#Corno #Incesto #Teen #Voyeur

Retrato de Família (2/5)

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Tugolândia

O Jorge não aguentou mais. No dia seguinte, voltou. Desta vez não ficou só a ver. Depois de eu a ter fodido de quatro, o caralho ainda dentro dela a escorrer porra, ele aproximou-se. As mãos grandes dele tocaram-lhe primeiro as mamas, apertando-as com fome. Depois desceu, os dedos grossos a roçarem a cona aberta e cheia da minha porra. Ela estremeceu, mas abriu mais as pernas, os olhinhos vidrados de desejo. Ele cuspiu na palma da mão, esfregou o caralho enorme - bem maior que o meu, mais grosso, mais comprido, a cabeça roxa e brilhante - e encostou-o à entrada dela.
Empurrou. Vi o pau dele desaparecer centímetro a centímetro, abrindo-a como eu nunca conseguira. A cona dela esticou-se ao limite, os lábios inchados a abraçarem a grossura dele, um gemido longo e rouco a sair da garganta dela quando ele chegou ao fundo. O Jorge gemeu de puro prazer, as veias do pescoço salientes, as mãos a cravarem-se nas ancas pequenas dela.
- Porra… que cona apertada… - rosnou ele, começando a mexer as ancas.
As estocadas foram brutais desde o início. O caralho dele entrava e saía com força, o som molhado e obsceno muito mais alto que o meu, a carne a bater contra a carne, os sucos e a minha porra anterior a espirrarem para todos os lados. Ela gritava de prazer, o corpo pequeno a ser sacudido, as mamas a saltarem, o suor a colar-lhe o cabelo à testa. Eu assistia, sentado na mesma cadeira, o meu caralho duro na mão, batendo punheta devagar, o tesão misturado com uma pontada de ciúme que só me deixava mais excitado. Quando o Jorge gozou, foi uma inundação: jatos abundantes, quentes, grossos, que a encheram até transbordar. Ao tirar o pau, a cona dela ficou aberta, vermelha, dilatada, a porra dele a escorrer em cascata pela racha, pingando sobre os lençóis.
Foi a minha vez. Entrei nela facilmente, o caralho a deslizar no calor escorregadio da porra do meu amigo, as paredes dela agora largas e molhadas, mas ainda pulsantes. Aquilo deu-me um tesão louco, animal. Fodi-a com raiva e prazer, sentindo a mistura de espermas a cobrir-me o pau inteiro, o cheiro forte a sexo a três a encher o quarto como um vapor denso. Ela veio-se outra vez, o corpo a convulsionar entre nós, gritando o nome de nós os dois.
A partir daí, as sessões tornaram-se rituais de três. O Jorge aparecia sempre que conseguia, e nós os três nos entregávamos sem pudor. Às vezes ele comia-lhe a cona enquanto eu lhe enfiava o caralho na boca, ensinando-a a chupar direito, a língua dela a rodopiar na cabeça do meu pau, a saliva a escorrer pelo queixo enquanto o Jorge lhe lambia o clitóris e enfiava três dedos fundo. Outras vezes revezávamo-nos: ele a fodê-la de lado, o caralhão a abrir-lhe a cona, enquanto eu lhe chupava os mamilos e lhe apertava o cu. O quarto cheirava sempre a sexo intenso - suor azedo, porra fresca, cona molhada, o ar pesado e pegajoso que nos deixava os corpos brilhantes.
Ela transformara-se numa putinha insaciável. Pedia-nos para a fodermos ao mesmo tempo, um na cona e o outro na boca, o corpo pequeno a ser usado como um brinquedo. Uma tarde, o Jorge comeu-lhe o cu pela primeira vez - cuspiu no olho do cu apertado, enfiou o dedo primeiro para a abrir, depois o caralho grosso, centímetro a centímetro. Ela gritava de dor e prazer, as lágrimas a escorrerem, mas as ancas a mexerem-se, pedindo mais. O som era obsceno: a carne a esticar-se, os gemidos abafados pela minha piça na boca dela, a porra a escorrer de todos os buracos quando gozávamos.
O Jorge ejaculava sempre em abundância, enchendo-a até ela parecer uma cadelinha bem usada. Quando chegava a minha vez, entrava naquela cona aberta, toda rebentada e esporrada, quente como um forno, e o tesão era tão forte que gozava em minutos, adicionando a minha porra à dele. Ela adorava: lambia-nos os paus depois, limpando cada gota, o olhar vidrado de puta feliz. O vício crescia, o risco aumentava, e nós os três sabíamos que aquilo não ia parar. A cona dela era o centro do nosso mundo, e o meu caralho e o do Jorge eram os instrumentos que a mantinham sempre molhada, sempre aberta, sempre pronta para mais. O prazer era tão intenso que doía, e cada foda só nos deixava mais famintos.
O vício tinha-nos cegado. As sessões a três com o Jorge tornaram-se tão frequentes e tão barulhentas que o segredo, por mais que tentássemos esconder, acabou por explodir. Foi a mãe quem primeiro suspeitou. Uma tarde, ao regressar mais cedo do que o habitual das suas voltas misteriosas, ouviu os gemidos abafados que vinham do meu quarto. Não entrou logo. Ficou ali, no corredor escuro do apartamento em Lisboa, o ouvido colado à porta entreaberta. Imagino-a, a ouvir a filha a gemer como uma puta enquanto dois caralhos jovens a fodiam. Ela não gritou. Não fez cenas. Apenas esperou que o Jorge saísse, o caralho ainda semiduro dentro das calças, e depois chamou o pai para uma conversa baixa na cozinha. O cheiro a sexo ainda pairava no ar - porra fresca, cona molhada, suor de miúdos - e aquilo foi o suficiente.
No dia seguinte, sem explicações longas, o pai anunciou que eu ia passar uma temporada longa em casa da avó. “Para arejar a cabeça”, disse ele, a voz rouca de quem sabia mais do que queria admitir. A mãe limitou-se a olhar-me com aqueles olhos escuros, um misto de censura e algo mais profundo, quase excitação contida. Ela sabia. Tinha visto, ou pelo menos pressentido, o que se passava com a cona da filha. O carro partiu cedo, o silêncio pesado entre nós os três. Eu olhava pela janela, o caralho ainda a doer de saudade da cona da minha irmã, enquanto Lisboa ficava para trás e as estradas para norte se estendiam. A avó recebeu-me com abraços apertados e comida quente, mas o meu corpo ardia por dentro. Cada noite era uma tortura: deitado na cama velha do quarto de hóspedes, batia punhetas furiosas imaginando a cona gordinha dela aberta, esporrada, à espera.
Via-a só de vez em quando, nas férias escolares curtas ou nos fins-de-semana roubados. Nessas alturas, o reencontro era explosivo. Ela já não era a menina que eu tinha iniciado. Tinha-se transformado numa pequena puta insaciável, o corpo mais formado, as mamas redondas e firmes, a cona carnuda e sempre molhada, como se vivesse só para ter um caralho enterrado até ao fundo. Na primeira visita, mal a avó saiu para o mercado, ela trancou a porta do quarto e atirou-se a mim. “Anda, irmão… fode-me como antes”, sussurrou, a voz rouca de tesão acumulado. Tirei-lhe a saia curta e as calcinhas num gesto brusco. A cona estava inchada, os lábios brilhantes de humidade, o clitóris durinho a pulsar. Enfiei o caralho de uma vez, sentindo-a apertar-me como se nunca me tivesse deixado. Ela cavalgou-me com fome, as ancas a baterem contra as minhas, os sucos a escorrerem-me pelas bolas, o quarto a encher-se do som molhado e obsceno da foda. Gozou duas vezes antes de mim, a cona a contrair-se em espasmos violentos, e quando eu inundei-a de porra quente ela lambeu o caralho todo, limpando cada gota com a língua gulosa.
Mas as visitas eram raras, e o vazio entre elas crescia. Foi durante a minha ausência prolongada que a cona e a boca da minha irmã passaram a pertencer ao nosso pai, o primeiro homem adulto dela. Não sei como começou. Talvez ela, sozinha em casa com ele, com aquela cona que já não aguentava sem ser fodida, tenha começado a seduzi-lo. Imagino as noites: o pai chega cansado da obra, suado, o caralho pesado dentro das calças de trabalho. Ela espera-o na sala, só de camisola curta, sem nada por baixo, as pernas abertas no sofá como quem não quer nada. Ele tenta resistir, mas a putinha da filha aproxima-se, ajoelha-se, baixa-lhe as calças e engole o pau maduro e grosso pela primeira vez. A boca pequena dela estica-se ao máximo, a saliva escorre pelo queixo enquanto chupa com fome, a língua a rodopiar na cabeça grossa, as bolas pesadas a baterem-lhe no queixo. Ele agarra-lhe o cabelo, fode-lhe a garganta devagar, gemendo o nome dela como um condenado. Depois levanta-a, deita-a no sofá e enfia o caralho na cona já encharcada. Estocadas profundas, brutais, de homem que sabe o que faz. Ela grita de prazer, as pernas enroladas na cintura dele, a cona a sugar o pau do pai até ele gozar dentro, enchendo-a de porra quente e abundante, o esperma a transbordar pela racha enquanto ele a beija na boca, misturando o sabor dela com o dele.
As fodas com o pai tornaram-se frequentes. Eu soube disto mais tarde, pelos sussurros dela nas visitas. Ela contava-me tudo, excitada, enquanto eu a fodia de novo: como o pai a comia no quarto dele antes de ir trabalhar, o caralho dele maior e mais grosso que o meu e o do Jorge, como ele a punha de quatro e lhe comia o cu também, abrindo o olho do cu apertado com cuspe e paciência até ela gemer como uma cadela. A cona dela, que eu tinha iniciado, agora pertencia ao pau do pai, o primeiro homem de verdade a possuí-la por completo.
Depois veio o tio, o irmão mais velho da mãe, que passava temporadas em nossa casa em Lisboa para tratamentos médicos longos. Era um homem corpulento, de voz grave, sempre com um ar cansado, mas com um caralho que, segundo a minha irmã, era ainda mais impressionante. A ideia foi dela, claro. A putinha já sabia o poder que tinha entre as pernas e na boca. Começou com broches discretos no quarto dele, de portas fechadas. Ela contava-me, com os olhos brilhantes de tesão, como se ajoelhava no chão, baixava as calças do tio e chupava-lhe o pau com devoção. A mamada era gulosa: a boca pequena a engolir o caralho até à garganta, a língua a lamber as veias salientes, as mãos a massajar as bolas pesadas enquanto ele gemia e lhe puxava o cabelo. Ele gozava sempre na boca dela, jatos grossos e quentes de esporra que ela engolia até à última gota, limpando o pau com a língua e sorrindo como uma vadia satisfeita. Em troca, dinheiro e pequenos presentes - um colar, um perfume, roupa interior nova que ela usava só para o seduzir mais.
Os broches evoluíram. Em pouco tempo, o tio já a fodia também. Ela descrevia-me tudo nas nossas fodas rápidas de férias: como ele a punha de lado na cama, o caralho a entrar na cona por trás enquanto lhe apertava as mamas, ou como a sentava ao colo e a empalava devagar, deixando-a cavalgar até ele encher a cona de porra. O tio pagava bem, e ela gastava o dinheiro em coisas que a faziam sentir ainda mais puta. A minha irmã, que eu tinha aberto com o meu caralho fininho, agora era uma pequena vadia que vivia com a cona e a boca ao serviço dos homens da família, primeiro o pai, depois o tio. E eu, longe em Coimbra, batia punhetas furiosas imaginando tudo, o tesão misturado com ciúme e excitação doentia, sabendo que quando voltasse as coisas nunca mais seriam as mesmas.
A ausência esticou-se por meses. Cada visita era um furacão de sexo desesperado: ela abria as pernas mal eu fechava a porta, a cona já pingando só de me ver, pedindo para eu a foder com força, para lhe encher os buracos que o pai e o tio já tinham usado. O cheiro dela era o mesmo, mas o sabor agora misturava porra adulta, e isso só me deixava mais louco. Gozávamos em silêncio, os corpos colados, o suor a colar-nos a pele, o quarto da avó a testemunhar fodas rápidas e intensas que nos deixavam exaustos e ainda mais viciados. A minha irmã já não conseguia estar bem sem um caralho enterrado na cona, fosse o meu, o do pai, o do tio ou o do Jorge quando ele aparecia às escondidas. E eu, enquanto isso, contava os dias para o regresso, o caralho latejando de antecipação pelo que viria depois. A família tinha-se tornado uma teia de desejos proibidos, e a cona da minha irmã era o centro pegajoso que prendia todos nós.
Quando regressei finalmente, o apartamento em Lisboa já não era o mesmo. O ar parecia mais denso, carregado de segredos que eu sentia no cheiro mesmo antes de abrir a porta. A minha irmã, agora uma putinha completamente formada, mal conseguia olhar-me sem as coxas se apertarem uma contra a outra, a cona a latejar de recordações recentes do pai e do tio. Mas o verdadeiro centro da tormenta era a mãe. Ela, com trinta e poucos anos, morena baixinha de Lisboa, era a encarnação viva do desejo insaciável que corria no sangue da família. O cu em forma de coração, redondo e firme, balançava a cada passo como um convite obsceno; as mamas médias, rijas como pedras, tinham mamilos pequenos, escuros e sempre salientes, que se marcavam na blusa fina mesmo quando não estava excitada. A cona era uma obra-prima: sempre bem depilada em baixo, os lábios carnudos e rosados, apenas um pequeno tufo de pelos bem aparados no monte de Vénus, que brilhava quando ela se molhava. Eu tinha-a espreitado tantas vezes no banho, escondido atrás da porta entreaberta, o caralho na mão a bater punhetas furiosas enquanto a via passar a esponja entre as pernas, os dedos a demorarem-se na racha, o corpo a arquear-se de prazer solitário.
O pai, dez anos mais velho, já não tinha força para apagar o fogo dela. Tornara-se um corno manso, resignado, que fingia não ver as marcas de chupões no pescoço dela ou o cheiro a porra alheia que ela trazia para casa depois das “aulas”. A mãe tinha tanto de boa como de puta oferecida, e o corpo dela pedia caralhos novos, grossos, jovens, capazes de a foder até ela perder a voz. O curso noturno foi a primeira porta para ela abrir as pernas. O professor, um homem mais velho, grisalho, com mãos experientes e um caralho que ela descrevia como “um bacamarte maduro”, tornou-se rapidamente o seu macho principal. Ela submetia-se a todas as taras dele, não só pelo prazer cru que lhe corria nas veias, mas também pelas boas notas que garantiam o diploma. Imagino-a nas noites depois das aulas, sozinha com ele na sala vazia da escola: a mãe de joelhos no chão frio, a saia subida até à cintura, o cu empinado enquanto ele lhe puxava o cabelo e lhe enfiava o caralho na boca até às bolas. A mamada era gulosa, ruidosa - a saliva dela a escorrer pelo queixo, os sons molhados de gluck-gluck a ecoarem enquanto ela engolia fundo, os olhos lacrimejantes de tesão. Ele gozava-lhe na garganta, obrigando-a a engolir tudo, e depois virava-a de quatro sobre a secretária, cuspia no olho do cu e comia-lho sem piedade, o caralho a abrir-lhe o buraco apertado centímetro a centímetro enquanto ela gemia como uma cadela no cio, a cona a pingar sucos para o chão.
Mas o verdadeiro vício dela eram os novinhos. A natação, recomendada pelo médico para as costas, tornou-se o palco perfeito. O professor era um jovem nadador de competição, corpo grande, forte, músculos definidos, um caralhão grosso e venoso que ela cobiçava desde o primeiro dia. O fato de banho justo moldava-lhe o corpo como uma segunda pele, os mamilos escuros marcados, o monte de Vénus saliente. Os outros colegas da aula babavam-se a olhar, mas ele foi mais ousado. Começou por “corrigir” os movimentos dela na água, as mãos grandes a percorrerem-lhe as coxas, depois o cu, depois a cona por cima do tecido molhado. Não havia resistência. Ela abria-se toda. Num dia, na piscina quase vazia ao fim da tarde, ele enfiou-lhe um dedo diretamente na cona pelo lado do fato de banho, sentindo as paredes quentes e escorregadias a apertarem. Ela mordeu o lábio, os olhos semicerrados, e deixou-o dedilhar-lhe o clitóris até vir-se na água, os sucos a misturarem-se com o cloro. Depois vieram as fodas sem limites. No balneário, ele encostava-a à parede dos cacifos, baixava-lhe o fato até aos joelhos e enfiava o caralhão enorme na cona dela, estocadas profundas e molhadas que faziam os mamilos dela roçarem contra o peito dele. Ela gritava baixinho, o cu a tremer, as unhas cravadas nas costas largas dele. Ele comia-a também no cu, virando-a de costas, cuspindo no olho do cu dilatado e empurrando até ao fundo, as bolas pesadas a baterem contra a cona encharcada enquanto ela se masturbava o clitóris, o orgasmo a fazê-la tremer tanto que quase caía. O cheiro a cloro, suor e porra ficava-lhe na pele durante dias, e o pai, quando a cheirava, apenas baixava os olhos.
A tara pelos novinhos explodiu no verão, na casa da avó, onde eu ainda estava hospedado parte do tempo. O sobrinho adolescente, filho de um irmão do pai, passava as férias lá - um rapaz alto, magro, com um caralho já grande e insaciável, inexperiente, mas cheio de fome. A mãe arranjava sempre desculpas para nos mandar sair: eu, o pai e a minha irmã íamos dar longos passeios pela vila ou pela serra. Mal a porta se fechava, ela transformava a casa num bordel privado. As tardes de verão eram escaldantes, o ar pesado de calor e desejo. Ela vestia-se leve, só com um vestido fino de algodão sem nada por baixo, os mamilos tesos a marcarem-se no tecido. Levava o primo para o quarto de hóspedes, aquele mesmo onde eu batia punhetas pensando na cona da minha irmã. Deitava-o na cama, baixava-lhe as calças e engolia o caralho jovem numa mamada profunda, gulosa, a língua a rodopiar na cabeça sensível enquanto as mãos lhe apertavam as bolas. Ele gemia alto, as ancas a subirem, fodendo-lhe a boca até ela engasgar. Depois ela montava-o, a cona quente e depilada a engolir o pau inteiro, cavalgando com fúria, as mamas a saltarem, o suor a escorrer entre os seios e a pingar no peito dele. O quarto enchia-se do som molhado da cona a bater contra as bolas, dos gemidos roucos dele e dos gritos dela: “Fode-me, puto… enche a cona da tua tia!” Ele virava-a, punha-a de quatro e comia-a por trás, o caralho a entrar e sair da cona com força, depois cuspia no cu e mudava de buraco, abrindo o olho do cu dela devagar até ela uivar de prazer. Gozavam juntos, ele inundando-a de porra quente e abundante que escorria pelas coxas dela quando se levantava. Quando nós voltávamos dos passeios, encontrávamo-los ainda meio descompostos, transpirados, o cabelo despenteado, o cheiro a sexo fresco e pesado a pairar na sala. O pai fingia não ver; eu via o brilho nos olhos da mãe, a cona ainda inchada por baixo do vestido, e o meu próprio caralho endurecia só de imaginar.
A obsessão por rapazes mais jovens tornou-se o prazer supremo dela. Nada a deixava mais molhada do que seduzir um jovem inexperiente, de preferência com um caralho grande e capaz de a foder horas a fio. Um dia de verão escaldante, apareceu à nossa porta em Lisboa um estudante vendedor de enciclopédias, um rapaz de vinte e poucos anos, magro, tímido, com um volume prometedor nas calças. A mãe estava sozinha, vestida com roupa de casa: uma camisa transparente que deixava ver perfeitamente as mamas rijas e os mamilos escuros tesos, e uma saia curta que mal lhe tapava o cu, sem calcinhas. Convidou-o a entrar, sentou-se no sofá da sala em frente dele, as pernas a abrirem-se devagar enquanto ele gaguejava a tentar vender o produto. A cona escancarada apareceu-lhe à frente: lábios brilhantes, já encharcados de antecipação, o clitóris inchado, o pequeno tufo de pelos molhado. O rapaz ficou paralisado, o caralho a crescer visivelmente. Ela sorriu, puta completa, passou a mão pela racha e mostrou-lhe os dedos brilhantes de humidade. “Esquece a merda dos livros… vem cá foder-me”, murmurou.
Não tardou. Ele aproximou-se, ela abriu-lhe as calças e engoliu o caralho jovem numa mamada gulosa, profunda, a cabeça a bater-lhe no fundo da garganta enquanto a saliva escorria pelos cantos da boca e pingava nas mamas. Chupou-o com fome, os sons obscenos de sucção a encherem a sala, as bolas dele a baterem-lhe no queixo. Depois empalou-se no sofá da própria família, a cona quente a engolir o pau grosso até ao fundo, cavalgando com fúria, as ancas a baterem, os gemidos altos e desavergonhados. Virou-se, ofereceu-lhe o cu, e ele enfiou-o no olho do cu apertado, fodendo-a com estocadas brutais enquanto ela se masturbava enfiando dois dedos na cona. O cheiro a sexo invadiu a sala inteira - suor, porra, cona molhada. Quando o pai chegou a casa, a sala ainda cheirava a foda recente, o sofá manchado, e ela tinha “comprado” a enciclopédia com um sorriso satisfeito nos lábios inchados de chupar.

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