Abri minha tampa, e deixei o frentista enfiar a mangueira
Assim que entramos, ele pediu para ver meu "tanque". Sem cerimônia, tirei minha roupa, e o homem arregalou os olhos.
Tudo começou como uma brincadeira, coisa de moleque, mas acabou evoluindo...
Costumo abastecer meu carro toda semana, sempre no mesmo posto de gasolina, e há uns meses atrás, entrou um frentista, moreno, de uns 40 anos, alto, forte.
Praticamente todas as vezes que vou abastecer, ele está por lá, e na primeira vez que ele veio me atender, ele falou:
_Bom dia doutor...
_Bom dia...é...coloca R$ 120,00 de gasolina comum...por favor. Falei.
_Já tá aberto lá atrás?
_Já...
_Beleza...é só colocar a mangueira...
Ele saiu, abasteceu, e voltou.
_Prontinho doutor...não tá precisando trocar o óleo?
_Não...não...é só isso mesmo...
_Ok...vai ser crédito ou débito?
_Débito.
Passei o cartão, e fui embora.
Nas outras vezes que ele abasteceu meu carro, foi a mesma conversa, e confesso que não tinha reparado nada demais nisso, até que num certo dia, ele esboçou um sorriso, e aquele tipo de sorriso eu conhecia bem, era um sorrisinho sacana. E foi aí que eu me toquei da "brincadeira" dele.
Era um comportamento de 5ª série, mas ele estava me sacaneando com aquela conversa.
Em casa, fiquei pensando nessa bobagem.
O cara não era nenhum garotinho, não sabia se ele estava só de brincadeirinha, ou se estava "jogando um verde para colher maduro". Bom, achei que ele era um bom partido, e se quisesse algo mais que uma brincadeira, eu toparia na boa. Pensei, pensei, e como não tinha nada a perder, resolvi colocar lenha para ver no que daria....
Numa outra oportunidade, assim que perguntou se eu já havia aberto lá atrás, eu falei:
_Ai peraí...deixa eu abrir para você colocar a mangueira.
Ele ficou me molhando, mas não riu, foi colocar o combustível. Nesse dia, ele não falou da troca de óleo.
Mais algumas semanas, e ele veio abastecer novamente meu carro. Nesse dia, ele veio bem sorridente.
_R$ 120,00 doutor? Perguntou.
_Não...hoje não...quero que você deixe meu tanque cheio...pode encher...
_É sério?
Agora foi minha vez de falar com um sorrisinho sacana no rosto:
_Tô falando sério...pode encher.
Ele riu, e falou:
_Já tá aberto?
_Já...capricha....
Ele foi abastecer, mas ficou no campo de visão do meu retrovisor.
Nesse dia, eu estava num tesão danado, e não me importei em ficar olhando para ele.
O frentista percebeu, e trocamos olhares.
Quando ele terminou de abastecer, notei que ele deu uma ajeitada na rola. Ao se aproximar com a maquininha, cresci os olhos, a rola dele estava de lado, e a calça mostrava a silhueta, aparentemente dura. Fiquei doidinho, só não apertei ali mesmo, por causa dos outros frentistas.
Passei o cartão, e ao final, falei:
_É...desse jeito, acho que vou querer trocar o óleo...
Ele riu, e falou:
_É só agendar o dia.
Acabei rindo, e sai dali.
Naquele dia, bati uma gostosa punheta em homenagem ao frentista.
Como havia enchido o tanque, fiquei algumas semanas sem voltar lá posto. Ainda bem que nesse meio tempo, fui à casa do Valdir, e ele apagou bem meu fogo.
O caso com o Valdir, até que está indo bem, o sigilo permanece, estamos bem discretos diante dos outros, só uma coisa me incomoda, é que ele gosta que eu me vista com as roupas da mulher dele, toda vez que eu vou lá, não gosto muito de ficar desfilando de mulher para ele. Ainda bem que não demora muito, e ele vem me despir, e aí sim faz tudo que eu gosto, saio de lá com as pernas bambas.
Bem, voltando ao conto, era uma quinta feira, tinha saído do serviço, e parei na padaria para comprar pães para o dia seguinte. Como sabia que minha esposa ainda iria demorar para chegar em casa, resolvi tomar uma cerveja. Entre um gole e outro, já criava expectativa para voltar lá no posto, no dia seguinte.
Sentado, isolado no último banquinho do longo balcão, vejo o frentista entrar na padaria, e entrar na fila do pão. Na hora meu coração disparou. Estávamos há uns cinco quarteirões do posto, nunca imaginei encontrá-lo ali, e ele me viu também.
Depois de pegar o pão, ele veio até onde eu estava. Nem preciso dizer como fiquei né?
_Tudo bem doutor? Mora por aqui?
Mesmo nervoso, consegui responder:
_Primeiro não sou doutor tá...me chamo Marcos...e não moro por aqui, moro na outra vila... aqui está no caminho de casa, e gosto do pão deles...e você...é daqui de perto?
_Bom...me chamo Ronaldo, e moro nessa rua aqui do lado, um pouco mais para baixo.
_Legal...toma um copo?
_Posso?
_Pega um copo para meu amigo aqui...por favor. Pedi ao rapaz do balcão.
Conversávamos coisas aleatórias, mas as nossas fisionomias, era a de que queríamos falar de outra coisa.
Pedi mais uma cerveja, e falei que iria ao banheiro.
Quando voltei, ele falou:
_É doutor...quer dizer Marcos...tenho que admitir, seu tanque é grande.
Não imaginei que minha ida ao banheiro fosse desencadear essa conversa, senão teria ido antes kkk.
A cara dele era de safado, e não me intimidei, fui para o ataque, e sorrindo, falei:
_É Ronaldo....tem que ter muito combustível para encher...
_Kkkk...boa...boa...é que você é casado, não sei se vai dar para você, estava afim de te chamar para ir lá em casa, queria te mostrar meu reservatório e minha mangueira...
_Por mim tudo bem...tenho um tempinho, se não vou causar problemas, gostaria de ir lá para ver sim....
Ele estava de pau duro, dava para ver. E acho que não precisávamos dizer mais nada. Paguei a conta, e fomos até a casa dele.
Era pertinho dali, num quintal com outras casas, a dele, ficava logo na entrada, dois cômodos.
Soube que Ronaldo estava há pouco tempo por ali, e estava de passagem, tinha se separado, e arrumou o emprego para juntar dinheiro e voltar para a terra natal, Pernambuco.
Assim que entramos, ele pediu para ver meu "tanque".
Sem cerimônia, tirei minha roupa, e o homem arregalou os olhos.
_Caralho....bundona gostosa da porra. Disse.
Ele se aproximou, e já foi passando a mão.
_Nossa....que delícia. Dizia, enquanto me apalpava.
Aproveitei, e brinquei com ele.
_Você me chamou aqui para ver o reservatório e a mangueira....
Ronaldo riu, e tirou a roupa. Foi minha vez de brilhar os olhos
Saltou à minha frente, uma bela mangueira de uns 20 cm, grossa, e o "reservatorio", seu saco, também era grande.
No impulso, me ajoelhei à sua frente, e disse, antes de abocanhar sua rola:
_Quero tudo que tiver nesse reservatório!
Em pé, na cozinha, apoiado na mesa, Ronaldo bambeava as pernas enquanto eu engolia sua rola.
Ele gemeu, se contorceu, e falou:
_Ahhhhh....aí vai o primeiro litro de combustível....
Ronaldo segurou minha cabeça, e socou, a rola como se minha boca fosse um buceta. Então, ele se estremece todo, e goza.
_Ahhhhh......mama...mama....tudinho....ahhhh.
Caralho, o homem gozou muito, tive dificuldade para engolir tudo.
Com a rola limpa, mas ainda dura, ele pede para eu me levantar.
_Vamos para o quarto, na cama vai ser mais confortável...
Caminhava na frente, e ele parou para pegar algo na gaveta do armário da cozinha. Quando chegou no quarto, me encontrou de quatro, com a bunda empinadinha.
_Vem....a tampa de trás já está aberta para você.
_Beleza...é só enfiar a mangueira então...
Ronaldo se aproximou com o tubinho de gel na mão, lambuzou o dedo médio, e passou suavemente no meu cú, enfiando a pontinha do dedo. Soltei um gemidinho, e dei uma piscadinha com o anel, mordendo o dedo dele.
_Uhhh...safadinho...tá querendo rola né?
Ele tirou o dedo, lambuzou o pau, e de uma só vez, enfiou no meu rabo, até o talo, as bolas dele, bateram nas minhas.
Atolado no pau, sinto suas mãos acariciando minhas costas. Timidamente, jogo meu corpo de um lado para o outro, e faço movimentos circulares curtos.
Suas mãos descem até minha bunda, e passo a tomar tapas nas bandinhas, vários tapas, que me fazem movimentar mais rapidamente. Então, Ronaldo me segura forte na cintura, e fala:
_Se é rola que você quer, é rola que você vai ganhar.
Ronaldo passa a me foder como um bate estacas, ele parecia querer fincar a rola a cada metida, suas bolas estralavam batendo nas minhas
O frentista metia como um animal, senti aquela mangueira entrando e saindo várias vezes, até que ele dá uma última cravada, e começa a estremecer.
_Ahhhh...se prepara...vou encher seu tanque...
Jatos são disparados dentro de mim, sinto o calor me aquecendo por dentro.
Quando seu pau pára de pulsar, ele cai deitado de costas na cama.
A rola meia bomba e toda melada, foi um convite para um boquete.
Sei que mamei gostoso, porque o pau ficou duro na minha boca.
_No meu tanque, ainda cabe mais. Falei, sentando no pau dele.
Com um sorriso largo no rosto, ele me viu cavalgar, rebolar e quitar no seu pau.
Sou virado de costas para a cama, ergo minhas pernas, e ele mete fundo, me arrancando gemidos. Depois, fiquei de ladinho, e de bruços.
Voltei a ficar de quatro, e Ronaldo volta a fincar sua mangueira.
_Ahhh...vou gozar. Falou.
Eu que só tinha dado duas gozadinhas, peguei meu pinto, e passei a bater uma punheta.
Ronaldo ergue meu corpo, mas continuo de joelhos. Ele me abraça deixando uma das mãos na minha cintura, enquanto a outra toca meus mamilos. Sua boca vem até meu ouvido, e fala:
_Quero gozar agarradinho com você, sentindo seu corpo.
Me arrepiei todo quando ele disse isso, e não aguentei quando sua boca foi mosrdiscar meu pescoço.
_Ahhh Ricardo vou gozar...vou gozar...ahhh... goza também...goza comigo...
Assim que soltei meus primeiros jatos, senti os dele me invadindo.
Ficamos um tempo agarradinhos, recuperando o fôlego.
Recomposto fui ao banheiro me limpar, e fiquei assustado com o tanto de porra que saía do meu cú, tive que fazer um tucho, para terminar de me limpar em casa.
_Quando você volta aqui para abastecer de novo? Perguntou, quando eu estava de saída.
Dei um sorriso, e falei:
_É só agendar...
No outro dia, quando Ronaldo viu meu carro chegando, veio direto me atender.
_ E aí doutor...o de sempre?
Olhei feio para ele, ele já sabia o meu nome.
Inteligente, Ronaldo percebeu, e me falou baixinho:
_Temos que manter as aparências...
Entendi, e acabei sorrindo.
Depois de abastecer, quando se aproximou com a maquininha ele falou baixinho:
_Consegui ir lá em casa na terça feira? Naquele mesmo horário?
_Consigo. Respondi.
_Beleza...vou estar com a mangueira esperando.
Sorri, e fui embora...
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