O uber e o picolezeiro
Depois de alguns anos, tive coragem, vou contar como perdi a virgindade com 2 homens, no mesmo dia que meu ex namorado terminou comigo.
Eu fazia o 1º ano do ensino médio em uma escola no centro de Boa Vista-RR, era evangélica, e me sentia muito boba, comparada as outras meninas. Nesse dia, em particular, eu vinha saindo da escola, e decidi ir caminhando para casa, por mais que fosse longe, meu namorado tinha terminado comigo, e eu só queria chorar.
Fui o caminho chorando, quando faltava 5 quarteirões para chegar em casa, tinha um carro parado na esquina, embaixo de uma árvore, quando passei do lado, olhei para dentro do carro,
e vi quando ele guardou o pênis bem rápido, e me meu bom dia, eu respondi sem graça, mas fiquei curiosa.
Dei a volta na quadra, só para passar novamente do lado do carro dele, e notei que ele estava de pau duro, e fiquei mais curiosa.
Ai eu dei outra volta na quadra, e caminhei mais devagar ao lado do carro.
Ele notou que eu era a mesma menina, e perguntou -
- tudo bem, princesa?
Olhei para ele, e enxugando o olho, eu respondi.
- nao, meu namorado terminou comigo hoje – falei pra ele
- nossa, eu sinto muito, como um cara dispensa uma branquinha tão linda como você.
Sorri sem jeito, e perguntei.
- o que o senhor está fazendo?
Percebi que ele olhou ao redor, para ver se vinha mais alguém, e disse.
- eu sou uber, estou esperando uma viagem meu nome é Marcelo, é o seu? - ele se apresentou, esticando a mão pra mim.
- eu sou a Ana, ah sim, ta bom, eu já vou, tenho que ir para casa.
- nossa, eu estava começando a gostar da conversa.
Eu dei um sorriso, e percebi que ele apertou o pau.
- vem aqui mais perto da janela.
Eu olhei ao redor, com medo.
- vem, precisa ter medo nao.
Me aproximei, ele massageava o pau, e disse.
- as vezes eu fico assim, sabe
- assim como?
- de pau duro.
Fiquei sem graça.
- seu namorado devia sempre ficar né? – ele me perguntou
- nao sei.
- você viu meu pau para fora do short, né? Na primeira vez que passou?
- so um pouco - falei nervosa.
- quer ver de novo?
Olhei ao redor, estava com medo, aí ele foi e colocou o pau para fora, eu olhei para o pau dele, e depois para rua, e para o pau dele.
- era grande assim, do seu namorado?
- nao sei, nunca vi.
Ele começou a se masturbando, e falou.
- me dá aqui sua mão.
Ele pegou minha mão e foi puxando, colocando no pau dele. Eu segurei, ele disse.
- sua mão é bem macia.
Ai ele foi e abriu a porta, e mandou eu fica na porta, em pé ao lado dele.
Eu sorri sem jeito, e ele colocou minha mão de novo na rola dele, mas a mão dele em cima da minha, fazendo eu masturba ele.
Eu ficava sempre olhando, para ver se vinha alguém, quando notei que tinha um picolezeiro se aproximando. Tirei a mão bem rápido.
O picolezeiro passou olhando, e percebeu que estava acontecendo alguma coisa.
O picolezeiro dobrou na esquina, olhando pra trás.
Eu fiquei nervosa, aí ele disse.
- só continua.
Eu voltei a pegar na rola dele.
Fiquei distraída.
Quando percebi, o uber começou a levantar minha farda, e baixou meu sutiã, eu meio que reclamei, ai ele disse.
- relaxa, ninguém ta vendo.
Ele começou a chupar meus seios, ali mesmo, no meio da rua.
Ai eu parei de toca na rola dele.
Ele foi e disse.
- continua batendo pra mim,
Ai ele ficou chupando meus peitos, e eu batendo pra ele.
Quando eu notei, o picolezeiro estava parado atras do porte, so olhando pra nos.
Eu peguei um susto, o Marcelo disse.
- relaxa amor.
O picolezeiro chegou perto, uns 3 metros, O uber foi e chamou ele com a mão, eu fiz que ia tirar a mão, ele segurou minha mão.
- relaxa princesa.
O picolezeiro se aproximou, ele era um negro alto, com tatuagens no braço, e ficou observando eu segurando na rola do uber.
Eu fiquei sem graça.
- estão se divertindo, eu estraguei né.
- nada, ela tem a mão bem macia
O picolezeiro me olhou, e disse.
- eu imagino.
- chega ai mais perto mano.
O picolezeiro foi e se aproximou, parando do meu lado, olhou para os lados também, e puxou a rola já dura, pela beira do short.
Olhei para rola dele, era mais grossa que a do uber. Fiquei espantada.
- pega na dele também.
Fiquei mais nervosa
- relaxa amor, e bem deserta essa rua.
- verdade – o picolezeiro concordou com ele.
Ai eu meio tremendo, peguei.
Fiquei ali pegando na rola dos dois, quando o celular do uber tocou.
Ele pegou o celular, dizendo que precisava atender.
Nisso, o picolezeiro perguntou.
- gostando?
Responde meio que sem pensar.
- sim.
O uber se distraído, ele foi e falou.
- se abaixa um pouco.
Eu me abaixei, ficando de coca, com as costa no carro.
Ele olhou para os lados, para ver se vinha alguém, olhou pra mim, e esfolou a rola umas duas vezes, bem na minha frente.
Era bem grossa, preta, mas a cabeça era bem rosada.
- abri essa boquinha pra mim
Ele começou so com a cabeça na minha boca, aos poucos foi enfiando mais
Quando do nada o uber falou.
- pow mano, esse deve ser o primeiro boquete dela, eu deveria ter sido o primeiro.
- desculpa cara, não resisti.
E nisso ainda, colocando na minha boca.
O uber foi e perguntou.
- tem nenhum local aqui perto, bom para aproveitar não? – o uber perguntou pra ele.
- virando na rua aqui, umas 3 quadras depois, tem uma construção velha, da pra tu entrar de carro de boas.
- bora pra lá
O picolezeiro tirou a rola da minha boca, e eu me levantei.
Ai o uber pediu pra eu entrar no carro.
Eu e uber fomos no carro, e o picolezeiro foi andando, puxando o carrinho de picolé.
Nos chegamos primeiro, ele encontrou rápido.
Ai fomos pra trás
Ai ele foi e falou.
- vem, deixa eu experimentar essa boquinha também.
E fez eu ficar chupando a pica dele, e enquanto eu chupava, ele começou a esfregar minha buceta, com os dedos, colocando minha calcinha de lado, pois eu usava a saia da farda da escola.
Com os 3 minutos, enquanto eu mamava, o picolezeiro chegou.
Eu estava deitada no banco de trás, mamando o Uber. So percebi quando ele abriu a outra porta, dizendo.
- caralho, que delicia.
E nisso, ele tirou minha calcinha, e começou a me chupar.
Era ele me chupando, e eu chupando o uber, que faltava enfiar toda a rola na minha boca.
Mas acabava tirando da boca, olhava para o picolezeiro, que me chupava e se masturbava, eu gemia sem parar.
Ai voltei pra rola do uber, ele enfiou mais na minha boca, dizendo.
- engole amor, engole todinha.
Soltei a rola dele, toda me babando.
- bora trocar, quero chupada ela também.
Ai eles trocaram de porta.
Mas o Uber me colocou de quatro no banco.
E começou a me chupar, e o picolezeiro ficou metendo na minha boca.
Isso demorou uns 10 minutos, até que o uber parou, e ficou me dando uns tapas, ate que comecei a senti ele esfregando a cabeça na pica na minha bucetinha.
Quando ele empurrou um pouco, eu estava chupando o picolezeiro parei, e disse.
- ahh moço.
- relaxa, so deixa entrar.
E meteu mais um pouco.
- ai, esta ardendo.
- calma, é assim mesmo, como tu nunca deu, vai doe um pouco
Nisso, ele segurou no meu cabelo.
Ele me puxava, fazendo eu ficar mais de quatro, a rola entrando aos poucos, eu gemendo.
- ahhhh, grosso demais – disse pra ele
- vai entrar princesa, é so deixa entrar, voce esta indo bem, buceta gostosa do caralho.
Ele deu um tapa na minha bunda, eu gemi.
- ai ai
Continuava gemendo, ele metendo aos poucos.
- calma amor, metade já ta dentro.
Eu sentia minha buceta pegando fogo ao redor da rola dele entrando.
O picolezeiro voltou a colocar a rola na minha boca, era dele entrando na minha boca, é a do uber na minha buceta. Eu tentava me segurar no banco, e no picolezeiro. Tentando não cair, mas o uber me segura ainda pelo cabelo e pela cintura.
Eu tentei me mexer, mas o uber segurou forte, dizendo.
- calma amor, senão sai de dentro.
E empurrou mais um pouco.
Eu segurei no picolezeiro, gemendo- ahhhhh
Até que senti ele encostando na minha bunda.
- isso amor, entrou toda minha pica nessa bucetinha apertadinha.
Ele esperou um pouco, e aos poucos foi tirando e metendo bem devagarinho, eu chupava o picolezeiro, e gemia bem baixinho.
Até que ele começou a ganhar velocidade atras de mim, metendo com força, ate o fundo.
Com uns 10 minutos, o picolezeiro foi pra trás de mim, e pediu para meter.
Eu comecei a chupar o uber, e o picolezeiro foi enfiando bem devagarinho, como a dele era mais grossa, eu gemi um pouco mais alto.
O picolezeiro passou uns 15 minutos metendo, mas o uber quis mais, e voltou e meter em mim.
Eu estava ficando ofegante.
E o uber não parava de meter, quando de repente, ele parou, e me puxou, dizendo.
- vem vem, vem pra fora.
Eu sai do carro.
- ajoelha, ajoelha.
Mandou eu ajoelhar.
Eu me ajoelhei, e ele batia uma punheta, perto da minha boca.
- abre essa boquinha.
Quando eu pensei, ele colocou a rola na minha boca, eu ia tirar da boca, quando senti o gosto da gala, ele não deixou.
- não, não, engole tudinho.
Eu acabei engolindo toda a gala dele.
Eu achei que ia acabar ai, mas o picolezeiro ainda queria.
O uber acabou indo em embora, e o picolezeiro me colocou pra mamar, ainda ajoelhada.
Ai ele pensou, e mandou eu esperar.
Ele colocou o carinho de picolé bem no quanto, e me chamou, e me colocou com uma pena em cima, fazendo eu ficar de quatro, e ouvir quando ele disse.
- que delicia.
Voltou a meter na minha buceta, eu estava ofegante. Ai ele disse.
- tive uma ideia – tirando a rola da minha buceta.
- o que perguntei.
Mas ele não me respondeu, so foi enfiou a mão numa sacola que tinha amarrada no carrinho de picolé.
Quando percebi, era um creme para mãos, ele falou pra eu ficar na mesma posição. E começou a passar creme na rola dele, eu olhava por cima do meu ombro, ate que ele se aproximou e começou a passar no meu cuzinho.
- moço – falei.
- so relaxa amor, vai doe so um pouquinho, mas já você se acostuma.
Nisso, senti ele colocar a cabeça bem na entrada do meu cuzinho, e começou a empurrar, eu me desesperei, ele me segurou no meu lugar.
- calma amor.
- doeu demais.
- não fica com medo, so relaxa.
Eu fiquei com uma mao na parede, me preparando, quando senti ele encostar a cabeça no meu cuzinho de novo, eu já ofegava, com tensão, não tesão. Ai ele foi e empurrar de novo, eu fiz que ia me mexer, mas ele segurou com força no meu cabelo, e falou.
- fica quieta vadiazinha.
- estou com medo – eu disse.
Ele foi e falou perto do meu ouvido.
- tu não queria dar, se não quisesse, não teria vindo pra cá.
Eu gemi com ele empurrando.
- agora aguenta essa rola nesse cuzinho, vadia
Eu fiquei calada, aguentando, e ele metendo.
- grosso demais, grosso demais.
Ele não parou de meter, continuava.
Eu apertava o braço dele com força, e notava que a rola era quase da grossura do pulso dele.
- ahhhhh – gemia alto.
- isso amor, aguenta, quase todo dentro já
Eu suava, gemendo, ele deu um tapa na minha bunda, dizendo:
- que delicia de cu.
E metendo.
- não aguento mais, moço.
Ele foi e empurrou mais um pouco, ele percebia como eu estava suada, pelo suor que descia pelo meu cabelo para a mão dele. Mas ele estava gostando, meu cu ardia, e a rola dele entrava.
- falta muito? – perguntei quase como um sussurro.
E empurrou com força.
Eu gemi, ele disse no meu ouvido.
- tudo dentro amor.
Ele me segurava com força em cima do carrinho.
A rola pulsava no meu cu, que ardia e piscava ao redor da rola dele.
Eu respirava ofegante, e estava muito suada.
Ele começou a mexer, tirando e colocando, deixando a metade dentro
Depois tirando e colocando, deixando so a cabecinha dentro.
E foi ganhando ritmo, velocidade.
Metia rápido e com força
Eu perdia o equilíbrio, mas ele me segurava, eu so gemia.
Com quase 20 minutos, dele comendo meu cu.
Ele tirou, dizendo.
Ajoelha.
Eu so obedeci.
Ele nem esperou, já foi colocando na minha boca.
- mais leitinho pra você, vadiazinha
E empurrou na minha boca, enfiando quase toda na minha boca, eu senti a cabeça abri minha goela, e ele goza lá no fundo.
Tentei tirar da boca, mas ele não deixou.
Quando acabou, nos vestimos, e ele foi embora.
Depois de um tempo, acabei dando pra ele de novo, ele sabia onde era minha escola, e ficou vendendo picolé lá, aí nos encontramos de novo.
Hoje estou com 23 anos, e terminando a faculdade.
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Comentários (1)
Celoko: Um dos contos mais gostosos que já li , usei até o meu sugar de clitóris lendo , gozei várias vezes
Responder↴ • uid:5pbbr9kwv99