Frase Amaldiçoada
Como uma simples frase pode pode me se provar tão errada em tão pouco tempo.
Sabe aquele tipo de frase amaldiçoada que assim que você profere o universo faz questão de te provar errado, então a minha frase foi 'vejo ela como irmã'. Meu nome é Ronaldo e minha amiga "irmã" se chama Ana Carolina mas todos a chamam de Carol.
Nós tínhamos alugado uma casa na praia para comemorar o carnaval, estávamos em um grupo de 20 pessoas e compramos mais bebida que juízo para aquele feriado.
Logo na primeira noite de festa eu já tinha bebido algumas doses a mais do habitual e estava me sentindo alto, quando um colega de faculdade me perguntou se estava ficando com a Carol. Eu prontamente falei "Não, vejo ela como irmã". Ele sorriu e me respondeu "Não é o que parece pra ela pelo jeito então".
Quando ele disse isso minha atenção se voltou para Carol, ela também tinha tomado algumas doses, quando me viu ela me chamou pra dançar. Eu aceitei relutante e fomos dançar na frente da caixa de som improvisada no quintal da casa. A música estava alta e alguém colocou aquelas luzes piscantes de balada, Carol dançava colando seu corpo no meu, ela ria se afastava e começava a roçar em mim novamente. Comecei a senti uma onda de desejo me percorrer e tentei me afastar um pouco para não perder o controle.
"Isso é uma má ideia Carol", falei tentando manter minha sanidade. Ela sorriu maliciosamente pra mim e com uma voz sedutora respondeu "É uma má ideia, mas eu sou uma menina má, você ainda não tinha percebido?". Antes que eu pudesse responder ela segurou meu rosto com as mãos e me beijou intensamente. Eu tentei resistir por um momento mas não aguentei muito tempo, era impossível negar o desejo que sentia por ela.
Nossos corpos se encaixaram perfeitamente enquanto a música tocava ao fundo, minhas mãos passeando pelas curvas do seu corpo e as dela me segurando firme. Eu estava completamente perdido no momento, meu pau já duro dentro da calça e meu coração acelerado com o tesão que sentia.
Meu colega de faculdade que me perguntara antes se estava ficando com Carol nos viu e tirando sarro falou "Isso porque você vê ela como irmã, imagina se visse como ficante", eu sem tirar a atenção de Carol apenas retruquei com um dedo do meio e ele saiu rindo.
A situação estava escapando rapidamente do meu controle, o beijo foi ficando cada vez mais intenso. Carol começou a passar as mãos pelo meu corpo com mais desejo, apertando minha bunda e puxando meu quadril contra o dela. Eu também não estava nada passivo, uma de minhas mãos estava perdida em seus cabelos enquanto a outra passeava pelas suas curvas apalpando sua bunda.
Comecei a ficar preocupado que alguém pudesse nos ver assim tão envolvidos, então murmurei no ouvido dela "Vamos pra praia", ela sorriu e assentiu com a cabeça. Segurando nossas mãos saímos discretamente da área de festas e fomos em direção à areia.
A praia estava quase vazia naquela hora da noite, apenas alguns casais espalhados pela orla tomando um pouco de ar fresco. Nós nos afastamos do pessoal da festa e caminhamos até ficarmos só nós dois no escuro. Carol parou e se virou para mim com um olhar sedutor.
"E agora que estamos sozinhos, o que você vai fazer comigo?", ela falou com uma voz sensual enquanto passava as mãos pelo meu peito. Eu sorri de lado e a puxei pela cintura me aproximando dela, "Acho que vou fazer exatamente o que eu quero com você", respondi.
Eu comecei a beijar seu pescoço e ombros enquanto minhas mãos passeavam pelo seu corpo. Carol gemeu baixinho ao sentir meu toque, ela estava completamente entregue ao momento. A noite estava fria então aproveitei para esfregar minha mão em suas coxas nuas por cima da saia curta que ela usava.
Ela se arrepiou com o frio e eu aproveitei para subir a mão mais para cima, encontrando sua calcinha já molhada de tão excitada que ela estava. Carol soltou um gemido mais alto quando comecei a esfregar seu clitóris por cima da calcinha encharcada.
"Ronaldo...", ela sussurrou meu nome com desejo enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpo me apertando e puxando para perto. Eu não aguentei muito tempo e subi ainda mais a mão, levando-a para dentro da calcinha. Carol deu um pulo quando sinto meus dedos entrarem nela, eu comecei a mover os dedos devagar no início, depois fui acelerando o ritmo cada vez mais.
Ela começou a gemer alto enquanto eu a estimulava, seu corpo tremia com minhas caricias e eu estava completamente duro vendo ela se contorcer de prazer. Carol tinha uma mão na minha nuca me puxando para beijá-la enquanto a outra estava perdida dentro da minha calça, masturbando meu pau.
Eu gemi em sua boca ao sentir seu toque e parei por um momento para arrancar minhas roupas o mais rápido possível. Quando ficamos apenas de cueca e calcinha eu me joguei sobre ela nos fazendo cair na areia fria. Carol deu uma risada pelo susto, mas logo voltou a gemer quando comecei a beijar seus seios por cima da blusa.
Com um movimento rápido arranquei sua blusa, revelando os seios fartos que eu já conhecia muito bem de nossas saunas juntas. Mas desta vez seria diferente, iria prová-los como nunca antes. Comecei a chupar e morder seus mamilos enquanto ela arqueava as costas de prazer.
"Ronaldo...eu te quero dentro de mim", Carol falou ofegante ao sentir meu pau duro esfregando em suas coxas. Não precisei que pedisse duas vezes, rapidamente tirei sua calcinha junto com minha cueca e fiquei sobre ela olhando em seus olhos cheios de tesão.
Eu comecei a penetrar Carol devagar, sentindo cada centímetro do seu corpo se encaixando no meu. Ela abriu ainda mais as pernas pra mim e eu entrei completamente nela com um movimento único. Começamos a nos movimentar juntos, ela subindo o quadril pra me encontrar enquanto eu entrava e saía dela cada vez mais rápido.
Estávamos ambos perdidos na intensidade do momento, gemendo e sussurrando palavras de desejo. Carol passou as pernas pela minha cintura me puxando ainda mais fundo dentro dela, eu aproveitei para pegar impulso com os joelhos na areia e começar a estocar com força cada vez maior.
Ela gemia alto com minhas investidas fortes e eu sentia meu pau pulsando dentro do seu corpo quente e molhado. Carol começou a me puxar ainda mais pra perto, ela queria sentir cada centímetro de mim e eu obedeci a ela, colando nossos corpos enquanto continuava a estocar sem parar.
"Isso mesmo Ronaldo...me fode com força", ela falou ofegante no meu ouvido e eu não resisti, comecei a meter ainda mais rápido e forte dentro dela. Carol gemeu ainda mais alto quando sentei sobre seus quadris e comecei a dar umas estocadas curtas e fortes bem fundo nela.
Ela estava completamente entregue ao prazer, seu corpo tremendo com as ondas de orgasmo que eu lhe proporcionava. Eu também não ia aguentar muito tempo, meu pau pulsando cada vez mais forte dentro dela enquanto minhas bolas se contraiam com a aproximação do meu clímax.
"Vou gozar Carol...", murmurei entre gemidos e ela me olhou com um sorriso malicioso. "Goza, goza fundo Ronaldo... me fode fundo enchendo meu corpo", ela falou também perto do gozo, me fazendo perder completamente o controle.
Com uma última estocada forte gozei profundamente dentro dela, sentindo meu pau latejar enquanto despejava jatos quentes de porra no seu ventre. Carol gemeu alto ao sentir minha porra preenchê-la e começou a se contorcer com um orgasmo intenso, suas paredes internas apertando meu pau ainda duro.
Depois de gozar nos abraçamos forte na areia fria, ainda tentando recuperar o fôlego. Carol estava com um sorriso satisfeito no rosto enquanto eu beijava sua testa suada. Ficamos alguns minutos apenas nos olhando, tentando entender o que tinha acabado de acontecer entre nós.
"Carol...eu nunca..." comecei a falar mas ela me interrompeu com um dedo em meus lábios. "Não precisa explicar Ronaldo, nem eu sei direito o que aconteceu. Só sei que foi incrível", ela sorriu e eu concordei com um beijo em seus lábios.
Nos levantamos da areia e começamos a nos vestir novamente. Carol pegou minha mão enquanto caminhávamos de volta para casa. "Vamos lá, antes que alguém fique preocupado", ela falou rindo e me puxando pra dentro da casa.
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