Cabacinha ajuizada - segunda parte
Como narrei na primeira parte, tive que parar de encontrar Carlos, o sócio da minha mãe que eu encontrava às terças e quintas, quando saia das aulas do curso de inglês, poque ele estava louco para me deflorar e eu já não estava aguentando sentir sua piroca roçando na minha menina virgem sem poder penetra-la. Duas ou três semana sem ter uma língua no meu grelo, eu estava subindo pelas paredes, mas mantendo minha rotina nas tardes que não tinha curso de inglês, eu ia logo depois do almoço para a academia que era o horário que tinha menos pessoas usando os aparelhos e extravasava minhas energias e logo depois ia para casa bater minha siririca da tarde antes de fazer as tarefas da escola, até que em uma daquelas tarde, uma mulher que treinava sempre no mesmo horário que eu, parou na frente da bicicleta que eu pedalava e falou alguma coisa. Tirei os fones de ouvido e ela repetiu: Esfregando assim no selim você vai acabar excitada. Diante de seu belo sorriso respondi: Excitada eu sempre estou. Rimos juntas e ela se apresentou Lucy. Aquele corpão e seu jeito me chamaram a atenção. Parei de pedalar e começamos a conversar. Quando perguntei se ela era casada, ela respondeu que não e que estava sem namorada e sorriu. Eu demorei um pouco para digerir a resposta e por um ato falho deixei ela perceber que eu estava examinando suas curvas. Em seguida ela perguntou: E você, está namorando? Percebendo claramente a cantada, respondi: Eu nunca namorei. Ela arregalou os olhos e disse: Nossa, uma menina gostosa como você e nunca... Interrompe dizendo: Acho que nunca souberam chegar. Rimos e passamos o resto do treino trocando olhares e comentários rápidos. Quando me dirigi para os armários Lucy veio atrás e perguntou se eu queria uma carona. Fiz aquela cara de indecisa e achei a melhor resposta: Para onde? Lucy não esperava a resposta e fazendo uma cara de safadinha respondeu: Tenho uns energéticos em casa que preciso consumir antes que acabe a validade. Sorri e ela entendeu meu sim. Rodamos algumas quadras no carro dela e chegamos ao destino, um quitinete aconchegante e sem rodeios nos beijamos assim que ela fechou a porta, passamos as mãos uma no corpo da outra e entramos juntas no chuveiro, só nos afastávamos para conhecermos nossas curvas e nos deliciarmos com a cara de tesão uma da outra até que chegamos na cama e eu disse o que eu sabia que ia deixa-la louca como tinha deixado meu ex amante Carlos: Mas por favor, não enfia o dedo em mim, pois sou virgem. Tiro e queda a mulher abriu minhas pernas e passou a devorar minha buceta desesperadamente, me levando ao mais forte dos orgasmo que eu tido até então, enquanto gozava com aquela boca agarrada na minha buceta, bati meus braços na cama, rosnei agarrando o lençol até que consegui afastar a cabeça dela do meio de minhas pernas. Lucy estava até sem folego, mas não parou, começou roçando a buceta na minha coxa enquanto chupava minha língua e gozou emitindo um som tesudo enquanto suas mãos massageavam meus seios me deixando louca novamente e foi minha vez de não dar trégua, colei minha buceta na dela e conhecer o prazer de esfregar meu grelo no grelo de uma gostosa e gozamos juntinhas em uma sinfonia deliciosa. Fomos à ducha e lá minha lésbica com o dedo cheio de espuma fez o que Carlos com toda sua experiencia nunca tinha feito enquanto massageava minha buceta enfiou o dedo no meu cuzinho, fazendo-me experimentar um prazer diferente apoiada nos azulejos do box. De volta a cama, a experiencia ficou completa quando Lucy me colocou de quatro e enfiou a língua no meu anel, arrancando de mim gritinhos a cada lugar novo de meu anus que sua língua tocava. Lucy com uma mão no meu grelo a outra no grelo dela enquanto eu usava as duas para manter minhas nádegas abertas gozamos novamente juntas. Percebi que poderia ter mais prazer com ela do que com qualquer homem mantendo ainda meu cabaço intacto.
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Comentários (1)
Solteiro: Poxa gata se quer manter o cabaço tinha que então dado o cuzinho pro sócio da sua mãe não deixando ele a ver navios kkkkkk
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