

— Ai, papai, que cacete gostoso, huuuuuuuuuum! Me fode, fode sua princesa!

— Toma, pica, amorzinho do papai.

O som alto das peles deles molhadas ecoava no banheiro, fazendo com que quem entrasse no banheiro os assistisse sem desgrudar os olhos.

Saindo do transe em que entramos com a cena, voltamos a nos encaminhar para os chuveiros ao lado deles.

Entrei debaixo de um próximo a eles e liguei o chuveiro e comecei a tomar banho.

Lavei todo meu corpo, passando bastante sabonete para tirar a porra, suor e alguns resquícios de grama do gramado do campo de futebol.

Enxaguei meu corpo e logo desliguei o chuveiro. Meu pau estava muito duro escutando o gemido dos dois. Tentei não assistir e continuar a me secar e a trocar de roupa.

Quando terminamos de nos trocar, fomos embora, saímos do banheiro e fomos direto para o estacionamento. Entramos nos carros; fui me sentar ao lado do Felipe. Ele se arrumou no banco e deu partida no carro.

— Porra, que cena gostosa da porra daqueles dois! Ele comentou: — Fiquei duro, mas não tinha condições de participarmos. Ele comentou comigo.

— Também fiquei louco vendo, mas é melhor irmos embora, melhor do que arrumar uma confusão.

— Verdade! Ele disse, terminando de se arrumar no banco, baixou o freio de mão do carro, engatou a primeira marcha e saiu dando uma buzinada para nossos parentes.

Paramos em um restaurante durante o trajeto. Descemos e pedimos uma mesa para 5 pessoas. O restaurante era self-service e também podia comer à vontade por um preço fixo de R$ 30,00 por pessoa.

Depois de almoçarmos, fomos para uma praça para nos distrairmos. O local estava cheio de crianças brincando, pais e mães conversando e monitorando seus filhos.

Tomamos um sorvete e relaxamos por longas horas.

Papai mandou mensagem para mim para saber como eu estava. Respondi sua mensagem com um "Maravilhoso" e aproveitei para mandar mensagem para minha mãe, dizendo que estava tudo bem, que já havia almoçado e que à noite estaria em casa.
Passamos a tarde toda na praça nos distraindo. Quando deu 18:00, os meninos me chamaram para voltarmos para o carro.

Entrei no carro com meu cunhado Felipe e ele disse-me:

— Agora, Pedro, vamos para o motel, vamos brincar mais um pouco e depois devolveremos você para seu pai, ok?

— Claro! Sem problemas.

— Então tá bom!

Ele deu partida no carro e saiu, dando uma buzinada para os outros o seguirem.

Uma hora depois o céu já estava escuro, e demos entrada em um motel perto de onde estávamos.

Paramos na entrada e ele colocou a cabeça para fora do vidro da porta do carro e conversou com o atendente.

— Olá, moça, boa noite. Quarto para cinco. Os dois carros atrás também irão para o mesmo quarto que nós.

— Documentos, por favor!

Ele saiu do carro, eu dei meu documento para ele, e ele foi atrás dos outros três para poder entregar para a atendente.

Cinco minutos depois, ele voltou para o carro com uma chave nas mãos e o número do quarto (36). Entregou a chave para mim e deu entrada ao estacionamento do motel, seguido por meus outros cunhados.

Entramos no estacionamento e ele parou em uma vaga ao lado de uma pilastra de concreto, onde possuía mais três vagas disponíveis.

Saímos todos do carro e seguimos para o quarto. Subimos uma pequena rampa e entramos em um corredor imenso com centenas de quartos.

O ambiente estava silencioso, e não demos de cara com nenhum casal aventureiro fora dos quartos, ou gemendo alto. Quando chegamos à porta do nosso quarto, entramos.

O ambiente era bem agradável, a cama redonda possuía lençóis de cetim creme, a cama tinha uma estrutura que acompanhava um mosquiteiro, no quarto tinha um banheiro com um espelho imenso e uma pia de três cubas, uma privada quadrada e um grande chuveiro elétrico acompanhado por uma duchinha de duas temperaturas.

— O que acharam do quarto? Perguntou o Felipe.

— Muito bom, mas vamos ao que interessa, vamos foder. Aquela cena do pai fodendo a filha no banheiro me deixou louquinho. Disse o Emerson e começou a tirar suas roupas.

Minutos depois estávamos os cinco nus, de pau duro, e meu cuzinho piscando louco por pau.

Começamos a nos beijar, brigando com nossas línguas dentro de nossas bocas. Nossos paus duros passaram a se roçar, nossas mãos alisavam nossos corpos, brincando com as portinhas de nossos cus, apertando nossas nádegas e acarinhando nossas peles nuas e macias.

Aos poucos, meus homens começaram a beijar meu corpo, iniciando da minha boca, revezando-se entre eles, descendo para meu pescoço em caminho aos meus peitos e costas.

Fui sugado nos mamilos, ficando com meus "faróis" acesos, seguido por lambidas e chupões na minha barriga. Depois, seus movimentos foram ficando mais atrevidos e os quatro desceram até meu pau duro e meu cuzinho rosado, e começaram a brincar.

O Felipe e o Lucas seguraram meu pinto com as mãos grossas e quentes, expuseram a cabeça da minha rola e juntos começaram a cheirar meu pau, da cabeça até a minha virilha, deliciando-se como duas putas cheiradoras de pica de viado. Logo substituíram a cheirada por suas deliciosas bocas quentes e macias, iniciando um maravilhoso boquete molhado que fazia meu corpo todo tremer.

— Aaah! Gemi alto, contorcendo-me de tesão, sentindo as deliciosas bocas macias me chupando.

O vai e vem era tão gostoso que cheguei até mesmo a sentir a garganta dos dois na ponta da minha rola grossa.

Nas minhas nádegas, senti o Vitor e o Emerson abrirem-nas com as mãos largas e macias, e cutucaram meu cuzinho com a ponta dos dedos, buscando delicadamente que meu cuzinho se abrisse para eles. Pisquei meu cuzinho e logo senti uma língua quente e molhada o atingir, seguido de um raspar de pelos de barba por fazer.

— Huuuuuuuuuum! Gemi mais alto.

Na minha frente, o Lucas e o Felipe chupavam minhas bolas e revezavam com meu pau, causando um efeito de superexcitação no meu corpo.

Minha pele queimava, vibrava , e eles começaram a subir alisando meu corpo. O Felipe subiu rápido, deslizando com maciez e força a mão pelo meu corpo até chegar no meu pescoço e segurá-lo forte, puxando-me para um beijo de língua.

Tateando com as mãos, ele buscou pela minha coleira e, em seguida, pelo botão de hormônios, e o apertou.
— aaaaaaaaaah!!!!!!!!! Suspirei fundo, sentindo o líquido ser liberado no meu corpo e percorrer com rapidez.

Senti tudo mudar, meu pau ficou mais teso, meu cuzinho começou a piscar loucamente e minha boca sugar os beijos com violência do meu cunhado Felipe.

Sai da sua boca, ganhando uma nova vida. Afastei os outros três do meu corpo e ajoelhei-me no chão, chamando-os com o dedo para que aproximassem suas picas duras do meu rosto.

Eles ficaram à minha volta; eu me ajoelhei no chão e encostei na cama. Eles se aproximaram mais de mim, seguraram na base dos seus membros com uma mão e, com a outra, o topo da minha cabeça. Logo aproximaram a ponta da cabeça das picas nos meus lábios, fazendo um pedido silencioso para eu abrir a boca.

Em seguida, separei sensualmente meus lábios e permiti que um de cada vez fosse adentrando minha boca.

Chupei cada pau, sorvendo e degustando cada sabor. O primeiro que chupei foi o Emerson; a pica estava quente, cheirosa do recente banho que os quatro haviam tomado pelo final da manhã, depois da pelada que haviam jogado. Sua pica grossa e cabeçuda de 18 centímetros pulsava ferozmente na minha boca molhada. Eu aproveitava para deixá-la bem babada, pronta para que, daqui a alguns minutos, eu pudesse senti-la no meu cuzinho.

— GLUB Glub Glub Glub

— Hããã, Pedro, isso, garoto, chupa gostoso. Ãããããh! Ele dizia-me, alisando minha cabeça e dando reboladas.

Eu me dedicava, sugando forte e fazendo garganta profunda, fazendo com que ele se contorcesse todo.

GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub.

Quando senti que ele queria gozar, saí da sua pica e fui puxado para a pica do Lucas. Aquela pica branquinha de cabeça rosada é tudo que mais queria naquele momento.

Ele colocou primeiro só a cabecinha na minha boca e pediu para que eu sugasse forte. Segurei no corpo da pica dele, enquanto sugava e às vezes rodava minha língua em sua circunferência, e passei a bater uma punheta para ele.

Ele jogou seus cabelos loiros para trás junto da cabeça, deixando seu pomo de Adão à mostra. Eu aproveitava chupando seu pau grosso, veiudo, enquanto deslizava minha mão por seu corpo parrudo.

Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub

A sua pica deslizava cremosa pela minha boca, proporcionando um boquete mais progressivo e ritmado. O sabor divino estava uma mistura doce, junto de um fundo asabonetado do banho. Era delicioso olhá-lo se contorcer de prazer, olhar para seu corpo naquela posição e senti-lo chegar a quase gozar dentro da minha boca. Mas, antes que isso fosse possível, saí da sua pica e me dirigi para o Felipe.

O Felipe segurou na minha cabeça, alisando-a delicadamente. Com a outra mão, segurou em seu delicioso cacete duro de 17 centímetros, veiudo, e bateu com ele na minha cara.

Depois acariciou com a cabeça da pica os meus lábios e começou a forçar a cabeça para dentro deles. Fui engolindo centímetro por centímetro até que meu nariz ficou grudado na sua deliciosa virilha.

Olhei para cima, olhando no fundo dos seus olhos com um olhar dengoso que o fez rosnar.

— Grrr!

E, com paciência, ele passou a foder minha boca e garganta com ritmos lentos e fortes.

GLUB Glub Glub, PLOC PLOC PLOC

Eu ia e voltava, lambuzando bem seu cacete com minha saliva, já pensando em deixar tudo preparado para ele meter no meu cuzinho.

— Huuuuuuuuuum! Ele gemia, socando na minha boca, rebolando.

Os movimentos rápidos foram desacelerando e logo ele afundou seu pau na minha goela e gozou, sem conseguir se controlar.

Pff! Pff! Pff!

Foram três jatos fortes na minha garganta, com ele segurando meu rosto de encontro com sua virilha.

Quando me soltou, fui para o próximo. O Vitor estava segurando na cintura do Emerson e do Felipe como pau duro apontado para mim.

Segurei na base da sua pica grossa e expus sua deliciosa cabeça rosada, e caí de boca, chupando até o tronco, batendo com meus lábios em sua pelve e minha testa na sua barriga magra.

— Hãããããã! Ele gemeu, soltando os braços da volta da cintura dos outros dois e segurando firme na minha cabeça, forçando meu rosto de encontro com sua virilha.

Esperou alguns minutos, me sufocando nela, e logo iniciou as estocadas.

Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup

Sua rola deslizava cremosa na minha boca, seu saco batia forte no meu queixo, meu nariz aspirava seu delicioso odor de macho viril.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

Bombadas, depois ele gozou, inundando minha boca.
Pffffffffffffffffffffffff!

Depois de chupar a pica dos três, eu fui erguido do chão e fui jogado na cama grande do motel, de bruços, e os quatro vieram para cima da cama.

O Felipe foi o primeiro a puxar-me pela cintura, colocou-me na ponta da cama com os pés para fora, agachou-se e abriu as bandas da minha bunda, e sentou a língua sem dó para dentro do meu cu, molhando-o com sua saliva grossa.

— Huuum! Gemi

Depois que se sentiu satisfeito com o resultado, levantou-se e me empurrou mais para o meio do colchão, subiu atrás de mim, afastando minhas pernas e abrindo minhas nádegas, posicionou a cabeça do pau na entrada do meu cu e começou a forçar.

— Hããããã! Gemi alto.

Enquanto ele me penetrava gemendo, o Emerson veio até meu rosto e começou a me bater na cara, dando tapas.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

Já o Felipe cavalgava gostoso no meu rabo, metendo cada vez mais forte no meu cuzinho.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

Comecei a chorar, apanhando dos dois, que cada vez mais aumentavam a força das estocadas e dos tapas na minha cara e no meu cu.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

— Chora, bixinha, queremos ouvir você chorar na nossa pica.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC.

— Vou gozar, putinha, vou gozar. Aaaaaaah! Pffffffffffffffffffffffff!

O Felipe gozou enquanto eu ainda apanhava na cara e caiu em cima de mim.

Um tempo depois se levantou e deu espaço ao Emerson, que me batia na cara. Ele veio para meu cu enquanto o Vitor assumiu seu lugar no meu rosto.

Posicionou-se na entrada do meu cu e no meio das minhas pernas, apontou a cabeça do pau na entrada do meu cu e, segurando na minha testa, puxou minha cabeça para trás e começou a introduzir seu cacete duro no meu cuzinho.

— Hãããããã! Gemi alto, sentindo sua pica deslizar pelo meu cu esporrado, que vazava a gala do Felipe.

Logo começou a bombar no meu cu.

Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup

Na minha cara, Vitinho começava a dar tapas e cuspidas.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

Ptiu pitu ptiu pitu ptiu pitu ptiu pitu ptiu pitu ptiu pitu ptiu pitu ptiu pitu ptiu pitu ptiu

— Aaaaaaaaaaaah! Eu gemia alto.

Minha cara ficava coberta de saliva do meu príncipe, mas eu estava louco de prazer com aquele sexo todo.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Pitu ptiu pitu ptiu pitu ptiu pitu ptiu pitu ptiu pitu ptiu pitu ptiu pitu ptiu pitu

— Ãããããh — gemeu o Felipe, cravou fundo no meu cu e gozou, me inundando.

Pffffffffffffffffffffffff!

Quando ele saiu de dentro, não tive tempo nem de raciocinar, e veio o Vitinho para meu cu e o Lucas para minha cara.

O Vitor montou no meu rabo e abriu minhas nádegas, em seguida pincelou seu cacete na porta do meu cu e começou a entrar deslizando lentamente.

Quando chegou ao final, começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

Na minha boca, o Lucas batia seu cacete no fundo da minha garganta, fazendo eu engasgar, COFF COFF COFF COFF COFF COFF, me babar todo e gemer gostoso.

— Huuuuuuuuuum!

Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup...

— Ããããh , PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Os dois gozaram juntos dentro de mim e saíram em seguida.

Minha coleira liberou mais hormônios, fazendo-me recuperar as energias perdidas, e logo o Lucas veio para meu cuzinho e o Felipe para meu rosto, e juntos começaram a me foder. O Lucas pulava no meu cu como um touro, tirando-me gemidos ainda mais altos.

— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum!

Já o Felipe sentava a mão na minha cara, fazendo eu delirar e perder um pouco da minha visão.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT...

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....

— Ããããh , estou gozando, caralho, estou...

Pffffffffffffffffffffffff!

Quando ele caiu em cima de mim, tudo acabou, os movimentos pararam e eu estava exausto.

Levantei todo gozado, com a cara vermelha, e estava indo para o banheiro. Os meninos se jogaram na cama, ofegando, e logo disseram:

— Não, não, onde a putinha acha que vai?

Olhei para o Felipe, que tinha dito, com cara de choro.

— Está tudo bem, Pedro?

Balancei a cabeça positivamente, mas meu rosto ardia e queria me limpar.

— Preciso me limpar. Disse para ele.

— Vem cá, planejamos te dar banho juntos, mas antes feira aqui com a gente.
Fui até ele e me deitei no meio dos quatro.

O Felipe puxou-me para seu peito e começou a dedilhar novamente meu cuzinho.

Gemi com o desconforto e ele olhou para meu rosto e disse:

— Agora vamos lá para baixo, em uma área onde tem uma mangueira. Vamos aproveitar que está quente e vamos te dar um banho de mangueira, o que você acha?

— Como vocês quiserem, só vamos. Eu quero me limpar.

— Tá bom, apressadinho!

Nós cinco nos levantamos e, pelados mesmo, fomos para fora do quarto.

Descemos uma rampa que dava acesso à área externa do motel, em um lindo jardim.

Em uma parte perto da entrada, tinha uma torneira e uma mangueira que poderiam ser usados pelos clientes.

Eles me levaram e pegaram a mangueira, ligaram a torneira e, em seguida, começaram a tacar água no meu corpo.

— Aaaah! Gritei, sentindo a água gelada no meu corpo quente, sujo e suado.

Enquanto o Felipe tacava água em mim, os outros três vieram retirar a porra e suor do meu corpo. Enquanto isso, os outros tomavam banho de mangueira comigo, me beijando e, por incrível que pareça, um deles lembrou de pegar um sabonete no banheiro.

Fizeram espuma nas mãos e todos nós começamos a tomar banho ali mesmo no jardim.

Passei o sabonete em todo meu corpo e, em seguida, ajudei eles a passar nos deles. Logo nos enxaguamos e, antes de desligar a mangueira, o Felipe pegou a ponta dela e enfiou dentro do meu cu, abrindo a torneira e realizando uma chuca extrema em mim.

— Aaaaaaah! Que gelado! Gritei.

— Não gosta de dar o cu, putinha? Agora tem que lavrar!

Ele movimentou a ponta da mangueira no meu cu, simulando um ato sexual. E depois desligou a água.

Quando dei por mim, escorria uma água suja do meu cu, com sangue e um pouco de fezes.

Antes de me darem uma toalha para eu me secar, pegaram um açoite que tinham escondido de mim na toalha e, molhado mesmo, começaram a desferir golpes no meu corpo.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

Cada um deles estava com um açoite de cerdas macias. Os golpes me proporcionavam prazeres e dores intensas; eu rebolava cansado e implorava para tudo acabar.

Alguns minutos depois, eles pararam de me bater e, apontando os paus para meu corpo, mijaram em mim, fazendo eu gritar.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

— Aaaaaaah! O xixi ardia na pele vermelha e cansada; não tinha hematomas muito feios, mas a pele estava cansada.

Depois se aproximaram da minha boca e fizeram eu chupar as picas mijadas uma a uma.

Fui erguido e todos nós nos secamos e voltamos nus para o quarto.

Entramos e colocamos uma roupa limpa. Os meninos esfregaram suas cuecas sujas na minha cara e começamos a nos aprontar para ir embora.

Era por volta das 19:00 quando saímos do motel. Eles pagaram a conta e partimos de volta para casa.

Cansado, acabei dormindo no carro do Felipe e não vi nem o tempo passar.

Cheguei em casa, era 20:00, toquei a campainha junto dos meus cunhados que foram me devolver.

Papai desceu do andar de cima da nossa casa e veio nos receber.

— Meninos, chegaram tarde! Disse papai.

— Estamos devolvendo nossa putinha, senhor João. Disse o Felipe.

— Foi um prazer ter passado o dia e parte da noite com ela. Esperamos em breve ter esse privilégio novamente.

— É claro, garotos! Nossa, meu filho, você está um trapo. Ele disse, olhando-me.

— Entra e vai para a cama dormir, você precisa descansar.

— Tá bom, papai, tchau, garotos! Falei para meus cunhados.

— Tchau, putinha! Disseram em uníssono.

Subi as escadas da casa, fui para meu quarto, abri a porta, desabei na cama e dormi do jeito que eu estava.

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