Meu Pai Me Fodeu Como Uma Vadia Safada
Meu nome é Juliana, tenho 36 anos e moro numa casinha simples no interior quente pra caralho de Pernambuco, pertinho de Caruaru. Meu pai, Seu Antônio, é um homem forte, bronzeado de tanto trabalhar no sítio, com braços grossos, peito largo e um jeito bem macho que sempre me deixou molhada sem eu admitir. Minha mãe morreu há alguns anos e desde então somos só nós dois em casa. O que começou como um carinho de pai e filha foi virando outra coisa… uma coisa bem proibida, suja e deliciosa.
Eu sempre tive um corpo que chama atenção pra caralho: peitos grandes e pesados com bicos escuros que ficam duros só de olhar, cintura fina e uma bunda grande, redonda, empinada e macia que balança gostoso quando ando de shortinho justo pela casa. Meu pai não disfarçava mais. Eu via ele me comendo com os olhos quando eu saía do banho enrolada só na toalha ou quando eu ficava de quatro limpando o chão da sala.
Numa noite quente de verão, o calor tava insuportável e de repente a energia caiu. A casa ficou toda escura. Eu estava suada, vestindo só uma camisola fina e curta que mal cobria metade da minha bunda. Fui até o quarto dele pedir uma lanterna.
— Pai, tá muito quente… posso deitar aqui com o senhor um pouco? — perguntei com a voz manhosa, já sentindo um calor diferente entre as pernas.
Seu Antônio não respondeu com palavras. Puxou minha mão e me fez deitar bem pertinho dele na cama. Logo sua mão grande e calejada subiu pela minha coxa, levantou a camisola e apertou minha bunda com força, abrindo as bandas.
— Caralho, Juliana… você cresceu tanto e ficou com essa bundona gostosa da porra — murmurou rouco, a voz cheia de tesão. — Tá me deixando louco há meses, filha da puta.
Eu empinei a bunda pra ele e gemi baixinho:
— Então pega, pai… eu também tô louca pelo seu pau.
A mão dele desceu entre minhas pernas e passou os dedos grossos na minha buceta lisinha, já encharcada.
— Porra… tá toda melada, vadia. Tá querendo o pau do pai, né?
— Tô sim, pai… quero tudo. Quero que o senhor me foda como uma puta.
Ele tirou a cueca e aquele pauzão grosso, veioso, curvado pra cima e com a cabeça inchada pulou pra fora, latejando forte. Era enorme. Ele me colocou de quatro na cama, abriu minha bunda com as duas mãos e enfiou a cara ali. Chupou minha buceta com fome, lambendo o clitóris inchado, enfiando a língua bem fundo e ainda passando a língua quente no meu cuzinho.
— Ai pai… que delícia… chupa a bucetinha da sua filha… me lambuza toda, vai! — eu gemia alto, rebolando na cara dele.
Ele metia dois dedos grossos com força enquanto chupava, fazendo barulho molhado. Eu gozei pela primeira vez, tremendo as pernas e jorrando na boca dele.
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Ele me virou de frente, abriu minhas pernas bem abertas e posicionou a cabeça grossa do pau na entrada da minha buceta pingando.
— Agora vai tomar o pau do pai, sua vadia safada. Abre bem essa bucetinha pra mim.
Desceu devagar, me abrindo inteira, centímetro por centímetro, até enfiar tudo. Eu gemi alto, cravando as unhas nas costas dele:
— Ai que pauzão gostoso do caralho… tá me rasgando todinha, pai! Me fode, vai!
Ele começou a meter com força, estocadas fundas e ritmadas. Segurava meus peitos pesados, beliscava os bicos com força e me chamava de putinha, filhinha safada, vadia do pai.
— Toma, filha… toma o pau do pai bem fundo. Rebola nessa rola, sua puta!
Eu rebolava contra ele, pedindo mais. Ele me virou de novo de quatro, segurou meu cabelo como rédea e meteu ainda mais forte, batendo as bolas pesadas na minha buceta. Dava tapas fortes na minha bunda que deixavam marca vermelha.
— Isso, filha! Toma no cu também, sua putinha!
Cuspiu no meu cuzinho e foi enfiando devagar, depois cada vez mais rápido e fundo. A dor virou prazer rápido. Ele alternava sem parar: metia na buceta, tirava e enfiava no cu, me usando nos dois buracos.
— Me arromba, pai! Fode os dois buracos da sua filha! Sou sua putinha particular, me usa como quiser! — eu gritava de tesão.
Ele gozou primeiro dentro do meu cu, enchendo de porra quente e grossa, jato atrás de jato. Quando tirou, escorria tudo pela minha bunda e buceta misturado com meu melado.
Não acabou aí. Depois de um tempo ele me colocou sentada no colo dele, de frente, e me fez quicar no pauzão ainda duro.
— Quica, vadia. Quica no pau do pai.
Eu subia e descia com força, minha bunda batendo forte nas coxas dele. Ele chupava meus peitos com fome, mordendo os bicos enquanto eu gozava de novo, apertando o pau dele.
Depois me deitou de lado, levantou uma perna minha bem alto e meteu fundo na buceta, estocando rápido e olhando nos meus olhos:
— Abre essa buceta toda pra mim, filhinha. Recebe o leite do pai.
Gozou pela segunda vez, enchendo meu útero de porra quente.
Naquela mesma noite ele me comeu mais duas vezes: uma no sofá da sala, onde me encostou na parede, levantou uma perna minha e me fodeu de pé, tapando minha boca pra eu não acordar os vizinhos com meus gritos. Gozei esguichando no chão da sala. E outra de manhã cedo no chuveiro, onde ele me fez ajoelhar, fodeu minha boca até o fundo da garganta e gozou na minha língua enquanto eu engolia tudo pedindo mais.
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Desde aquele dia viramos amantes de verdade. Toda vez que dá, ele me fode sem pena pela casa toda. Na cozinha ele me coloca em cima da mesa, me come enquanto o café esquenta no fogão. Na varanda dos fundos ele me arromba ao ar livre, com risco de algum vizinho passar e ver. Até no sítio, dentro do carro estacionado, ele me manda sentar no pau dele e quicar enquanto os peões trabalham longe.
Ele adora me chamar de “putinha do pai” enquanto me enche de porra e me usa como quiser. Eu virei completamente viciada no pau grosso, nas estocadas violentas e no leite quente do meu próprio pai. Não consigo mais viver sem ele me fodendo todo dia como uma vadia safada.
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