Cabacinha ajuizada
Na época eu ainda era virgem e se quer tinha visto eu cacete duro, mas já era perita em siririca, doida para conseguir um celular com acesso a internet para ver os filminhos de sacanagem, como todas as novinhas do meu bairro eram. Uma noite quente, eu estava estudando no meu quarto quando o sócio da minha mãe "errou" a porta do banheiro e me viu só de calcinhas, sentada na minha mesinha de estudo. Vi aquele canudo subir na hora e ele com os olhos fixos nos meus peitinhos, sacana como já era, apenas sorri, ele desconcertado fechou a porta. Coloquei uma camiseta e desci, encontrando-o sentado na mesa da sala de jantar discutindo um processo com minha mãe. Dei um beijinho em minha mãe e outro nele, ela vendo que eu estava só de camiseta e calcinha, mandou eu subir imediatamente. No dia seguinte, fui ao escritório para almoçar com minha mãe e ao ver a porta da sala do Dr. Carlos, um trintão, alto, atlético e casado, resolvi dar outro beijinho nele, quando ele me viu entrando, fez aquela cara de bobo e eu rapidamente me aproximei dele e para deixar minhas intenções bem claras, não beijei sua face como de costume, dei um selinho nele, olhei para sua braguilha, sorri e saí. Almocei com minha mãe no restaurante próximo do escritório e fui para minha escola de inglês, quando saí vi o Carlos com o carro estacionado do outro lado da rua e fui a seu encontro, ele me perguntou para onde eu ia, menti dizendo que ia ao shopping, ele me ofereceu carona e estacionou em uma vaga bem distante. Mal estacionou, soltou o cinto de segurança e olhou para mim meio indeciso, inclinei meu corpo e troquei pela primeira vez um beijo com um homem, um que eu sabia ser experiente e bonito. O safado já no primeiro beijo alisou meus seios fazendo minha menina pegar fogo, chupei a língua dele deixando o macho desesperado e quando vi a tora no meio das pernas dele, não tive dúvidas, abri o zíper da calça social dele e puxei o bruto para fora, realizando minha fantasia de segurar um caralho, sentindo um indescritível prazer naquilo passei a punheta-lo , só tendo minha atenção desviada, porque ele tinha levantado minha saia e já estava afastando minha calcinha, assim que senti o dedo no meu grelo duro, falei em seu ouvido: Não enfia o dedo lá dentro porque sou virgem. Ao ouvir minhas palavras, Carlos gemeu e gozou na minha mão e na calça que vestia, mas continuou o trabalho na minha buceta e pela primeira vez gozei acompanhada, gemendo sem me preocupar em ser ouvida, vez o que o carro mais próximo estava a mais de dez vagas do nosso. Para nossa sorte, ele tinha no porta luvas um caixa de lenços descartáveis. Nos limpamos como deu e ele me deixou na porta de casa. Na tarde seguinte, ele ligou para o telefone fixo de casa todo apaixonado e namoramos por algum tempo, quando eu pedi a ele o celular e ele respondeu que ia dar um jeito, mas queria "brincar" um pouco comigo. Dois dias depois, minha mãe me oferece o celular usado dela pois o sócio dela tinha dado um para ela. Entendi a jogada dele e no dia seguinte fiz minha mãe convidar Carlos para almoçar conosco. Durante o almoço, fiz questão de deixar claro que estava indo em seguida para a escola de inglês e não deu outra, quando saí da aula, lá estava ele parado e fomos para um drive-In, assim que entramos no box, o funcionário baixou a lona do nosso box, nos agarramos. Trocamos um amasso louco e ficamos inteiramente nus no banco de trás do carro. Peguei aquele rola dura como ferro e chupei como quem chupa um picolé, ouvindo o adulto gemer na minha boca e antes de faze-lo gozar, deitei no banco e senti a primeira língua na minha buceta naquele sessenta e nove inesquecível. Tão logo senti os jatos de porra na minha boca, gozei profundamente na boca do meu macho. Aquele drive-In passou a ser nosso destino certo por algumas semanas, mas Carlos queria me deflorar e para ser sincera eu já não estava mais aguentando ele esfregando aquela piroca deliciosa na minha buceta sem penetra-la e acabamos concordando que o melhor seria pararmos de nos ver.
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Comentários (4)
Solteiro: Eu não deixaria escapar de romper esse cabacinho não e ainda faria o serviço completo comendo o cuzinho também
Responder↴ • uid:8ef56rn209Nathalia (NATY): Devia ter deixado o coitado tirar sua virgindade , seria um premio pra ele por todo carinho que teve com você ,e você ia gostar muito , um cara experiente faz toda diferença na hora de rasgar o selinho , eles tem mais calma e sabem conduzir a situação de maneira que no momento angustiante da penetração , seja menos traumático e se transforme apenas num incômodo ,mas logo esse incômodo passa e fica tudo muito gostoso.
Responder↴ • uid:w733w2qjPpadrinho: Pareceu me bem real, mas quem romper seu cabaço? Conta !
Responder↴ • uid:2pduu2hb0dMárcio: Conta mais safadinha
Responder↴ • uid:469covikt09