Eu não sabia que tinha uma filha
Contraí matrimônio ainda bem cedo em meu Estado natal, com uma mulher ainda mais nova que eu, em poucos meses, ela acabou me deixando sem saber que estava grávida. Não tendo como encontra-la para divorciar-me, vim para São Paulo e toquei a vida, durante a qual, convivi curtos períodos com mais duas mulheres, tornei-me sócio de uma empreiteira de médio porte e através da internet, conheci vários casais e mulheres adeptos do swing. Minha vida era trabalho durante a semana e "festinhas" nos fins de semana, até que uma bela manhã quando eu já estava com cinquenta e cinco anos uma mulher de trinta e cinco anos aparece a me procura na minha firma, dizendo ser minha filha e apresentando-me a uma jovem de quinze anos como sendo minha neta. Chocado, passei o dia checando as informações e comprovei a veracidade delas, chegando inclusive a falar por telefone com a mulher com quem legalmente eu ainda era casado. Naquele mesmo dia, levei as duas para meu apartamento, que na época era de um quarto. Passei a dormir na sala e as duas no quarto, em poucos dias, o clima era o melhor possível, só que eu não conseguia deixar de ver que as duas eram muito gostosas e minha filha em particular era muito sensual. Para não fazer uma besteira, mudamo-nos para uma cobertura que nossa firma acabara de entregar, contratei minha filha como minha secretária e tudo ia as mil maravilha quando fomos vistoriar uma obra no interior do Estado, era para voltarmos a São Paulo no fim da tarde, mas uma chuva forte nos obrigou a pernoitarmos por lá na única pensão que havia na Cidade no único quarto disponível. Deitei ao lado da minha filha já com medo do que poderia acontecer deitei bem no canto da cama, mas mesmo à aquela distancia, o aroma maravilhoso de Silvia passou a me torturar e virei de frente para ela, vendo aqueles seios lindos subindo e descendo conforme ela respirava, já de pau duro, arrisquei uma alisadinha naqueles peitinhos e já quase me masturbando puxei a camisola da adormecida, vendo aquele monte lindo forçando a calcinha não me contive e passei o dedo naquele grelo constatando que ele estava duro no mesmo instante que Silvia segurou minha rola e nos beijamos ardentemente, enquanto eu a desnudava, ela baixava minha calça de pijama, fui mais rápido e joguei a calcinha dela ao lado da cama e cai de boca naquele bucetão fazendo minha filha gemer gostoso e lambuzando meus beiços com o liquido de mulher nordestina, enquanto ela se debatia gozando em minha boca, rapidamente escalei seu corpo e mamei nos dois seios maravilhosos e quando ia penetra-la ela perguntou pela camisinha, respondi que não tinha e danada então, inclinou o corpo e fez o melhor boquete que eu já tinha experimentado, gozei como um louco na boca de minha filha que mostrando sua experiencia, engoliu toda a porra que eu depositei em sua boca. Ainda com o pau duro como pedra pincelei suas coxas, ela provando que era mais mulher do que eu imaginava, virou na cama e abriu as nádegas com as duas mãos e vi seu cuzinho piscar me convidando para come-lo, pressionei e a cabeça entrou. Silvia então passou a contrair os músculos anais, com tal perícia que meu pau foi aos poucos sendo sugado para dentro daquele orifício guloso, enquanto ela mesma manipulava sua buceta, gozamos juntos tendo nossos gemidos ouvidos por toda a pensão. No dia seguinte, Silvia sentou de ladinho para tomar café, vendo que eu tinha observado o detalhe, ela confessou que a cinco anos não deitava com ninguém e que o único homem que ela tinha tido na vida até então era o pai da minha neta. Eu estava nas nuvens, com o desempenho maravilhoso da minha filha que aparentemente sabia tudo de cama e para não deixarmos minha neta perceber, acabamos frequentando motéis juntos, até que em uma fugida vespertina do escritório, encontramos na portaria de um motel o casal Dani e Luiz que estavam acompanhados de outro casal, os dois ficaram loucos ao conhecerem Silvia que eu não disse ser minha filha e Dani ao dar os dois beijinho no rosto da Silvia falou em seu ouvido que eu tinha o telefone deles e que ela ficaria esperando a ligação. De volta ao escritório, Silvia me pediu explicações e eu falei que os dois faziam troca de casais e participavam de festas liberais e ela com aquela carinha de menina que pede doce pediu para eu ligar. Combinei que levaria Silvia para um lanche no sábado a tarde na casa deles e no dia e hora marcado, fomos muito bem recebidos e conduzidos a sala de jantar, as duas sentaram-se de um lado da mesa e eu e Luiz do outro, durante o lanche, Dani que é uma loirinha de olhos azuis muito gostosa, deu um beijo na boca de Silvia que claramente ficou surpresa, eu não havia explicado a ela como a coisa funcionava e muito menos que Dani era bi. A loirinha não perdeu o rebolado, abraçou minha filha e ambas trocaram um beijo prolongado deixando a mim e a Luiz de paus duros. Logo em seguida, Dani puxou Silvia pela mão, levando-a em direção ao quarto, nós as seguimos. Ao chegarmos no quarto Dani mamava desesperadamente nos lindos seios de Silvia que virava a cabeça de um lado para o outro nitidamente excitada. Silvia tomou um choque ao nos ver na porta, mas não teve tempo de reagir, pois a dona da casa a deitei na cama, levantou sua saia, afastou a calcinha e caiu de boca no meio suas pernas. Aproveitando que minha filha estava com os dois seios para fora do sutiã, eu abocanhei um, enquanto Luiz fez o mesmo com o outro e nós três levamos minha filha a uma verdadeira convulsão de prazer em sua primeira sessão de swing. Sem trégua, puxei Dani e meti em sua buceta enxarcada, enquanto Luiz também deitou sobre minha filha ainda todos semi vestidos e penetrou sua buceta. Eu e Luiz gozamos deixando as mulheres ainda excitada e só então as duas tiraram toda a roupa e a loirinha mostrou a Silvia como fazer uma tesourinha, a nordestina aprendeu rapidinho e as duas gozaram na nossa frente falando muitas sacanagens, caindo uma para cada lado, viram nossas pirocas prontas para a ação e Luiz conheceu a técnica anal de Silvia, enquanto eu comia o rabinho de Dani que também rebola e choraminga gostoso quando toma no cu. Voltei para casa exaustos, mas não a ponto de deixar de apreciar o corpinho da minha neta dentro do baby dool curtinho que dei para ela.
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Comentários (2)
Bronquinha: É tão gostoso quando a porra entra no ânus da até tranco nas bolas uma delícia !
Responder↴ • uid:ahiwvk44g79Fernando: Continue agora foi a neta pelo história
Responder↴ • uid:hse3q1owkdg