#Virgem

Minha primeira vez na casa em construção

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O Narrador de Contos

Como foi minha primeira vez na obra que tinha perto da minha casa

Tinha uma casa na rua onde eu morava que as crianças achavam que era mal assombrada, era uma casa em construção mas a construção em si estava parada há mais de quatro anos (acho que todo bairro deve ter uma dessas). Para mim, porém, ela não era nem um pouco amedrontadora. Eu a considerava perfeita para o que tinha em mente naquele dia quente de verão.
Meu nome é Fernanda, sou uma garota comum de periferia, sou negra, com cabelos longos e transados, dona de um corpo curvilíneo (eu sou gostosa eu sei). Na época eu estava louca para perder a virgindade com meu namoradinho da época, Guilherme, um rapaz alto, moreno e musculoso que me fazia suspirar desde que nos conhecemos na escola.
Decidi que o local perfeito seria aquela casa abandonada. Afinal, era grande, tinha vários cômodos para nos escondermos e ficava a uma distância segura da minha casa. Convidei Guilherme para irmos até lá no final da tarde e ele prontamente aceitou, com um sorriso malicioso no rosto que me fez estremecer de expectativa.
Chegamos à casa abandonada logo após o pôr do sol. A luz fraca do crepúsculo deixava o ambiente ainda mais misterioso, mas eu estava tão excitada que nem liguei para isso. Guiamo-nos até um dos cômodos sem paredes e comecei a beijar Guilherme com paixão, enquanto minhas mãos percorriam seu corpo musculoso.
Ele retribuiu meu beijo com a mesma intensidade, acariciando meus seios por cima da blusa fina. Logo estávamos ambos ofegantes, loucos de desejo um pelo outro. Guilherme me deitou no chão de cimento e começou a despi-lo lentamente, deixando um rastro de beijos em minha pele queimar de excitação.
Quando fiquei completamente nua diante dele, não senti vergonha alguma. Ao contrário, sentia-me poderosa, desejada, pronta para entregá-lo minha virgindade. Guilherme também tirou a roupa e pude admirar seu corpo nu, tão perfeito quanto eu sempre imaginei.
Ele se deitou sobre mim e começou a me penetrar com cuidado, sussurrando palavras doces em meu ouvido enquanto o fazia. Não vou negar que senti a dor da penetração mas minha dor foi mínima, comparada ao que as meninas falam. Guilherme começou a mover-se dentro de mim cada vez mais rápido, cada vez mais fundo, fazendo-me gemer (um pouco pela dor um pouco pelo prazer).

Quando comecei a sentir mais dor, pedi para o Guilherme parar. Ele parou, mas percebi que seu membro estava tão duro quanto aço. Como eu não queria desperdiçar a oportunidade de dar meu primeiro boquete, decidi agradá-lo dessa forma.
Pedi para ele se sentar em uma pilastra próxima enquanto eu me ajoelhava diante dele. Observei seu pênis ereto por alguns instantes antes de aproximar meu rosto, admirando cada detalhe: a grossura do tronco, o capricho das veias que o percorriam, o brilho da umidade na ponta.
Guilherme ofegou quando minha língua fez seu primeiro contato com seu membro. Comecei lambendo toda sua extensão, desde a base até a cabecinha, saboreando o gosto salgado de suas secreções. Em seguida, abri a boca e passei seus testículos por ela, um de cada vez, deixando-os deslizar em minha cavidade oral.
Aos poucos fui abrindo mais minha boca até conseguir abocanhar toda a extensão do pênis de Guilherme, fazendo-o desaparecer dentro de mim. Comecei a sugá-lo com força, movendo a cabeça para cima e para baixo enquanto uma mão massageava suas bolas e a outra segurava seu quadril.
Ouvir os gemidos roucos de Guilherme me incentivou ainda mais. Eu estava adorando dar esse boquete, sentindo um prazer enorme em agradá-lo dessa forma tão íntima. Continuei sugando com vontade, cada vez mais rápido, até que senti suas coxas tremerem e ele se contrair todo.
Guilherme gozou (sem aviso) dentro da minha boca, senti seu gozo quente e salgado na minha lingua. Engoli tudo com um pouco de esforço por ser a primeira vez, me sentindo a mulher mais poderosa do mundo por ter feito meu namorado sentir tanto prazer. Quando terminamos, nos abraçamos forte, trocando beijos apaixonados enquanto recuperávamos o fôlego.
A partir daquele dia, sempre que olho para aquela casa em construção me lembro da minha primeira vez com Guilherme. Lembro do calor do seu corpo sobre o meu, dos gemidos de prazer escapando de nossos lábios, e principalmente daquele delicioso gosto que ainda sinto na boca quando fecho os olhos e volto àquele momento mágico.

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