#Teen #Virgem

quando se é menina (agora adolescente) amelia em ponto de bala -2

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cobra

Amelia andando até chegar ao ponto de ónibus , se sente leve , tão leve que as vezes se sente flutuar , arruma o cabelo e reamarra o rabo de cavalo e o rapaz que esperava o ónibus ali junto a olha de cima a baixo , parece despir ela com olhar , um olhar tão intenso que sente sua vagina ter contrações , ela como meio de fuga vira de costas , o ónibus chega ela entra e se senta se sentindo úmida , coloca a bolsa no colo , e vem pensando no que tinha se passado la no quartinho , olhos fechados e pensamento intenso , tão intenso que as vezes sente até o choque de quando a lingua toca seu intimo anelzinho onde ela soltava gritinhos , esta tão entretida em pensamentos revivendo mentalmente os momentos que passa do ponto onde desceria , desce correndo e se culpando por ter de andar um trecho maior , por uns dias ela fica assim até parece meia aérea , meia fora do ar .
Faltava uma semana para festa de 15 anos quando sua mãe avisa ela e conta sobre o namoro dos dois para seu pai , amilto não vem isso como coisa certa mas aceita ja que e esposa aceitou mas comenta com sua filha em um misto de preocupação , felicidade e até um pouco de saudosismo – pois minha filha , sempre deixei asses assuntos para sua mãe mas agora acho que ela exagerou mas de qualquer forma estou feliz , ate parece que foi ontem ?você miudinha e eu tentava pegar você no colo e sua mãe toda preocupada ao meu lado gritava – amilton cuidado para não apertar de mais , vai derrubar ela ? assim não amilto , e hoje esta ai, ja moça bonita , e ja namorando ? .
Eu não queria mas ouvindo meu pai até chorei , meu medo agora era a reação dele quando osvaldo chegasse mas minha mãe sempre teve o ele sob controle .
Eu tive uma semana para convidar minhas amigas e e parte do meninos , só os mais comportados que chamei , mesmo assim ainda sofri na festa com as maluquices dos meninos .
A festa foi em casa mesmo , grana curta , meu pai reclamou com o barulho mas dormiu logo , tirou o cochilo costumeiro depois do almoço , eu preocupada com osvaldo que não chegava , perguntei , onde amor ? me arrumando . começou chegar gente as meninas , olho para o relogio e ja era 14 horas , tomo meu banho e coloco meu vestido todo de renda branco , fofinho em cima com elastico e duas alçinha fininha de amarrar , em baixo acima do joelho godé bem rodado , meus peitos tinham crescido um pouco mais e agora balançavam um pouco solto dentro do vestido e com isso me excitava , o contato magico dos biquinhos no tecido , meninas gritando outras me agarrando , detalhe fechado atras por colchetes uma dezena , meu pai levantou , chegou na porta olhou , encarou chamou minha mãe com a cara mais seria e carrancuda e falou – quem é essa impostora ? abriu os braços me chamando em um abraço e um beijo na testa – feliz aniversario filha , você esta deslumbrante , ai a gritaria foi geral , começaram chegar os meninos e vinham tentando me agarrar , na verdade queriam tirar umas casquinhas ne , apertar para sentir os seios , relar a mão na minha bunda e essas malandragem que eu ja conhecia , chegou o esperado , meu gato macho , terno e gravata ai nova gritaria das meninas e entenderam quando abracei e beijei meu gato , meu pai liberou uma cerveja para quem dos jovens bebe-se , todo feliz com a casa cheia , o carvão ja queimando e começou assar carne e a molecada não respeitaram a ordem de uma latinha só e logo começou as meninas fazendo pirraça abraçavam osvaldo e me chamavam para ver e os meninos vinham me abraçar também , teve até um engraçadinho que me abraçou e deu um beijinho no rosto e falou baxinho no meu ouvido ummm peitinho durinho – sai daqui , safado kkk , até as 6 da tarde quando osvaldo juntou todos la na sala e retirou uma caxinha do bolso e abriu – olha aqui pessou , esse anel aqui é o simbolo do meu amor por essa garota aqui e colocou o anel no meu dedo direito e a gritaria novamente de beija beija beija , tem que beijar se não não vale ai chegou o bolo com uma vela de um casal a menina de branco e o menino de terno , igualzinho estavamos , essa algazarra até as nove da noite quando começaram irem embora e foi um tal de tchau gato depois a gente se fala e riam me zoando .
Meu pai foi deitar e minha mãe super feliz deve ter ido tirar uma casquinha do velho la no quarto , ela sabia que eu acompanharia ele até a garagem , eu ja estava a mil , encostei de frente para ele la na garagem e fiquei olhando fixo para ele medindo mesmo quando vi sua calça social se mexer em baixo , ia dando toquinhos e foi aumentando e eu ali olhando quando ele chegou me abraço me beijando quando sendo senti suas mãos la embaixo ja por dentro do vestido espalmando minha bunda e puxando para si e para cima , encheu as mãos nas minhas carnes e puxando para cima e me apertando na sua pica ja dura , parei um pouco para respirar , meu peito arfava os bicos duro as contrações vinham cada vez mais forte minha buceta tremia , seu pau vibrava dentro das calças e ele tentando de alguma forma chegar com a boca nos meus peitos e aquele desespero para abrir o laço e puxar para baixo que quase gozei quando abocanhou meu peito que gemi mais alto , senti umedecer mais ainda e diante do perigo , voltei dentro de casa para sentir o ambiente ouvi batidas da cama do meu pai – caminho livre , corri no quarto peguei a cartela que a médica deu , fui no banheiro me limpei com lenço umedecido que ja estava toda babada tirei a calcinha peguei uma garrafa de agua e um copo como desculpa e desci novamente na garagem , cheguei sorrindo e contei para ele o barulho la no quarto e ele rio também .
Novamente me abraçou me beijando mais suave com mais calma , abaixou meu tomara que caia ja sem alças e abocanhou novamente meus peitos passando a lingua em torno dos bicos me enloquecia , eu quiz me abaixar para abocanhar sua pica ali mesmo e ele me conduziu atras do carro do meu pai ai entreguei o envelope que abriu e viu que era sorriu – não amor isso aqui não , tem que ser especial me devolvendo , me apoiou no carro , levantou meu vestido e surpreendeu de eu ja estar sem calcinha , me mordia as costas e passava a pica por baixo entre minhas coxas fazendo roçar na buceta , eu morrendo de tesão e medo de ele errar e socar la dentro – aaaiiiii cuidado amor ai ele voltava com a pica novamente as vezes encostava ele no anel e forçava um pouco e aquele contato foi me enloquecendo devagar até que literalmente gozei na sua pica soltei um gritinho e as contrações chegaram forte melando todo seu pau que segurou e apertou na fenda , ficou sentindo as contrações ali , sentia como se minha vulva abria e fechava , ia saindo aos pouco uma baba espessa , quando terminei de gozar ele ja tinha virado de lado e batia uma punhetinha e eu só terminei fazendo ele gozar na minha mão , uma porra quente e grossa , subiu na moto e se foi .
Quem acompanhou até aqui obrigado , estamos chegando no final , tem mais uma parte mas ja agradeço de coração quem leu .

Comentários (2)

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  • Nathalia (NATY): Nossa , que agonia ! Lendo essa história pare e que tá acontecendo com a gente !

    Responder↴ • uid:w733w2qj
  • Joe: Ansioso ja

    Responder↴ • uid:7xbz1xspv3