Caçador de putas raras 04 - Chamado
Continuação de "Caçador de putas raras 03 - Combate"
*Nota do Autor*
**Essa história diferente das outras será baseada em um mundo de fantasia, não tenho a intenção de ofender nenhuma minoria, religião e/ou deficiência. Os termos usados aqui se referem apenas a raças de mundos de fantasia sem relação com a realidade.
Depois do momento íntimo, todos se levantaram para tomar um gostoso café da manhã. Laura tinha preparado uma bela mesa com diversos pratos cheirosos e saborosos, como pães frescos, frutas maduras, queijos cremosos e até mesmo um pouco de mel fresco diretamente do apiário na fazenda.
Enquanto nós nos sentávamos ao redor da mesa, Mérida ficou surpresa com a quantidade e variedade de alimentos.
— Wow, isso é incrível! Na floresta, é difícil encontrar uma refeição tão deliciosa assim! — exclamou ela, claramente impressionada.
Eu sorri, apreciando a alegria e gratidão da pequena fada. Ela pegou um pouco de tudo que estava sobre a mesa e começou a saborear cada mordida com prazer. Laura também parecia muito satisfeita em poder oferecer uma refeição tão gostosa para seus convidados.
Enquanto saboreávamos cada mordida do delicioso café da manhã, ouvimos os cascos de um cavalo se aproximando da casa. Laura franziu a testa, provavelmente imaginando quem poderia estar nos visitando tão cedo.
Um momento depois, um guarda meio-cavalo surgiu na porta, seu uniforme reluzente sob o sol matinal. Ele fez uma reverência educada para nós antes de falar:
— Bom dia a todos. Eu vim buscar o Caçador. O Capitão solicitou sua presença em uma reunião importante na guarnição.
Eu olhei para Laura e Mérida, que assentiram com entendimento. Sabíamos que meu envolvimento com os problemas da cidade não tinha acabado após resgatar Laura dos goblins.
— Claro, eu vou me aprontar — respondi ao guarda meio-cavalo. — Só preciso pegar minha adaga e arco primeiro.
O guarda assentiu e esperou pacientemente enquanto eu me vestia e reunia minhas armas. Antes de partir, dei um beijo suave em Laura e Mérida, agradecendo por mais uma vez por tudo que elas tinham feito por mim.
— Voltarei o mais rápido possível — prometi, montando no cavalo ao lado do guarda meio-cavalo.
Enquanto deixávamos a fazenda para trás, não pude deixar de me perguntar sobre o que seria essa reunião com o Capitão. Mas uma coisa era certa: eu faria tudo o que fosse necessário para manter Laura e Mérida em segurança, assim como os outros habitantes do Reino das Feras.
Enquanto eu seguia o guarda meio-cavalo em direção ao quartel da cidade, não pude deixar de notar a estrutura baixa e simples do prédio. Parecia se misturar perfeitamente com as outras casas da aldeia, mas os dois guardas armados na porta deixavam claro que aquele era um lugar especial.
Após entrar e cumprimentar o Capitão, nós nos sentamos em uma pequena mesa no centro da sala. O capitão me olhou com seriedade em seus olhos amarelados.
— Precisamos conversar — ele começou a dizer enquanto se recostava na cadeira. — Pedi para os guardas visitarem a madeireira hoje de manhã. Sabe oque eles encontraram depois do ataque ontem? — ele parou no meio da frase indagando.
— Nada, eles não acharam nada! — ele disse com um movimento largo de ambos os braços — Não havia nada lá, nada de sangue, corpos, tripas nada! Além da madeira queimada e dos nossos ferimentos não existe nada que comprove a existência dos goblins de ontem. — ele disse com um certo descrer na voz.
— Estou certo que temos um problema maior do que imaginávamos nas nossas mãos. Goblins não tem o poder, nem interesse em apagar rastros assim, o que quer que apagou os rastros claramente tem uma rixa com essa cidade ou com nosso reino. Não sabemos quanto tempo vai demorar até que ele planeje atacar novamente... e podemos pensar que desta vez podem vir em maior número.
Assenti em compreensão.
— Por isso, eu gostaria de propor um acordo — disse o Capitão, se inclinando para frente em sua cadeira. — Eu pessoalmente vou garantir a segurança de suas companheiras, Mérida e Laura, até que esta situação esteja completamente resolvida. Meus melhores guardas vão vigiá-las 24 horas por dia, certificando-se de que nenhuma ameaça as alcance.
A oferta me pegou de surpresa, mas eu logo percebi a importância dessa medida. Com o Capitão protegendo Mérida e Laura, eu teria mais liberdade para explorar a região e enfrentar quaisquer outros perigos que surgissem no caminho.
— Em troca — prosseguiu o Capitão —, eu gostaria que você explorasse toda a área entre aqui e a capital, Hauptstadt aller Tiere. Recolha informações sobre quaisquer criaturas ou bandidos que encontrar pelo caminho. Sua habilidade será essencial para nos manter informados sobre qualquer nova ameaça.
Concordei com a cabeça, compreendendo o valor dessa missão. Com meu conhecimento de sobrevivência e habilidades de combate, eu poderia ser um valioso olho no terreno para a segurança da cidade.
— E quando você chegar à capital — acrescentou o Capitão —, peça uma audiência com o Rei Leonel, o Sábio. Informe-o sobre os goblins que você enfrentou e qualquer outra informação importante que tenha descoberto durante sua jornada. Estou certo de que ele apreciará seus esforços em manter nosso reino seguro.
Aceitei prontamente a proposta do Capitão, agradecendo por sua consideração com Mérida e Laura. Com esse acordo, eu poderia explorar livremente a região enquanto eles estariam seguros sob a proteção do capitão e seus guardas.
Depois de discutirmos alguns detalhes adicionais da missão, me despedi do Capitão e voltei para a fazenda de Laura. Eu tinha muito a preparar antes de partir para essa longa jornada até a capital.
Ao chegar lá, Mérida e Laura já estavam preocupadas com minha ausência. Logo as tranquilizei, contando sobre o acordo que tinha feito com o Capitão.
Depois de contar tudo o que havia acontecido na reunião com o Capitão, Mérida e Laura pareceram aliviadas com as medidas tomadas para sua segurança. No entanto, também ficaram tristes com a notícia da minha partida iminente.
— Não quero ficar sem você por tanto tempo — sussurrou Laura. Mérida voou até meu ombro e pousou suavemente, acariciando meu rosto com suas pequenas mãos.
— Você tem que ir, eu sei disso... mas prometa que vai voltar para nós em segurança — pediu a pequena fada, sua voz cheia de preocupação.
Para confortá-las, puxei as duas para um abraço apertado. Nossos corpos se encaixaram perfeitamente enquanto eu beijava primeiro uma e depois outra. Logo os beijos ficaram mais intensos, e nossas mãos começaram a explorar o corpo umas das outras.
— Vamos nos despedir adequadamente — murmurei, guiando-as para o quarto.
Lentamente, começamos a nos despir, deixando nossas roupas caírem no chão enquanto nos beijávamos e acariciávamos. Quando finalmente ficamos nus, eu deitei Mérida na cama enquanto Laura se ajoelhava entre minhas pernas.
Começaram a me beijar por toda parte, suas mãos e bocas explorando cada centímetro do meu corpo. Laura tomou meu membro em sua boca enquanto Mérida acariciava meus testículos e me provocava com a língua ao longo da haste.
Eu gemi de prazer enquanto elas trabalhavam juntas para me levar à beira do clímax. Mas eu não queria terminar assim. Queria estar dentro delas, sentir seus corpos se contorcendo contra o meu.
Com um movimento rápido, troquei de posição com Laura, colocando-a em cima de mim. Ela deslizou meu membro duro dentro dela e começou a cavalgar lentamente. Mérida não ficou para trás; ela montou meu rosto, esfregando sua boceta úmida contra minha boca enquanto chupava meus mamilos.
Nós nos movemos juntos em um ritmo perfeito, nossos gemidos e suspiros ecoando pelo quarto enquanto cada um de nós se perdia no prazer do outro. Mérida foi a primeira a atingir o orgasmo, seu corpo tremendo incontrolavelmente enquanto ela gozava em minha boca.
Logo depois, Laura também alcançou o clímax, seu corpo apertando meu membro com força enquanto ela cavalgava minhas estocadas cada vez mais rápido.
Depois que Mérida e Laura desceram do primeiro pico de prazer, decidi tomar as rédeas da situação. Com um movimento ágil, virei Laura de costas e coloquei Mérida por cima dela. As duas ficaram surpresas com a nova posição, mas logo se adaptaram, beijando-se e acariciando uma à outra enquanto eu me posicionava atrás delas.
Comecei devagar, penetrando primeiro Laura com movimentos suaves e ritmados. Ela gemeu de prazer ao sentir meu membro duro entrando e saindo dela. Ao mesmo tempo, Mérida ficou excitada por estar por cima de Laura, esfregando sua boceta na língua da meio-vaca.
Conforme eu acelerava minhas estocadas em Laura, Mérida começou a se contorcer de desejo, suas asas vibrando incontrolavelmente. Para satisfazer a pequena fada também, coloquei minha mão entre suas pernas e comecei a massagear seu clitóris enquanto continuava fodendo Laura com força.
As duas começaram a gemer alto, suas vozes se misturando em uma sinfonia erótica. Mérida atingiu o orgasmo primeiro, seu corpo inteiro tremendo enquanto gozava em cima de Laura. A meio-vaca logo depois também chegou ao clímax, sua boceta apertando meu membro com força enquanto ela gritava de prazer.
Não parei mesmo assim. Queria fazer as duas gozar novamente antes de desistir. Virei Mérida de costas e a penetrei com movimentos rápidos e precisos. Laura aproveitou para sugar meus mamilos e chupar minhas bolas enquanto eu fodia sua amiga com força.
Mérida logo alcançou outro orgasmo, seu corpo pequeno tremendo sob o meu toque. A sensação dela gozando em volta do meu pau foi demais para mim; não resisti e explodi dentro dela, enchendo-a com minha essência quente.
Com um suspiro satisfeito, saí de Mérida e a puxei para perto enquanto Laura nos beijava apaixonadamente. Nós três ficamos abraçados por longos momentos, recuperando o fôlego e aproveitando as últimas sensações do sexo incrível que tínhamos acabado de ter.
— Isso foi maravilhoso — sussurrou Mérida contra meu peito. Laura assentiu em concordância, um sorriso satisfeito em seus lábios.
— Não se esqueça dessa despedida quando estiver lá fora, explorando o mundo — brincou ela, cutucando meu ombro com um sorriso malicioso.
Eu ri e os três nos aconchegamos ainda mais, aproveitando aqueles momentos de paz e felicidade antes da minha partida. Sabia que teria muitas aventuras pela frente, mas também estava ansioso para voltar para elas o mais rápido possível.
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