#Assédio #Coroa #Traições

Comi a coroa voluntária do hospital

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Incestuosocri

Ela era elegante, muito bonita e simpática. Isso é um conto…

Me chamo Paulo, tenho 38 anos. Casado, bem sucedido. Inicio de ano o hospital que trabalho recebe novos voluntários, e algumas equipes devem passar orientações aos recém chegados.

Na minha vez de passar as orientações, como de costume, pergunto sempre o nome de cada um deles e os cumprimento. Até que pus meus olhos em Elizabete e não conseguir mais desviar. Ela tinha os cabelos longos e grisalhos, aproximadamente 1,72 de altura. Ela estava usando um vestido com pouco decote, mas volta e meia se apoiava sobre seus joelhos e como eu estava em pé, tinha uma visão privilegiada dos seus seios grande e pouco caídos. Sua pele era clara, bem cuidado, lábios finos e um sorriso encantador. Ela era sexy.

Terminada a apresentação eu os cumprimentei e voltei para minha sala. Não conseguia tirar ela da cabeça. Precisava bolar um plano para ver ela e poder conversar com ela.

Se passou uma semana e fui surpreendido com sua visita em minha sala.

- Oi lembra de mim?
- Claro, Elizabete né?
- Nossa, boa memória!
- Pessoas marcantes são difíceis de esquecer não é mesmo?
- Nossa..:
- Digo, nossa conversa foi muito produtiva naquele dia.
- ah sim, de fato.
- Venha, sente-se, por favor. A que devo a honra de sua presença?

Naquele dia Elizabete veio trazer uma situação envolvendo possível inconformidade no atendimento medico. Conversamos por quase 40 minutos. Senti que de alguma forma, ela ficou encantada pela forma como conduzi a situação. Ela de fato percebeu meu interesse nela, mas a partir do momento em que começou a contar o problema eu fiquei completamente focado na resolução deste.

- Então o que me sugere?
- Se você se dispuser a ajudar, gostaria que fosse meus olhos naquele setor. Ao sinal de qualquer inconformidade você me relata. Se estiver tudo bem assim.
- Claro.

A partir daquele dia, eu e Elisabete nos entrávamos a cada 3 dias no intuito de resolver aquela situação. Durante este período descobri muitas coisas sobre ela. Ela tinha 57 anos. Casada com um homem 15 anos mais velho que ela. Tinha 3 filhos, e todos já casados. Sempre foi do lar, e começou o trabalho voluntário depois de muita insistência com seu marido. Não era difícil perceber que ele o mantinha praticamente em cárcere privado. Na juventude com certeza era muito linda e continua sendo uma mulher que atrai olhares.

- Resolvemos o problema então?
- Com certeza. Aplicamos medida disciplinar e enviamos parecer ao comitê de ética médica. Mas nada disso seria impossível sem a tua ajuda. Você é fantástica.

Falei aquilo enquanto apertava seus ombros, como quem diz “bom trabalho”.
Emocionada ela me abraçou de forma repentina e disse:

-Me senti tão útil! Muito obrigada!

Enquanto falava ela ficou um tanto melindrosa. Ainda abraçados, eu afagava suas costas e dizia:

- Você é maravilhosa. Se os pacientes da oncologia soubessem quão importante você foi enquanto voluntária daquele setor certamente fariam uma estátua em seu nome.
- ah não fala assim que derreto ….
- Você merece todos os elogios. Que acha de agente comemorar isso?
- Comemorar? Como, quando?

Então disse a ela que poderíamos reunir a equipe no restaurante aqui da cidade. Ela aceitou, e me pareceu um tanto aliviada ao saber que a equipe também seria convidada.

No restaurante, ao anoitecer, chegam os primeiros convidados. Ela é a última a chegar, veio de carona com seu filho. Durante o jantar falamos dos feitos de Elizabete e ela ficou toda boba.

Ao fim do jantar, próximo às 21h éramos três. Eu, Márcia e Elisabete. Márcia saiu com seu esposo e ficamos só eu e Elizabete. Vinho pra cá e pra lá, ela foi se soltando e falando mais sobre sua vida íntima.

- Mas você é tão linda. Deve ser difícil pra você!
- Com a doença do coração, ele foi ficando mais impaciente, mas já me acostumei. Minha diversão é quando estou com meus filhos, netos ou no meu trabalho.
- E o prazer?
- Beber ué? O que mais posso fazer?
- Podemos beber em outro lugar?
- ah não sei se é uma boa ideia. Meu filho vem me buscar …
- Diz pro seu filho que o hospital irá pagar o Uber.

Depois de alguma relutância, entramos no carro. Ela estava leve da bebida, mas não bebada.

- Onde você pensa em me levar pra beber?
- Acho que você merece mais do que beber como prazer…

Quando ela viu o local que estávamos entrando foi ficando vermelha e foi fechando os olhos, se abaixando no banco, ficou toda tímida do nada.

- Deixa livre por favor?
- Master senhor?
- Master ….

Entramos. Quando ela se dirigiu em frente à cama. Eu estava fechando a porta. Ela olhava atordoada para a cama naquele momento. Eu cheguei por trás dela, toquei seus ombros, cheirei seus pescoço e a abracei por trás.

- Você é maravilhosa. Não deixe que ninguém te diga o contrário!
- Mas isso é errado …

Antes que ela pudesse refletir melhor, eu a virei e a beijei. Surpreendentemente ela respondeu ao meu beijo me abraçando mais forte. Ela estava linda. Um vestido na cor creme com detalhes em dourando. Enquanto nos beijamos, fui baixando seu vestido. Ela estava sem sutiã. Seios enormes, pouco caídos, bicos rosados e duros do tesao acumulados.
Fui beijando seu pescoço e descendo até chegar naqueles seios maravilhosos. Beijei e apertei cada centímetro, e mamei aqueles bicos como se não houvesse amanhã.

- ahhhh quanto tempo não sou tocada assim.
- Você é linda. Vem cá!

Retornei a beijar sua boca enquanto apertava seus seios e fui tirando o resto do seu vestido. Ela estava com uma calcinha simples, que praticamente arranquei no dente. A peguei no colo e enquanto a beijava a colocava na cama. Abri suas pernas suavemente e penetrei dois dedos em sua bucetinha que estava encharcada.

- Ahhhh que delícia
- Abre bem as pernas amor.
- Amor!?

Ainda surpresa por ser tratada com tanto afeto e tesao ela abriu e eu me dirigir entre suas pernas com a boca sedenta por aquele buceta linda. Estava cheirosa, era delicada com poucos pelos. Enquanto massageava seu clítoris enfiava a língua lá dentro.

- Ahhh amor
- Se solta meu amor. Hoje você é minha mulher!
- ahhhhh que delícia. Chupa minha bucetinha seu safado.

Ela segurou minha cabeça e a pressionava contra sua pelve. O mel escorria por meus lábios e eu sugava com paixão.

- Deixa eu fazer minha parte amor. Deixa eu mamar ele.

Então pus meus 19cm de pau pra fora. Grosso, cabeçudo e veiudo. Ela encheu os olhos e os abocanhou com vontade e pouca prática. Enquanto me chupava eu segurava sua cabeça por seus cabelos com uma das mãos, fazendo movimentos, forçando meu pau até o talo em sua garganta, e apertava seus seios.

- ahhh faz mais, gostei disso.

Segurei sua cabeça com as duas mãos, sua testa colou na minha barriga. Meu pau roçava sua garganta.

- argh ahhhh

Ela quase vomita. Meu pau sai todo babado.
Coloco ela na posição papai e mamãe. Enquanto a beijo apaixonadamente me coloco entre suas pernas e vou enfiando meu mastro na sua buceta.

- Enterra ele na sua bucetinha vai! Ahhh ahhhh

Ela me abraçou e entrelaçou suas pernas no meu quadril.

- Gostosa, sempre soube tu é muito gostosa.
- ahhh aí ahhh sou gostosa é?
- muito gostosa amor!
- ahhh então me fode vai, fode teu amorzinho. Eu estou sem pica há 5 anos. Me dá ela, me fode me come como tu quiser. Eu sou tua e só tua ahhhh ahhhh aí ai ai ahhhh me fode seu safado.

Eu tava quase gozando de tanto tesao. Então a virei e coloquei de 4. Que bunda deliciosa. Que visão magnífica!

- para de admirar e mete amor!
- preciso fazer isso antes….

Eu literalmente enfiei minha cara entre as nadegas dela. Chupava e cheirava aquela raba.

- ahhh ai enfia não aguento mais mete mete ahhh

Então meti nela de 4. Apertava aquela bunda gostosa, dava tapas e socava o mais fundo a rápido que podia.

- ahhhh aí ahhhh não para mete gostoso vai ahhh
- Minha putinha gostosa ahh
- Sou tua puta amor, só tua. Fode tua putinha fode ahhh ahhh
- vou gozar ahhh
- Enche minha buceta de porra vai ahhhh ahhh
- ahhhhhh

Caímos de bruços, eu sobre ela. Estafados e enebriados de tesao.

- isso foi ótimo. Eu queria morar aqui neste tempo.
- Não precisa serv nossa última vez né?
- Meu marido me mata!
- Não se agente souber como é quando fazer.
- Mas eu quero. Quero você pra sempre. Não me importo de ser a outra.

Então ela repousou sobre meu peito. Confesso nunca ter pensado em ter uma amante, mas essa vale a pena o risco. Transamos mais uma vez antes de levá-la para casa.
Daquele dia em diante nós tornamos amantes. Ela chegou a visitar e frequentar minha casa. Se tornou amiga da minha esposa, mas pela diferença de idade, minha esposa nunca imaginou que teríamos alguma coisa. Agora ela é minha voluntária pessoal.

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