#Virgem

Eu e Duda em (A despedida)

1.1k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
O Tarado

Salve galera, porra quanto tempo não apareço aqui, meus últimos contos foram em 2023, confesso que achei que tinha perdido mas acabei encontrando e assim trarei novos cenas imaginaria, lembrando que o mais gostoso é que tudo foi real. A “Duda” hoje segue casada e com 4 filhos, desde que terminamos nunca mais eu a vi, mas vamos ao que interessa.

Os anos foram passando, entre eu e minha crentinha favorita já tinha rolado bastante transa, Duda não parecia mais aquela menina besta que tinha vergonha de algo, era decidida, se queria ela mesmo começava.

Duda já estava trabalhando e em seguida seria minha vez, fiz um curso de VIGILANTE já com a peixada pronta pra me empregar, e foi o que aconteceu. Fui até a empresa que ficava na capital, levei os documentos e descobri que pela minha escala 5/1 eu teria que morar lá, pra não ficar desempregado foi o que fiz. Voltei pra casa só pra pegar meus pertences e me despedir da família e da Duda, aceitar aquilo seria um começo de uma vida adulta. Fui pra o interior em um dia para no outro voltar para a capital.

Ia ficar com saudades da minha crente safada, então convidei a mesma pra dormir comigo na minha casa e aproveitarmos aquela noite, de cara ela aceitou.

Duda quase sempre usava vestido, principalmente se estivesse comigo, ela já andava na maldade. Fomos pra minha casa, já era mais de 22 horas quando nos deitamos, Duda estava com um vestido acima do joelhos, os seios saíam pra fora não completamente de grande, o cheiro de safadeza já exala no quarto de porta sanfonada fechada, cama de solteiro onde meu corpo ficava muito colado do dela, a luz da cozinha deixava meu quarto num ambiente meia luz, um clima ótimo pra fuder uma crente.

Deitado ao lado dela, minha perna no meio das pernas dela, sentindo o capô de fusca da buceta dela que era grande me deixou louco, um Xero e uma lambido no pescoço dela foi o bastante para me deixar de cacete duro, e sim ela sentiu, pois estava nas coxas dela.

Segurei seu rosto de encontro ao meu e foi onde nossas bocas se cruzaram, um beijo com muito gosto, nossas línguas se entrelaçando e automaticamente minha mãos toda aberta agarrou aqueles seios, eram grandes e eu precisava deles, acariciei bastante antes de subir um pouco seu vestido e acariciar tbm sua buceta ainda por cima da calcinha, aquela buceta grande e toda melada estava encharcada quando eu tirei sua calcinha.

As alças do vestido eram de laços então bastava puxar que terias acesso aos seios peitos, e foi o que fiz, uma das cenas mais lindas da mulher é quando ela é peituda e daí o peitos sai pra fora da blusa ou do vestido, nossa eu fui a loucura, aquele bicos rosados e pequenos, não resiti e caí de boca chupando eles enquanto ela gemia bastante.

Eu parecia uma criança mamando aquela vagabunda enquanto minha outra mão estava encharcada da buceta dela, não demorou e eu fui fastando sua calcinha até deixar sua buceta toda liberada e de fácil acesso, e assim a Duda tbm fez, meteu a mãe tirando minha bermuda e short e ponhetando meu cacete grosso e cabeçudo, até me puxar pra cima dela onde a própria já estava bem arreganhava com uma buceta linda e grande com alguns pêlos.

Enquanto eu reversava entre a boca e os seios de Duda, eu ficava esfregando meu cacete na buceta dela,estava muito babada, parecia que colocamos algum óleo, mas era apenas o tesão dela, sem aguentar mais um segundo, encaixei meu cacete na entrada da sua buceta onde a cabeça começou a abrir caminho.

Apesar de muito babada, sua buceta era bastante apertada, eu não tinha muita experiência se merecia ir devagar ou não, a cabeça entrando então meu pensamento era meter o resto, e foi o que fiz, mesmo com dificuldade fui empurrando o resto na buceta dela, onde ela gemia muito baixo por ter gente em casa, abria muito a boca e revirava os olhos, e foi exatamente nesse ponto de não poder que eu me aproveitei.

Duda estava toda arreganhada com meu pau atolado na sua buceta, o vestido na parte da cintura, seus grande seios pra fora eu quando reparei a cena só comecei a meter com mais força, era meu prazer socar naquela buceta, ver Duda levando pomba sem poder gemer alto, me segurei na cabeceira da cama e novamente pegue pau em Duda, naquela buceta toda melada e apertada.

Duda segurou meu corpo com as duas pernas e ali eu sabia que ela iria gozar no meu cacete, e não deu outra, gozava igual uma putinha safada, gemendo no meu ouvido, eu senti a diferença do gozo, sua buceta ainda mais molhada já melou meu pau completamente, era impossível não gozar daquele jeito.

Duda já sabia quando eu iria gozar, pedi pra ela tirar o vestido por ia gozar na barriga, ela olha pra mim e fala

Dentro….

Aquilo foi um convite, uma coisa dessa deixa qualquer homem doido, sem para de meter me deito nela e pergunto..

Certeza?
Sim… (diz Duda)

Caio de boca beijando ela, coloco minhas duas mãos pra trás do corpo dela e alcançando suas nadegas, fazendo isso eu sentia que meu cacete entrava ainda ainda mais na buceta dela, e foi o que fiz, aumentei a força, a velocidade, a brutalidade metendo naquela buceta babada

Então toma…

Eu disse gozando em todo interior da sua buceta, gozando toda minha porra e minha tara naquele bucetao gostoso seguidos dos gemidos dela, uma crentinha que sofria na pica.

Me afastei do seu corpo, e ao tirar meu pau da sua buceta percebo o quanto de porra estava guardada, a própria escorrida da buceta da Duda em direção ao cuzinho, que cena linda. Deitamos juntos, os dois satisfeito e assim concluímos nossa noite

Fim kkkkk
Espero que tenham gostado, pq até hoje não esqueci o dia que comi ela aqui em casa. Valeu vagabundos se divirtam

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos