Vó Bernarda é uma velhinha pacata para todos, mas veja do que ela é capaz.
Meu nome é Valdir, tenho 28 anos. Todo mundo na família me considera o neto exemplar. Ajudo meus avós em Sorocaba, levo os bisnetos pra passear, conserto coisas na casa… Ninguém, nem meus pais, nem meus tios, nem os próprios bisnetos imaginam o que eu e a vovó Bernarda fazemos quando ficamos sozinhos.
Dona Bernarda tem 76 anos. Nas fotos de família ela é aquela senhora simpática, de óculos redondos dourados, blusa azul clarinha abotoada até o pescoço, sempre com um sorriso doce. Casada há mais de 55 anos com o vovô Júlio, que agora com 80 anos mal consegue andar direito. Ela cozinha, cuida da casa, vai à missa, cuida dos bisnetos… Uma senhora pacata do interior. Mas quando o corno do marido sai ou dorme, essa mesma vovó vira uma puta tarada que adora rola do neto.
Aquele sábado começou normal. Cheguei pela manhã e encontrei ela exatamente como na foto: na cozinha, de blusa azul clara, óculos no rosto, mexendo o feijão no fogão enquanto falava no celular com alguém da igreja. Vovô Júlio estava na sala, cochilando na poltrona.
Assim que ela desligou, eu me aproximei por trás, abracei aquela cintura ainda larga e apertei os peitos moles por cima da blusa.
— Valdir… pelo amor de Deus… seu avô tá ali na sala — sussurrou ela, mas já empinando levemente a bundona contra mim.
— Ele tá dormindo, vó. E eu tô louco pra comer a senhora — respondi baixinho no ouvido dela, cheirando seu pescoço de velha.
Desci a mão, levantei a barra da blusa e da saia. A calcinha branca de algodão já estava úmida. Afastei o pano e enfiei dois dedos naquela buceta grande, carnuda, de lábios grossos e pendurados que eu tanto amava. Vovó mordeu o lábio, segurando o gemido.
— Aqui não… vamos pro quarto — murmurou.
— Não. Quero comer a senhora aqui mesmo, enquanto faz a comida.
Virei ela de costas pra pia, abaixei a calcinha até os joelhos e me ajoelhei. A bunda branca, flácida e cheia de celulite estava bem na minha frente. Cheirei fundo entre as nádegas, aquele cheiro forte de velha, suor e cu usado. Lambi devagar, sentindo o gosto azedo. Vovó abriu mais as pernas.
— Lambe o cu da vovó, meu neto… isso… bem fundo…
Enquanto eu enfiava a língua no buraco enrugado e frouxo dela, ela começou a peidar baixinho, peidos quentes e molhados bem na minha cara. Eu chupei mais forte, lambendo tudo. Ela adorava.
Levantei, cuspi no pau e encostei na entrada do cu. Empurrei devagar. Aos 76 anos, o cu da vovó Bernarda era quente, macio e bem frouxo. Engoliu meu pau quase inteiro de uma vez.
— Ai que delícia… mete devagar primeiro… — gemeu ela, segurando na beira da pia.
Comecei a socar. A bundona balançava, fazendo barulho molhado. De repente o celular dela tocou de novo. Era o vovô Júlio, que tinha acordado e estava ligando da sala.
— Atende, vó — ordenei, metendo mais fundo.
Ela atendeu, voz controlada:
— Alô, Júlio… sim, tô aqui na cozinha… o feijão tá quase pronto… Valdir? Ele tá… ahh… me ajudando a mexer as panelas… sim, amor… tá tudo bem… — Enquanto falava, eu metia forte no cu dela, segurando aqueles quadris largos.
Quando ela desligou, virou o rosto pra mim, óculos tortos, cara vermelha:
— Seu safado… quase me fez gemer pro seu avô… mete mais, Valdir! Come o cu da vovó!
Troquei de posição. Levei ela até a mesa da cozinha, deitei de costas, levantei aquelas pernas velhas e coloquei em frango assado. O cu ficou todo aberto, vermelho, brilhando. Meti de novo, vendo meu pau desaparecer naquele buraco frouxo. A cada estocada forte ela peidava e um pouco de cocô mole saía junto, lambuzando meu pau e escorrendo pela buceta carnuda. Eu passava o pau sujo na entrada da buceta grande dela e voltava pro cu, metendo sem piedade.
— Tô me cagando todinha no seu pau, neto… olha o que você faz com essa velha…
Depois de foder bastante, tirei e fomos pro banheiro. Lavei o cu dela no chuveiro, enfiei três dedos, depois o pau de novo. Vovó me masturbava, gemendo baixinho.
— Agora no quarto do corno. Quero gozar na cama dele.
Fomos pro quarto deles. Deitei ela de lado na cama onde o vovô Júlio dorme toda noite, levantei uma perna e meti naquela buceta grande, quente e molhada. Os lábios carnudos agarravam meu pau. Meti com força, fazendo os peitos caídos dela balançarem por baixo da blusa azul aberta.
— Essa buceta é tão gostosa, vó… grandona, carnuda… feita pra levar rola.
— Come ela, meu neto… faz a vovó gozar… depois quero todo o leitinho na boca.
Ela gozou tremendo, soltando um gemidinho rouco de velha. Tirei da buceta e enfiei de novo no cu, agora bem molhado e aberto. Meti uns minutos e avisei que estava perto.
Puxei ela até a beira da cama. Vovó Bernarda se ajoelhou no chão, exatamente como na foto: óculos no rosto, cara de senhora respeitável, boca aberta. Segurei sua cabeça branca e fodi sua boca fundo. Ela chupava com fome, língua trabalhando na cabeça.
— Goza na boca da vovó… quero engolir tudo…
Não aguentei. Segurei firme e gozei forte, enchendo aquela boca velha de porra quente. Ela engoliu devagar, olhando pra mim com aqueles olhos de avó por trás dos óculos, lambendo até a última gota.
— Hummm… que leitinho gostoso do meu neto… melhor que o do seu avô nunca foi.
Depois se levantou, ajeitou a blusa azul, limpou o canto da boca, colocou os óculos no lugar e voltou pra cozinha como se nada tivesse acontecido. Quando o vovô acordou e veio pra mesa, ela serviu o feijão normalmente, sorrindo doce pra ele, com o cu ainda latejando e minha porra misturada no corpo.
Ninguém da família, nem os bisnetos, sonha com o que essa senhora pacata de blusa azul e óculos dourados é capaz de fazer nas costas do marido.
**Continuação:**
Alguns dias depois, voltei à casa dos avós, mas dessa vez não fui sozinho. Trouxe o Rafael, meu amigo da faculdade. Ele tem 27 anos, é quieto, mas eu sabia muito bem do fetiche dele: mulheres velhas, bem maduras, quanto mais idosas e pacatas, mais tesão ele sentia. Contei pra ele tudo o que rolava com a vovó Bernarda. No começo ele achou que era mentira, mas quando mostrei uma foto discreta dela de óculos e blusa abotoada, o pau dele ficou duro na hora. Combinei tudo: ele ia ficar na sala com o vovô Júlio fingindo que era só um amigo em visita, enquanto eu preparava o terreno.
Vovó estava novamente na cozinha, exatamente com aquela aparência de senhora respeitável: blusa azul clara abotoada, óculos dourados, cabelo bem arrumadinho, mexendo as panelas. Parecia a avó perfeita que leva bisnetos no colo na missa. Ninguém da família jamais sonharia o que ela era capaz.
Assim que o vovô Júlio sentou na sala com o Rafael pra assistir TV, eu fechei a porta da cozinha e já agarrei vovó por trás.
— Valdir… tem visita, seu louco… — sussurrou ela, mas já rebolando a bundona contra mim.
— Pois é, vó. E o Rafael tá louco pra conhecer a senhora melhor. Ele adora vovós taradas como a senhora.
Os olhos dela brilharam por trás dos óculos. Sorriu aquele sorrisinho safado que só eu conhecia.
— Seu pervertido… trazendo amigo pra comer a vovó… Tá bom. Mas tem que ser rápido e quieto.
Não foi. Eu abaixei a calcinha dela ali mesmo, cheirei e lambi aquela bunda flácida e cheirosa. Rafael apareceu na porta da cozinha depois de dizer pro vovô que ia pegar água. Quando viu a cena — a respeitável dona Bernarda inclinada na pia com a saia levantada e meu rosto enterrado na bunda dela — quase gozou nas calças.
— Caralho, Valdir… ela é perfeita — murmurou ele.
Vovó olhou pra ele, corada:
— Então você é o Rafael… vem cá, menino. Se vai comer a vovó, vem logo.
Rafael não perdeu tempo. Enquanto eu metia na buceta carnuda e grande dela por trás, ele colocou o pau na boca da vovó. Ela chupava com vontade, óculos embaçados, baba escorrendo no queixo. Eu socava forte, fazendo a bundona balançar.
Depois trocamos. Levei ela pro quarto do corno. Deitamos vovó na cama do vovô Júlio. Eu me deitei e ela sentou no meu pau, cavalgando devagar, a buceta molhada engolindo tudo. Rafael se ajoelhou atrás e começou a trabalhar no cu frouxo dela.
— Devagar primeiro… o cu da vovó é bem usado, mas ainda aperta um pouco — gemeu ela.
Rafael cuspiu e enfiou. Logo os dois paus estavam dentro dela: um na buceta, outro no cu. Vovó Bernarda tremia, gemendo rouco:
— Ai meus Deus… os dois netos me arrombando… que delícia… mete mais fundo!
Começamos a fazer DP de verdade. Eu na buceta, Rafael no cu, metendo no mesmo ritmo. A bundona velha dela fazia barulhos molhados e obscenos. Ela peidava forte com as estocadas, peidos quentes que molhavam nossos paus, e um pouco de cocô mole começou a sair, lambuzando tudo. Isso só deixou a gente mais louco.
— Olha como a vovó tá se cagando nos nossos paus… que puta safada — disse Rafael, socando mais forte.
— Eu avisei… quando fico muito excitada me solto toda… não para, meninos! Arromba a vovó!
Mudamos pra double anal. Tirei da buceta e enfiei junto com o Rafael no cu frouxo dela. O buraco estava tão aberto e molhado que os dois paus entraram, esticando bem. Vovó gritou de prazer, mordendo o travesseiro do marido:
— Ai que gostoso… os dois no cu da vovó… me rasgando… sou uma velha vadia mesmo!
Metemos com força, DP anal bruto. O cu dela fazia barulhos molhados, escorrendo porra, baba, suor e cocô. Ela gozou tremendo inteira, quase desmaiando de tanto prazer.
Quando estávamos quase gozando, puxamos ela pra beira da cama. Vovó Bernarda se ajoelhou no chão, exatamente como a senhora pacata que era: blusa azul ainda abotoada (agora aberta mostrando os peitos caídos), óculos tortos, cara de avó carinhosa. Abriu a boca bem grande.
— Goza tudo na boca da vovó… os dois… quero engolir leitinho quente de neto e amigo…
Rafael gozou primeiro, jorrando forte na língua dela. Eu segui logo depois, enchendo a boca toda. Vovó misturou as duas porras com a língua, mostrou pra gente e engoliu devagar, gemendo de prazer:
— Hummm… que porra gostosa… leitinho novo e grosso… a vovó adora. Engoli tudinho, viu?
Ela ainda lambeu os dois paus sujos, limpando tudo, mesmo com resto de cocô e lubrificação do cu. Depois se levantou, ajeitou a blusa, limpou o canto da boca, arrumou os óculos e voltou pra cozinha como se nada tivesse acontecido.
Quando voltamos pra sala, o vovô Júlio perguntou:
— Tá tudo bem aí na cozinha, Bernarda?
Ela sorriu doce, voz calma:
— Tudo ótimo, Júlio. Os meninos estavam me ajudando bastante.
Rafael e eu sentamos no sofá, ainda com o cheiro da vovó no corpo. Ela serviu café pra todo mundo, a mesma senhora pacata, avó carinhosa de bisnetos, como se não tivesse acabado de tomar DP anal e duas gozadas na boca na cama do próprio marido.
Continuação:
Alguns dias depois, a vovó Bernarda me ligou animada. Ela participava de uma ONG beneficente no centro de Sorocaba, onde um grupo de velhinhas pacatas se reunia para fazer tricô, vender doces e ajudar famílias carentes. Todas elas eram exatamente como ela: senhoras de óculos, blusas abotoadas, cabelo arrumadinho, aparência de avós carinhosas que ninguém nunca imaginaria outra coisa.
— Valdir, meu neto… eu contei pra minha amiga Eunice tudo o que a gente faz. Ela é viúva há mais de 30 anos, tem 74 anos, bem conservada, bundona grande e buceta carnuda. No começo ela ficou chocada, ficou até de boca aberta, dizendo que eu era louca, que isso era pecado mortal… mas depois ficou curiosa. Perguntou detalhes, ficou vermelha… e no final confessou que não transava desde que o marido morreu. Ela topou. Quer vir pra casa na próxima semana.
Quando o dia chegou, eu e o Rafael fomos juntos. O vovô Júlio tinha saído pra passar o dia com os amigos no clube. Chegamos e encontramos as duas na sala: Dona Bernarda de blusa azul clara, óculos dourados, e Dona Eunice, uma senhora baixinha, de cabelo grisalho curto, vestido florido soltinho, óculos de grau e cara de santa. Pareciam duas avós perfeitas saindo de uma foto de família.
Depois do café, fomos pro quarto do corno. Bernarda trancou a porta e foi direto:
— Eunice, esses são meu neto Valdir e o amigo dele, Rafael. Eles vão te mostrar como é bom ser uma velha safada.
Eunice estava tremendo, vermelha:
— Meu Deus, Bernarda… eu nunca fiz nada disso… nem com meu marido eu deixava no cu… vocês são loucos…
Mas quando Bernarda puxou ela e deu um beijo na boca, as duas velhinhas se abraçaram. Foi a primeira vez delas. Começaram tímidas, depois com fome. Tiraram as blusas, os sutiãs velhos, e ficaram se beijando, apertando os peitos caídos uma da outra. Bernarda enfiou a mão por baixo do vestido da amiga e começou a dedilhar a buceta dela.
— Tá molhada já, sua safada… — riu Bernarda.
Eu e Rafael tiramos a roupa. Colocamos as duas de quatro lado a lado na cama do vovô Júlio. Duas bundonas velhas, flácidas, cheias de celulite, uma do lado da outra. Começamos a cheirar e lamber os cus. As duas peidavam sem parar — peidos quentes, longos, molhados. O quarto todo ficou com cheiro forte de cu de velha.
— Ai que vergonha… tô peidando tanto… — gemeu Eunice, mas empinava mais.
Enfiei meu pau no cu da vovó Bernarda enquanto Rafael metia no cu da Eunice. Os dois buracos estavam frouxos pela idade, quentes, molhados. Metemos forte. As duas velhinhas gemiam e se beijavam, se masturbando uma na buceta da outra.
Depois fizemos DP nelas. Eu deitei, Bernarda sentou na minha rola (buceta), Rafael enfiou no cu dela. Ao mesmo tempo, Eunice sentou no Rafael (buceta) enquanto Bernarda enfiava os dedos no cu da amiga. As duas estavam sendo arrombadas juntas.
Mudamos pra double penetration anal pesada. Colocamos Bernarda de frango assado na cama. Eu e Rafael enfiarmos os dois paus no cu frouxo dela. O buraco dela abriu absurdamente, escorrendo lubrificação, suor e cocô mole. Ela peidava forte a cada estocada, se cagando no nosso pau enquanto gemia:
— Arromba o cu da vovó… me enche de porra… tô me cagando todinha!
Eunice assistia de olhos arregalados, mas excitada. Bernarda puxou ela:
— Vem, amiga… agora é sua vez.
Colocamos Eunice na mesma posição. O cu dela era um pouco mais apertado, mas ainda bem frouxo. Enfiamos os dois paus juntos. Ela gritou de prazer e dor misturados:
— Ai meu Deus do céu! Tá rasgando minha bunda… mas não para! Eu quero ser puta também!
Enquanto metíamos DP anal nela, Bernarda se ajoelhou atrás e começou a lamber o cu da amiga, chupando o cocô mole que saía junto com nossos paus. As duas velhinhas se lambiam, se beijavam, gemiam como duas putas taradas que nunca tinham feito nada na vida.
O lençol da cama do vovô estava imundo: manchas de porra, baba, cocô mole, suor. O cheiro era insuportável e delicioso ao mesmo tempo.
No final, colocamos as duas ajoelhadas lado a lado no chão, caras de avós respeitáveis, óculos tortos, cabelo bagunçado. Eu e Rafael ficamos em pé na frente delas.
— Goza na boca das duas vovós… — pediu Bernarda.
Rafael gozou primeiro, enchendo a boca da Eunice. Eu gozei na boca da Bernarda. Depois elas se viraram uma pra outra, se beijaram com as bocas cheias de porra, misturando tudo, engolindo e lambendo os restos uma na cara da outra.
— Nunca imaginei que ia gostar tanto… — confessou Eunice, limpando o canto da boca com o dedo e chupando. — Vocês podem vir na ONG qualquer dia… tem várias velhinhas lá que eu acho que também topariam.
As duas se levantaram, ajeitaram as roupas como se nada tivesse acontecido, limparam o que deu e voltaram pra sala. Quando o vovô Júlio chegou mais tarde, encontrou as duas tomando chimarrão na cozinha, conversando sobre a missa do domingo, sorrindo docemente.
Ninguém nunca ia imaginar o que aquelas duas senhoras pacatas, avós e bisavós exemplares, tinham feito na cama dele.
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