#Incesto

Meu Segredo Incestuoso com Mamãe – A Noite que Acordou o Monstro Dentro de Mim (e Dentro Dela)

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Eu me chamo Lucas, tenho 21 anos e moro numa casa simples no Recife, Pernambuco. Meu pai viaja o ano inteiro a trabalho, deixando eu, minha mãe Helena e minha irmã Sofia sozinhos. Mamãe tem 42 anos, mas juro por Deus que parece ter uns 32 no máximo. Corpo de academia, pele morena queimada de sol, cabelo preto liso até a cintura, peitos grandes e firmes que balançam quando ela anda de shortinho de algodão em casa. A bunda dela... caralho, a bunda dela é o tipo que faz qualquer homem perder o juízo. Redonda, empinada, com aquelas covinhas nas laterais que eu ficava olhando escondido desde os 15 anos. Sofia, minha irmã, tem 19 e é uma versão mais nova e magrinha da mamãe, mas o tesão que eu sentia era todo pela Helena. Sempre foi.
Tudo começou numa noite de sexta quente pra caralho, daquelas que nem o ventilador de teto aguenta. Eu estava no sofá da sala, só de bermudão folgado, sem camisa, vendo um filme qualquer no celular. Mamãe saiu do banho enrolada numa toalha fina que mal cobria as coxas grossas. O cabelo molhado pingava nas costas, e o cheiro de sabonete de coco invadiu a sala inteira.
— Lucas, meu filho... tá calor demais hoje, né? — ela disse, sentando do meu lado, cruzando as pernas devagar. A toalha subiu um pouco, mostrando a curva da bunda. Meu pau já deu uma latejada só de ver.
— Tá foda, mãe. Nem consigo dormir — respondi, tentando disfarçar o volume que começava a crescer na bermuda.
Ela riu baixinho, aquele riso safado que eu conhecia bem quando ela bebia uma taça de vinho a mais.
— Pois é... eu também tô derretendo aqui. Olha só como eu tô suada ainda depois do banho. — Ela puxou a toalha um pouquinho pro lado, mostrando o vale entre os peitos. Os bicos escuros estavam duros, marcando o tecido fino. — Você não acha que sua mãe ainda tem um corpo bom, não é, filhão?
Meu coração acelerou. Nunca tínhamos falado assim. Eu engoli seco.
— Mãe... você é gostosa pra caralho. Desculpa falar assim, mas é verdade. Qualquer homem matava pra ter uma mulher como você.
Ela mordeu o lábio inferior e se aproximou mais, a perna encostando na minha.
— Gostosa pra caralho? Olha o menino falando... — A voz dela ficou rouca. — E você, hein? Cresceu tanto... Eu vejo você malhando no quarto, aquele pauzão marcando a calça de moletom. Achou que eu não reparava?
Eu congelei. Ela sabia. Sempre soube.
— Mãe... eu...
— Shhh. — Ela colocou o dedo na minha boca. — Eu sou sua mãe, mas sou mulher também. Faz tempo que seu pai não me come direito. E você... você me olha do jeito que eu gosto. Quer ver a mamãe pelada de verdade, Lucas? Quer tocar nessa buceta que te pariu?
Eu não aguentei. Puxei ela pra mim e a beijei. Foi um beijo faminto, língua entrando fundo, gemidos misturados. As mãos dela desceram direto pro meu pau, apertando por cima da bermuda.
— Caralho, filhão... tá tão duro... tão grosso... — ela sussurrou no meu ouvido, mordendo minha orelha. — Tira essa bermuda. Deixa a mamãe ver o que você tem aí.
Eu tirei rapidinho. Meu pau pulou pra fora, latejando, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Ela arregalou os olhos.
— Meu Deus... maior que o do seu pai. Olha esse monstro... — Ela lambeu os lábios. — Posso chupar, meu amor? Posso botar o pau do meu filho na boca?
— Chupa, mãe. Chupa gostoso pra mim.
Ela se ajoelhou no sofá, toalha caindo no chão. Peitos balançando livres, buceta depilada brilhando de tesão. Pegou meu pau com as duas mãos e lambeu da base até a cabeça, devagar, olhando nos meus olhos.
— Hum... tem gosto de homem... de filho safado... — Então engoliu inteiro, garganta fundo, babando, fazendo barulho de sucção. — Gluck... gluck... assim, filhão? Mamãe chupa bem o pauzão do filhote?
Eu segurei o cabelo dela e fodi sua boca devagar.
— Caralho, mãe... você é uma puta... minha puta particular...
Ela tirou o pau da boca, babando, e sorriu safada.
— Sou sim, meu amor. Sou a puta da família agora. Vem... mama os peitos da mamãe enquanto eu te masturbo.
Eu me abaixei e chupei aqueles mamilos duros, mordendo de leve. Ela gemia alto, mão subindo e descendo no meu pau melado.
— Ai, Lucas... morde mais... isso... mamãe adora quando o filho maltrata os peitinhos dela. Agora me come, filho. Enfia esse pau na buceta da mamãe. Eu tô pingando pra você.
Eu a deitei no sofá, abri as pernas dela. A buceta estava inchada, molhada, clitóris latejando. Passei a cabeça do pau na entrada, provocante.
— Pede, mãe. Pede pro filho te foder.
— Por favor, filhão... fode a mamãe... enfia tudo, rasga essa buceta que te pariu... me faz sua vadia...
Eu meti de uma vez. Fundo, até o talo. Ela gritou de prazer.
— Aaaahhh! Que pauzão... me enche toda... assim, Lucas! Fode forte!
Comecei a meter com força, o sofá rangendo, bolas batendo na bunda dela. O barulho molhado de buceta enchendo a sala.
— Tá gostoso, mãe? O pau do filho é melhor que o do pai?
— Muito melhor! Ai, meu Deus... você me arromba tão gostoso... eu sou tua agora... só tua...
Eu virei ela de quatro, segurei aquela bunda perfeita e meti de novo. Ela empinava, rebolando.
— Olha esse cu, filhão... quer comer o cuzinho da mamãe também? Eu nunca dei pro seu pai... mas pra você eu dou tudo.
Eu cuspi no cu dela, enfiei o dedo devagar enquanto continuava fodendo a buceta. Ela gemia como louca.
— Sim... deda o cu da mamãe... prepara pra levar o pauzão inteiro...
Depois de uns minutos eu tirei da buceta e encostei na rosinha apertada. Empurrei devagar. Ela respirou fundo.
— Devagar, amor... tá entrando... ai que delícia... me arromba o cu, Lucas... me faz tua putinha anal...
Meti tudo. O cu dela apertava meu pau como uma luva quente. Comecei a meter forte, tapão na bunda.
— Porra, mãe... esse cu é meu agora... vou gozar dentro...
— Goza, filhão! Goza no cu da mamãe! Me enche de porra quente!
Eu gozei jorrando, fundo no intestino dela. Ela gozou junto, esguichando na minha perna.
Ficamos ali, suados, ofegantes. Ela virou e me beijou.
— Isso foi só o começo, meu amor. Amanhã cedo, enquanto sua irmã dorme, você me fode de novo no quarto. Quero te mamar acordando, quero tomar leite do pau do meu filho todo dia.
Mas a história não parou aí. Na manhã seguinte, enquanto eu comia mamãe de quatro na cozinha, Sofia acordou mais cedo. Ela viu tudo da porta. Em vez de gritar, ela mordeu o lábio e enfiou a mão na calcinha.
— Mãe... irmão... eu quero participar... — sussurrou.
Mamãe sorriu, ainda com meu pau dentro dela.
— Vem, filha. A família toda vai se divertir agora.
Eu ainda não sei o que vai acontecer depois. Será que vamos fazer um trisal completo? Será que papai vai descobrir e virar corno manso? Ou vamos levar isso pra outro nível, com mamãe me apresentando pras amigas dela do grupo de WhatsApp das casadas safadas? As ideias não param de me deixar de pau duro só de imaginar.
Se você leu até aqui e tá com o pau latejando ou a buceta molhada, sabe que tem muito mais pra vir. Esse conto foi feito pensando nos mais votados e comentados do ContosEróticosCnn.com, daqueles que todo mundo lê e pede continuação.
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Comenta aqui embaixo o que você quer na parte 2: trisal com a irmã? Mamãe me apresentando pras amigas? Ou papai voltando e descobrindo tudo? Eu leio todos os comentários... e quem sabe não escrevo exatamente o que vocês pedirem. 🔥
Beijos molhados da família mais safada do Recife.
Lucas (e mamãe Helena te mandando um beijo no pau).

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Comentários (1)

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  • MÃE SAFADA!: DEMAIS

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