Raízes Entrelaçadas - 21 - Receitas Proibidas
Clara e Mariana preparam um banquete afrodisíaco, que acende desejos proibidos na família, a mesa vira altar de luxúria onde todos os prazeres se unem.
A tarde caía suave e dourada sobre Algés quando Clara e Pedro chegaram do Alentejo, mas os abraços foram breves, carregados de promessa. Ana recebeu-os com os seios pesados roçando os de Clara. Mariana, com o vestido curto laranja colado ao corpo brasileiro voluptuoso, servia vinho. Os olhos de Clara demoraram-se nas ancas largas e no rabo redondo dela.
- Menina, tu tens um cheiro que abre o apetite - murmurou Clara baixinho, enquanto ajudavam na cozinha. - Já pensaste em usar comida para… abrir outras coisas?
Mariana riu, o sotaque brasileiro quente e rouco.
- Ai, Clara, eu adoro essas conversas. No Recife a gente usa muito gengibre, pimenta e mel pra deixar o pau duro e a buceta molhada. Quer fazer um jantar secreto pra todo mundo hoje?
Clara piscou, cúmplice.
- Quero. Vamos para a cozinha.
A porta fechou-se. Clara colocou o avental devagar. Mariana aproximou-se, o corpo quente encostando-se. Os figos foram cortados, o sumo doce escorrendo pelos dedos. O mel aquecido com canela e gengibre brilhava. Os camarões saltearam com alho, gengibre e pimenta-malagueta. O cheiro picante subia, misturando-se ao suor leve das duas mulheres. Os espargos grelharam com açafrão. O fondant de chocolate negro derretia devagar em banho-maria. O vinho tinto aquecia com cravinho e mel.
O jantar foi servido às nove. A mesa brilhava com velas. O primeiro gole do vinho já incendiava os ventres. Ana provou a salada, o sumo doce escorrendo pelo queixo, as faces coradas. Miguel gemeu ao provar o camarão, o pau já endurecendo nas calças. Sofia lambeu os dedos sujos de mel, os mamilos rosados marcando o vestido fino. Inês sentiu o calor subir entre as pernas. João apertou a coxa dela por baixo da mesa.
A conversa morreu. Os olhares tornaram-se pesados. Clara e Mariana trocaram um sorriso cúmplice.
O fondant chegou. Chocolate derretido escorrendo sobre morangos vermelhos. Ana gemeu quando o molho quente lhe caiu no decote, escorrendo entre os seios pesados.
- Não aguento mais - rosnou Miguel, voz grave e confiante, puxando Sofia para o colo. A mão grande deslizou por baixo do vestido fino, dedos grossos encontrando a cona depilada da irmã já encharcada. Sofia soltou um gemido doce e infantil: - Mano… fode-me com esse caralho grosso, por favor… enfia tudo na cona da tua putinha, irmão, quero sentir-te bater no fundo!
O que se seguiu foi loucura pura, lenta e sensorial, os corpos entregues ao desejo que o vinho e a comida tinham acendido, sem pressa, cada toque prolongado como o derreter do chocolate.
Ana puxou Mariana contra si com fome maternal, beijando-a profundamente. As línguas misturavam chocolate, mel e vinho, o sabor doce e salgado enchendo a boca da mais velha. As mãos de Ana apertavam o rabo empinado da brasileira, apertando a carne macia e quente enquanto Mariana gemia no sotaque dela: - Ai, dona Ana, me chupa essa buceta toda… sinto a tua língua na minha buceta molhada, porra… lambe o meu clitóris inchado, vai, enfia esses dedos maduros dentro de mim enquanto eu aperto os teus peitos!
Pedro abriu o vestido de Clara devagar, revelando os seios grandes e pesados, mamilos escuros já inchados e sensíveis. Chupou-os com devoção lenta, a barba cerrada roçando a pele sensível, fazendo Clara arquejar alto. Os dedos calejados entraram na cona já encharcada dela, curvando-se no ponto G com precisão de quem conhecia cada centímetro da mulher. Clara gemeu, voz suave e acolhedora com o sotaque alentejano: - Isso, meu homem… fode a cona da tua mulher com esses dedos grossos… sente como ela está molhada pra ti, pronta pra levar caralho até ao fundo… ai, Pedro, chupa mais forte esses mamilos, quero gozar só com a tua boca enquanto vejo os miúdos todos a foderem!
João e Inês caíram no sofá ao lado. Ele fodeu a irmã com força controlada, o caralho grosso e duro entrando na cona apertada e depilada dela num só golpe fundo, as bolas pesadas batendo contra a pele macia. Inês gemia alto, voz doce mas rouca de prazer, as unhas cravando nos ombros dele: - Fode a tua mana, João… enche-me toda com esse caralho de irmão, mano… quero sentir-te latejar dentro de mim, porra! Bate fundo, João, quero a tua porra quente a encher a minha cona enquanto a Ana nos olha… fode-me como a puta da família que eu sou pra ti!
Miguel deitou Sofia sobre a mesa, entre os pratos sujos de chocolate. O pau grosso e tatuado, veias salientes pulsando, enterrou-se fundo na cona depilada da irmã mais nova. Estocadas brutas, mas profundas faziam o corpo pequeno dela tremer, o clitóris roçando o osso pélvico dele a cada investida. Sofia gritava, orgasmos múltiplos vindo em ondas rápidas: - Mano… o teu caralho é tão grande… enche a putinha da família… fode-me mais fundo, irmão… quero a tua porra quente a escorrer da minha cona! Ai, Miguel, sinto-te a bater no meu ponto G… vou gozar outra vez, mano, a cona da tua irmã está a apertar o teu pau todo!
Clara ajoelhou-se entre as pernas de Mariana, lambendo a buceta brasileira com devoção lenta e gulosa. A língua entrava e saía, saboreando o gosto doce e forte da excitação, circulando o clitóris inchado enquanto os dedos da alentejana entravam fundo. Mariana gemia alto, as ancas mexendo contra a boca dela: - Me chupa, Clara… lambe minha buceta toda, vai, delícia… enfia essa língua brasileira fundo na minha buceta, ai que delícia! Suga o meu clitóris, Clara, quero squirting na tua boca enquanto o Pedro te fode por trás… porra, que língua boa tu tens, mamã alentejana!
Ana sentou-se no rosto de Pedro, a cona madura e volumosa esfregando-se contra a barba dele, o piercing no clitóris roçando os lábios do homem com pressão perfeita. Enquanto isso, chupava o caralho de Miguel por cima da cabeça de Sofia, a garganta apertando a glande grossa, o sabor de pré-gozo jovem misturado com o mel do fondant deixando-a louca. Pensou por um segundo no seu primeiro pensamento incestuoso, quando vira Miguel sair do duche aos dezoito anos, e o calor na barriga voltou mais forte que nunca, fazendo a cona pulsar contra a língua de Pedro. - Enche a mamã com esse caralho, meu menino… quero sentir a porra do meu filho na garganta enquanto o Pedro me lambe a cona! Chupa mais fundo, Pedro, lambe o piercing da mamã… ai, que delícia de barba a roçar a minha cona madura!
Os gemidos enchiam o apartamento, cru e animal, ecoando nas paredes. Miguel fodeu Sofia com mais força, o pau batendo fundo, as bolas pesadas batendo na cona depilada, o suor escorrendo pelo peito musculado. Sofia squirted pela primeira vez, o líquido quente e abundante escorrendo pela mesa e molhando os pratos. - Ai, mano… estou a gozar no caralhão do meu irmão… enche-me, por favor! Sinto a tua porra a subir, Miguel… quero que me enchas até transbordar!
Mariana veio primeiro, squirting forte na boca de Clara, o líquido doce e quente jorrando em golfadas que a alentejana bebeu com avidez, os seios pesados balançando enquanto engolia. Clara gemeu na buceta dela: - Delícia… a tua buceta brasileira sabe a mel e pecado… dá-me mais, putinha! Depois foi Ana, o squirt jorrando no rosto de Pedro enquanto ela chupava Miguel com mais fome, a garganta apertando o caralho do filho até ele gemer. Miguel não aguentou: fodeu Sofia até encher-lhe a cona de porra quente e espessa, jatos grossos e longos que transbordaram imediatamente. Inês ajoelhou-se imediatamente para lamber, saboreando o gosto do irmão misturado com a irmã, a língua recolhendo cada gota: - Delícia… a porra do Miguel na cona da Sofia… quero tudo na minha boca, mana! Engole comigo, Sofia, prova a porra do teu irmão na minha língua!
Não havia ordem, só cumplicidade familiar profunda, corpos nus, suados, misturados em todas as combinações possíveis. João fodeu Clara por trás enquanto ela chupava Pedro, o caralho dele batendo fundo na cona madura e escorregadia, fazendo os seios grandes dela balançarem pesadamente contra o peito do homem. Clara gemia com a boca cheia de caralho: - Fode a cona da tua amiga mais velha, João… enquanto eu chupo o caralho do Pedro até ao fundo… ai, que delícia de pau jovem a bater na minha cona alentejana! Sente como eu aperto, João… quero a tua porra misturada com a do Pedro!
Inês sentou-se no pau de Miguel, cavalgando-o com força selvagem, os seios médios-firmes saltando, o clitóris roçando o osso pélvico dele a cada descida. - Fode a putinha do irmão, Miguel… enche-me toda… quero sentir esse caralho a bater no fundo da minha cona! Miguel segurava-lhe as ancas com força, estocando para cima: - Toma… recebe o caralho do vizinho que te fode como a puta que és! Sente-me latejar dentro de ti, Inês… a tua cona aperta-me tanto que vou encher-te outra vez!
Mariana e Sofia beijavam-se com fome, línguas entrelaçadas, dedos dentro uma da outra, esfregando clitóris inchados e molhados. Mariana murmurava no sotaque brasileiro, rouca de prazer: - Ai, Sofia, enfia esses dedinhos na minha buceta… quero gozar na tua mão enquanto o teu irmão me olha. Sente como a minha buceta está encharcada pra ti, putinha… esfrega o meu clitóris mais forte! Sofia tremia, a voz doce e infantil misturada com gemidos: - Sim… toca a minha cona, Mariana… sou a putinha da família toda… enfia dois dedos e fode-me enquanto eu chupo os teus mamilos!
Ana ajoelhou-se atrás de Miguel, lambendo o cu dele devagar, a língua circulando o anel apertado enquanto ele fodia Inês, o sabor salgado do suor misturado com o cheiro forte de macho jovem deixando-a molhada outra vez, a cona pingando no chão. - Que cu gostoso do meu menino… lambo-te todo enquanto fodes a Inês… quero sentir o teu cu pulsar na minha língua, Miguel… lambe mais fundo, mamã, sente o meu pau a latejar na cona dela!
Pedro, com a barba brilhante do squirt de Ana, puxou Clara para o colo e enfiou o caralho grosso nela, estocadas lentas e profundas que faziam a cona dela sugar cada centímetro. Clara cavalgava, os seios pesados batendo no peito dele, mamilos escuros roçando a pele: - Fode-me devagar, meu amor… enche a cona da tua mulher enquanto vejo os nossos miúdos todos a foderem… ai, Pedro, sinto-te tão fundo… quero a tua porra a misturar com a do João!
Os corpos entrelaçavam-se em várias posições, fluidos e naturais. Miguel deitou Inês de lado e entrou na cona dela por trás, enquanto Sofia chupava os mamilos da amiga, mordiscando levemente. Ana sentou-se no rosto de Mariana, esfregando a cona madura contra a boca da brasileira: - Lambe a cona da mamã, putinha… enfia essa língua brasileira fundo… ai, que delícia! Suga o meu piercing, Mariana… quero gozar na tua cara outra vez! Mariana obedecia, gemendo na buceta dela, os dedos entrando na cona de Ana enquanto lambia.
João fodeu Sofia sobre o sofá, o caralho entrando na cona ainda cheia da porra do irmão, escorregadia e quente: - Sente a porra do Miguel a facilitar a entrada… a tua cona está toda escorregadia pra mim. Quero foder-te até transbordares de novo! Sofia gemia alto: - Sim, João… fode-me bem a cona… enche-me também… bate fundo, quero sentir os teus tomates contra o meu cu!
As horas passavam em ondas de prazer intenso e prolongado. Porra escorria por coxas, conas latejavam com orgasmos múltiplos - Ana teve quatro seguidos só com a língua de Mariana e o caralho de Pedro alternando dentro dela, o corpo maduro tremendo, os seios pesados balançando. Inês veio-se duas vezes, o líquido quente molhando o sofá e as pernas de Miguel. Miguel gozou pela segunda vez, enchendo a boca de Inês enquanto ela cavalgava Clara, a porra escorrendo pelos cantos dos lábios dela.
As texturas eram enlouquecedoras: pele escorregadia de suor e porra misturada, caralhos pulsantes latejando dentro de conas quentes e molhadas que apertavam e sugavam, bocas cheias de sabores proibidos - porra salgada e espessa, humidade doce e ácida feminina, resquícios de chocolate e mel ainda na pele. Os cheiros enchiam o ar denso: suor masculino jovem e testosterona pura, excitação feminina madura e almiscarada, azeite e figos ainda no fundo como um lembrete do banquete. Os sons eram crus e hipnóticos - o bater molhado de pele contra pele, gemidos roucos e sujos, respirações pesadas e entrecortadas, o som viscoso e obsceno de caralho entrando e saindo de cona encharcada, o gorgolejar de squirt jorrando.
Ninguém falava de forma coerente - só gemidos e palavras sujas que ecoavam o desejo mais profundo de cada um:
- Enche a mamã com essa porra quente, meu menino! Quero sentir o teu esperma a escorrer pela minha cona madura!
- Fode-me o cu com o dedo enquanto me comes a cona, João… quero sentir-me cheia dos dois lados!
- Quero sentir o teu caralho a bater no fundo da minha buceta brasileira… ai, Miguel, enche-me toda!
- Lambe tudo, putinha… engole a porra da família toda, Sofia… prova o gosto do teu irmão na cona da Inês!
- Fode a tua mana mais forte, mano… quero a tua porra a misturar com a do Miguel dentro de mim!
- Chupa os meus mamilos enquanto me fodes, Clara… ai, que delícia de boca alentejana na minha buceta!
Quando o último orgasmo os deixou caídos no chão e nos sofás, suados, exaustos, porra e humidade brilhando nos corpos entrelaçados, Clara e Mariana trocaram um olhar satisfeito por cima da confusão de membros. Clara lambeu os lábios sujos de porra e mel, o peito subindo e descendo devagar, o corpo ainda tremendo com os resquícios de prazer.
- Receita aprovada - sussurrou, voz lenta e maternal, cheia de satisfação profunda e saciada.
Mariana riu baixinho, o corpo brasileiro brilhando de suor e prazer, os caracóis escuros colados à testa suada.
- Amanhã fazemos o pequeno-almoço… com mais gengibre.
A lua cheia espreitava pela janela. O apartamento cheirava a sexo cru, chocolate derretido, azeite fresco e desejo realizado. Corpos nus entrelaçados respiravam devagar, mãos ainda acariciando pele suada, memórias sensoriais ainda latejando na pele - o pulsar de caralhos, o sabor de conas, o calor proibido que unia todos. Todos sabiam que aquele jantar não seria o último.
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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão neste site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.
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